segunda-feira, 2 de maio de 2011

Bilora na Inconfidência: Feito em Casa

Enviado por Bilora.

Olá pessoal,

Ouça na Rádio Inconfidência FM hoje, segunda, às 10 da noite com reprise no sábado, às 11 manhã o programa Feito em Casa, feito por mim. Quem mora fora do alcance da rádio acesse: www.inconfidencia.com.br.

Abraço

Bilora

As canções preferidas de Bilora

O músico mineiro é o convidado do Feito em Casa desta semana na Brasileiríssima

Feito em Casa desta segunda-feira, 2 de maio, traz as músicas preferidas do cantor, compositor e violeiro mineiro Bilora.
Natural de Santa Helena de Minas, no Vale do Mucuri, Valmir Ribeiro de Carvalho, Bilora, viveu até os 28 anos em convívio com a cultura popular do lugar, como: batuques, folia de reis, cantigas de roda, festas juninas, etc.
O violeiro tem três discos gravados: De Viola e Coração (1998), Tempo das Águas (2002) e o mais recente Nas Entrelinhas.
Bilora já ganhou vários prêmios em festivais da canção pelo Brasil. Tem músicas gravadas por variados grupos, orquestras e artistas do País. Tem músicas inseridas em dezenas de cds coletivos.

Além de músico, Bilora é formado em Letras. É um dos criadores e atual Presidente da Associação Nacional dos Violeiros do Brasil - ANVB.
Feito em Casa vai ao ar às 22h, às segundas, nas ondas da Rádio Inconfidência FM 100.,9 - Brasileiríssima - e pela rádio online. Reapresentação no sábado às 11h. 

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Cê manda! 10, com lista de Nayandra Ribeiro para ouvir de novo ou baixar!

Olá mucuryanos!

Amanhã, tão certo como o susto dos apóstolos, um novo Cê manda!cê manda - estúdio "nas coxa"

Com Dai Prates e Michelle Freitas na produção e eu (Bruno Bento),  na produção e locução.

A lista é de Nayandra Ribeiro.

o programa mais sem identidade da web brasileira e mais sortido que a  feirinha do Veneta”…

Hoje com alguma cerveja, uma boa cachaça, um caldo de feijão e costelinha, conversa, umas fitas de rolo para o BG, exercitamos nossa língua péssima no inglês!

Vejam a lista:

1- Led Zeppelin - Since I'vee been loving you
2- Arcade Fire - Wake up
3- Grizzly Bear - Shift
4- Radiohead - Weird Fishes-Arpeggi
5- A Hawk and a HacksawKiraly Siratás
6- David Bowie - Five years
7- Mamma cadela - meus eletrodomesticos
8- Ariel Pink's - Among Dreams
9- Taraf de Haidouks - Turcoaica Haidouks - A la turk
10- Raul Seixas - A beira do pantanal
11- Rio en Medio - Tiger's Ear
12- Sunset Rubdown - Three Colours

Ouça ou baixe:

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Mas que não deixe de mandar sua lista para ir à forra, ou colaborar conosco!

Envie a sua para o mucurycultural@gmail.com e avaliamos, se gostarmos ela toca!

Fazemos a pesquisa e montamos um programa repleto de informações sobre as faixas, curiosidades, histórias sobre compositores, produtores, cantores, a música e tudo mais que conseguirmos encontrar!

Ficou curioso?

Então ouça sempre no domingo às 13h:30min e quinta-feira, 21h.

É só aqui no mucury cultural!

Envie você a próxima lista e participe!

Seja o colaborador do próximo programa!

Ouça aí a chamada:

Chamada - Cê manda by mucury cultural

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ECAD, GLOBO, COMPOSITORES: DE QUEM É A MÚSICA?

Publicado originalmente por Pedro Alexandre Sanches no Musicaria Brasil e retirado em 02/05/2011 do endereço:

http://musicariabrasil.blogspot.com/2011/05/ecad-globo-compositores-de-quem-e.html

Um belo dia, um músico com cara de Dom Quixote decidiu se insurgir contra sua própria família, a dos compositores brasileiros reunidos sob o guarda-chuva do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, o Ecad. Com outros sete autores especializados em trilhas sonoras para televisão, Tim Rescala abriu um processo contra a instituição, que centraliza o recolhimento de direitos autorais, da qual ele é um dos 260 mil associados.

A família contra-atacou. A assembleia que compõe o Ecad, integrada em tese por compositores (mas na prática também por representantes de gravadoras e editoras de música), indignou-se com um artigo publicado no jornal O Globo, no qual Rescala classificava a instituição-mãe como “caixa-preta”. Deliberou-se que o Ecad moveria uma ação por difamação contra o filhote rebelado.

Havia ainda outro personagem, oculto e de atuação controversa na trama. “O que motiva Tim Rescala é uma coisa chamada Rede Globo”, afirma um membro ativo da assembleia do Ecad, o editor José Antonio Perdomo. “Por trás dele, está o interesse da Globo de asfixiar o Ecad.” De fato, outra disputa, bem mais feroz, se desenrola na Justiça, entre a maior rede de tevê do País e a instituição mais poderosa da atual música brasileira (em 2007, o Ecad declarou ter arrecadado 302 milhões de reais, mais que todas as grandes gravadoras reunidas). Para ter autorização de usar suas músicas, a Globo (bem como as demais emissoras, quase todas “rebeldes” ao Ecad) tem de pagar uma taxa mensal ao escritório.

O Ecad reivindica na Justiça 2,5% de todo o faturamento da Globo (o que equivaleria, hoje, a cerca de 16 milhões de reais mensais, 192 milhões por ano) em pagamento pelas músicas executadas na programação. A rede contesta esse valor e deposita, em juízo, 4,1 milhões de reais mensais.

A Globo nega qualquer vínculo entre a disputa maior e a menor, movida pelos compositores Rescala, Sérgio Saraceni, Mu Carvalho, Guilherme Dias Gomes, Armando Sousa, Márcio Pereira, Ricardo Ottoboni e Rodolpho Rebuzzi. “A TV Globo não tem nada a ver com a ação dos produtores musicais. Este é um assunto entre eles e o Ecad”, manifesta-se a Central Globo de Comunicação (CGC).

Rescala, além de ter usado O Globo como veículo de protesto, trabalha para a tevê do grupo desde 1989. Prestador de serviços terceirizado à Globo, é autor de temas incidentais usados em programas como Zorra Total, A Escolinha do Professor Raimundo e Hoje É Dia de Maria. “Não agimos motivados pela Globo, apenas temos um inimigo em comum”, ele afirma. E diz que o levante sobre o Ecad é resultado de uma tomada de consciência: “A nossa ignorância como classe é responsável por isso. Eu era relapso. A maioria dos músicos é assim, e vão sendo engambelados. Não sabem nem o que é o Ecad. Fui assim, não sou mais”.

Complexas são as circunstâncias que fazem um grupo de músicos encarar como “inimiga” a entidade que existe supostamente para protege-los. Na ação, eles reivindicam do Ecad um ressarcimento de cerca de 140 milhões de reais. “Como oito titulares de direitos autorais querem receber 140 milhões de atrasados, se a Globo não pagou isso para a gente?”, indaga a superintendente do Ecad, Glória Braga. “Arrecadamos ano passado 302 milhões de reais, para quase 100 mil autores, e eles querem 140 milhões para oito, o que é isso? Se perderem, vão pedir 140 milhões à Globo? Não vão.” Rescala tem argumentos para legitimar as queixas de seu grupo. De 2001 para cá, os autores de músicas incidentais, ou de background, para produtos audiovisuais viram o Ecad reduzir seus rendimentos sucessivamente para um terço, um sexto e 1/12 do valor original. “Para eles, a música preexistente vale 12 vezes mais que a música feita especificamente para uma novela, por exemplo. Deveria ser o contrário”, queixa-se Rescala.

Glória Braga retruca de modo indireto: “Pergunte para os autores das músicas de abertura de novela o que acham disso”. Não diz mais, mas dá a entender que a “redistribuição” é demanda dos próprios autores, os colegas mais famosos (e poderosos) dos fazedores de trilhas. “Quando o processamos, muitos titulares nos mandaram cartas dizendo ‘é isso mesmo’.”

Entre os temas de abertura de novelas recentes contam-se composições (quase sempre antigas) de Dorival Caymmi, Tom Jobim, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Luiz Gonzaga Jr., Fábio Jr. e Leonardo. “Não se quis levar a coisa para o lado da luta de classes”, afirma Glória.

Mas que a luta existe, existe. É o que afirma Roberto Ferigato, um músico de Jundiaí, autor de trilhas de esporte radical e fornecedor de fundos musicais para o SBT e a Record. Com outros 24 autores, ele move ação semelhante contra o Ecad, a partir de São Paulo, e descreve uma situação hipotética: “Eles acham que a gente estava ganhando mais que os compositores em evidência. Não querem que conste no boletim do Ecad que ‘a música mais tocada do ano é de Roberto Ferigato’. Quem é Roberto Ferigato? Uma parte da classe autoral que está pendurada mamando na teta não quer isso”.

Ele justifica o processo contra o Ecad: “Não aceitamos a redução de valores, feita sem nossa autorização. Foi desleal. Não publicam as pautas das assembleias. Não tem como a gente participar, não é um processo democrático. Processaram o Tim para intimidar a gente”. A assembleia do Ecad, hoje, é integrada por dez sociedades arrecadadoras de direitos autorais, das quais só seis têm poder de voto. O peso de cada voto é proporcional ao montante recolhido por sociedade. Atualmente, as decisões no Ecad são lideradas pela União Brasileira de Compositores (UBC) e pela Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus), com cerca de 38% do recolhimento total para cada uma.

À UBC estão filiadas editoras poderosas e autores como Gilberto Gil, Chico Buarque, Erasmo Carlos, Milton Nascimento, Rita Lee, Djavan, Leonardo, Marisa Monte, Racionais MC’s e Ana Carolina. A Abramus é tida como a sociedade das gravadoras, e abriga nomes como Caetano Veloso, Tom Zé, Zé Ramalho, Fábio Jr., Marina Lima, Titãs, Nando Reis, Chitãozinho & Xororó, Seu Jorge e Pitty. E Tim Rescala.

Segundo o compositor, a redução dos valores devidos a autores de trilhas começou quando vários deles ingressaram na Abramus. Sua entrada, diz, colocaria essa sociedade na liderança da assembleia, o que teria provocado a reação da UBC e a mudança das regras. Para ele, José Antonio Perdomo é “o Eurico Miranda do Ecad”. Ex-presidente da editora multinacional EMI Publishing, Perdomo tem sido reeleito sucessivamente na UBC desde 1989.

“Nosso plano era ficar quatro anos e cair fora, mas as coisas não são assim. Eu sempre fui eleito pelos compositores, com mais de 80% dos votos”, defende-se. “A gente troca a diretoria para não dizerem que é sempre a mesma.”

Mesmo sob um verniz de maior civilidade e modernidade, o Ecad faz lembrar, sob esses aspectos, a cartorial Ordem dos Músicos do Brasil (OMB), controlada por Wilson Sandoli desde 1964, e onde membros rebelados costumam ser ameaçados de processos ou expulsão. Rescala acusa o escritório de inicialmente ter se utilizado da controversa Lei de Imprensa para processa-lo, o que o departamento jurídico do Ecad nega.

Glória Braga sustenta que o processo não se deve à represália. “A assembleia entendeu que o artigo dele era difamatório, calunioso. Decidimos procurar remédio no Judiciário. Isso é a democracia”, diz. É ela, de resto elegante e gentil, quem profere uma frase como a seguinte: “Ato de ditadura seria contratar alguém para dar uma surra no Tim Rescala”.

Nas sombras da trama, permanece a Rede Globo, contrária aos 2,5% exigidos pelo Ecad. “Tem de pagar 2,5%, sim”, retruca Perdomo. “O preço de seus anúncios quem estipula é ela. Eu dou o preço, se não quiser pagar, então não usa as músicas. A Globo alega que o Ecad está querendo ser sócio dela. Mas, se tirar a música, acabou a Rede Globo.”

Nas sombras vive também a elite dos autores brasileiros, de quem raramente se ouvem queixas contra o Ecad. Perdomo dá a entender de que lado eles estão: “Como o artista pode ir contra uma TV Globo? Eles podem nos dar força, mas no nível da diretoria, não em público. Se um artista médio defender o Ecad, acabou”.

É desse contexto que emerge, das entranhas da Rede Globo, um quixote como Tim Rescala.

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curta no mucury cultural: Almas em Chamas

  

Almas em Chamas


Toda semana um novo curta do
Porta Curtas!

Assista, não perca!

Gênero Animação, Conteúdo Adulto

Diretor Arnaldo Galvão

Ano 2000

Duração 11 min

Cor Colorido

Bitola 35mm

País Brasil

Local de Produção: SP

Um bombeiro é envolvido num caso de amor incendiário ao resgatar uma mulher fogosa de um edifício em chamas. A fumaça e o calor os envolve num clima de paixão e sexo irresistíveis, com consequências terríveis. Quem brinca com fogo...

Ficha Técnica

Produção Arnaldo Galvão, Laís Dias

Roteiro Flávio de Souza

Edição Gabriel Varalla

Som Direto Zezinho Mutarelli

Direção de Arte Arnaldo Galvão

Animação Claudio Vieira de Oliveira

Trilha original Zezinho Mutarelli

Narração Marisa Orth, Paulo Ivo
 

Prêmios

Melhor Roteiro no Festival de Gramado 2000
Prêmio Especial do Júri no Festival de Gramado 2000
 

Festivais

Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2000

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domingo, 1 de maio de 2011

Gris

Publicado originalmente por Cleyson Gomes no Salada Poeticália e retirado em 01/05/2011 do endereço:

http://saladapoeticalia.blogspot.com/2011/04/gris.html?showComment=1304302320180#c2678534211780952413 

CRÉDITO: GOOGLE IMAGENS

Teresina
mais uma vez
(na intenção de ser verde)
amanheceu cinza
e
uma voz da rua anuncia:
- vai chover!!!

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Revista Ilustrar

Retirado do site da Revista Ilustrar. Confira o último número!

Revista Ilustrar, a primeira revista 100% brasileira feita por ilustradores, voltada para o mercado de ilustração nacional e internacional.
A revista, inteiramente gratuita, terá sempre uma nova edição no dia 1 dos meses ímpares, e basta fazer o download do documento PDF. Mais do que simplesmente mostrar ilustrações ou recursos técnicos, a revista pretende mostrar o lado humano, cultural e artístico dos ilustradores, quase sempre desconhecido, mas fundamental na formação de qualquer grande profissional.
A revista também pretende tocar outras áreas onde a ilustração pode estar presente, como o design, e também conversar com pessoas de fora da área, como cinema ou música, mostrando a importância que a ilustração tem em outras atividades, funcionando muitas vezes como parceria ou complemento de criação.
Aprecie sem moderação, e até o próximo número.

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# Rio Blog Prog

Enviado por Miguel do Rosário do Óleo do Diabo.

Clique aqui para inscrever.
E
aqui para pagar sua inscrição (apenas as inscrições já pagas estão confirmadas.
Atenção: a inscrição dá direito à assistir todas as palestras, de sexta à domingo; coquetel na sexta; usufruto dos lanches e um grande almoço no sábado; e convite para uma festa de confraternização no sábado.

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