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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Mudou a data do 12º MUMIA em Teófilo Otoni

Pessoal, em função da reforma na Casa da Cultura, teremos de adiar em uma semana o início da Itinerância do 12º MUMIA.

MUMIA12_flyer-digital
Então, o início que seria neste sábado, dia 09 de maio, ficará para o próximo dia 16 de maio.
A programação completa e atualizada está abaixo:

programação

SERVIÇO

Evento: Itinerância do 12º MUMIA em Teófilo Otoni

Data: 16 de maio a 07 de junho de 2015

Locais: Casa de Cultura [Rua Jair Werneck, n° 330 - Bairro Cidade Alta (Alto da COPASA) - Teófilo Otoni(MG)];

Calçadão Cultural (Calçadão Miguel Martiniano, atrás da Agência dos Correios da Praça Tiradentes);

Feira Coberta do Bairro Bela Vista (Estrada do Boi).

Informações: (33) 3529-3061 | cultura@teofilootoni.mg.gov.br | contato@mucurycultural.org

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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Continuação do FESTCURTASBH em Teófilo Otoni

Por questões técnicas, ontem foi impossível a finalizarmos a programação, que foi adiada para o próximo dia 8 de junho.

Apareçam!

A Itinerância do 15º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte em Teófilo Otoni, realizada pela Fundação Clóvis Salgado, Ministério da Cultura, Associação Mucury Cultural e Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Patrimônio Histórico e Casa de Cultura.

Focado na difusão de filmes que estão fora do circuito comercial, o Festival Internacional de Curtas exibe, em edições anuais, uma vasta produção nacional e internacional de curtas-metragens. O Festival é uma realização da Fundação Clóvis Salgado e do Ministério da Cultura.

No terceiro ano consecutivo, a Itinerância de Teófilo Otoni contará com os programas Infantil I e II, Juventude I e II, Brasil I e II, Minas, Animação para Adultos, Internacional I, Maldita e Movimentos do Mundo.

Toda a programação acontecerá na Casa de Cultura, situada à Rua Jair Werneck, 330, Bairro Cidade Alta (Alto da COPASA) e a entrada é gratuita.

 

Programação:

Dia: 08/06

Hora: 16h

PROGRAMA 04 - BRASIL I

Hora: 17h:30

PROGRAMA 01 - INTERNACIONAL I

Hora: 19h

PROGRAMA 14– MALDITA

Hora: 20h:20

PROGRAMA 08 - MOVIMENTOS DO MUNDO

CLIQUE AQUI E CONFIRA AS SINOPSES

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terça-feira, 15 de abril de 2014

forumdoc.bh em Teófilo Otoni

Enviado por F. G. Júnior

Sétima mostra itinerante do forumdoc.bh

FORUMDOC.BH -  festival do filme documentário de Belo Horizonte leva parte de sua programação ao interior do estado. A sétima edição da mostra itinerante tem como objetivo ampliar e democratizar o acesso a uma programação de cinema diferenciada em Minas Gerais, chegando a cinco cidades do estado: Poços de Caldas, Teófilo Otoni, Lagoa Santa, Uberlândia e Juiz de Fora.
Os filmes apresentados são representativos das mostras que compuseram o 17º festival do filme documentário e etnográfico em 2013. As temáticas e as formas de cada filme são variadas, mas sempre se preocupam com uma proposição política, social e estética, proporcionando uma discussão mediada com os espectadores, e buscando o compartilhamento de experiências, ao tentar perceber principalmente o que cada um deles tem a nos mostrar sobre a vida e sua maneira de nos apresentar ao nosso mundo.
O projeto conta com o patrocínio da CEMIG/Governo de Minas, Petrobras/Ministério da Cultura/Governo Federal, via Lei de Incentivo à Cultura, com o apoio do SESC e parceria de instituições locais.
Todas as atividades que compõem a programação têm caráter público e gratuito.

PROGRAMAÇÃO 2014

TEÓFILO OTONI      
16 de abril
14h -  A Batalha do Passinho (Emílio Domingos)
19h - O Mestre e o Divino (Tiago Campos Torres)
Sessões comentadas por Ewerton Belico
*Sesc Teófilo Otoni: Av. Bernarda Barbosa Laender, 146, Centro

Mais informações:

http://filmesdequintal.org.br/?&noticia=58
https://www.facebook.com/filmesdequintal?fref=ts

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sexta-feira, 14 de março de 2014

12 MUMIA - INSCRIÇÕES ABERTAS

A MUMIA está de volta! Um dos principais eventos brasileiros de animação está com inscrições abertas até o final do mês de maio.

Como o nome diz, é uma mostra udigrudi por definição, então há de tudo, sendo esta uma grande marca para os novos animadores, tudo que é enviado é exibido, nesta fase não há curadoria.

Como já de costume, em novembro a MUMIA vem para Teófilo Otoni e com a novidade deste ano que é chegar à Almenara no Vale do Jequitinhonha.

Do Mostra Múmia

 

12ª MUMIA – MOSTRA UDIGRUDI MUNDIAL DE ANIMAÇAO -  BELO HORIZONTE - NOVA LIMA - 01 a 31 de outubro 2014. Extensão: Teófilo Otoni  e Almenara – MG - novembro de 2014.

Locais de exibição:

Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes, Cineclube Joaquim Pedro de Andrade, Cineclube Uma Tela no Meu Bairro, Cineclube Uma tela na minha rua, Cineclube Sabotage, Cineclube Curta degustação, Biblioteca Pública Luis de Bessa, Casa UNA, C.A.S.A (Companhia Artistica Suspensa Armatrux), PUC São Gabriel, Sesc Palladium, Undió.

PALESTRAS + CONVIDADOS + RETROSPECTIVAS + FESTAS

O melhor da animação mundial nas telas mineiras.

ENTRADA LIVRE

OBJETIVOS:

Objetiva-se a ampliação dos espaços de imaginação e das possibilidades de novo dizer, de novo sentir, e de um novo modo de expressar sendo também um estimulo à cultura cinematográfica brasileira, encarando como espaço para formação de novos espectadores e realizadores. Serão bem aceitos filmes e vídeos feitos sem apoio, com prejuízo para seus realizadores, sem incentivos e realizados com baixo custo ou com nenhum.

ORGANIZADORES:

O MUMIA - Mostra Udigrudi Mundial de Animação, de caráter competitivo, é uma iniciativa de profissionais da animação que tem como apoios: Lei Municipal de Incentivo a Cultura de Belo Horizonte, Centro Universitário UNA, ABCA, SESC Palladium, Leite Filmes, Pimenta Filmes, Favela É Isso Aí, Sinpro Minas, Oficina de Imagens e Mucury Cultural.

FINALIDADE:

O MUMIA - Mostra Udigrudi Mundial de Animação tem por finalidade divulgar a produção audiovisual de animação de caráter cultural e visa contribuir para o desenvolvimento videográfico quanto a sua linguagem, formato específico e forma de produção. Proporcionar ao público mineiro acesso a uma parcela significativa da produção nacional e internacional, que por não pertencer a grandes produtoras acabam ficando a margem do circuito comercial.

REGULAMENTO

CAPÍTULO I:

DA FINALIDADE

O MUMIA - Mostra Udigrudi Mundial de Animação tem a finalidade de incentivar novas produções audiovisuais de curtas-metragens em animação, por sua inovação e criatividade.

CAPÍTULO II:

DA INSCRIÇÃO

2.1 - A Mostra está aberta às produções nacionais e internacionais , para filmes em animação de qualquer formato, finalizados a partir de 2004, entregues no formato DVD NTSC, independente de seu formato original enviados preferencialmente  para o email inscricoes12mumia@gmail.com através do wetransfer www.wetransfer.com  em formato H264. Não é necessário enviar DVD. Caso queira enviar um DVD veja o endereço físico abaixo. Para produções estrangeiras é exigido a lista de créditos e diálogos. Cada participante poderá inscrever com quantos títulos quiserem, inscritos individualmente. Serão também bem aceitos vídeos realizados em outros mundos diferentes.

2.2 - Os vídeos deverão ser enviados impreterivelmente até o dia 31 de Maio de 2014, acompanhadas de material de divulgação para o endereço: inscricoes12mumia@gmail.com

Se preferir enviar um DVD por favor envie para:

12º MUMIA – Centro Universitário UNA - Campus Liberdade

Rua da Bahia, 1764

Lourdes

Belo Horizonte – MG

30160-011

Brasil

Tel: (031) 9804 5253

As fotos devem ser enviadas para o email: inscricoes12mumia@gmail.com

CAPÍTULO III:

DA SELEÇÃO

3.1 - Não haverá seleção de Filmes e vídeos inscritos na mostra. Mas serão desclassificados aqueles que, conforme a opinião dos diretores da mostra, não se encaixem no gênero animação.

3.2 - Os selecionados e programação estarão disponíveis a partir do dia 23 de agosto de 2014 em: http://www.mostramumia.blogspot.com

CAPÍTULO IV:

DISPOSIÇÕES GERAIS

4.1 - Todas as copias enviadas ao MUMIA - Mostra Udigrudi Mundial de Animação, passarão a fazer parte do acervo da mostra podendo ser utilizadas somente para fins culturais em outras mostras tanto no Brasil quanto no exterior, e em programas de televisão sem objetivos comerciais, desde que autorizado pelos seus realizadores.

4.2 - A organização da MUMIA reserva para si o direito de utilizar cenas (ate 30") de filmes inscritos na mostra em programas ou produtos que visem promovê-la.

4.3 - A organização do MUMIA - Mostra Udigrudi Mundial de Animação poderá utilizar imagens, fotos e material gráfico dos vídeos, para divulgação dos mesmos em todas as mídias.

4.4- Todas as animações brasileiras e estrangeiras participaram da mostra de extensão do 12º MUMIA nas cidades de Teófilo Otoni e Almenara em Minas Gerais em novembro de 2014.

4.5 - As inscrições serão confirmadas até setembro de 2014, via e-mail após o recebimento de todos os itens solicitados.

4.6 – Não será aceitos correspondência a cobrar em hipótese alguma. Os realizadores arcaram com tudo custo de envio.

4.7 - O preenchimento da Ficha de Inscrição no Google docs vinculado ao blog da mostra no ato da inscricao certifica 0 participante à aceitação deste regulamento.

4.8 - Os casos omissos serão solucionados pela comissão organizadora da Mostra Udigrudi Mundial de Animação.
FAÇA AQUI SUA INCRIÇÃO
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?usp=drive_web&formkey=dFFMajhqRnMwdzc1aVN1WWxvclQxS3c6MQ#gid=0

Retirado em 14/03/2014 daqui.

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Produção audiovisual indígena–entrevista com Vincent Carelli

Do Blog Acesso

Por Bernardo Vianna

O trabalho do Vídeo nas Aldeias teve início em 1986, a princípio como uma experiência de apropriação, pelos indígenas, da construção de sua própria imagem por meio da linguagem audiovisual. Seu idealizador, o antropólogo Vincent Carelli, conta que, ao longo desses 27 anos, o projeto tomou várias direções, “formação de cineastas indígenas, produção de autores indígenas, programas na TV. O Vídeo nas Aldeias tenta se encaixar para ver qual a contribuição que pode dar em determinado momento do país”.

Hoje, o momento ao qual o projeto precisa se adaptar envolve a precarização de políticas públicas voltadas à diversidade cultural, como o Cultura Viva, que impulsionou inúmeras ações culturais durante a última década. Outro elemento desse cenário são as mídias e redes sociais, das quais muitos indígenas já fazem uso desde que tais tecnologias começaram a se popularizar no Brasil.

Além de comercializar os vídeos em seu catálogo, o Vídeo nas Aldeias disponibiliza, na internet, séries e materiais pedagógicos voltados ao ensino fundamental. Confira o livro-vídeo Cineastas Indígenas para Jovens e Crianças e o Guia para professores e alunos do Kit “Cineastas Indígenas: Um outro olhar”. Os vídeos também podem ser acessados nos canais do projeto no YouTube e no Vimeo.

Acesso – Você poderia sintetizar para o leitor como surgiu e qual a proposta do Vídeo nas Aldeias?

Vincent Carelli – Há mais de 40 anos trabalho com índios. Em 1986, resolvi fazer esse projeto mais como uma experiência de apropriação da imagem pelos índios, da imagem deles. De lá para cá, passados 27 anos, o projeto tomou várias formas, primeiro uma coisa mais interna, depois a formação de cineastas indígenas, a produção de autores indígenas, os programas na TV; o Vídeo nas Aldeias tenta se encaixar para ver qual a contribuição que pode dar em determinado momento do país. Fizemos uma série para a TV Escola [a série Índios no Brasil] que durante uma década foi exibida nas TVs públicas. Hoje, a gente investe muito em fazer a produção indígena chegar às escolas. Há essa nova lei que torna obrigatório abordar a temática das culturas indígenas e afrodescendentes de maneira transversal, o que abriu uma possibilidade para a gente dialogar com o público estudantil. Em 2013, fizemos uma série de filmes infantis com guias didáticos para o ensino fundamental, com recursos da Unesco. Estamos agora fazendo um filme sobre a tragédia do povo Guarani Kaiowá no Mato Grosso do Sul e vamos iniciar, este ano, um processo de formação de cineastas entre os Guarani Kaiowá. Temos trabalhado não só a apropriação da própria imagem pelos índios como a produção de uma nova imagem e o diálogo com a sociedade nacional. Existe uma ignorância sobre a questão indígena muito grande, um fosso de invisibilidade nacional.

Acesso – O discurso sobre os povos indígenas, quando por eles construído, serve como contraponto à imagem estereotipada vigente?

V. C. – É um contraponto no sentido de que o olhar é diferenciado, não é um olhar exotizante, é um olhar intimista. Até pela própria linha de ensino que a gente adota, o cinema direto, que é um cinema observacional, na contramão do clipe televisivo. A produção indígena, o olhar indígena, desconstrói esse estranhamento. Os índios, quando falam deles mesmo, falam, muitas vezes com muito humor, do seu cotidiano, da sua vida, de tudo o que nos aproxima deles, a humanidade. É um contraponto sim, a produção indígena revela, transporta você para a intimidade de um mundo que poderia parecer estranho, mas não, o que transparece é humanidade. Isso é uma coisa que marca, que atrai, que ganha o público de uma maneira geral.

Acesso – E qual o impacto das novas tecnologias digitais e das mídias e redes sociais sobre o trabalho do Vídeo nas Aldeias?

V. C. – Você está falando de várias coisas ao mesmo tempo. Quanto à questão tecnológica, saímos do analógico e fomos para o digital. Claro que facilitou muito, até na finalização. Antigamente, no analógico, uma ilha de edição custava 250 mil dólares. De repente, passou a custar quatro mil, fora a agilidade que isso permitiu. Mas há também uma armadilha nesse processo. Acabou a fita e isso quer dizer que os índios têm que ter acesso a toda uma parafernália nova. Ninguém trabalha mais sem computador, sem internet. Aquele gravadorzinho K7 que eles tanto gostavam para gravar e ficar ouvindo já não existe mais. Eles agora têm um gravador digital, mas não têm um computador para baixar, enfim, existem algumas dificuldades.

Quanto à circulação da informação nas redes sociais, realmente eles aderiram muito rapidamente. Eu confesso que passei batido pelo Orkut, mas os indígenas caíram de boca logo quando essa rede apareceu. O perfil do Vídeo nas Aldeias tem quatro mil e tantos amigos no Facebook e, entre eles, provavelmente 40% são jovens e adolescentes indígenas. Você vê que há uma necessidade de abertura para o mundo, de criar laços de amizade, laços de aliança. Já sobre a questão Guarani Kaiowá, eu não costumo buscar informação no jornal, os índios têm um blog, uma página, e postam diariamente o que acontece em toda a região. Eles têm uma articulação para a circulação de informação, as redes sociais viraram, realmente, um novo espaço de circulação de informação livre. Tem do melhor e do pior, mas você pode criar a sua rede de informação e por aí se cria uma nova perspectiva. O genocídio Guarani Kaiowá acontece há pelo menos três décadas, mas ele conseguiu chegar ao público brasileiro, de fato, agora nessa nova era.

Acesso – Qual sua avaliação das políticas públicas para o fomento do audiovisual indígena?

V. C. – A gente teve um programa na TV que foi de suma importância, que mostrava a necessidade de um espaço indígena na TV pública. Mas houve um retrocesso tão grande na política cultural brasileira... O Vídeo nas Aldeias, por exemplo, ganhou um grande impulso na era Gil [período em que Gilberto Gil foi ministro da Cultura], com o Cultura Viva, para financiar oficinas, equipar comunidades indígenas. Todo esse investimento na diversidade, em dar voz a quem nuca teve voz, tudo isso acabou, foi desmantelado, burocratizado.

Acesso – No ano passado foi encaminhada, à Secretaria do Audiovisual, a Carta de Diamantina, demandando uma política específica para o audiovisual indígena.Qual foi a resposta?

V. C. – Nem sequer responderam. A gente pediu uma audiência para conversar, trocar ideias juntos, mas enfim. Hoje em dia, a área em que o Vídeo nas Aldeias tem um know-how, em que produz coisas interessantes, é na formação. Mas não tem mais, no Brasil, verba para formação. E formação gera produção. Estamos, inclusive, fechando uma parceria com o Mídia Ninja para equipar os índios do Mato Grosso do Sul. A gente vai fazer uma divulgação em streaming ao vivo da audiência pública marcada para fevereiro, dos depoimentos, das atrocidades que foram cometidas. Eu acho que está mais fácil trabalhar por esses canais do que voltar a ter um programa na TV Brasil.

Retirado daqui em 22/01/2014.

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segunda-feira, 24 de junho de 2013

25 de junho: mais curtas no FESTCURTASBH

Pessoal, nesta terça, 24/06,  temos a mostra Juventude II
Os Filmes:

La nuit de mês 17 ans (Julie Lojkine | França, 2011, 18', cor)
Como é ter 17. Roxane não sabe se ela quer se tornar uma ginasta ou ir para a universidade... Seus pais não querem saber, então ela anda pela cidade, esperando a resposta chegar, talvez por moradores de rua que ela encontre na rua, ou amigos que ela encontra em uma festa ... Amanhã a resposta cairá sobre ela ... Este filme sem cenário é o resultado do trabalho de improvisação de ator.

L'amour à trois têtes (Elsa Levy | Suiça, 2011, 26', cor)
Uma exploração das relações entre homens e mulheres através de três gerações de mulheres de uma mesma família; avó, mãe, e a própria diretora.

Que personne ne sache (Lydia Castellano | France, 2011, 10'12'', cor)
É o dia do trabalho prático entre os alunos da CM1, mas um inesperado percalço ocorreu para perturbar a classe: um novo aluno chegou! Todo mundo está curioso para saber de onde ela vem e quem ela é, sobretudo Sebastian, que é secretamente apaixonado por ela ... Mas não será fácil para ele se aproximar de Luna, para ele é difícil de ouvir e especialmente especialmente não quer que ela saiba!

Festa no apartamento da Suzana (Christopher Faust Pereira | Brasil/PR, 2012, 03'49'', P&B)
Augusto é convidado para uma festa no apartamento de uma colega.

Deus (André Miranda | Brasil/DF, 2011, 12'40'', cor)
Frango precisou morrer para entender o sentido da vida.

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quarta-feira, 19 de junho de 2013

III FESTIVAL INTERNACIONAL DE STOP MOTION DO BRASIL

Enviado por Festival Brasil Stop Motion

Estão abertas as inscrições de filmes para o III FESTIVAL INTERNACIONAL DE STOP MOTION DO BRASIL, no Recife. As inscrições devem ser feitas oline até o dia 01 de outubro de 2013.

O III BRASIL STOP MOTION acontecerá de 26 a 30 de novembro de 2013, no Cinema São Luiz, uma das mais tradicionais e belas salas de exibição do país.

O festival é o único da América Latina exclusivamente dedicado à técnica centenária de animação Stop Motion e conta mostras competitivas e de convidados, além de palestras e oficinas com animadores nacionais e internacionais.

No ano passado, na sua segunda edição, o Brasil Stop Motion recebeu mais de 150 filmes de 33 países para a Mostra Competitiva, quando foram selecionados e exibidos 43 produções de 22 nacionalidades. O festival homenageou os 65 anos do Cinema de Animação da Polônia, com mostra de clássicos do cinema polonês e de diretores contemporâneos em Stop Motion.

Mais informações e regulamento completo no site:

www.brasilstopmotion.com.br

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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Programação temática do Cineclube: "Luta Antimanicomial e Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes"

Enviado por Papo Café

A Livraria e Cafeteria Papo Café convida para a programação temática do Cineclube: "Luta Antimanicomial e Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes".

Sessões

Dias: 15 a 17 de maio

Local: Livraria Papo Café

Endereço: Rua Doutor Manoel Esteves, 150, Lj. 05.

Valor: A entrada é FRANCA

Obs.: A lotação máxima por sessão é de 60 pessoas.

Dia

Hora

Programação

15/05

15:15

Filme: O Solista

Steve Lopez (Robert Downey Jr.) é um colunista famoso do Los Angeles Times e vive em busca de uma história incomum. Em um dia como outro qualquer, não exatamente em sua busca por uma matéria, ele ouve na rua uma música e descobre Nathaniel, tocando muito bem num violino de apenas duas cordas. Seu nome é Nathaniel Ayers (Jamie Foxx), um dos milhares de sem teto das ruas de Los Angeles, ex-músico que sofre de esquizofrenia, sonha em tocar num grande concerto e é um eterno apaixonado por Beethoven. Lopez prepara uma coluna sobre sua descoberta e recebe de um leitor, como doação, um instrumento para o músico. É o começo de uma amizade que poderá mudar para sempre suas vidas.

Debatedora: Camila de Lima

Possui mestrado em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2008). Atualmente, faz parte do corpo docente das Faculdades Unificadas Doctum, campus de Teófilo Otoni - MG, sendo a professora responsável pelas disciplinas relacionadas à Análise Experimental do Comportamento. Além disso, desde outubro de 2009, coordena o curso de Psicologia desta instituição

16/05

17:00

Documentário: Relembrando Baságlia e revisitando Trieste: 30 anos da Lei 180

Debatedora: Alide Altivo Gomes

Psicóloga pela UFSJ, Especialista em Gestão Social pelas Faculdades Doctum. Psicodramatista pelo IMPSI, Instituto Mineiro de Psicodrama. Atualmente é responsável pelo serviço de Psicologia da UFVJM, no campus do Mucuri.

16/05

15:15

Filme: Alice no País das Maravilhas

Alice (Mia Wasikowska) é uma jovem de 17 anos que passa a seguir um coelho branco apressado, que sempre olha no relógio. Ela entra em um buraco que a leva ao País das Maravilhas, um local onde esteve há dez anos apesar de nada se lembrar dele. Lá ela é recepcionada pelo Chapeleiro Maluco (Johnny Depp) e passa a lidar com seres fantásticos e mágicos, além da ira da poderosa Rainha de Copas (Helena Bonham Carter).

Debatedora: Kely Prata

Pós- Graduação Stricto Sensu em Psicologia pela Universidade Federal do Espírito Santo – UFES (2009). Graduação em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (1997). Experiência profissional em Atendimento psicológico clínico e psicopedagógico a crianças, adolescentes e adultos; em Consultoria em Gestão de Recursos Humanos (recrutamento, seleção e treinamento de pessoas); em Docência para o Ensino Médio, Educação Profissional e Ensino Superior nas seguintes áreas de conhecimento Psicologia, Filosofia, Epistemologia, Ética e Gestão de Pessoas. Autora de artigos em publicações científicas. Participação em pesquisas de âmbito nacional na área de saúde.

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terça-feira, 14 de maio de 2013

14º Festival Internacional de Curtas de BH em Águas Formosas

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PROGRAMAÇÃO ITINERANTE

14º Festival Internacional de Curtas de BH em Águas Formosas

O Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte preparou uma programação especial para itinerar pelo Estado de Minas Gerais, em 2013, com uma seleção dos filmes exibidos em sua 14a edição, realizada em setembro de 2012, no Palácio das Artes. Os programas incluem filmes brasileiros e internacionais de 2011 e 2012 (todos com legendas em português), para públicos de todas as idades. Eles foram selecionados dentre mais de 2200 curtas recebidos, de 85 países.

Os filmes serão disponibilizados, em DVD, para instituições parceiras que se responsabilizarem pela produção e divulgação local da itinerância. O objetivo do festival é incentivar a realização de mostras reduzidas, com a exibição de todos ou de parte dos programas oferecidos.

As instituições que não quiserem fazer uma itinerância completa podem optar pela exibição de parte dos programas. Sugere-se também que se tente agendar sessões especiais para escolas, com exibição das mostras infantil e juventude.

Seguem os programas disponíveis, divididos por mostras, com os respectivos filmes, fichas técnicas e sinopses.

A produção do Festival se coloca a disposição dos interessados para maiores esclarecimentos. Os contatos podem ser feitos com:

Bruno Hilário

telefone – (31) 3236-7367 / (31) 3236 7333

email – producao@festcurtasbh.com.br

site – www.festcurtasbh.com.br

O Festival é uma realização da Fundação Clóvis Salgado, em parceria com o Instituto Cultural Sérgio Magnani.

Programação Completa em Águas Formosas

HORA

24/05

SEXTA-FEIRA

25/05

SÁBADO

9:00

Programa 02 - Brasil II

 

10:30

Programa06 – Internacional III

14:30

Programa 12 - infantil

16:00

Programa 09 - animação

Programa 12- infantil

19:00

Programa 01- Brasil I

Programa 07- Minas (será exibido em Água Quente)

20:30

Programa 04-Int. I- Premiados internacionais.

Programa 10 – juventude I (será exibido em Água Quente)

Os Filmes

PROGRAMA 01 - BRASIL I - PREMIADOS BRASILEIROS – 80 MIN

Dique | Dyke (Adalberto Oliveira | Brasil/PE, 2012, 18'30'', cor)

Não há aqui a dimensão do reconhecido. Há o contrário: uma aprendizagem da estranheza. Uma amurada de pedras em meio ao mar abriga um mangue prenhe de caranguejos. O filme se deita e leva sua câmera ao rés-do-chão, à mesma estatura dos bichos de cascas vermelhas. Se olha os caranguejos nos olhos, o filme vê os humanos de longe, fraturados, entre reflexos e sombras na praia e prédios à beira-mar. O que é reconhecível, se olha de modo estranho, o que é estranho, se vê de perto, à mesma distância das moscas. Dique nos ensina a desconfiar do habitual e tirar a casca dos prédios, como se fossem cartilagens de crustáceos: olhar a cidade com olhos de caranguejo, de pedregulho.(A.U.)

Na Sua Companhia | By Your Side (Marcelo Caetano | Brasil/SP, 2011, 21', cor)

Um homem comum preenche sua vida solitária com encontros fugazes, superficiais. Quando pensamos que estamos diante de mais um filme de solidão e tédio na cidade grande e que ao nosso personagem só resta o sexo fortuito e sem afeto, somos surpreendidos por uma idéia oposta, e do inferno das noites solitárias nasce uma nova possibilidade. Os prováveis conflitos que comporiam esta história de amor – ciúme, diferenças identitárias, desafeto – se transformam e justamente através do que poderia ser conflituoso surge o amor, generosamente.

Epifânio (Glaucia Barbosa | Brasil/CE, 2012, 20', cor)

Avó e neta conversam no quintal de casa enquanto regam as plantas. Através de seu diálogo conhecemos Epifânio e a doçura de uma história de amor do passado. A conversa se estende para a cozinha, onde as duas dividem tarefas domésticas e comem no mesmo prato, um símbolo interno de amor e apego. Retrato íntimo e singelo de duas gerações que se conectam não somente pelos laços familiares, mas também pela inquietação frente a questões universais, como o amor entre homem e mulher. (MR)

Quando morremos à noite (Eduardo Morotó | Brasil / RJ, 2011, 20', cor)

Um filme de sombras e solidão, um blues: Quando morremos à noite. Um anjo em linha de ruptura com o curso normal da vida, um verdadeiro herdeiro do peregrino romântico de Schubert, um traste bukowskiano: um escritor. Um homem a equilibrar-se no fio da faca, porém assegurado pelas sombras afeitas ao seu ofício. Vê sua Cortina de fumaça invadida pelo corpo de uma mulher e passa a testar a pele de sua solidão. Esse filme é uma doída canção sobre um homem de quase nenhum sorriso, um tanto desgastado e experiente, com a casca dura dos velhos jogadores, que recebem as cartas boas e más com o mesmo semblante.(A.U.)

PROGRAMA 02 - BRASIL II – 78 min

Capela (Gustavo Rosa de Moura | Brasil/SP, 2011, 12', cor)

Os créditos finais nos informam: "A festa do mastro foi criada em 1939, por moradores da cidade de Capela, interior de Sergipe. Todos os anos, no mês de junho, milhares de pessoas ser reúnem para os rituais regados a lama, cachaça e pólvora." O filme, para muito além do simples registro desta celebração, se integra e vira parte da mesma, convidando-nos a também participar, mesmo que as estranhas tradições mostradas estejam além de nossa compreensão. (D.Q.)

Dois | Two (Thiago Ricarte | Brasil/SP, 2012, 16', cor)

Dois colegas estudam no parque, para uma prova de matemática no dia seguinte. Rafael é o caxias da turma, Thalita não parece estar muito preocupada com as parábolas, senos e tangentes. Pouco acontece, mas muito se revela. O filme consegue trabalhar com profundidade seus personagens e relações, por detrás de sua aparente simplicidade. Um momento cotidiano, um instantâneo da vida. (D.Q.)

Menino do Cinco | The Boy from the Fifth (Marcelo Matos de Oliveira, Wallace Nogueira | Brasil/BA, 2012, 20', cor)

Entre a calçada e o quinto andar, as distâncias. O menino de rua, o menino do cinco, um filhote entre eles: muita coisa em questão. As diferenças vão sendo pontuadas plano a plano – a vida do lado de dentro do prédio é fria, solitária, asmática. A vida do lado de fora precária, porém preenchida de estímulos, necessidades e companhia. Entre as carências de um e de outro, um desfecho seco, trágico, que deixa marcas. (U. R.)

Espírito Santo Futebol Clube (André Ehrlich Lucas, Lucas Vetekesky | Brasil/ES, 2012, 29'36'', cor)

ESFC. Time capixaba, que entre goleadas históricas (sofridas) e dinâmicas de grupo, não desiste. Há uma singeleza tocante na maneira com a qual o filme se abre para seus personagens – em especial o Presidente do clube – que ainda nutrem esperança por aquelas imagens. Eles performam, se dirigem à câmera, esquecem e tornam a lembrar de sua presença. Os diretores fazem uso de recursos expressivos do documentário que nos são familiares, e na simplicidade de seu dispositivo conseguem extrair beleza do lugar mais rudimentar do futebol: onde amor, paixão e nonsense ocupam o mesmo espaço, sem nexo, sem eira nem beira, com verdade própria. (U. R.)

PROGRAMA 04 - INT I - PREMIADOS INTERNACIONAIS - 92 MIN

Aux Bains de la Reine | The Queen's Bath(Sergio da Costa, Maya Kosa | Suiça, 2012, 37'15'', cor)

Uma mulher sobe uma enorme pedra nas encostas do mar e recebe a missão de ir ver a mãe. Logo, ela parte em uma viagem com destino às Caldas da Rainha. Este é o leitmotiv que dá início à empreitada desta mulher em "Aux Bains de la Reine". O filme é um misto de documentário sobre a região onde foi criada a primeira estação termal pela rainha Leonor em 1484 e a busca da personagem já descrita anteriormente. A encenação se investe de um minimalismo bastante característico de algumas obras e autores do Cinema Português e a mise-en-scène se dá quase sempre por meio de quadros fixos de grande duração. Essa é uma marca expressa em alguns filmes de Portugal, mas "Aux Bains de la Reine" também se faz notar pela forma como consegue se relacionar com as pessoas que o filme transforma em personagens cujas histórias tornam-se uma expressão teatral de um simples relato documental. Isso fica evidente nas cenas com o funcionário das termas que, já ao final, consegue sintetizar bem toda essa estética encontrada durante o filme. (L.A.)

La Sole Entre L'eau El Le Sable | The Sole Between Water and Sand (Angele Chiodo | França, 2012, 15'10'', cor)

Um texto em off fala sobre a evolução do linguado, um peixe assimétrico, que vive nas profundezas do oceano. As imagens, para além de acompanhar e ilustrar o texto, dão a ele novo sentido, com todo o frescor da criação cinematográfica. São utilizados objetos domésticos, no que pode ser chamado de um filme de apartamento. Formas de gelo, colares, tapetes, cortinas, comidas, papel de parede, tudo o que está a mão é usado, incorporado, inclusive a avó, num curta que cativa pela sua inventividade. (D.Q.)

Seeking The Monkey King | Seeking The Monkey King (Ken Jacobs | EUA, 2011, 40', cor)

Em uma espécie de epitáfio para um mundo agonizante, instaura-se em "Seeking the monkey King" como que uma dialética entre a perene mudança que atravessa um mundo de imagens abstratas e uma proto-figuração que se insinua, em contornos e movimentos em convulsão. O filme estabelece um espaço primevo, uma espécie de matéria cosmogônica, que não é alheia ao fluxo de consciência que o atravessa, em uma miríade de citações, entre a memória pessoal e a genealogia das fundações violentas de um império que agoniza. Uma obra de camadas sonoras e visuais, que se afirma no paradoxo da exposição e do velamento, da evanescência e fisicalidade de suas imagens. (E.B.)

PROGRAMA 06 – INTERNACIONAL III – 82 min.

Rafa (João Salaviza | Portugal/França, 2012, 25', cor)

Penumbra. Personagens suburbanos. O garoto é quase uma silhueta na janela da cozinha. Sua irmã atravessa o quadro com um bebê no colo. A mãe deles está na delegacia. A culpa é do novo namorado, diz o garoto. Antes de amanhecer, ele consegue carona e vai à cidade na garupa de uma moto em busca da mãe. Onde fica a delegacia? Indaga o jovem. Chegando lá, poucas respostas. A mãe não pode ser liberada. O conflito é discreto, diluído enquanto força narrativa. O filme se dá no intervalo. Entre buscar e chegar à mãe, o garoto vaga por Lisboa. Há uma singeleza rara na composição e nos movimentos. Harmonia que permite que o filme seja do personagem. O filme pertence a esse corpo errante, solitário, corpo que anseia por um vínculo. Pertence ao garoto, que segura firme o sobrinho na noite de Lisboa, que nos faz acompanhar cada gesto seu. (J.T.)

Les corps patients (Jonathan Ricquebourg | França, 2011, 18'20'', cor)

A Villa Rubens é um asilo para idosos com Alzheimer. Eis que uma das senhoras demanda: que dia é hoje? Ninguém é capaz de lembrar. O tempo é lapidado pela permanência dos corpos naquele lugar onde a tarde parece passar lentamente. Os senhores e as senhoras passam quase toda a jornada entre a sala de convivência e os corredores da casa. Os pacientes conversam sobre um passado remoto, têm lembranças bem vivas, mas ainda assim eles não sabem a data do dia." Les Corps Patients" se estabelece nesse cotidiano, que jamais tem um tom de lamentação ou melancolia. Não é por menos que a cena mais bela do filme sejam esses mesmos corpos pacientes bailando no centro da sala de espera. (L.A.)

Retour à Mandima (Robert-Jan Lacombe | Suiça, 2011, 39', cor)

Rob-Jan Lacombe retorna a Mandima. Vilarejo de um Zaire que não existe mais, onde o diretor do filme viveu boa parte de sua infância. Um vilarejo da memória, onde ainda habitam as aventuras do menino arteiro. Ou vilarejo de imagens de um VHS caseiro, onde o pequeno Rob-Jan ainda brinca com seus melhores amigos. Desde seu último filme, "Adeus, Mandima", que Lacombe já iniciara esse retorno. Dessa vez, ele embarca no mesmo avião que o levara embora, volta a pisar no chão que deixou para trás em 1996, meses antes de eclodir uma terrível guerra. Em busca de seus três grandes amigos, Rob-Jan narra suavemente seus passos. Tateando as metamorfoses daquele mundo, Lacombe permite que os amigos passem de sujeitos a agentes do filme, reestabelecendo um equilíbrio difícil – o olhar é justo. Melancólico ou jubiloso, o velho vilarejo revive. (J.T.)

PROGRAMA 07 – MINAS – 87 min.

Meu amigo mineiro (Victor Furtado, Gabriel Martins | Brasil/MG, CE, 2012, 23'32'', cor)

Dois amigos, uma distância. Um no Ceará, outro em Minas Gerais. O amigo mineiro vai de encontro a Vitinho, que não aparece, senão por trucagens e brincadeiras que somos convidados a compartilhar. A descoberta da cidade ao longo da espera, pelo olhar que se converte em imagem, a todo o tempo: através da câmera fotográfica, do contra-plano que evidencia a subjetiva, das fusões: milagres do cinema – o longe que se torna perto, o dois que se tornam um e a cidade em meio a tudo. (U. R.)

Cauhtémoc (Leo Pyrata | Brasil/MG, 2012, 10'52'', cor)

Um experimento: o cinema está entre nós. - Sim, um macaco de pau duro e uma câmera na mão. - Ele está entre nós. Aqui mesmo nesta mesa de bar, ali também, alhures (neste filme, filmado entre a França, a Russia e a República Tcheca). Como se ele, o cinema - seus recursos, sua força, aquilo que aprendemos a pensar com ele e diante dele -, pudesse estar ao nosso lado em momentos fortes e fracos; como se ele (o cinema) não se importasse se digo uma mentira sem me arrepender, como reza a canção, e nos acompanhasse pela madrugada adentro, através de pontos sombrios, hesitações, linhas de força, lampejos de vivacidade do corpo desperto, um raio na tela e em lugares onde a fala não está mais. (B.V.)

Um olhar passageiro (Pedro Carvalho Moreira | Brasil/MG, 2011, 21'50'', P&B)

Uma loja velha e empoeirada e o trabalhador que lá habita, atendendo seus clientes com um cigarro na boca, logo nos indicam que ali se vive em outra época. Mesmo antes de ouvimos os diálogos do filme, percebemos que nosso personagem é um sobrevivente. Em sua oficina de conserto de máquinas fotográficas, Juarez filosofa sobre o esquecimento, o apego, o trabalho. É um grande homem que se dilui na multidão enquanto planeja aproveitar o "restinho de vida" que tem, sabendo que através deste filme sua história não irá se perder. (M.R.)

Geração Y (Ayron Borsari | Brasil/MG, 2012, 10', cor)

Enquanto a cidade e seus habitantes parecem se misturar em uma massa única de concreto e asfalto, o Pensador fuma avidamente seus cigarros e observa tudo ao seu redor. Sua expressão o difere da massa cinzenta: em uma das praças mais movimentadas de Belo Horizonte, debaixo da chuva, o Pensador olha para a cidade e seus personagens como se soubesse das coisas que ninguém mais sabe. (M.R.)

Bomba (Francisco Franco | Brasil/MG, 2011, 20', cor)

Conrado é um jovem em 1995: mochila da Company, Ratos de Porão, cabelos desajeitados, compact disc. Estímulos, testosterona, falta de grana. Clichês, professores desinteressantes, fila na educação física. Entre provas, flertes e desarranjos, o rapaz e seu amigo ameaçam explodir a escola. (U. R.)

PROGRAMA 09 – ANIMAÇÃO – 73 min.

Dia Estrelado (Nara Normande | Brasil/PE, 2011, 17', cor)

Uma família no sertão nordestino convive com a seca. Trata-se de um tema já bastante explorado, mas que ganha novos contornos nesta animação, que cativa pela sua riqueza visual e pela forma poética com que trata desta dura realidade. A luta de um garoto para manter viva uma flor, lágrimas vertidas em pedras, o passarinho que vive amarrado, os "céus de Van Gogh", tudo se soma numa construção de rara beleza triste. (D.Q.)

Kin (l’Attelier Collectif | Bélgica, 2011, 11’, cor)

Kin é uma fotografia social de Kinshasa, feita com brinquedos africanos.

Oh Willy... (Emma De Swaef, Marc James Roels | Bélgica/França/Holanda, 2012, 16'35'', cor)

Forçado a retornar a suas raízes naturistas, Willy arranja o seu caminho para a nobre selvageria.

I am ashamed of myself (YongchuSuh | Coréia do Sul, 2011, 06'03'', cor)

Uma filha cuida de seu pai doente. No início do verão, uma mosca entra e interrompe o sono do pai. A filha está chateada e balança uma faca para matar a mosca, mas acaba machucando seu pai. De passagem, um monge diz que ela matou seu pai muitas e muitas vezes em suas vidas passadas só por causa de uma mosca. Ela quer escapar do ciclo do pecado.

Fleuve Rouge, Song Hong (François Leroy, StéphanieLansaque | França, 2012, 14'52'', cor)

Vietnã. As primeiras horas em Hanói de três jovens irmãos recém-chegados de sua aldeia natal. Em torno da ponte Long Bien, entre a cidade e o campo, eles cruzam o caminho de um jovem policial e um vendedor de rua.

Kuhina (Joni Männistö | Finlândia, 2011, 07'18'', cor)

Uma criança descobre vida dentro de um pássaro morto e começa a brincar com ela.

PROGRAMA 10 – JUVENTUDE I – 78 min.

Vacarme (Daniel Karolewicz | Canadá, 2011, 14', cor)

Uma jovem retorna à casa da família, trazendo com ela apenas as fitas de áudio que sua mãe havia gravado, em uma tentativa de afastar o esquecimento. Canalizando sua raiva avassaladora e sensação de impotência no tocar de seus tambores.

49 dias (Tati Fujimori | Brasil/RJ, 2011, 14', cor)

Shigueyoshi acabou de perder seu filho em um acidente de trânsito e descobre, no dia da missa japonesa de 49 dias da morte de seu filho, que terá um neto. Esta estória é narrada de maneira delicada e com bom humor, passando pela rotina de uma missa japonesa, em que tristeza e alegria se misturam, entre mesas e histórias de várias gerações.Seu tema principal é a transformação e adaptação das tradições japonesas no Brasil, vista através da própria transformação familiar e adaptação interna em que o personagem principal está passando.

A triste história de Kid-Punhetinha (Andradina Azevedo, Dida Andrade | Brasil/SP, 2012, 15', cor)

Victor e Verônica estudam na mesma classe. A menina, que nunca beijou ninguém, é apaixonada por Victor. Um dia, por pressão dos amigos, ele transa com ela. Dois meses depois, entre silêncios e angústias, Victor e Verônica vão à uma clínica de aborto.

Gamin (Stéphanie Noel | França, 2011, 20', cor)

Um garoto, Paulo, tenta consertar seu carro, um Peugeot 205. Ele precisa dele para pegar a Estrada e ir encontrar seu pai, um pai que não vê há anos. Um pai que ele não pode ficar esperando mais nem um pouco.

O Afinador (Matheus Parizi Carvalho, Fernando Camargo | Brasil/SP, 2012, 15'05'', cor)

Paulo é um jovem afinador de pianos. Ele trabalha na oficina de restauração do seu pai. Ele quer ser um concertista.

PROGRAMA 12 – INFANTIL – 58 min.

A noite dos palhaços mudos (Juliano Luccas | Brasil/SP, 2012, 15', cor)

Adaptação para as telas de uma história de um dos maiores artistas de quadrinhos do Brasil: Laerte. Dois palhaços mudos perambulam à noite com a missão de resgatar um companheiro que fora sequestrado por uma organização que tem como objetivo o extermínio da classe. "A Noite dos Palhaços Mudos"é uma fábula contemporânea recheada de humor contra a intolerância.

Cadê meu rango? (George Munari Damiani | Brasil/SP, 2012, 04'08'', cor)

Bernard, preguiçoso e solitário, leva a vida tranquilamente em seu aconchegante lar. Certa manhã ai ir pegar sua comida, não a encontra. Alguém teria pego? Quem? Bernard, no seu "ótimo" humor, encara o roubo como um desafio e busca formas de pegar esse "ladrão".

A shadow of blue (Carlos Lascano | França/Espanha, 2011, 12'43'', cor)

Uma pequena garota está sentada em um banco no parque, brincando com sua borboleta de papel azul brilhante. De repente, uma rajada de vento leva sua borboleta para longe, no alto, soprando sua ilusão para as copas inacessíveis das árvores. O sol vem através da folhagem, lançando sua sombra longa e delgada ... ela sorri: suas longas agora não lhe permitem recuperar o borboleta. Como determinação pode ser realidade, e como pode a fantasia desencadear uma liberdade inesperada? Pode um mundo frágil de luzes e sombras nos mostrar mais do que uma silhueta desenhada na contra luz solar?

De martelos e serrotes (Jackson Abacatu | Brasil/MG, 2012, 02'52'', cor)

Trabalhadores em uma oficina de marcenaria... ou não.

Duo de volailles, sauce chasseur (Pascale Hecquet | Bélgica/França, 2011, 06', P&B)

A vida está por um fio. Às vezes, é ninguém menos do que um interruptor velho chão lâmpada. A questão (de vida ou morte) deve ser: Deve a luz ficar ligada ou desligada? Esta exploração entre caçador e presa, será revelado com a música.

O fim do recreio (Vinicius Mazzon, Nélio Spréa | Brasil/PR, 2012, 17'26'', cor)

No Congresso Nacional, um projeto de lei pretende de acabar com o recreio escolar. Ao mesmo tempo, em uma escola municipal de Curitiba, um grupo de crianças pode mudar
toda essa história. Recheado de vibrantes brincadeiras infantis, O Fim do Recreio é um curta-metragem para todos os públicos, que bota a boca no trombone e avisa: cobra
parada não engole sapo!

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sexta-feira, 3 de maio de 2013

forumdoc de volta a Teófilo Otoni

forumdoc_2012_07
FORUMDOC.BH
MOSTRA ITINERANTE TEOFILO OTONI 2013
O forumdoc.mg tem como objetivo ampliar e democratizar o acesso a uma programação de cinema diferenciada no estado de Minas Gerais. Os filmes que integram o forumdoc.mg em 2013 são representativos das mostras que compuseram o 16º Festival do Filme Documentário e Etnográfrico - forumdoc.bh, festival de cinema que acontece anualmente em Belo Horizonte desde 1997.
As temáticas e as formas de cada filme são variadas, mas sempre se preocupam com uma proposição política, social e estética, proporcionando uma discussão mediada com os espectadores, e buscando o compartilhamento de experiências, ao tentar perceber principalmente o que cada um deles tem a nos mostrar sobre a vida e sua maneira de nos apresentar ao nosso mundo.
Em Teófilo Otoni, o forumdoc.mg acontece de 16 a 19 de maio de 2013, no Auditório da CDLTO. A curadoria é composta por filmes que participaram das Mostras do forumdoc.bh.2012. As sessões serão comentadas por Carla Italiano, mestranda em Comunicação Social pela UFMG. Atua na área de audiovisual como produtora e montadora.
O evento, que se encontra em sua quinta edição, conta com o patrocínio da CEMIG/Governo de Minas e da Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura/Governo Federal, via Lei de Incentivo à Cultura. Além disso, conta com a parceria das instituições locais ICETAS/CDLTO e Associação Histórico Cultural Mucury.
Todas as atividades que compõem a programação têm caráter público e gratuito.
Dia: 16 a 18 de maio
Local: Auditório da CDLTO
Endereço: Avenida Luiz Boali, 1370 – Ipiranga
Entrada: Gratuita
Realização: Associação Filmes de Quinta, Associação Mucury Cultural e ICETAS.
Apoio:  Casa de Cultura de Teófilo Otoni-PMTO, Livraria e Cafeteria Papo Café e Restaurante Rua das Flores.
PROGRAMAÇÃO

Dia: 16/05- Quinta
20h:00min
clip_image002Tava, a casa de pedra
Brasil | 2012 | cor | 78’
Direção: Ariel Ortega, Ernesto de Carvalho, Patrícia Ferreira, Vincent Carelli
Fotografia e som: Ariel Ortega, Ernesto de Carvalho, Patrícia Ferreira, Vincent Carelli
Montagem: Tatiana Almeida, Vincent Carelli
Produção: Vídeo nas Aldeias
Sinopse: Interpretação mítico-religiosa dos Mbya-Guarani sobre as reduções jesuíticas do século XVII no Brasil, Paraguai e Argentina.
Dia: 17/05- Sexta
16h:00min
clip_image004A falta que me faz
85 min| Brasil | 2009
Personagens: Alessandra Ribeiro, Priscila Rodrigues, Shirlene Rodrigues, Valdênia Ribeiro, Paloma Campos
Direção: Marília Rocha
Produção: Luana Melgaço
Produtor Associado: Helvécio Marins Jr., Felipe Duarte
Fotografia: Alexandre Baxter, Ivo Lopes Araújo
Montagem: Francisco Moreira, Marília Rocha
Sinopse: Durante um inverno, rodeadas pela Cordilheira do Espinhaço, um grupo de meninas vive o fim da adolescência. Um romantismo impossível as enlaça com homens de fora, deixando marcas em seus corpos e na paisagem a seu redor. Entre festas, amizades, angústias e contradições da passagem para a idade adulta, cada uma encontra sua maneira particular de resistir à mudança e existir na incerteza.
Dia: 17/05 - Sexta
20h:00min
clip_image006A cidade é uma só?
Brasil | 2012 | cor | 80’
Direção: Adirley Queirós
Roteiro: Adilrey Queirós e Thiago Mendonça
Fotografia: Leonardo Feliciano
Som: Francisco Craesmeyer
Montagem: Marcius Barbieri
Produção: Adirley Queirós e André Carvalheira
Sinopse: Daí eu pensei em como fazer um filme bem legal, agradável e gângster: Brasília, I Love You.
Dia: 18/05- Sábado
16h:00min
clip_image008Doméstica
Brasil | 2012 | cor | 75’
Direção: Gabriel Mascaro
Montagem: Eduardo Serrano
Produtor: Rachel Ellis
Sinopse: Sete adolescentes assumem a missão de registrar por uma semana a sua empregada doméstica e entregar o material bruto para o diretor realizar um filme com essas imagens. Entre o choque da intimidade, as relações de poder e a performance do cotidiano, o filme lança um olhar contemporâneo sobre o trabalho doméstico no ambiente familiar e se transforma num potente ensaio sobre afeto e trabalho.
Dia: 18/05- Sábado
20h:00min
clip_image010OTTO
Brasil | 2012 | cor | 71’
Direção: Cao Guimarães
Fotografia: Cao Guimarães e Florencia Martínez
Som: O Grivo
Montagem: Cao Guimarães e Florencia Martínez
Produção: Cao Guimarães
Sinopse: OTTO é um filme que acompanha o processo de gravidez de minha mulher e nascimento de meu filho. Instintivo e visceral como um gesto. Intimista e confidente como um diário filmado. Uma celebração à vida, um filme de amor.
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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Cineastas indígenas para jovens e crianças

O Vídeo nas Aldeias acaba de lançar a coleção Cineastas Indígenas para Jovens e Crianças, um livro-vídeo para estudantes do ensino fundamental de todo país. Patrocinada pela “Convenção sobre a proteção e promoção da diversidade das expressões culturais”, da UNESCO, a publicação traz um guia didático e uma seleção de 6 filmes com temáticas voltadas para o público infanto-juvenil – realizados junto aos povos Wajãpi, Ikpeng, Panará, Ashaninka, Mbya-Guarani e Kisêdjê – em dois formatos:

- Em versão digital, disponível na íntegra para computadores, tablets e outros dispositivos móveis:

Leia ou faça o download do livro

“Cineastas Indígenas para Jovens e Crianças”. A partir dele, você poderá acessar os filmes da coleção, além de outras produções de cineastas indígenas, bem como diversas fontes de pesquisa* sobre os povos e temas abordados.

Assista aqui aos filmes da coleção!

*requer conexão à internet.

A cópia digital interativa do guia lhe dará acesso aos filmes da coleção “Cineastas Indígenas para Jovens e Crianças”, bem como a outros filmes citados no livro e a sites e livros para pesquisa complementar, como a Enciclopédia dos Povos Indígenas no Brasil Mirim, do Instituto Socioambiental.

- Em breve, o livro acompanhado por dois DVDs, contendo seis filmes e textos didáticos de apoio, estará também disponível em livrarias.

A coletânea reúne títulos consagrados nacional e internacionalmente como a vídeo carta “Das crianças Ikpeng para o mundo”, dos Ikpeng, e “Depois do ovo, a guerra”, dos Panará, assim como dois filmes inéditos, o “Mbya Mirim”, dos Mbya-Guarani e “No tempo do verão”, dos Ashaninka. “Akukusiã, o dono da caça”, dos Wajãpi, e “A história do monstro Khátpy”, dos Kisêdjê, completam a coleção.

FONTE: Vídeo nas Aldeias

Retirado do Observatório da Diversidade Cultural em 29/04/13 do endereço:

http://observatoriodadiversidade.org.br/site/rascunho-cineastas-indigenas-para-jovens-e-criancas/

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quinta-feira, 14 de março de 2013

9ª edição da Mostra de Cinema Documentário de Ipatinga tem inscrições abertas

Retirado do site da Ancine em 14/03/13 do endereço:

http://www.ancine.gov.br/sala-imprensa/noticias/9-edi-o-da-mostra-de-cinema-document-rio-de-ipatinga-tem-inscri-es-abertas

O festival, que acontece na cidade mineira, seleciona documentários de curta e longa-metragem com o tema "O Cinema da Paz em Tempo de Guerra”

O Cinedocumenta - Mostra de Cinema Documentário de Ipatinga, que acontece na cidade de Ipatinga, em Minas Gerais, tem inscrições abertas para a sua 9ª edição. Serão aceitos até o dia 5 de abril documentários em curta ou longa-metragem, desde que sejam relacionados ao tema deste ano - “O Cinema da Paz em Tempo de Guerra”. As inscrições são gratuitas.

Para se inscrever, o candidato deve enviar uma cópia do filme em DVD, juntamente com a ficha de inscrição devidamente preenchida e assinada, para o endereço disponível no Regulamento. A seleção oficial do festival não tem caráter competitivo.

O Cinedocumenta selecionará filmes para discussão das diversas formas de violência doméstica, racial, social, classista, rural e urbana, mobilizando a comunidade escolar, movimentos sociais e autoridades governamentais para os debates. O festival tem como objetivo mostrar, por meio da exibição de documentários, como o cinema pode contribuir para o fortalecimento de cultura e paz no Brasil.

A divulgação da lista de trabalhos audiovisuais selecionados e da programação completa do evento está prevista para o dia 22 de maio no site. O Cinedocumenta - Mostra de Cinema Documentário de Ipatinga acontecerá entre os dias 22 e 26 de maio, no Teatro do Centro Cultural Usiminas, Parque Ipanema (Ipatinga), Comunidade Achado dos Pretos (Santana do Paraíso), Comunidade São José do Cocais (Cel. Fabriciano), Timóteo. A entrada é franca. Para saber mais informações sobre a mostra, acesse o site oficial.

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segunda-feira, 11 de março de 2013

11ª MUMIA–inscrições abertas

Retirado do MUMIA em 11/03/13 do endereço:

http://mostramumia.blogspot.com.br/2013/03/11-mumia-regulamento.html

11ª MUMIA – MOSTRA UDIGRUDI MUNDIAL DE ANIMAÇÃO

BELO HORIZONTE - NOVA LIMA - 01 a 31 de outubro 2013.

Extensão: Teófilo Otoni - novembro de 2013.

Locais de exibição:

Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes, Centro de Cultura Belo Horizonte, Casa do Baile, Cineclube Joaquim Pedro de Andrade, Cineclube Uma Tela no Meu Bairro, Cineclube Uma tela na minha rua, Cineclube Sabotage, Biblioteca Pública Luís de Bessa, Casa UNA, C.A.S.A (Companhia Artística Suspensa Armatrux), PUC São Gabriel, Sesc Palladium, Loja Nada- Undió.

Extensão: Teófilo Otoni(Novembro de 2013)

PALESTRAS + CONVIDADOS + RETROSPECTIVAS + FESTAS

O melhor da animação mundial nas telas mineiras.

ENTRADA LIVRE

OBJETIVOS:

Objetiva-se a ampliação dos espaços de imaginação e das possibilidades de novo dizer, de novo sentir, e de um novo modo de expressar sendo também um estimulo à cultura cinematográfica brasileira, encarando como espaço para formação de novos espectadores e realizadores. Serão bem aceitos filmes e vídeos feitos sem apoio, com prejuízo para seus realizadores, sem incentivos e realizados com baixo custo ou com nenhum.

ORGANIZADORES:

O MUMIA - Mostra Udigrudi Mundial de Animação, de caráter competitivo, é uma iniciativa de profissionais da animação que tem como apoios: Lei Municipal de Incentivo a Cultura de Belo Horizonte, Centro Universitário UNA, Prefeitura Municipal de Betim, ABCA, SESC Palladium, Leite Filmes, Pimenta Filmes, Sinpro Minas, Oficina de Imagens, Mucury Cultural, Casa Fora do Eixo e IT Filmes, Comunicação e Entretenimento.

FINALIDADE:

O MUMIA - Mostra Udigrudi Mundial de Animação tem por finalidade divulgar a produção audiovisual de animação de caráter cultural e visa contribuir para o desenvolvimento videográfico quanto a sua linguagem, formato específico e forma de produção. Proporcionar ao público mineiro acesso a uma parcela significativa da produção nacional e internacional, que por não pertencer a grandes produtoras acabam ficando a margem do circuito comercial.

REGULAMENTO

CAPÍTULO I:

DA FINALIDADE

O MUMIA - Mostra Udigrudi Mundial de Animação tem a finalidade de incentivar novas produções audiovisuais de curtas-metragens em animação, por sua inovação e criatividade.

CAPÍTULO II:

DA INSCRIÇÃO

2.1 - A Mostra está aberta às produções nacionais e internacionais , para filmes em animação de qualquer formato, finalizados a partir de 2003, entregues no formato DVD NTSC, independente de seu formato original ou enviados para o e-mail inscricoesmumia@gmail.com  através do wetransfer www.wetransfer.com em formato H264. Não é necessário enviar DVD. Caso queira enviar um DVD veja o endereço físico abaixo.
Para produções estrangeiras é exigido a lista de créditos e diálogos. Cada participante poderá inscrever com quantos títulos quiserem, inscritos individualmente, mas que poderão ser mandados em um mesmo DVD. Serão também bem aceitos vídeos realizados em outros mundos diferentes.

2.2 - As fichas de inscrição, assim como as copias em arquivos digitais e/ou DVD dos vídeos deverão ser entregues impreterivelmente até o dia 31 de Maio de 2013, acompanhadas de material de divulgação para o endereço:

11º MUMIA – Centro Universitário UNA - Campus Liberdade

Rua da Bahia, 1764

Lourdes

Belo Horizonte – MG

30160-011

Brasil

Tel.: (031) 9804 5253

As fotos devem ser enviadas para o e-mail: inscricoesmumia@gmail.com

CAPÍTULO III:

DA SELEÇÃO

3.1 - Não haverá seleção de Filmes e vídeos inscritos na mostra. Mas serão desclassificados aqueles que conforme a opinião dos diretores da mostra não se encaixem no gênero animação.

3.2 - Os selecionados e programação estarão disponíveis a partir do dia 23 de agosto de 2012 em: http://www.mostramumia.blogspot.com

CAPÍTULO IV:

DISPOSIÇÕES GERAIS

4.1 - Todas as copias enviadas ao MUMIA - Mostra Udigrudi Mundial de Animação, passarão a fazer parte do acervo da mostra podendo ser utilizadas somente para fins culturais em outras mostras tanto no Brasil quanto no exterior, e em programas de televisão sem objetivos comerciais, desde que autorizado pelos seus realizadores.

4.2 - A organização da MUMIA reserva para si o direito de utilizar cenas (ate 30") de filmes inscritos na mostra em programas ou produtos que visem promove-la.

4.3 - A organização do MUMIA - Mostra Udigrudi Mundial de Animação poderá utilizar imagens, fotos e material gráfico dos vídeos, para divulgação dos mesmos em todas as mídias.

4.4- Todas as animações brasileiras e estrangeiras participaram da mostra de extensão do 11º MUMIA na cidade de Teófilo Otoni em novembro de 2013.

4.5 - As inscrições serão confirmadas, via e-mail após o recebimento de todos os itens solicitados.

4.6 – Não será aceitos correspondência a cobrar em hipótese alguma. Os realizadores arcaram com tudo custo de envio.

4.7 - O preenchimento da Ficha de Inscrição vincula o participante à aceitação deste regulamento.

4.8 - Os casos omissos serão solucionados pela comissão organizadora da Mostra Udigrudi Mundial de Animação.

Ficha de Inscrição:

https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dFFMajhqRnMwdzc1aVN1WWxvclQxS3c6MQ#gid=0

 

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Conheça a Revista Filme Cultura

Retirado do site do MinC em 08/02/13 do endereço:

http://www.cultura.gov.br/site/2013/02/06/conheca-a-revista-filme-cultura/

Publicação do CTAV/SAv/MinC, especiliazada em Cinema, também está disponível em mídia eletrônica

Lançada em 1966, a revista Filme Cultura foi uma das primeiras referências brasileiras de publicação especializada em cinema. Adquiriu grande importância no meio devido ao conteúdo reflexivo e crítico das matérias, que traziam a opinião de destacados pensadores do cinema nacional e seus esforços constantes em documentar o que acontecia no cenário audiovisual.

Após algumas interrupções temporárias, em 1988, a revista teve sua atividade suspensa e deixou uma lacuna no segmento das publicações especializadas na sétima arte, por cerca de 22 anos. A ausência só seria reparada em 2010, quando, em iniciativa de recuperação e revitalização da memória do cinema brasileiro, o Centro Técnico Audiovisual (CTAv//SAv/MinC), unidade vinculada à Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, fechou uma parceria para retomar a publicação, dando continuidade ao formato histórico da revista.

Atualmente, com periodicidade trimestral, a revista Filme Cultura está em sua 58ª edição. É viabilizada graças à parceria entre o CTAv a Associação Amigos do Centro Técnico Audiovisual, com patrocínio da Petrobras e incentivos da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet).

A nova edição, lançada no dia 20 de janeiro de 2013, na tradicional Mostra de Cinema de Tiradentes, aborda o som no cinema, com diversas matérias e artigos elaborados pela redação da revista e por especialistas na área, trazendo inclusive entrevista exclusiva com Michel Chion, renomado expert no campo. A revista conta também com um ensaio visual de Edgar Moura, fotógrafo e diretor de fotografia brasileiro.

A Filme Cultura, distribuída pelo CTAv, é destinada principalmente a bibliotecas, universidades e pesquisadores, mas seu conteúdo pode ser acessado por qualquer leitor interessado. O conteúdo de todas as edições da revista, bem como materiais exclusivos da edição online, podem ser acessados através dosite do CTAv  ou da própria revista.

(Texto: CTAV/SAv/MinC)

(Foto: Divulgação, CTAV/SAv/MinC)

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Secretaria de Estado de Cultura abre inscrições para o Programa Filme em Minas

 

Retirado do site da SeC-MG em 04/02/13 do endereço:

http://www.cultura.mg.gov.br/component/content/article/261-filme-em-minas/1399-secretaria-de-estado-de-cultura-abre-inscricoes-para-o-programa-filme-em-minas

A Secretaria de Estado de Cultura, por meio da Superintendência de Ação Cultural, divulga nesta sexta-feira (01 de fevereiro) o Edital 2013/2014 do Filme em Minas – Programa de Estímulo ao Audiovisual. Fruto da parceria entre a Secretaria de Estado de Cultura e a CEMIG, o Filme em Minas é um dos mais conceituados programas de incentivo à produção audiovisual do País, tendo auxiliado a realização de dezenas de projetos nos mais diferentes formatos, como filmes em longa, média e curta-metragem, documentários, videoarte, mídias digitais, entre outros. As inscrições estão abertas até o dia 18 de março de 2013.

Pelo edital deste ano, válido para o biênio 2013/2014, serão repassados R$ 4,5 milhões a projetos selecionados em sete categorias: Produção de Longas-Metragens; Distribuição de Longas-Metragens; Finalização; Curtas e Médias Metragens; Formato Livre; Publicações, Preservação e Memória; e Incentivo Minas Film Comission ao Cinema Nacional.

Os interessados deverão apresentar os projetos de acordo com regras estipuladas no edital, disponível no site da Secretaria de Estado de Cultura. Uma comissão de especialistas reconhecidos na área será responsável pela definição dos projetos que serão contemplados com o patrocínio.

A Secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, ressalta o importante papel que o Programa Filme em Minas vem desempenhando pelo desenvolvimento do setor audiovisual no Estado, seja por meio do estímulo à realização e circulação das produções audiovisuais mineiras, seja incentivando a realização de grandes produções em locações do Estado.

“Ao longo dos anos, Minas Gerais tem comprovado sua grande vocação para o cinema, vídeo-arte, as mídias digitais e outros formatos audiovisuais. O objetivo do Filme em Minas é estimular esta vocação, dando apoio para nossos cineastas e realizadores, além de divulgar Minas Gerais, por meio do incentivo à realização de produções em nosso Estado”, ressalta.

Mudanças– Após uma consulta pública realizada junto a cineastas, produtores e outros representantes do setor audiovisual, o Filme em Minas apresenta algumas mudanças no edital deste ano, em atendimento às demandas dos profissionais. Entre elas, está a possibilidade de negociação do prazo para a cessão dos direitos de exibição dos filmes na Rede Minas.  Também foi alterado o formato das cópias da obra a serem entregues à Secretaria de Estado de Cultura. Antes, eram solicitadas uma cópia em Betacam, uma em HD Cam e cópias em DVD. Neste edital, os produtores devem disponibilizar uma cópia em Blue-Ray e cópias em DVD. Além disso, a categoria “Publicação, Preservação e Memória” foi reestruturada, de modo a contemplar projetos em fase de pesquisa.

O setor audiovisual mineiro poderá indicar três membros para a Comissão de Seleção que irá analisar os projetos contemplados. Esta indicação poderá ser enviada via correio ou email para a Diretoria de Fomento à Produção Audiovisual até o dia 28 de fevereiro de 2013.

Sobre o Filme em Minas– Criado em 2004 para estimular a cadeia produtiva do audiovisual em Minas Gerais, o Filme em Minas já beneficiou 136 projetos desenvolvidos no Estado em cinema, vídeo, mídias digitais e outros formatos, totalizando um investimento de R$ 17 milhões nas últimas cinco edições.

Desde que foi criado, o programa se consolidou como um dos principais mecanismos de fomento à indústria do audiovisual do Estado, viabilizando a realização de produções premiadas, como O palhaço, de Selton Mello, que recebeu 12 prêmios e foi o representante brasileiro indicado a concorrer ao Oscar 2013; Girimunho, de Helvécio Marins e Clarissa Campolina, premiado nos festivais de Veneza (prêmio Interfilm Award), Nantes (Prêmio especial de júri e de melhor filme para o júri jovem), Havana (prêmio especial do júri), Mar Del Plata (prêmio do júri oficial latino-americano); O céu sob os ombros, de Sérgio Borges, vencedor de cinco prêmios no Festival de Brasília de 2010, incluindo melhor filme e direção; entre outros.

O Filme em Minas integra a Plataforma de Estímulo ao Audiovisual de Minas Gerais, iniciativa pioneira do Governo de Minas que reúne e articula as ações realizadas no âmbito da Secretaria de Estado de Cultura, voltadas ao estímulo e fortalecimento de todas as etapas da cadeia produtiva do audiovisual no Estado, desde a formação e capacitação de profissionais da área, passando pelo apoio à produção, até o estímulo à circulação e exibição das produções realizadas no Estado, nos mercados regional, nacional e internacional; além do apoio à realização de festivais.

Entre os programas integrados estão o Filme em Minas, o Programa de Estímulo ao Audiovisual, a Lei Estadual de Incentivo à Cultura, o Fundo Estadual de Cultura, o Programa de Formação e Capacitação Artística da Superintendência de Ação Cultural, ações de estímulo aos Festivais de Cinema, o Programa Passaporte, a Rede Minas de Televisão e o Cine Humberto Mauro da Fundação Clóvis Salgado.

Confira também:

- Edital 2013/2014 - Programa Filme em Minas (Arquivo PDF- 126 KB)

- Anexo 1 - Regulamento - Produção de longas-metragens (Arquivo PDF - 120 KB)

- Anexo 2 - Regulamento - Distribuição de longas-metragens (Arquivo PDF - 100 KB)

- Anexo 3 - Regulamento - Finalização (Arquivo PDF - 101 KB)

- Anexo 4 - Regulamento - Curtas e médias-metragens (Arquivo PDF - 117 KB)

- Anexo 5 - Regulamento - Formato livre (Arquivo PDF - 113 KB)

- Anexo 6 - Regulamento - Publicações, preservação e memória (Arquivo PDF - 110 KB)

- Anexo 7 - Regulamento - Incentivo Minas Film Comission ao cinema nacional (Arquivo PDF - 105 KB)

- Anexo 8 - Formulário de inscrição (Arquivo Word - 41 KB)

- Anexo 9 - Declaração de residência - pessoa física (Arquivo Word - 27 KB)

- Anexo 10 - Declaração de sede - pessoa jurídica (Arquivo Word - 28 KB)

- Anexo 11 - Declaração de residência temporária - pessoa física (Arquivo Word - 13 KB)

- Anexo 12 - formulário de indicação para integrantes da comissão de seleção (Arquivo Word - 28 KB)

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Digitalização das salas de cinema

Retirado do site do MinC em 01/02/13 do endereço:

http://www.cultura.gov.br/site/2013/01/31/digitalizacao-das-salas-de-cinema/

MinC, Ancine e BNDES anunciam investimento de R$ 146 milhões

A ministra Marta Suplicy participou, na tarde desta quinta-feira (31), no Rio de Janeiro, da cerimônia onde foi anunciada a criação de uma linha financeira do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA, no valor de R$ 140 milhões, voltada para a digitalização das salas de cinema administradas por empresas brasileiras. Além deste valor, um apoio não-reembolsável de até R$ 6 milhões será destinado à digitalização das salas de pequenos grupos exibidores.

Este projeto de atualização tecnológica do parque exibidor brasileiro integra o programa Cinema Perto de Você.

O evento aconteceu na Sala Funarte/Sidney Miller, no Rio, e, além da ministra da Cultura, contou com a participação do diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel, do diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, Julio Raimundo, e do presidente da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas – FENEEC, Paulo Lui. O secretário do Audiovisual, Leopoldo Nunes, também compôs a mesa.

Em sua fala, a ministra Marta Suplicy elogiou o trabalho conduzido pela Ancine no fomento ao cinema e ao audiovisual brasileiro e destacou a parceria do BNDES com o Ministério da Cultura em diferentes programas. Marta também tratou da importância de apoiar o audiovisual nacional e modernizar os espaços de exibição: “Está cada vez mais claro para todos que a Era de Gutenberg acabou, e que já estamos na Info-Era. Com essa iniciativa, que alavancará o cinema brasileiro, começamos finalmente a entrar no século 21.”

Para a ministra, o cinema tem importância estratégica para o Brasil: “Há pouco tempo comecei a entender o conceito de soft power, o esforço estratégico que os países fazem para difundir uma imagem positiva no mundo. Foi isso que fizeram os Estados Unidos com os filmes de Hollywood, que tiveram uma enorme influência colonizadora. Com sua diversidade cultural gigantesca, o Brasil tem tudo para ‘arrebentar’ no exterior, e o cinema é o veículo perfeito para essa inserção internacional.”

Representando os exibidores, Paulo Lui manifestou enorme satisfação com o lançamento da linha de digitalização do FSA: “O lançamento de uma linha de apoio à digitalização é fundamental para sustentar o crescimento da atividade. O Brasil cresce e o cinema também precisa crescer. Trabalhando juntos, viabilizaremos esse crescimento”, afirmou.

Em seguida, o diretor-presidente da Ancine fez uma apresentação detalhada da forma de operação da nova linha financeira do FSA, destacando que o papel da política pública é criar as condições para que o mercado se desenvolva. Segundo Manoel Rangel, “a digitalização reduz os custos de copiagem e transporte e modifica a economia do cinema, beneficiando produtores e distribuidores e trazendo novas oportunidades para os exibidores, como a inclusão de mais salas no circuito de lançamentos e a multiprogramação, com a oferta de novos conteúdos que podem aumentar a freqüência das salas.”.

Rangel explicou também que todos os recursos da linha de crédito serão destinados à compra e instalação de projetores digitais e equipamentos acessórios, e que a linha de crédito ficará disponível por 24 meses, ou até o esgotamento dos recursos disponíveis, o que acontecer primeiro: “A meta é digitalizar 1.400 salas em um prazo de 18 meses. Quanto mais salas de cinema o país tiver, mais a sociedade brasileira será atendida por esse serviço cultural, e mais espaço haverá no mercado para o filme nacional.”

Agente financeiro

O BNDES será o agente financeiro responsável pelo enquadramento, análise e aprovação das propostas. Em sua apresentação, o diretor do banco Julio Raimundo lembrou que a parceria com a Ancine já está rendendo frutos, como a abertura de mais de 150 novas salas de cinema por meio do Programa Cinema Perto de Você – o que reflete a importância crescente que a instituição financeira vem dando à economia criativa e à indústria audiovisual em particular.

“A diversidade da cultura brasileira é um ativo importante, motivo de orgulho para a sociedade brasileira e objeto de reconhecimento internacional. Por tudo isso a cultura é hoje uma das prioridades do BNDES. Ao criarmos essa nova linha de crédito, transformamos um risco de aniquilamento de pequenos exibidores numa enorme oportunidade de crescimento. Mas este é só o início do trabalho”, ressaltou o diretor Julio.

Na plateia, além de representantes de empresas exibidoras e outros agentes econômicos do audiovisual, estavam presentes os diretores da Ancine Glauber Piva e Vera Zaverucha, a superintendente executiva e futura diretora da Agência Rosana Alcântara, os deputados Benedita da Silva, Edson Santos e Jandira Feghali e o presidente da Biblioteca Nacional, Galeno Amorim.

(Texto: Ascom/MinC)
(Fonte: Ascom/Ancine)
(Fotos: André Melo)

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