Mostrando postagens com marcador filmes de quintal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filmes de quintal. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de abril de 2014

forumdoc.bh em Teófilo Otoni

Enviado por F. G. Júnior

Sétima mostra itinerante do forumdoc.bh

FORUMDOC.BH -  festival do filme documentário de Belo Horizonte leva parte de sua programação ao interior do estado. A sétima edição da mostra itinerante tem como objetivo ampliar e democratizar o acesso a uma programação de cinema diferenciada em Minas Gerais, chegando a cinco cidades do estado: Poços de Caldas, Teófilo Otoni, Lagoa Santa, Uberlândia e Juiz de Fora.
Os filmes apresentados são representativos das mostras que compuseram o 17º festival do filme documentário e etnográfico em 2013. As temáticas e as formas de cada filme são variadas, mas sempre se preocupam com uma proposição política, social e estética, proporcionando uma discussão mediada com os espectadores, e buscando o compartilhamento de experiências, ao tentar perceber principalmente o que cada um deles tem a nos mostrar sobre a vida e sua maneira de nos apresentar ao nosso mundo.
O projeto conta com o patrocínio da CEMIG/Governo de Minas, Petrobras/Ministério da Cultura/Governo Federal, via Lei de Incentivo à Cultura, com o apoio do SESC e parceria de instituições locais.
Todas as atividades que compõem a programação têm caráter público e gratuito.

PROGRAMAÇÃO 2014

TEÓFILO OTONI      
16 de abril
14h -  A Batalha do Passinho (Emílio Domingos)
19h - O Mestre e o Divino (Tiago Campos Torres)
Sessões comentadas por Ewerton Belico
*Sesc Teófilo Otoni: Av. Bernarda Barbosa Laender, 146, Centro

Mais informações:

http://filmesdequintal.org.br/?&noticia=58
https://www.facebook.com/filmesdequintal?fref=ts

Leia Mais ►

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Lançamento "Livro Vivo"

Retirado do site da Associação Filmes de Quintal em 30/09/12 do endereço:

http://www.filmesdequintal.org.br/?&noticia=44

Ter o livro, nosso Livro Vivo, porque os antigos, quando surgiu doença, se preocuparam em se transformar em ervas para socorrer o seu povo. Como o primeiro pajé, que descobriu como se transformar em ervas dos grupos Dua, Banu, Inani e Inu, para socorrer os Huni kuin, assim eu também me preocupei em deixar esta mensagem de conhecimento para o meu povo, meus filhos e netos, para toda a comunidade e para os que vão ver esse documento da identidade e do conhecimento do nosso povo antepassado.

(Pajé Agostinho Ika Muru. Una Hiwea, O Livro Vivo)

Acontece, no dia 09 de setembro, na aldeia São Joaquim Centro de Memória, rio Jordão/AC, a festa em homenagem ao Pajé Agostinho Ika Muru, com o lançamento de suas obras: Una Hiwea, o Livro Vivo e do vídeo Shuku Shukuwe, a vida é para sempre.

O livro e o filme são resultado do projeto Livro Vivo: Medicina tradicional Huni Kuin, idealizado pelo Pajé Agostinho e realizado em parceria com a Associação Filmes de Quintal, Núcleo de Pesquisa Literaterras/UFMG e comunidade Huni Kuin do Rio Jordão. O projeto teve o apoio do IPHAN, Ministério da Cultura e Ministério da Educação.

Leia Mais ►

segunda-feira, 21 de maio de 2012

resultado do forumdoc.mg em teófilo otoni

A 5ª mostra itinerante do filme documentário e etnográfico, o forumdoc.mg  foi um grande sucesso em Teófilo Otoni.

Sessões sempre cheias e debates muito ricos marcaram a esta segunda edição consecutiva na cidade e definitivamente a insere no circuito do cinema mineiro e nacional.

Marcada pela diferença, a experiência trazida pelos filmes escolhidos nos permitem refletir sobre nossa realidade e a dos outros, nossas relações e as dos “outros”, entre “nós” e “eles” e entre “eles”. Mesmo visitando a fantasia, ou a não-realidade, ou o delírio do “Ex-isto”, à verdade crua do “Fragmentos de uma Revolução”, e à alegria de “Roda”,  o forumdoc.mg nos permite pensar, divagar, apreciar e trabalhar em um cinema que não se pretende monolítico, hegemônico.

E aproveitamos para agradecer ao público que participou em peso, seja das sessões ou dos debates, o que nos impressionou muito, mostrando que estamos no rumo certo; à Filmes de Quintal, realizadora, que aceitou o desafio de trazer este cinema por aqui; ao ICETAS/CDL pela parceria de sempre; à Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni que compreendeu a importância deste evento e nos apoiou nesta empreitada; ao Papo Café também pela parceria de sempre.

E ainda agradecemos a colaboração, trabalho, simpatia e graça da curadoria desta mostra em Teófilo Otoni, a Carla Maia e a Raquel Junqueira, também diretoras do filme Roda. A presença delas foi fundamental ao sucesso deste evento, e esperamos o retorno breve, pois o que mais há por aqui é necessidade de fazer e promover o cinema.

Confiram as fotos das sessões:

Leia Mais ►

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Forumdoc.bh – 15 anos singulares

Retirado do Questões Cinematográficas em 09/12/2011 do endereço:

http://revistapiaui.estadao.com.br/blogs/questoes-cinematograficas/geral/forumdoc.bh-15-anos-singulares

Por Eduardo Escorel

Singulares por quê? O que diferencia o forumdoc.bh dos outros festivais promovidos no País?

Correndo o risco de ser injusto, por nunca ter ido à maioria deles, o que chama atenção, em primeiro lugar, no Festival do filme documentário e etnográfico de Belo Horizonte é ser organizado por um grupo de entusiastas por cinema, heterodoxos por convicção, entrosados com a Universidade Federal de Minas Gerais, capazes de dosar na medida justa cinefilia, antropologia e filosofia, além de editar um catálogo sempre primoroso graficamente, trazendo textos inéditos em português como, neste ano, um dos primeiros estudos etnográficos de Jean Rouch, publicado em 1948. Isso para não mencionar a hospitalidade temperada de gentileza e simpatia mineiras.

Domingo passado (4/12) terminou o 15º forumdoc.bh, no qual foi possível ver, além dos concorrentes brasileiros e internacionais, uma variedade de filmes distribuídos em mostras não competitivas, dentre as quais três se destacam pelo ineditismo e originalidade de concepção: a do cinema dos povos originários Bolívia e México, a do animal e a câmera, e a restrospectiva Fernando Coni Campos.

Se os filmes em si, mesmo quando interessantes, às vezes decepcionam, há também surpresas imprevistas. Uma foram os vinte minutos finais de Viagem ao fim do mundo, dirigido por Fernando Campos em 1968. Acredito não ter visto o filme na época, e fiquei impressionado ao assistir, em pé, no fundo da sala lotada, as sequências finais, lamentando não ter chegado a tempo do início da sessão. Não tinha nenhuma lembrança dessa viagem em que a leitura por um passageiro do capítulo “O delírio” de Memórias Póstumas de Brás Cubas serve de pretexto para a visualização do seu imaginário e do de alguns de seus companheiros de voo.

Outra oportunidade excepcional foi ver O homem e sua jaula, filme inédito de Fernando Campos, proibido pela censura em 1969. Alinhando-se às tentativas de tratar de personagens masculinos de classe média – jornalistas, poetas, artistas e intelectuais em crise, feitas por Paulo César Saraceni, em O Desafio (1966), Glauber Rocha, em Terra em transe (1967), Julio Bressane, em Cara a cara (1967), e Maurício Gomes Leite, em Vida provisória (1968), Fernando Campos parece ter sido vítima da circunstância de só ter concluído o filme depois do Ato Institucional 5, de dezembro de 1968, época em que a censura se tornou mais drástica.

Embora seja possível identificar aqui e ali possíveis razões, em retrospecto a proibição de O homem e sua jaula justifica a perplexidade da pergunta feita por um espectador depois da projeção: por que foi censurado? Só mesmo o moralismo triunfante do tempo da ditadura encontraria pretexto para interditar esse filme sobre a crise existencial de um pintor.

Para se isolar do mundo, o personagem interpretado por Hugo Carvana pede para ser trancado no seu quarto, espaço fechado em que memória e imaginação podem aflorar. A solução dramática lembra a adotada dez anos depois por Alain Cavalier em Esta secretária eletrônica não grava recados, no qual o personagem pinta seu apartamento de preto, inclusive as janelas, até o desaparecimento da luz.

Com a publicação, em 2003, de Cinema: sonho e lucidez (Azougue editorial), livro que reúne escritos esparsos de Fernando Campos, além de depoimentos de amigos e colaboradores, teve início o resgate da memória de um cineasta original, à frente do seu tempo, injustamente esquecido. A exibição de seus filmes pelo forumdoc.bh foi um novo e significativo passo nessa direção.

•

Ainda no forumdoc.bh, na mostra cinema dos povos originários Bolívia e México, foi possível ver A nação clandestina (1989), de Jorge Sanjinés, e Y el rio sigue corriendo (2010), dirigido por Carlos Pérez Rojas.

Jorge Sanjinés causa estranheza ao se propor, desde o primeiro plano – um elaborado movimento de grua –, a reconstituir um grande espetáculo, nos moldes do cinema dominante, para tratar da identidade cultural boliviana.

Carlos Pérez Rojas, por sua vez, acompanha, em 2003, com excesso de sobriedade e carência de inventividade, o movimento de comunidades para impedir a construção da hidroelétrica de “La Parota” que inundaria uma região ao sul de Acapulco.

É estranha a sensação de ver reproduzidas, como se já não houvesse experiências anteriores semelhantes, algumas das piores características do cinema militante – a dos filmes que não estão à altura das boas causas que defendem.

•

Ninguém melhor que o próprio forumdoc.bh para apresentar seu projeto. O início do belo texto de abertura do catálogo deste anos é eloquente nesse sentido:

“1.  O forumdoc.bh foi um projeto coletivo construído na dúvida e na incerteza. Imprecisão, resistência, resíduo. Quando o espetacular ensaiava tudo dominar, quando os donos do capital ameaçavam tomar conta de vez dos humanos e da natureza, da política, da televisão, do cinema de ‘bilheteria’, da ciência, da arte de galeria, da programação genética, da reportagem televisiva, do jornalismo, dos realities-shows, de um tipo de festival com pura cara de publicidade, antes que tudo acabasse no roteiro pré-estabelecido pelas elites, antes que o mundo acabasse ou que ele se tornasse único e sem diferença, neste momento, foi preciso sonhar, e, paradoxalmente, foi preciso inventar algo menor, periférico, que apostasse na continuação do mundo com o cinema, que rompesse as fronteiras entre a arte e a vida, a ficção e o documentário, e, ainda, que fosse livre e gratuito. Deste sonho nasceu um festival de cinema que não se realiza sob a lógica do ‘uno’ maldito do Estado ocidental, que não é feito por uma só pessoa ou cabeça pensante, mas por muitos, novos e velhos; [...]”

Esse texto completo e a íntegra do catálogo estão disponíveis em http://www.forumdoc.org.br/2011/catalogo-2011.

Leia Mais ►

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

15° Festival do Filme Documentário e Etnográfico / 15th Documentary Film Festival–inscrições abertas

Publicado originalmente no forumdoc e retirado em 20/06/2011 do endereço:

http://www.forumdoc.org.br/2010/?p=1560

forumdoc.bh.2011

15° Festival do Filme Documentário e Etnográfico / 15th Documentary Film Festival

24 de novembro a 04 de dezembro de 2011 / November 24 th to December 04th, 2011
Belo Horizonte – Minas Gerais – Brasil

Estão abertas as inscrições para as mostras competitivas do forumdoc.bh.2011, 15° festival do filme documentário e etnográfico. As Mostras Competitivas Nacional e Internacional se propõem a mapear, exibir e divulgar trabalhos audiovisuais em variados formatos e durações, realizados nos últimos dois anos (2010-2011). Serão aceitos documentários de longa, média e curta-metragem, em cinema e/ou vídeo. As inscrições estão abertas até 19 DE AGOSTO DE 2011 no site <www.forumdoc.org.br/2011>.

O forumdoc.bh acontece anualmente em Belo Horizonte e apresenta um panorama diversificado da produção audiovisual de vários países, com exibição de mostras de filmes clássicos e contemporâneos. Realizado pela Associação Filmes de Quintal em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais, é também um espaço para a discussão de trabalhos que constroem um diálogo com a vida social e a diversidade cultural. O forumdoc.bh.2011 será realizado em Belo Horizonte, no Cine Humberto Mauro no Palácio das Artes, na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, em centros culturais municipais e comunitários e em espaços abertos da cidade, ampliando e diversificando seu público. Todas as atividades são gratuitas.

The documentary and ethnographic film festival forumdoc.bh is now receiving applications for its 15th edition. It proposes to map and exhibit  films and videos of various exhibition formats and length that have been produced in the last two years (2010-2011). Documentaries of any features can apply – <www.forumdoc.org.br/2011>.

forumdoc.bh is an yearly film festival that takes place in Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil. A miscellaneous prospect of audiovisual productions from various countries is presented, which includes the exhibition of classic and contemporary films. Carried out in association with Filmes de Quintal and the Federal University of Minas Gerais, the festival outstanding selection of titles promote forums for discussion with filmmakers and specialists about works that investigate audiovisual sources in order to build a dialog with social life and cultural diversity. forumdoc.bh
’s goings-on take place in Cine Humberto Mauro (at Palácio das Artes, Belo Horizonte) also in public spots, thus diversifying and increasing its audience. No fees are charged.

Leia Mais ►

terça-feira, 14 de junho de 2011

agradecimentos pelo sucesso da mostra do forumdoc.mg em Teófilo Otoni

Olá mucuryanos e cinéfilos,

As tardes e noites dos dias 8, 9 e 10 de junho  foram incríveis!

Conseguimos algo quase inconcebível quando organizávamos junto aos parceiros a mostra do forumdoc.mg.

Portanto, gostaríamos de agradecer imensamente todos aqueles que contribuíram para o sucesso indescritível da 4ª Mostra do Filme Documentário e Etnográfico, a primeira em Teófilo Otoni.

Ao todo passaram pelo auditório do CDLTO cerca de 700 pessoas, uma média de mais de 100 por sessão.

Foi, como dissemos, uma grande surpresa a participação massiva, uma grande e boa surpresa, e isto é formação de público, dar oportunidades e abrir as portas de eventos como este para todas as pessoas, sem distinção.

Os debates foram riquíssimos e muito empolgantes, o público interagiu bastante. estamos vivenciando um grande sucesso!

Começamos agradecendo ao público presente.

Novamente agradecemos à Filmes de Quintal, e consolida-se uma ótima parceria. Cremos que será de muito proveito para nós mucuryanos!

Agradecemos também as escolas e universidades que compareceram, principalmente a UNEC, COOPED, Alfredo Sá e João Paulo II.

Continuamos agradecendo ao Bruno Vasconcelos pela delicadeza, presteza, simpatia e pela curadoria desta mostra e à Glaura Cardoso pelo carinho e dedicação para este evento.

Não podemos nos esquecer dos debatedores Igor Sorel, Marco Poubel, Rodrigo Edinilson, F.G. Júnior, Benjamin Xavier e Michelle Freitas.

E finalmente, de nossos parceiros, ICETAS/CDLTO, Estação Doce Maria e Conservatório de Música Teófilo Otoni, além de todos os outros que nos ajudaram com a divulgação e organização do evento.

Em nome da mucury cultural, muito obrigado!

No ano que vem tem mais! oxalá!

bruno bento.

Clique aqui e veja mais algumas imagens.

Leia Mais ►