segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Editais do Mais Cultura encerram-se em janeiro

 

04/01/2010 | Notícias do Mais Cultura

 

Prefeituras de municípios com até 20 mil habitantes têm até 24 de janeiro de 2010 para participar do edital de modernização de bibliotecas.

O Ministério da Cultura (MinC), por meio do Programa Mais Cultura, modernizará 100 bibliotecas públicas em municípios com até 20 mil habitantes, identificados na estimativa da população do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O investimento do MinC será de R$ 3,285 milhões.

As prefeituras interessadas em participar do edital nacional devem enviar propostas para o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas/Fundação Biblioteca Nacional (Rua da Imprensa, nº 16, sala 1102, Palácio Gustavo Capanema, Centro – CEP 22030-120 – Rio de Janeiro/RJ).

O edital está disponível nas páginas eletrônicas do Ministério da Cultura e do Programa Mais Cultura. Os projetos contemplados receberão kit composto de mil livros, mobiliários, almofadas, pufes, tapetes e telecentro digital com 11 computadores conectados à internet banda larga.

O Mais Cultura já investiu R$ 22,5 milhões para modernizar 410 bibliotecas públicas municipais em todo o país. Dessas, 299 localizadas nos Territórios da Cidadania.

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Cines Mais Cultura

O prazo para participar de editais estaduais para seleção de Cines Mais Cultura também encerra neste mês, dia 22, no Pará, e dia 29, em Santa Catarina.

Podem concorrer aos editais entidades privadas sem fins lucrativos que desenvolvam ou queiram desenvolver ações de exibição de obras audiovisuais e contribuir para a formação de plateias e o fomento do pensamento crítico, tendo como principal base obras audiovisuais brasileiras.

Serão 35 iniciativas selecionadas no Pará, com investimento de R$ 525 mil – 66% de recursos federais e 33% de contrapartida do estado. Em Santa Catarina, o edital selecionará 55 projetos, com R$ 825 mil em investimentos federais e do governo estadual.

(Rafael Ely, SAI/MinC)

retirado em 04/01/2010 do site:

http://mais.cultura.gov.br/2010/01/04/editais-do-mais-cultura-encerram-se-em-janeiro/

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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Ascensão e queda do MySpace *

Sexta-feira, 25/12/2009
Julio Daio Borges




Digestivo nº 446 >>> Quem apenas viu o fechamento do escritório do MySpace no Brasil, não sabe, da missa, a metade. Matthew Garrahan, do Financial Times, no início de dezembro, tomou coragem para dissecar o cadáver. Garrahan refaz o caminho desde a negociação com Murdoch e a aquisição, pela News Corp, da maior rede social da internet em 2007 (crescendo, então, a uma taxa de 70 mil usuários por dia). Como os jovens “assistiam cada vez menos televisão e liam cada vez menos jornais” (segundo o próprio Murdoch), fazia sentido a News Corp lançar seus tentáculos sobre a internet. O MySpace foi comprado por 580 milhões de dólares e, para a alegria de Murdoch, meses depois fechou um acordo de publicidade com o Google no valor de 900 milhões (garantindo lucro futuro à operação). Murdoch imediatamente entrou em lua de mel com um dos fundadores do site, Chris DeWolfe, e passaram a desfilar juntos até pelo fórum de Davos. Um ano e três meses depois da aquisição, as receitas mensais do MySpace saltaram de 1 para 50 milhões dólares. Escritórios foram abertos no Japão, na Coréia do Sul, na China e no Brasil. Mas, ainda em 2008, uma ameaça surgia no horizonte: o Facebook, uma rede social aparentemente mais fácil de usar, estava despontando e crescendo mais rápido que o MySpace. Murdoch apostara que o site faria 1 bilhão de dólares em receitas no ano passado, mas, como não cumpriu a meta, seu outrora menino-prodígio, DeWolfe, foi dispensado em abril deste ano. 40% dos empregados do MySpace foram mandados embora, sua participação no mercado de redes sociais caiu de 66 para 30%, e o Facebook atingiu 300 milhões de usuários. Para completar, o MySpace não conseguiu entregar o que foi combinado com o Google – o que resultará em perdas, para o site, de 100 milhões de dólares em 2009. Executivos da News Corp acusam os fundadores do MySpace de falta de estratégia, de trabalharem em muitos produtos ao mesmo tempo e de não saberem receber ordens. Já DeWolfe e Anderson, o outro fundador, acusam a News Corp de se focar demais em pageviews (esquecendo-se de tecnologias como o Ajax); de abandonar o MySpace em prol do Wall Street Journal; e de, no meio da crise, sacrificar o dia a dia da empresa em nome das demissões e dos cortes. Murdoch trocou a diretoria do MySpace, ao convocar Jonathan F. Miller, ex-CEO da AOL, e Owen Van Natta, ex-Amazon. E o site, oficialmente, desistiu de competir com o Facebook. Matthew Garrahan, em sua reportagem no FT, prefere não fazer julgamentos sobre o futuro do MySpace – mas fica claro que, como em tantas outras fusões da velha mídia com a nova, ainda há muitas arrestas a aparar.
>>> The rise and fall of MySpace

Julio Daio Borges
Editor

* retirado em 27/12/2009 do endereço:

http://www.digestivocultural.com/arquivo/nota.asp?codigo=1648

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domingo, 6 de dezembro de 2009

DIVERSOS VÍDEOS DE BILORA, GRANDE VIOLEIRO DE NOSSO MUCURI, CONFIRA:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

I Seminário das Cooperativas de Cachaça de Alambique

 

* Seminário das Cooperativas de Cachaça de Alambique

O Sistema Ocemg/Sescoop-MG realizará entre os dias 02 e 04/12, em parceria com a Cooperativa Central dos Produtores de Cachaça de Alambique de Minas Gerais (Coocen), o I Seminário Estadual das Cooperativas de Cachaça Artesanal de Alambique. O evento será no Hotel Fazenda Retiro das Rosas, em Cachoeira do Campo/MG, a 75 km de Belo Horizonte.

Com o tema “Governança e Gestão das Cooperativas de Cachaça”, o Seminário tem o objetivo de promover o fortalecimento do setor por meio de discussões relacionadas à legislação e impostos que prejudicam o avanço desse segmento em Minas e no país.

Estão programadas palestras sobre “A Cachaça Artesanal de Alambique como Negócio” e “Dialética da Cachaça”, além de apresentação da Câmara Técnica da Cachaça de Alambique, debates e jantar “Causos com Viola”. Entre os palestrantes, Trajano Raul Ladeira, presidente da Coocen, Flávio Eduardo Gouvêa Santos, superintendente da Sucoop/SEDE, e José Eduardo Ferreira da Silva, diretor do BDMG.

O Sistema Ocemg/Sescoop-MG não cobrará taxa de inscrição e os interessados têm até o dia 23 de novembro para confirmar participação no evento. Para outras informações, ligar para (31) 3025-7109 / 7110 / 7111 / 7112.

* Retirado do site da OCEMG:

 mhtml:http://www.ocemg.org.br/Webcoop/admin/BibliotecaDeArquivos/Image.aspx?ImgId=9136&TabId=1

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Proler – à guisa de um primeiro balanço

Por Eliane Pszczol

O Programa Nacional de Incentivo à Leitura (Proler) é o mais antigo programa de incentivo à leitura do governo federal ainda em atividade. Em 16 anos de existência, teve altos e baixos, passou por períodos de efervescência, de instabilidade e até mesmo de hibernação. Mas manteve-se. E essa longevidade (e para um programa de governo federal a marca de 16 anos é mesmo longeva) deve muito ao peso da instituição Biblioteca Nacional. Este nome tem história e autoridade, e confere prestígio a seus parceiros. Esse é um dos alicerces que têm sustentado o Proler ao longo de sua trajetória. O outro alicerce, tão importante quanto o primeiro ou até mais, foi a atuação dos comitês espalhados pelo país. Independentemente do apoio da FBN, a militância incansável de pessoas visceralmente dedicadas à causa da leitura contribuiu para a organização do processo de mobilização da sociedade, e conferiu aos comitês o papel de articuladores sociais de políticas mais amplas em favor da leitura.

Em nossa gestão à frente da Coordenação Nacional do Programa, desde maio de 2006, concentramo-nos, inicialmente, em seu realinhamento interno e em sua organização administrativa. O segundo momento foi o de resgate da relação com os comitês e de reconhecimento entre pares: mapeamos, buscamos vestígios, criamos uma rede informal de comunicação para conseguir fazer chegar aos quatro cantos desse país a informação de que estávamos trabalhando. A seguir, criamos um Boletim Informativo (digital), retomamos a publicação da Folha Proler (impressa) e criamos também nossa página na internet. Assim conseguimos estruturar-nos como uma rede nacional de incentivo à leitura. Também retomamos o apoio aos encontros locais, participando de vários deles, e essa imersão na realidade dos comitês apontou os caminhos a seguir. O terceiro momento, atual, tem sido marcado pela realização sistemática dos projetos a partir de um planejamento, e não mais por demanda, como vinha acontecendo até então.

Estamos em um momento de expansão, nossos caminhos estão mais abertos tanto dentro da própria FBN e do MinC, como também junto ao MEC e outros organismos que trabalham com o mesmo objetivo. Entre esses, é importante mencionar o Plano Nacional do Livro e Leitura: criado em 2006, o PNLL vem desempenhando um papel fundamental no campo da ação pública em favor da leitura.

Caminhamos bastante, mas ainda há muito a fazer. O Proler deveria ser capaz de trabalhar incentivos, disponibilizar recursos orçamentários, linhas de crédito e outras fontes de financiamento, investir em programas coordenados capazes de multiplicar seus efeitos, a fim de estender os benefícios dessas ações a toda população – mas isso, infelizmente, ainda não se tornou uma realidade. O Proler ressente-se da falta de investimento público, mas confiamos que, com os recursos destinados à área da leitura e de formação de leitores pelo programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura, essa situação será positivamente modificada.

Como trabalha o Proler?

O Proler promove uma articulação do Estado com a sociedade, mobilizando e conciliando experiências governamentais e privadas, norteando atividades e estabelecendo prioridades com o objetivo de formar leitores para formar cidadãos. Nosso principal foco, embora não exclusivo, está nas escolas e bibliotecas públicas. A atuação do Proler desenvolve-se em duas frentes: ações centralizadas, realizadas na Casa da Leitura, sede da Coordenação Nacional do Programa, no Rio de Janeiro; e ações descentralizadas, desenvolvidas por comitês instalados em dezenas de municípios brasileiros, com apoio direto do programa e de uma instituição ou órgão local conveniado à Fundação Biblioteca Nacional por meio de um termo de parceria.

As ações da coordenação

O trabalho realizado na Casa da Leitura tem sempre por objetivo construir e disseminar estratégias de promoção da leitura. Nosso público destinatário são os profissionais comprometidos com a formação de leitores, entre os quais têm prioridade professores, bibliotecários e agentes de leitura das redes públicas.

Em nossas bibliotecas demonstrativas, aplicamos o primeiro mandamento para o incentivo à leitura: criamos um ambiente leitor. Quando o objetivo a ser atingido é o sucesso nas atividades de leitura, nada mais acertado do que organizar um espaço onde a visualização dos livros seja fácil, o acesso livre e o ambiente estimulante. De que adianta um recinto bonito, limpo, em ordem e agradável se os livros, jornais e revistas estão escondidos, guardados, invisíveis? Um ambiente leitor tem que estimular os olhos, aguçar a vontade e a curiosidade, mexer com o desejo do usuário. Essas coisas tornam-se possíveis quando a vista do leitor alcança, espalhados em todos os cantos e sempre expostos ao olhar, livros, revistas, recortes de artigos, textos informativos, murais com informações e outros materiais de leitura.

A Casa da Leitura também dispõe de um Centro de Referência e Documentação em Leitura (CRDL), com livros, teses, artigos, entrevistas e periódicos sobre o tema. O CRDL tem como missão difundir as experiências e conhecimentos produzidos não só no âmbito do Proler/Casa da Leitura, mas também na área da leitura de modo geral. A concepção atual do projeto trabalha no sentido de implantar não um centro de documentação em termos físicos – tanto no que se refere a espaço como a acervo –, mas um centro virtual, utilizando os recursos das novas tecnologias de informação e comunicação já disponíveis na FBN.

As ações dos comitês

Os comitês se articulam por adesão e são constituídos, em geral, por parceiros que já desenvolvem trabalhos de promoção da leitura e se organizam para somar esforços em torno de objetivos comuns. Os comitês são grupos de pessoas que tomam parte em ações locais de incentivo à leitura, integradas ao projeto nacional do Proler. Um dos membros do comitê é indicado pelos seus pares como coordenador dessas ações, e as condições de realização destas – espaço físico, pessoal ou recursos – são fornecidas por uma instituição designada pelo comitê para firmar o termo de parceria com a FBN.

O engajamento no programa não é um voluntariado, como alguns advogam: a adesão acarreta compromissos recíprocos, impõe direitos e deveres, e seu caráter oficial tem por finalidade garantir a continuidade das ações desenvolvidas por um comitê independentemente das eventuais mudanças na composição dos seus membros. Constituem parceiros nesse processo as secretarias de educação e de cultura, municipais e estaduais, bibliotecas públicas, universidades, centros culturais, ONGs, livrarias, associações de classe e outras entidades.

Ao trabalho de leitura que esses parceiros já desenvolvem, a FBN oferece, a partir da Coordenação Nacional do Proler, um pólo de convergência e dispersão das ações, e apoio regular à realização de oficinas e cursos durantes os encontros locais dos comitês. Essa assistência tem por base um conjunto de diretrizes técnico-teóricas elaboradas por um conselho consultivo, órgão colegiado de assessoramento à presidência da FBN formado por especialistas renomados na área de leitura.
Por princípio, o Proler procura, em suas atuações articuladas pelo Brasil, apreender a realidade de cada lugar, reconhecendo as características e experiências de cada um deles. Por isso os comitês são autônomos e desenvolvem suas ações de acordo com as necessidades da comunidade local e a natureza da instituição conveniada. Comitês vinculados a universidades, por exemplo, realizam trabalhos mais teóricos, ao passo que outros, ligados a secretarias de educação e cultura, atuam, sobretudo, no campo da prática docente.

Essa autonomia, entretanto, regula-se segundo diretrizes específicas, que, não tendo caráter impositivo, definem as linhas de ação e concepção que devem servir de referência ao trabalho dos comitês. Temos, no entanto, a convicção de que um programa nacional de incentivo à leitura não pode jamais adotar modelos prontos: deve estar aberto a ouvir cada uma das vozes, conhecer cada realidade, experimentar cada fórmula e assimilar cada uma das respostas que compõem esse vasto universo ao qual nos reportamos. Essa é a receita do Proler e a razão principal de seu sucesso.
Para o Proler, formar cidadãos leitores e melhorar a qualidade do ensino implica insistir na necessidade de tornar a prática da leitura ainda mais presente no cotidiano escolar e estimular a aproximação com bibliotecas públicas, escolares e comunitárias. A garantia de acesso à leitura é um dos principais caminhos para que os indivíduos se apropriem do saber e, por consequência, se transformem em cidadãos plenos.

Esse acesso à leitura é oferecido – ou deveria ser –, principalmente, pelas bibliotecas. Por isso é fundamental que se fortaleça a cooperação entre os Ministérios da Educação e Cultura, porque bibliotecas escolares (MEC) e bibliotecas públicas (MinC), consideradas as suas diferenças, devem articular-se em torno da tarefa comum de formar leitores. É preciso ensinar ao professor da escola que ele pode levar seus alunos à biblioteca pública. É preciso mostrar a todos que a biblioteca pública é um espaço de liberdade, um lugar aonde se vai para explorar mundos fantásticos, através das emoções humanas ou no universo das ideias e dos conhecimentos. Para essa empreitada, o Proler tem a oferecer a sua estrutura, uma rede em expansão, hoje com cerca de 70 comitês espalhados em todas as regiões do país, mas cujas ações abrangem algo em torno de 500 municípios.
O Brasil é pobre e violento porque os caminhos desastrados de nossa história produziram uma sociedade em que somente 25% dos brasileiros entendem o que leem. Construímos um país sem livros, sem acesso democrático ao sonho, ao conhecimento e à esperança. A falta de acesso aos livros e a insuficiente difusão de práticas de leitura são não apenas sintomas da exclusão social que atinge três quartos de nossa população, mas também fatores que agravam os efeitos desse processo. Só que em pleno século XXI, não podemos nos restringir apenas à leitura de livros. Escolas e bibliotecas devem reivindicar a estruturação de espaços para a leitura das novas linguagens surgidas a partir da revolução tecnológica. Hoje é necessário que as pessoas sejam capazes de compreender e utilizar as múltiplas linguagens constituídas no livro, na música, no teatro, no cinema, na internet, na televisão. O Proler acredita que isso é possível, sonha com um futuro melhor e confia que pode ajudar a fazer desse sonho uma realidade.

Eliane Pszczol é ex-coordenadora nacional do Proler, programa da Fundação Biblioteca Nacional (FBN). Este artigo é uma versão de capítulo publicado no livro Proler: concepção diretrizes e ações - 10 anos: 1992-2002 (2002)

Retirado de:http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=51&id=650

Aproveito ainda para agradecer todo o empenho, suor e paixão que Eliane Pszczol demonstrou e consumiu em serviço ao Proler e ao desenvolvimento deste nosso País.

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Mapa de Potencialidades Econômicas das Regiões do Norte e Nordeste de Minas


 

primeiramente parebenizamos as ações do IDENE no desenvolvimento das regiões Norte e Nordeste destas Minas vastas e principalmente por sua ação neste Mucuri.

Esta iniciativa é de fundamental importância, na medida em que dá subsídios para a pesquisa e desenvolvimento cá nestas terras, onde conseguir informações precisas e de origem confiável é mais difícil que encontrar outra Marta Rocha (uma água marinha encontrada na primeira metade do século xx).

Apresentação

O uso de informações estruturadas – elemento fundamental no processo de atuação estratégica das organizações, sendo elas públicas ou privadas – permite a identificação de questões e tendências de maior impacto em determinados setores da economia, contribui para a transparência na tomada de decisão e possibilita a alocação mais eficiente de recursos materiais e humanos, bem como níveis crescentes de eficácia e efetividade das ações empreendidas. O Mapa de Potencialidades Econômicas das Regiões do Norte e Nordeste de Minas ancora-se nesse pressuposto.

A construção deste sistema de informação' capaz de gerar tabelas, gráficos e mapas informativos dos indicadores de produtividade das atividades econômicas da região dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri, São Mateus e do Norte de Minas dá conta de organizar e representar os indicadores distribuídos em setores econômicos e atividades. Para cada atividade, o sistema apresentará apenas uma informação: o indicador de produção de valor econômico. Este sistema foi desenvolvido para que possa ser acessado a partir da página eletrônica da SEDVAN/ IDENE.

Retirado de; http://sedvan.fabricadeideias.com/index.php/apresentacao

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sábado, 7 de novembro de 2009

posse de nova diretoria da associação cultural ferroviário bahia-minas


HAVERÁ POSSE DA NOVA DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL FERROVIARIO BAHIA – MINAS

HOJE DIA 07-11-09

19.30 NA SEDE DA ASSOCIAÇÃO

RUA: JULIO COSTA, 62 BAIRRO SÃO DIOGO (antiga Rua do Pontilhão).

A MUCURY CULTURAL AGRADECE E PARABENIZA A DIRETORIA QUE HOJE PASSA A VEZ POR SUA ATUAÇÃO E EMPENHO AO CUIDADE E RESGATE DA CULTURA FERROVIÁRIA NESTES DOIS ANOS E JÁ GARANTE O APOIO AOS INTEGRANTES DA NOVA DIRETORIA QUE HOJE TOMARÁ POSSE.

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