quinta-feira, 26 de maio de 2011

ANIMANIA nº219 - "Freud e o Pão de Forma"

Publicado originalmente por Sávio Leite no MUMIA – Mostra Udigrudi Mundial de Animação e retirado em 26/05/2011 do endereço:

http://mostramumia.blogspot.com/2011/05/animania-n219-freud-e-o-pao-de-forma.html 

Um relógio pode sofrer represálias numa cozinha, no filme "Coucou Clock", de Francois Cailleau e Audrey Fobis.

No Flip-Flap o animador César Coelho conta com os segredos dos bonecos animados para a série “Afinal o que querem as mulheres?”.

No Quadro a quadro, uma fatia de pão vive momentos existenciais no filme "Osmar, a primeira fatia do Pão de Forma", de Alê McHaddo

O programa vai ao ar segunda (30/05/2011) às 19:30, e com reprise quinta(02/06/2011) às 20:00. pela TV Brasil.

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O ALMOÇO COM O QUAL ARMELAU JAMAIS SONHOU

Publicado originalmente no blog do Jefh Cardoso e retirado em 26/05/2011 do endereço:

http://jefhcardoso.blogspot.com/2011/05/o-almoco-com-o-qual-armelau-jamais.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Jefhcardoso+%28jefhcardoso%29

Dona Afonsa repousava à mesa uma grande travessa de quiabo cozido com músculo de vaca, quando teve um furioso acesso de tosse. E se não fosse por ter virado o rosto ao lado oposto, o cozido teria sido retemperado com fluidos naturais.

“Coff Coff Coff”: Tossia Dona Afonsa e sugava a coriza numa súbita e ruidosa inspiração.

Dona Afonsa havia preparado também arroz carreteiro, feijão tropeiro e, segundo ela, sua especialidade; um guisado que seria segredo e tradição de família o seu conteúdo, bem como a fórmula utilizada para atingir àquela consistência especialmente viscosa.

Armelau sentia apetite algum. Contudo, fora rigorosamente educado para não desfeitear a ninguém, principalmente em casa onde fosse o convidado – e quem é que nessa vida nunca se sentiu amarrado pó limitado pela educação ou convenções herdadas?

Teria provado somente um pouco do arroz, beliscado a salada e poderia render elogios convincentes aos dotes culinários da sogra de seu colega de trabalho. Mas não... Nada disso fora possibilitado. Dona Afonsa não esperava que o homem terminasse heroicamente uma concha do tal quiabo musculoso e já vinha logo com outra. E Almir, por sua vez, completava o prato do amigo com outra concha transbordante do tal guisado misterioso.

“Coff Coff Coff”: Tossia Dona Afonsa e enxugava a coriza com o dorso da mão que empunhava o garfo.

Resignado, Armelau agradecia com um aceno de cabeça. Timidamente, assinalava com a mão espalmada indicando que já bastava. Olhava para o prato refeito. Olhava e forma furtiva, discretamente para o amigo Almir, que parecia conter um sorriso algo jocoso, e comia mais um pouco.

Lílian brigava com os gêmeos, repreendia-os, beliscava-os. Comia apenas salada e não se referia a Armelau diretamente. Quando queria saber algo, se referia ao marido e usava a terceira pessoa para tratar Armelau: _Ele está gostando da comida, Almir? E Armelau, de boca cheia, via o amigo responder por ele: _Claro que está. Não está, Armelau? Não é boa a comida de Dona Afonsa? E terminava liberando o até então contido sorriso.

Terminada a refeição, o que para Armelau pareceu durar uma eternidade, Dona Afonsa foi até a geladeira e retirou uma tigela repleta de doce de abóbora com coco queimado em pedaços. Com o doce ao centro da mesa, cada qual tomou uma colher e se servia diretamente na tigela. Almir fez questão de servir o amigo, duas vezes. Após a primeira colherada, Armelau não pode deixar de notar que Dona Afonsa gostava muito de doce e comia gulosamente, sem trocar de colher, sem lavar, sem sequer enxaguar o talher...

Após a sobremesa, Lílian ofereceu um cafezinho a todos. Levantou-se e foi preparar a bebida. Armelau sentiu uma espécie de alívio ao perceber que não seria a sogra do colega a preparar o café. Até concordou que um café seria ótimo. Lílian terminou o café. Dona Afonsa se levantou, serviu uma xícara, provou um pequeno gole e criticou o café da filha: _Este café está amargo feito fel. Café amargo é uma bosta! Colocou duas colheres das de chá de açúcar, volveu três vezes a colher, provou novamente e estendeu o restante ao estupefato Armelau: _Agora sim este café está bom, tome Amadeu. Disse Dona Afonsa.

“Coff Coff Coff”: Tossia Dona Afonsa.

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Artista plástico faz escultura de Bolsonaro gay e ganha exposição em Nova York

Publicado no Cinefusão e retirado em 26/05/2011 do endereço:

http://cinefusao.blogspot.com/2011/05/artista-plastico-faz-escultura-de.html

FONTE: http://cenag.uol.com.br/pop_ler.php?id=NTY0OA==

O artista plástico brasileiro Fernando Carpaneda vai apresentar em Nova York no dia 25 de junho a famosa e polêmica escultura “Bolsonaro`s Sexy Party”, que mostra o deputado federal do PP do Rio de Janeiro acusado de racismo, machismo e homofobia em meio a uma orgia gay com rapazes bem dotados.

A escultura faz parte da exposição “Fernando Carpaneda: Queer. Punk”, na The Leslie Lohman Foundation, no Soho, coração de Nova York.

As obras do brasileiro vão ocupar duas salas e conta com a organização das entidades Leslie Lohman Foundation e The Kymara Gallery.

Para conhecer mais do trabalho dele é só acessar o www.fernandocarpaneda.com.

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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Show Dois Rios - Pereira da Viola e Wilson Dias

Enviado por Picuá Produções

Show Dois Rios


Os  violeiros, Pereira da Viola e Wilson Dias juntam seus talentos no espetáculo “Dois Rios” -  O Encontro das Águas que cantam , que será apresentado em Belo Horizonte, dia 29 de maio às 11 horas, no Parque Municipal.

Em única apresentação na Capital Mineira, este ano, o show “Dois Rios” pode ser considerado uma metáfora do curso, do percurso daqueles rios e da origem, do crescimento e da trajetória dos dois artistas que, a rigor, tem as mesmas raízes, o mesmo berço.

Mais que um encontro entre os dois artistas, este show marca o encontro de duas famílias. Do lado de Pereira da Viola participam seus irmãos Dito Rodrigues e Zorra Rodrigues.

Da parte de Wilson Dias, nada menos que seus dois filhos Wallace Gomes (Licenciatura em música pela UFMG) e Pedro Gomes que, com apenas 17 anos de idade mostra no palco muita competência e personalidade. 

O show terá participação especial da bailarina Patrícia Sene, cujo estilo busca interpretar o universo mítico e plástico das danças, ritmos e ritos presentes nas manifestações populares.

É com esta mistura de águas, de ritmos, de visões de mundo, de sentimentos e de estilos, que os cantores  e compositores Pereira  da Viola e Wilson Dias  celebram  e compartilham com o publico  a alegria da festa e do espírito lúdico, principais  características  das manifestações  populares.

“O Projeto Dois Vales foi patrocinado pela VIVO , com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e integra o  CONEXÃO VIVO , Iniciativa da empresa voltada ao desenvolvimento do setor musical brasileiro.”

Ingressos: inteira a R$20,00 e meia a R$ 10,00.

Ficha Técnica:

Pereira da Viola - voz, rabeca e viola caipira

Wilson Dias - voz e viola caipira

Dito Rodrigues - violão

Gladson Braga - percussão

Pedro Henrique - baixo

Wallace Gomes - violão e flauta

Zorra Rodrigues - pandeiro e caixa de folia


Não percam!!! Divulguem este show.


Picuá Produções
Nilce Gomes
55 31 8721-7122 - 9113-1626
www.wilsondias.com.br
www.myspace.com/wilsondias
picuaproducoes@gmail.com
Skype: picua.producoes

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Ministério da Justiça deve condenar Ecad por formação de cartel

Publicado pela Redação do Cultura e Mercado e retirado do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/direitoautoral/ministerio-da-justica-deve-condenar-ecad-por-formacao-de-cartel/?sms_ss=facebook&at_xt=4ddd22609d8c81cd%2C0

A Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça deve pedir a condenação do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) por prática de cartel. A razão principal é a fixação arbitrária de percentuais de direitos autorais pelo escritório e pelas associações filiadas. A informação é do jornal Valor Econômico.

O processo contra o Ecad foi aberto pela SDE em julho de 2010 para apurar a forma como as associações de artistas e o escritório estipulam os valores que devem ser pagos pelos direitos autorais. A queixa partiu das empresas de TV por assinatura, que pagam 2,55% de sua receita bruta, ou mais de R$ 250 milhões por ano.

O Ministério da Justiça suspeita que o dinheiro vai mais para as associações do que para os músicos e instaurou processo para investigar a prática. Outro problema desse percentual é que ele não leva em conta as diferenças entre os músicos e os seus repertórios. Segundo informou o Ministério da Cultura à SDE, em nota enviada no ano passado: “Não deixa de ser curioso, por anti-intuitivo, o fato de que as diferenças entre as músicas e os repertórios, qualidade, estilo e preferência pelo usuário não exercerem influência na sua precificação, já que todos os fonogramas possuem o mesmo preço único fixado pelas associações que compõem o escritório central.” A pasta da Cultura concluiu dizendo que: “Não há relação entre o preço pago pelo usuário e o valor econômico do repertório.”

Em sua defesa, o Ecad alegou que detém o monopólio sobre a arrecadação e a distribuição de direitos autorais no Brasil e pediu o arquivamento do processo. O monopólio está previsto na Lei de Direitos Autorais (nº 9.610) e, por isso, o escritório alegou que não deve se sujeitar à Lei de Defesa da Concorrência (nº 8.884).

Em fevereiro, a SDE não apenas negou o pedido do Ecad como fez novas advertências. “A aplicação da legislação de defesa da concorrência na esfera do direito autoral em nada inviabiliza o pleno exercício dos direitos do autor”, diz o texto assinado por Ana Maria Melo Netto, diretora do Departamento de Proteção e Defesa Econômica da SDE. Segundo ela, é o autor que possui o direito exclusivo de utilização, publicação e reprodução de suas obras, “bem como o direito de fixar preços para a execução pública” seja de forma individual ou por meio de associações.

No início do mês, a SDE concedeu um prazo final para o Ecad e as associações responderem ao processo. O objetivo foi obter alegações finais para concluir as investigações. Nos próximos dias, o caso deverá ser encaminhado ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) com a recomendação de condenação do Ecad. O órgão antitruste pode determinar o fim da definição de percentuais pelo Ecad e condenar o escritório a pagar multa de até R$ 6 milhões.

Em nota enviada ao Valor, Glória Braga, superintendente-executiva do Ecad, afirmou que o sistema de gestão do escritório não pode ser considerado um cartel. “As atividades de arrecadar e distribuir direitos autorais não são de natureza econômica”, disse Glória. Segundo ela, “a música não pode ser caracterizada como um bem de consumo a ser ditado pelas regras de concorrência”. Por isso, na sua opinião, o Ecad não deve se sujeitar à Lei de Defesa da Concorrência pela qual o Cade aplica punições.

Glória ressaltou ainda que o Cade já analisou uma queixa contra o Ecad, nos anos 90, e o caso foi arquivado sob a justificativa de que o escritório não exerce atividade econômica, “uma vez que sequer possui finalidade lucrativa, atuando apenas como mandatário dos autores de músicas”.

Já a Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) enxerga claramente um cartel no setor. A entidade obteve atas de reuniões do Ecad nas quais são fixados os percentuais e concluiu que não há concorrência entre as associações que representam músicos e artistas. “Ao arbitrar os valores por meio de reuniões, as associações estão praticando um cartel”, disse a advogada Leonor Cordovil, do escritório Grinberg, Cordovil e Barros, que defende a ABTA. Segundo ela, a entidade quer que exista concorrência para negociar com cada uma das associações que representam os artistas. Isso é possível em outros países, como nos Estados Unidos, onde cada associação fixa seu próprio percentual e os artistas recebem mais pelas suas obras. “No Brasil, não temos nenhuma liberdade de negociação e não há explicação racional para a cobrança de 2,55% da receita bruta”, criticou Leonor.

Procurado, o secretário de Direito Econômico, Vinícius Carvalho, informou que não comentaria o assunto, pois o processo está em fase final na SDE. Mas, na nota técnica de instauração do processo, a secretaria foi clara ao apontar o provável cartel: “Há fortes indícios de que as associações, juntamente com o Ecad, discutiram e fixaram conjuntamente o valor a ser cobrado a título de retribuição de direito autoral. Se comprovada, essa prática é passível de provocar grandes danos, na forma da cobrança de valores indiscriminados e abusivos, aos consumidores que pagam pela execução pública das obras (operadoras de televisão aberta e por assinatura, emissoras de rádios, consumidores que fazem festas de casamento etc)”.

*Com informações do Valor Econômico

Redação http://www.culturaemercado.com.br

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48º aniversário da FEA

Enviado por Carol Trindade

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Clube da Esquina

Publicado originalmente no site do Ministério da Cultura e retirado em 25/05/2011 do endereço:

http://www.cultura.gov.br/site/2011/05/19/clube-da-esquina/

MinC apoiará a criação da sede do museu que será construído em Belo Horizonte (MG)

A construção de uma parceria entre o Ministério da Cultura (MinC) e a Associação do Museu Clube da Esquina, para a criação da sede da instituição em Belo Horizonte, e a elaboração de uma pauta de discussões sobre o Sistema Nacional de Cultura (SNC) foram os temas da audiência desta quarta-feira (18), em Brasília, entre o secretário Executivo do MinC, Vitor Ortiz, e a secretária de Cultura de Minas Gerais, Eliane Parreiras.

O projeto do museu vem de longa data e prevê um conveniamento com o MinC no valor de R$ 550 mil para implantação da sede, que irá abrigar todo o acervo do movimento musical mineiro, iniciado nos anos 60, pelo cantor, compositor e instrumentista Milton Nascimento e os irmãos Borges.

Clube da Esquina foi o título do primeiro LP do grupo, gravado em 1972, que trouxe inovações à Música Popular Brasileira (MPB), como a forte presença da precursão no ritmo musical e a volta dos temas políticos às composições. O nome do disco passou a identificar toda uma geração de cantores e compositores mineiros.

O secretário Vitor Ortiz disse que criação do museu é importante para a cultura brasileira e que o ministério tem todo o interesse em apoiá-lo. Ele solicitou à equipe técnica do MinC um estudo sobre a alocação de recursos, junto ao Fundo Nacional de Cultura (FNC), para o projeto. O convênio deverá ser firmado com a Associação de  Amigos do Museu Clube da Esquina e terá parceria do governo do estado de Minas Gerais.

Ortiz manifestou o interesse do Ministério da Cultura em ter o estado de Minas Gerais como parceiro, no fortalecimento do Sistema Nacional de Cultura(SNC). “Já temos a adesão de vários estados e gostaríamos de contar também com Minas Gerais, para podermos elaborar um amplo plano de ação cultural ao estado, apoiado nos recursos do Fundo Nacional de Cultura”, argumentou.

A secretária Eliane Parreira comentou que o estado já vem trabalhando dentro das diretrizes do SNC e que estão faltando apenas algumas adequações finais no sistema estadual de cultura para aderirem ao sistema nacional. Outro tema abordado na reunião foi o da unificação do sistema de informação sobre os indicadores culturais, através do Salic Web, para a formação de uma rede nacional de acesso aos dados culturais.

O presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte/MinC), Antônio Grassi, e o secretário de Articulação Institucional do Ministério da Cultura (MinC), João Roberto Peixe, também participaram do encontro com a secretária de Educação de Minas Gerais.

(Texto: Patrícia Saldanha, Ascom/MinC)
(Fotos: Marina Ofugi, Ascom/MinC)

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