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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Turnê Mangalô Profundas Gerais

Enviado por Daniel Froes

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A BANDA MANGALÔ cai na estrada esta semana para sua primeira turnê pelo interior de Minas Gerais, através de projeto aprovado em edital do Programa Música Minas.

Entre os dias 5 e 7 de dezembro, os músicos farão shows nas cidades de Carlos Chagas, Serro e no distrito de Milho Verde, apresentando parte da riqueza musical do Vale do Mucuri, em composições como “Tradição” (André Ribeiro), “Clarão da Flor” (Wilton Rodrigues) e “Malba” (Gustavo Tomich e Carlos Roberto Ferreira).

A Turnê Mangalô Profundas Gerais é a oportunidade perfeita para a banda redescobrir a potência cultural do Estado e levar a música do interior para o interior, intensificando as trocas culturais e a renovação de repertórios. E, claro, para também provar da culinária e hospitalidade típicas do povo mineiro!

» Carlos Chagas - 5/12 | BUTECART

» Serro - 6/12 | Armazém do Rosário de Serro

» Milho Verde (distrito de Serro) - 7/12 | Armazém Bar e Espaço Cultural

Contatos para shows: (31) 8812 3936 / 9245 7559

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quarta-feira, 7 de maio de 2014

ENCONTRO EM BH PRETENDE POSICIONAR A MÚSICA MINEIRA E INICIATIVAS DE TECNOLOGIA SOCIAL APLICADA À MÚSICA NO MERCADO INTERNACIONAL

Do FMM

Circuito Cultural Praça da Liberdade abriga série de shows, discotecagens, palestra e debates gratuitos nos dias 12, 13 e 14 de maio

O Programa Música Minas, o Sebrae e a Secretaria de Estado de Cultura, por meio do Circuito Cultural Praça da Liberdade, promovem nos dias 12, 13 e 14 de maio uma série de shows e debates em torno do pré-lançamento do Ei Música Brasil – Encontro Internacional de Música de Minas Gerais.

O objetivo é envolver o setor musical do estado na construção colaborativa de uma nova plataforma de promoção da música mineira, em diálogo com os movimentos do mercado digital e o ambiente de intercâmbio e cooperação internacional.

Nesta fase inicial, o Ei Música Brasil terá seis shows e duas mesas de debates, base da formação de um grupo de trabalho dedicado ao desenvolvimento da plataforma.

Os shows serão realizados entre 12 e 14 de maio, a partir das 19h, na Praça da Liberdade; os debates, no dias 12 e 13, das 14h às 18h, no Museu Mineiro. As inscrições para as mesas de debates e a participação no GT podem ser feitas online, pelo site www.musicaminas.com, entre 5 e 9 de maio. Toda programação é gratuita.

O Ei Música Brasil pretende estimular a criação de redes, a troca de conhecimentos e a geração de negócios, por meio do compartilhamento de soluções brasileiras de tecnologia social aplicadas à música. A intenção é estreitar o relacionamento da produção mineira com ações inovadoras no país, capacitar os agentes do estado para atuar no mercado nacional e internacional e colocar Minas Gerais no calendário mundial da música.

Os debates reunirão nomes de destaque na gestão cultural no país, com atuação no mercado da música. São voltados para profissionais da indústria, selos e gravadoras, casas de shows, festivais, músicos, produtores, editores, gestores, empresários, fãs e apaixonados por música.

Pretendem identificar e desenvolver ideias capazes de criar valor, capacitar profissionais, valorizar os músicos, descobrir formas alternativas de geração de receita e de circulação de produtos e serviços, construir novas rotas internacionais de shows, formar público.

Os shows serão viabilizados por meio de ativos do banco de contrapartidas do Música Minas, formado por artistas e demais agentes beneficiados pelos editais do programa.

Nesta primeira amostra, a programação expressa a diversidade da música feita no Estado, com o chorinho do Toca de Tatu, a música étnica de Sérgio Pererê, o jazz de Rafael Martini, o pós-rock do Dibigode Instrumental, a nova música popular de Luiza Brina e o acento regional de Déa Trancoso.

Confira a programação completa:

seg, 12.mai

Debate, seguido de GT

(14h às 18h • Museu Mineiro)

Novas plataformas para a promoção da música no Brasil e no mundo

Palestrante:

Benjamim Taubkin (Núcleo Contemporâneo/SP)

Shows

(19h • Pça da Liberdade)

• Sérgio Pererê

• Dibigode Instrumental

• DJ Luiz Valente

ter, 13.mai

Debate, seguido de GT

(14h às 18h • Museu Mineiro)

Feiras de negócios, intercâmbio e cooperação na área da música

Debatedores:

Ivan Ferraro (Feira da Música de Fortaleza/CE)

Pena Schimidt (Curador musical/SP)

Kuru Lima (Rede Conexão/MG)

Paulo André (Abril Pro Rock e Porto Musical/PE)

Shows

(19h • Pça da Liberdade)

• Rafael Martini (piano e clarinete)

• Déa Trancoso e Carlinhos Ferreira (concerto para voz e percussão)

• DJ Rafael Roots

qua, 14.mai

Shows

(19h • Pça da Liberdade)

Toca de Tatu

• Luiza Brina

• DJ Daniel Maia


Música Minas

O Música Minas é uma ação de política pública firmada entre o Governo de Minas e o Fórum da Música, grupo de entidades organizadas e representativas do setor musical que reúne a AAMUCE (Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina), FEM (Fora do Eixo Minas), Grupo Cultural NUC, Rede Catitu, SIM (Sociedade Independente da Música), Valemais - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha, AMAES (Associação de Músicos, Artistas e Esportistas) e Associação Mucury Cultural.

Em sua quinta temporada, o programa tem a gestão do Valemais, sob a coordenação do Núcleo Executor formado por Guilardo Veloso, Francisco Cereno, Francisco Damasceno, Gabriel Murilo e Israel do Vale –todos eles, pela primeira vez à frente da condução do Música Minas.

Circuito Cultural Praça da Liberdade

O Circuito Cultural Praça da Liberdade é o resultado da parceria do Governo de Minas com a iniciativa privada. O objetivo é explorar a diversidade cultural em uma região de Belo Horizonte com enorme valor histórico, arquitetônico e simbólico. São onze espaços culturais já em funcionamento, além de outros sete em fase de instalação.

Somente em 2013, mais de 800 mil pessoas visitaram o complexo. Só o programa educativo atendeu mais de 130 mil alunos da rede pública de ensino, além de associações e entidades filantrópicas. O Circuito é co-gerido pelo Instituto Sérgio Magnani, por meio de parceria com o Governo do Estado.

Espaços em funcionamento: Arquivo Público Mineiro; Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa; Centro Cultural Banco do Brasil; Centro de Arte Popular – Cemig; Cefar Liberdade - Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado; Espaço do Conhecimento UFMG; Horizonte Sebrae – Casa da Economia Criativa; Memorial Minas Gerais Vale; Museu das Minas e do Metal; Museu Mineiro e Palácio da Liberdade.

Espaços em fase de instalação: Casa Fiat de Cultura; Centro de Ensaios Abertos; Centro Cultural Oi Futuro, Escola de Design da UEMG, um centro de referência da música, Museu do Automóvel e o Centro de Apoio ao Visitante (Rainha da Sucata).

Informações:

contato@musicaminas.com
Programa Música Minas
Tel: 31 3234-8104

Retirado em 07/05/14, daqui.

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Lançamento do disco No Brasil Nu, de Vinícius Medina

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No dia 14 de fevereiro, o cantor e compositor Vinícius Medina lançará seu primeiro disco solo em Teófilo Otoni, em um evento que contará com outras atrações e manifestaões. O artista que atualmente mora em Belo Horizonte é vocalista da Banda Raiz de Jequi e vem se destancando nas cenas do Reggae e MPB.

O disco:

"Este novo trabalho de Vinícius Medina representa a evolução da música mineira. Um disco em que emergem influências variadas que se misturam e criam uma singularidade sonora impecável, ouvida na simplicidade do tambor e nas texturas eletrônicas. Nas letras das canções Medina se torna um poeta da contemporaneidade, falando da vida urbana rápida, do aroma das montanhas, e do frescor do mar do sul da Bahia.
'No Brasil Nu' já nasceu sendo uma promessa da música mineira, que saiu de Teófilo Otoni e hoje faz escala em Belo Horizonte para o Brasil (Pedro Guinu)”.

O artista:

Vinícius Medina é músico brasileiro, compositor, e está lançando o seu primeiro disco NO BRASIL NU.
Medina é vocalista da banda Raiz de Jequí, com a banda já tocou nos estados de MG, ES e RJ, passando em sua maioria pelo Vale do Mucuri e Jequitinhonha. Em 2013 se apresentou em Juiz de Fora juntamente com a banda "The Wailers", banda que acompanhou Bob Marley na sua carreira musical. Em 2012, se apresentou com a banda no FAN - Festival de Arte Negra no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, com a participação de José Rodrigues (Unidade Punho Forte).
Ainda na mesma edição do FAN, Medina também se apresentou com o grupo LealSoundSystem, parceria esta que levou o músico à participar de uma apresentação única, no palco do Teatro Oi Futuro Klauss Vianna, juntamente com Dj. Renatito, Lorenza Junqueira, Nathy Faria, Sérgio Pererê, Tânia Azze, Wagner Bagão e Zaika dos Santos.
Ainda em 2012 gravou a música ‘Sabedoria’ no primeiro álbum da banda Kabalions e em 2011 gravou com a banda Djambê, na bonustrack "Cativeiro". Participou também da abertura do show do grupo Teatro Mágico, na VI Semana de Artes da UFOP, e no Espaço Vila Verde em Nova Lima com a banda Tribo de Jah. Em 2009 apresentou-se no FestiVelhas - Projeto Manuelzão(UFMG).
Medina aprendeu e pôs em prática os seus estudos na Manufaturada Orquestra que é uma orquestra de improviso dirigido em tempo real, através de uma linguagem corporal na metamorfose da construção coletiva (Soundpainting).

SERVIÇO:

Evento: Espetáculo da Vida, de Rodrigo Ferrari

Data: 14 de Fevereiro de 2014

Hora: 20h:30min

Evento: Lançamento do disco Brasil Nu, de Vinícius Medina

Data: 14 de Fevereiro de 2014

Hora: 21h:00min

Evento: DJ Cubanito

Data: 14 de Fevereiro de 2014

Hora: 23h:00min

Local: Espaço Cultural Casarão do SESC – SESC Teófilo Otoni

Endereço: Rua Rui Barbosa, S/N - São Diogo - Teófilo Otoni

Preço: R$40,00 (com direito ao CD No Brasil Nu) e R$20,00 e 1 Kg de alimento não perecível (só entrada)

Venda de ingressos: Portaria e http://www.sympla.com.br/ingressos-evento?id=17026 (via internet)

Endereço: Av. Francisco Sá, 129, Centro – Teófilo Otoni

Contatos: (31) 9258-8278 / medinamusic7@gmail.com

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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

NOVO EDITAL ESTIMULA CRIAÇÃO DE ROTAS PELO INTERIOR DE MINAS PARA CIRCULAÇÃO DE MÚSICOS, CORAIS, CONGADOS OU BANDAS CIVIS

Do Música Minas

O Programa Música Minas lança nesta sexta, 20 de dezembro, um edital inédito que busca intensificar a circulação pelo interior de Minas Gerais de músicos, grupos e formações maiores, que normalmente encontram dificuldades para fazer turnês –casos dos corais, bandas civis e manifestações das culturas populares como as guardas de congado.

Fruto de duas consultais públicas que reuniram sugestões do setor, o novo Edital de Descentralização Estadual funde o antigo Edital de Circulação Estadual ao que seria o Edital Rodoviário, submetido à avaliação de agentes culturais do estado em agosto passado.

O resultado final absorve sugestões de artistas, produtores, técnicos e profissionais de BH e interior, que acompanharam a reunião presencialmente e pela internet ou deixaram contribuições ao longo da semana seguinte ao encontro, numa plataforma online.

O primeiro grande ganho em relação à realidade anterior está na potencialização dos recursos: o Edital de Descentralização Estadual nasce com um orçamento três vezes e meia maior que o de Circulação Estadual. Ao todo, serão disponibilizados nessa fase beta R$ 140 mil para custear o deslocamento rodoviário de artistas pelo Estado.

O mecanismo de participação é simples: o próprio artista define sua rota, na região e no momento do seu interesse. O proponente pode, por exemplo, valer-se de um festival ou festividade que será realizado em determinada cidade para estabelecer parcerias com espaços culturais ou bares de cidades vizinhas ou que estejam no percurso para sua turnê.

Cada proposta selecionada pela curadoria receberá um valor proporcional à distância que será percorrida, além de ajuda de custo que varia de acordo com o número de shows e de integrantes do grupo. Neste momento, as viagens abarcam o período de fevereiro a julho.

Realizado por meio de parceria entre poder público (via Secretaria de Estado de Cultura) e sociedade civil (representada pelo Fórum da Música, que reúne entidades do setor no estado), o Música Minas completou cinco anos em 2013 –atualmente, sob gestão do VALEMAIS – Instituto Sociocultural do Jequitinhonha. Nesta temporada, o programa conta com o apoio da Rádio Inconfidência e da Rede Minas.

Desde 2009, o programa beneficiou cerca de 1.400 artistas com passagens aéreas para shows no Brasil e exterior, assim como para a participação em feiras, congressos, workshops, masterclasses e oficinas, além da produção e distribuição de material promocional (coletâneas e catálogos) voltado para a difusão da música mineira. As consultas públicas que deram origem ao novo edital fazem parte de um conjunto de ações de transparência que vêm sendo defendidas e adotadas progressivamente pelos atuais gestores do programa.

Neste segundo semestre, o diálogo com músicos, produtores, técnicos e demais agentes da cadeia criativa e produtiva da música envolveu a discussão dos editais de Intercâmbio e de Circulação Estadual em Festivais –com as sugestões que foram consensuadas absorvidas às novas ações do Programa.

O Edital de Descentralização Estadual atende a uma carência crônica, potencializada pela enorme extensão territorial do Estado: a dificuldade dos artistas de circularem por Minas Gerais e, com isso, criarem novas rotas de formação de público e de fortalecimento das economias locais, sobretudo no interior.

A nova ação contempla agentes culturais que tinham acesso limitado aos benefícios do programa, por morarem em cidades sem aeroporto –o que os distanciava da possibilidade de usufruir do Edital de Intercâmbio, voltado à concessão de passagens aéreas. De outro lado, amplia, para além das datas episódicas de realização de eventos de maior porte, a capacidade de levar a produção artística da capital ao interior e de músicos do interior se apresentarem na capital –assim como de transitarem por outras cidades das dez macrorregiões do Estado.

Clique aqui para acessar os documentos para apresentação de propostas.

Retirado em 23/12/13 daqui.

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Canto de Natal - Encontro de Corais

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SERVIÇO:

Evento: Canto de Natal - Encontro de Corais

Data: 20 e 21 de Dezembro de 2013

Hora: 19h:00min

Local: Praça Germânica

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

MÚSICA MINAS traz Painel de Interiorização aos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

O Música Minas continua as ações de circulação pelo interior nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, com encontros nas cidades de Teófilo Otoni, Almenara e Águas Formosas. O objetivo é divulgar os editais e estimular agentes culturais a se beneficiarem das oportunidades oferecidas pelo Programa.

Os painéis:

  • Em Teófilo Otoni, o painel acontecerá na programação do Beco das Cultura, festival de cultura e arte, no dia 14/12 (neste sábado), na Livraria e Cafeteria Papo Café;
  • Já em Almenara acontecerá no dia 16/12 (segunda-feira) no Clube dos Operários;
  • E na cidade de Águas Formosas, o painel será realizado no Centro de Cultura como parte da programação do I Mucuriarte, festival de cultura do Vale do Mucuri, no dia 17/12 (terça-feira).

O Música Minas circula por todas as macrorregiões do Estado fomentando a criação de microrrotas pelo interior, por meio de parcerias com prefeituras, universidades, festivais, eventos, bares, restaurantes, centros culturais e equipamentos públicos e privados com vocação para a música. Em campo, o Programa compreende cada vez mais as necessidades, demandas e anseios dos diversos agentes da música em todo o território mineiro e colhe informações valiosas para seu planejamento.

Música Minas

O Música Minas foi criado em 2009 por meio de parceria firmada entre a Secretaria de Estado de Cultura e o Fórum da Música de Minas Gerais, instância que reúne entidades representativas da música no Estado como a Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina (AAMUCE), Fora do Eixo Minas (FEM), Grupo Cultural NUC, Rede Catitu, Sociedade Independente da Música (SIM), Instituto Sociocultural do Jequitinhonha (VALEMAIS) e Associação Mucury Cultural.

Criado com o objetivo de apoiar a divulgação, a circulação e a exportação da música produzida em Minas Gerais e o desafio de fazer com que a diversidade da música mineira seja reconhecida nacionalmente e internacionalmente, o Programa é considerado um dos mais sólidos do país no setor.

Momento de interiorização

Na tentativa de expandir as ações do Programa e agregar ainda mais artistas mineiros, o Música Minas vem promovendo uma série de ações de interiorização. Para tal, são realizadas palestras, painéis de discussão e mesas redondas que visam divulgar as oportunidades e os editais que possibilitam a capacitação dos agentes culturais.

Confira as próximas paradas do Música Minas:

  • Teófilo Otoni

Data: 14/12/13

Hora: 15h30min

Evento: Beco das Cultura

Local: Livraria e Cafeteria Papo Café

Endereço: Rua Doutor Manoel Esteves, 150, Lj-05, Centro.

  • Almenara

Data: 16/12/13

Hora: 19h30min

Local: Clube dos Operários

Endereço: Rua Severiano Coutinho, 324, Centro.

  • Águas Formosas

Data: 17/12/13

Hora: 15:00

Evento: Mucuriarte

Local: Centro de Cultura

Endereço: Rua Dr. Sebastião Figueiredo, 643 – Centro.

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Premiação do FESTICANTO Inéditas

clip_image001Nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, aconteceu a etapa do Festicanto de músicas inéditas no Anfiteatro da Praça Tiradentes. O evento foi realizado por meio da Casa de Cultura da Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni.

O FestiCanto, nesta modalidade de canções inéditas, tem por finalidade mobilizar, criar espaços e apoiar a produção musical, artística e cultural sintonizando com criatividade, preservação e desenvolvimento. Uma comissão de curadoria composta por membros de notório conhecimento musical selecionou vinte e quatro das quarenta e seis composições inéditas inscritas considerando os seguintes quesitos: melodia, harmonia, ritmo, letra, afinação, interpretação e criatividade em arranjo.

As vinte e quatro músicas selecionadas foram apresentadas na eliminatória do dia trinta de novembro de onde saíram as doze músicas que disputaram a final no dia primeiro de dezembro. A classificação das músicas e a atribuição de prêmios ficaram a cargo do Júri, composto por membros escolhidos pela Comissão Organizadora do Festival e Casa de Cultura. Uma atração a parte neste grande evento cultural, foi a presença do poeta, declamador popular, compositor e escritor Luiz Gonzaga Medeiros como apresentador do FestiCanto - Inéditas. Gonzaga Medeiros, como é popularmente conhecido, nasceu em Fronteira dos Vales e participa ativamente dos movimentos culturais de Minas desde a década de 70 tendo uma larga experiência na apresentação de festivais e outros eventos culturais. Gonzaga cativou a todos com seu jeito simples e espontâneo de falar com a platéia, incentivar os artistas e declamar poesias.

Os premiados foram:

1º Lugar: Um Só Coração de Pedro Hoisel de Ilhéus, levou o prêmio no valor de dois mil reais. 2º Lugar: Manhã Serena de Diorgem Júnior de Governador Valadares, que foi premiado com um cheque no valor de mil e quinhentos reais. 3° Lugar: Certeza de Vinícius Medina de Teófilo Otoni, premiado com mil reais. Melhor Arranjo: Amor Não Fugaz de Rafael Cordeiro de Teófilo Otoni, prêmio de quinhentos reais. Melhor Interpretação: Enquanto Os Ratos Me Roem com Julimar Júnior de Teófilo Otoni, também premiado com quinhentos reais.

Após o festival o prefeito Getúlio Neiva e a diretora da Casa de Cultura, Rose Medeiros, organizadora do evento, não escondiam a satisfação com o sucesso de crítica e de público.O prefeito deixou claro que o Festicanto voltou para ficar e que no próximo ano a produção vai ser mais caprichada.

Fotos: Sérgio Guimarães – ASCOM/PMTO

Com informações da ASCOM da Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni

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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Novos caminhos para a música

Do Cultura e Mercado

Por Patrícia Lima

Foto: Sean MurrayVocê provavelmente já ouviu falar em serviços de streaming musical como Deezer, Rdio e Grooveshark, já escutou em alguma festa uma música mixada por um DJ ou pelo menos já reparou que o número de pessoas ouvindo músicas pelo celular cresceu exponencialmente desde 2011. Se você ainda não reparou nada disso, é só uma questão de tempo: as novas formas de consumo de música já estão bem instaladas por aqui e ainda há bastante espaço no mercado para crescer.

De acordo com relatório divulgado pela Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD) em fevereiro deste ano, o mercado fonográfico brasileiro teve um crescimento de 5,13% em 2012 na comparação com 2011, somando uma receita de R$ 398,2 milhões.

Pelo segundo ano consecutivo, a alta foi impulsionada pelo segmento digital, responsável pelo aumento de 83% na receita do setor, que compensou a queda das vendas de CDs, DVDs e Blu-Rays. O mercado digital já representa 28,37% do faturamento da indústria da música no Brasil.

Para Maria Clara Guimarães, supervisora do Departamento de Digital e Novos Negócios da Sony Music, a receita digital vai superar a física nos próximos anos, como já aconteceu nos Estados Unidos. “Além disso, haverá um crescimento no número de assinantes de serviços de streamingdevido, principalmente, à entrada de grandes players internacionais, ao custo-benefício para os usuários e à disseminação do serviço entre os consumidores de música, já que grande parte deles têm um forte apelo social (compartilhamento, recomendações, seguidores de playlists, etc)”, completa.

Arthur Fitzgibbon, diretor no Brasil da OneRPM, primeira distribuidora global de música digital com atendimento na América Latina, adiciona aos fatores que impulsionarão o aumento do mercado digital no país o fato de que o iTunes passará a aceitar cartões de crédito nacionais. “Além disso, o Brasil se tornou um território fértil para esse mercado devido a boa aceitação doe-commerce, a ampliação da classe média e ao maior acesso a banda larga”, afirma o diretor.

Os músicos independentes ainda não sentiram tanto o resultado desse crescimento do mercado digital. Quem afirma isso é Mauricio Tagliari, sócio da YB Music. “Nós temos nosso catálogo todo distribuído para streaming, nossos lançamentos mais recentes receberam destaque nestes serviços e no iTunes, mas a receita ainda não é significativa”, confessa.

A chegada em peso dessa revolução digital no mercado da música trouxe aos consumidores um acesso mais rápido, barato e prático às obras em relação ao mercado analógico e também o poder de utilizar o conteúdo produzido de formas inovadoras, além de tornar quase impossível para os artistas, detentores de direitos autorais, o controle da distribuição de seus produtos.

De acordo com Leo Wojdyslawski, advogado e sócio na área de propriedade intelectual do escritório Cesnik, Quintino e Salinas Advogados, o cenário hoje é bem mais controlado do que há 10 anos, época em que se dizia que a indústria fonográfica iria desaparecer. “Não só não desapareceu, como também houve uma adaptação a essas novas modalidades de distribuição digital.”

O advogado também explica que hoje existem vários serviços de streaming com catálogos enormes que agradam a todos os gostos musicais. E, paralelamente, os canais de distribuição também se adaptaram, seja por ordens judiciais (como no caso do Napster e do Kazaa), seja por desenvolvimento econômico e institucional do modelo de negócio desses canais (YouTube). Ou seja, a própria indústria soube se adaptar e tirar proveito da revolução digital.

Para Wojdyslawski, a gestão dos direitos na era digital talvez seja até mais barata e eficiente do que em outros tempos. “Não vejo que seja um problema para a indústria fonográfica porque os canais de distribuição oferecem ferramentas de controle totalmente confiáveis”, complementa.

“Estamos inclusive vendo uma mudança no comportamento do consumidor brasileiro e verificando um grande aumento no consumo de música legalizada. O que demonstra o potencial do interesse pelos serviços de música digital, já que o brasileiro nunca deixou de consumir música”, acrescenta Maria Clara Magalhães, da Sony Music.

Quem possui uma visão diferente em relação ao otimismo com este mercado é o diretor de redação da revista Galileu e DJ da noite paulistana, Alexandre Matias. Ele não acredita no total controle de direitos autorais, porque para ele, no fim das contas, isso vai estrangular a internet. “Imagine se todo mundo que posta fotos no Facebook ou no Tumblr tivesse que pagar direitos autorais pelo conteúdo que não é dele?”. Para o jornalista, a linha divisória do controle deve ser determinada pelo uso que é feito da obra: se comercial ou não.

Matias também não está tão seguro em relação aos serviços de streaming que cobram tarifas: “Não sei dizer se o streaming pago é uma opção viável. Há alternativas, mas elas nunca cobrem o todo. Ninguém vai esperar o disco novo do Arcade Fire que saiu na semana passada cair no Rdio ou no Deezer para ouvi-lo”, afirma.

Daqui para frente – As visões em relação ao futuro do mercado digital de música também são bastante variadas. O advogado Leo Wojdyslawski acredita que a tendência do consumo de música depende e vai depender ainda mais das condições técnicas de infraestrutura do país. “Se o 4G funcionar e for mais barato que o 3G hoje em dia, teremos um grande mercado para streaming, para as pessoas ouvirem todo e qualquer conteúdo no celular. As assinaturas de streaming são baratas, mas os planos de conexão de internet são caros.”

O curitibano Alexandre Stamm é um dos integrantes do projeto Drunk Disco, duo de DJs conhecidos por seus mashups (músicas produzidas a partir da junção de duas músicas ou mais) que toca em grandes clubes paulistas como Cine Joia, Glória, Bar Secreto e Neu. Stamm afirma que é difícil prever quais os próximos passos para o mercado de música. “Não é só a música, mas toda nossa sociedade está mudando cada vez mais rápido e em diversos aspectos”, afirma. Ainda assim, arrisca um palpite: “A tendência mais clara é que, cada vez mais, os artistas tenham como fonte de renda seus shows e não mais a execução e a criação de músicas novas. As músicas servirão apenas como divulgação dos shows. E isso já acontece nas periferias há muito tempo. O CD virou um flyer do show, distribuído de graça nas regiões onde o artista se apresenta”.

Em relação aos independentes, Mauricio Tagliari diz que, enquanto o consumo de música se basear na força da grande mídia, não veremos nada de novo. “Vai ser sempre o mais visto do YouTube, que é o mais tocado na rádio popular e também o mais presente na grade das TVs. Estamos longe de ter um fenômeno Porta dos Fundos na música. Apenas quando a música de artistas independentes gerar receita na web (em download e streaming) sem precisar de reforço do mainstream, a distribuição de espaço no mercado poderá mudar”.

Retirado do Cultura e Mercado em 11/11/13 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/destaque/novos-caminhos-para-o-mercado-de-musica/

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Pré-estreia do Show “ai de mim se eu não cantasse”, de Caio Duarte

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SERVIÇO:

Evento: Pré-estreia do Show “ai de mim se eu não cantasse”

Data: 25 de Outubro de 2013

Hora: 20h:00min

Local: Livraria e Cafeteria Papo Café

Endereço: Rua Doutor Manoel Esteces, 150 – Lj 05 – Centro, Teófilo Otoni

Informações: 33-3523-8081

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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

O que muda com a PEC da Música?

Do Cultura e Mercado

Por Mônica Herculano

Foto: CIVICO13 Será promulgada nesta terça-feira (15/10), em sessão solene no Congresso Nacional, a Emenda Constitucional 75/13, originária da proposta que ficou conhecida como PEC da Música. O texto, do deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), aprovado pelo Senado no último dia 24 de setembro, inclui CDs e DVDs com obras musicais de autores brasileiros em inciso do artigo 150 da Constituição – o mesmo que isenta de impostos templos, partidos políticos, livros e jornais.

A PEC foi aprovada com grande apoio de artistas e associações de música, com o argumento de que o preço desses produtos será reduzido ao consumidor, o que também seria uma forma de combate à pirataria. Cultura e Mercado foi procurar saber – sem trocadilhos – de produtores, associações e lojas de discos se de fato o CD vai voltar à casa das pessoas, e se deparou com questões que vão além.

“A isenção não se dará na produção do CD/DVD, mas sim na circulação/comercialização dos fonogramas. Estamos falando de isenção de ICMS, ISS e provavelmente também do IOF que incide sobre fonogramas vendidos no exterior pelos serviços digitais – ainda não temos certeza sobre o IOF. A emenda ressalvou a isenção fiscal sobre a fabricação (IPI) apenas para a Zona Franca de Manaus, para preservar os benefícios da Zona Industrial do Amazonas e não prejudicar os empregos na região”, explica a diretora executiva da Associação Brasileira da Música Independente (ABMI), Luciana Pegorer.

Segundo ela, a expectativa maior está na oxigenação que isso pode gerar para o pequeno e médio produtor fonográfico, para o artista independente e para a cadeia produtiva da música de uma forma geral. “Na legislação tributária brasileira, o imposto que é devido pelo lojista quando ele compra um produto para revender é pago na fonte, ou seja, no caso da música, quem paga esse imposto é a gravadora ou o distribuidor. Esse imposto pago antecipadamente é devolvido pelo lojista 30, 60 ou até 90 dias depois. E se porventura a mercadoria for devolvida, o mesmo não acontece com o imposto que já foi pago. Esse mecanismo mata o pequeno que não tem margem para financiar essa operação e impede muitas iniciativas nesse mercado, como por exemplo a implantação de pequenas empresas distribuidoras em todas as regiões do país”, explica.

Luciana afirma que o artista independente ligado a alguma gravadora ou distribuidor sentirá os efeitos de imediato quando for comprar seus discos para revender nos shows. “Os demais agentes desta cadeia passarão a sentir seus efeitos à medida que essa oxigenação na origem for se espalhando e resultando em maior capacidade de investimento por parte de produtores e distribuidores”, afirma.

Na prática - Mauricio Bussab, da distribuidora de independentes Tratore, acredita que a emenda vá causar uma pequena mudança quantitativa, não qualitativa. “Vai sim causar um aumento perceptível nas vendas. Sim, a redução vai ser transferida, especialmente porque as lojas já vivem sob concorrência muito grande umas com as outras, especialmente as que vendem CD por e-commerce e as margens são muito reduzidas”, afirma. E é enfático: “Essa conversa de que as reduções não são repassadas são conversa de quem não entende a lei da oferta e da procura. Se tem como reduzir o preço para vender mais, todo mundo faz isso, é evidente.”

Em nota, o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD), Paulo Rosa, disse que “os efeitos da aprovação da PEC da Música serão benéficos para o mercado físico e digital de música brasileira e os consumidores em geral, mas ainda carecem de um entendimento formal comum a todo o mercado, tanto pelos próprios produtores fonográficos como pelo comércio varejista, sobre a aplicação prática da medida aprovada”. Segundo ele, os procedimentos serão construídos “através do diálogo entre os atores do mercado físico e digital de música nacional, obedecendo ao que dispõe as normas tributárias brasileiras”.

Jacques Brault, diretor da Fnac Brasil, confirma que a queda de preços de CDs e DVDs deverá ser logo percebida pelo público. “Acreditamos que a aplicação dessa lei vai, sem dúvida, favorecer a difusão da música, além de permitir a produção e a descoberta de novos talentos, pois CDs e DVDs são os melhores meios de difusão e de promoção da cultura musical. Estamos confiantes em um decorrente aumento nas vendas”.

Na Livraria Cultura a música representa hoje 7% dos negócios, contabiliza seu diretor comercial, Rodrigo de Castro. E é um mercado que, segundo ele, cresce ano a ano. “Embora o meu preço não seja o melhor do mercado, hoje no grande varejo a Cultura é a loja que oferece a maior e melhor diversidade. Ao reconhecer isso, o amante da música, que quer ter o formato físico como sua fonte de áudio, sabe que pode recorrer às nossas lojas.”

Castro afirma que tem ouvido das gravadores que o preço vai baixar, mas isso depende do repasse que a própria indústria vai proporcionar ao varejo. “O meu preço é pautado pelo valor que eu pago. Se a indústria repassar literalmente a margem de impostos que está sendo concedida agora, a Livraria Cultura vai repassar ao consumidor na mesma proporção. A ideia é que promovamos mais venda de CDs, mas isso depende da indústria. Ainda não recebemos novas tabelas sobre desconto”, conta.

Além da venda - Breno Kruse é responsável pela Apis3 Play, empresa de assessoria de marketing e comunicação digital na área de entretenimento, e durante muitos anos trabalhou como produtor executivo de artistas como Marcelo Camelo, Mallu Magalhães, Céu, Gabriel o Pensador, Mariana Aydar, Curumin e Filipe Catto. Para ele, dizer quanto essa emenda representa percentualmente no valor de um disco não é tão óbvio, já que existem custos de gravação e marketing diferentes entre si.

“Esses custos não vão diminuir, então se o abatimento for, como estão dizendo por aí, de até 30%, esse desconto é só sobre prensagem e distribuição. Uma porcentagem do preço final que não é desprezível, mas também não é sedutora. Não sei se isso pode se refletir em uma redução muito grande no preço final se não houver diminuição na margem de lucro. Na minha experiência trabalhando com artistas, vejo que é muito difícil eles perceberem valor financeiro na venda de disco”, afirma.

Para Luciana Pegorer, a emenda aprovada possibilita ter novamente o CD e o DVD na composição das receitas de quem trabalha com música, seja gravadora, distribuidora, lojista ou artista independente. “Parece estúpido se falar em CDs e DVDs a essa altura, mas na verdade é míope pensar que a mídia física não existe e não representa uma receita importante para quem produz música nesse país. A internet não é uma realidade para a maioria dos brasileiros.”

Kruse lembra que historicamente o que se vê é a soma das novas tecnologias às antigas. Ao invés da “canibalização”, CD, DVD, vinil e os suportes físicos em geral são cada vez mais traços de um certo tipo de consumidor aficionado do que comportamento médio do mercado. “Hoje a maior parte da renda digital da Sony e Universal vem do VEVO.com. Serviços de streaming como Deezer e Rdio ainda estão engatinhando, mas já fazem parte do mix. E tanto esses últimos como os sistemas sustentados por patrocínio como YouTube têm pouco ou nada a ver com essa emenda”, lembra.

Ele acredita que a curva de evolução da venda, pelo menos no que se refere a unidades vendidas e balanço de físico versus digital, deve se manter mais ou menos como tem sido. A chave está na redução dos custos para os produtores e não só do preço para o consumidor. “Acho que um disco 20% mais barato na loja não vai mudar o mercado. Mas um mercado onde os produtores gastam 10% ou 15% a menos, com um ganho em capilaridade (mais redes de lojas comprando mais títulos), ou mesmo os consumidores que já compram disco começarem a comprar mais (os que não compram vão continuar não comprando), e um ganho em lucratividade, podemos sentir efeitos positivos”, aponta.

Para os músicos, resta saber se a política tributária é o principal aspecto no debate sobre a produção musical no Brasil. Em tempos nos quais artistas unem-se para falar sobre direitos, há questões que talvez merecessem mais estar em uma verdadeira “PEC da Música”: remuneração do trabalho intelectual, formação de público, espaços para divulgação, (não-)dependência de editais, entre tantos outras que permeiam a área e dificilmente chegam ao Congresso.

Retirado do Cultura e Mercado em 18/10/13 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/destaque/o-que-muda-com-a-pec-da-musica/

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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Motor V8 na Praça Tiradentes

SERVIÇO:

Evento: Show da Banda Motor V8

Data: 27 de Outubro de 2013

Hora: 20 horas

Local: Praça Tiradentes

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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Blind Faith, Behavioral Biology, The Dark Side e Abadon no Clube 7 de Setembro

SERVIÇO:

Evento: Shows de Blind Faith, Behavioral Biology, The Dark Side e Abadon

Data: 22 de Novembro de 2013

Local: Clube Recreativo Operário 7 de Setembro Caninha Verde

Endereço: R. Mário Campos, nº 2, Teófilo Otoni - MG

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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Saldanha Rolim–Projeto Grandes Encontros

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SERVIÇO:

Evento: Show Saldanha Rolim–Projeto Grandes Encontros

Data: 11 de Outubro de 2013

Hora: 21 horas

Local: Auditório da CDLTO

Endereço: Dr. Luiz Boali Porto Salman, 1370 – Ipiranga - Teófilo Otoni.

Informações: (33) 35223181 - (33) 9906-8890

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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Noite Inconvêniência Azul–Wilton Rodrigues e Convidados

SERVIÇO:

Evento: Show “Inconveniência Azul” – Wilton Rodrigues e Convidados

Data: 11 de Outubro de 2013

Hora: 21:00 horas

Local: Clube Carlos Chagas – Carlos Chagas

Informações e reservas: (33)91563920, (33)99293294

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terça-feira, 17 de setembro de 2013

FESTA DE LANÇAMENTO DO CD “NAS TRILHAS DO MUCURI” do cantor e compositor TAU BRASIL

CARTAZ

Tau Brasil e Banda fazem a festa de lançamento do CD “Nas Trilhas do Mucuri”. Trata-se do seu primeiro registro musical com temas e artistas diretamente ligados ao Vale do Mucuri. No repertório, composições próprias e de convidados como Efraim Maia, Sérgio Moreira, Airton Prates, Miguel Cangussu, Eros Januzzi, José Emílio, Beatriz Farias, Josino Medina, Ronaldo Ramalho, Jorge Correia , Gonzaga Medeiros e Bilora. O CD conta ainda com participações da cantora Ivone Ferreira, Carlos Farias, Pereira da Viola e dos seus filhos, o músico Augusto Cordeiro e Artur Alencar.

Com o CD “Nas Trilhas do Mucuri”, Tau Brasil homenageia mestres de cultura popular como parteiras, tropeiros, rezadeiras, repentistas, comunidades quilombolas, índios Botocudos e Machacali, além de citar “as gemas,” pedras preciosas ou semipreciosas, um dos setores mais importantes da economia regional.

"Nas Trilhas do Mucuri" salvaguarda a memória. O trabalho acreditou no tripé cultura/educação/pesquisa. A sede de hoje é a fonte de amanhã. A metodologia de pesquisa utilizada foi prioritariamente a história oral (a entrevista), porque como dizem os povos indígenas e os africanos: "os mais velhos são as nossas bibliotecas. Nós escrevemos, mas os mais velhos é que têm a sabedoria". O show de lançamento do CD irá mostrar a beleza do trabalho do cantador e compositor Tau Brasil, legítimo representante da cultura do Vale do Mucuri.

Com os arranjos de Airton Prates, Sérgio Moreira e do violeiro Bilora, “Nas trilhas do Mucuri” é um tributo à música produzida na região, como folias, batuques, xotes, baiões e canções dos festivais regionais dos anos 70 e 80. É uma contribuição definitiva para a verdade da afirmação de João Guimarães Rosa de que “Minas são várias”.

Tau Brasil

Cantor e compositor, natural de Fronteira dos Vales/Vale do Mucuri. Neto de repentista, sua música nos oferece imagens e melodias da vida simples do interior, de um Brasil puro e verdadeiro. O artista tem influências de tradições e lendas do norte e nordeste mineiro, especialmente dos vales do Mucuri e Jequitinhonha, regiões mineiras de reconhecida riqueza em cultura popular.

Em sua trajetória artística, foi premiado em 16 festivais brasileiros da canção. Fez apresentações na Rede Minas e TV Alterosa (Arrumação), EPTV/ Ribeirão Preto (Caminhos da Roça), TV Gazeta, Vitória/ES (Jogo Aberto) e SIC/Portugal (Etnias), TV Cultura/SP (Sr. Brasil), entre outros programas. Faz questão de cantar suas raízes, mas reconhece e agradece pela inspiração dos mestres de sua Elomar Figueira, Luiz Gonzaga, Alceu Valença e Rubinho do Vale.

De janeiro de 2004 a setembro de 2005 residiu em Portugal e fez shows em feiras, museus, projetos culturais e casas de espetáculos. De volta ao Brasil, estreou o espetáculo “Clariô – Tau Brasil canta Elomar”, interpretando 12 canções do mítico repertório do compositor baiano Elomar Figueira Mello, com direção musical e arranjos do multi-instrumentista André Siqueira, com direção cênica do famoso teatrólogo João das Neves.

Vale do Mucuri - Cultura

O modo como se deu a formação do seu povo fez do Vale do Mucuri um celeiro cultural bastante diversificado. A mistura do povo do norte do estado, oriundo majoritariamente da Bahia, como índios e europeus, é o que permite a variedade de manifestações. O artesanato, a literatura, a música, o folclore e a tradição transitam entre o rústico e o erudito como se fossem uma coisa só.

A peça indígena feita de cipó convive com o artesanato em pedra e metal. Em meio aos recursos disponíveis da medicina moderna ainda há lugar a parteira e a rezadeira. Grupos de reisado e batuque fazem a fé e a festa nos rincões do Vale. Nos mais simples lugares a viola caipira ainda reina soberana.

SERVIÇO:

Evento: Show “Lançamento do CD Nas Trilhas do Mucuri”

Data: 04 de Outubro de 2013

Hora: 22:00 horas

Local: Casa de Shows Granfinos

Endereço: Av. Brasil, 326 – Santa Efigênia

Ingressos: 20,00 (inteira), 10,00 (meia)

Assessoria de Imprensa: Vanessa Duarte - 31 8737 8744

Produção: Raridade Produções

Informações: Rozana Soares - 31 84119400

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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

PEC da Música é aprovada em 1º turno no Senado

Do Cultura e Mercado

Foto: Steve JohnsonA PEC 123/11, que isenta de impostos CDs e DVDs com obras musicais de autores brasileiros, foi aprovada em primeiro turno na última quarta-feira (11/9) pelo Plenário do Senado, com 50 votos favoráveis, 4 contrários e uma abstenção. Se no segundo turno for aprovada sem alterações, com no mínimo 49 votos, a matéria será promulgada sem necessitar voltar para a Câmara, onde já foi aprovada.

A PEC da Música, como ficou conhecida, livra de impostos CDs e DVDsproduzidos no Brasil “contendo obras musicais ou literomusicais de autores brasileiros e/ou obras em geral interpretadas por artistas brasileiros, bem como os suportes materiais ou arquivos digitais que os contenham”.

De acordo com o autor da proposta, deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), serão reduzidos a zero as contribuições do Imposto sobre Serviços (ISS) e do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na produção e venda de CDs, DVDs e clipes musicais. Além disso, ficará zerado o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) – para compras em crédito – nas operações para se adquirir obras musicais.

Segundo Leite, a PEC também facilitará as vendas pela internet. “Os músicos vão poder vender seus discos e músicas pela internet sem ter que pagar qualquer tributo”, disse ao G1.

O objetivo é reduzir o preço dos produtos ao consumidor – a expectativa é que a redução de até 25% no preço de CDs e DVDs – e desestimular a venda de piratas. O benefício, no entanto, não alcança o processo de replicação industrial, que continuará a ser tributado.

A matéria gerou polêmica entre os senadores do Amazonas, que acreditam que a desoneração fiscal da produção ameaça a indústria fonográfica e de vídeo instalada na Zona Franca de Manaus (ZFM). Como a isenção se aplica à produção de CDs e DVDs em todas as regiões do país, os senadores argumentam que a proposta poderia diminuir a diferença de tratamento tributário que hoje favorece o pólo.

Para Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a proposta aumenta a pirataria. “Essa PEC, aprovada, garantindo a imunidade, sabe o que pode acontecer? Não sou eu quem diz isso, são os técnicos da Receita Federal. Pode ampliar a pirataria, porque a Receita Federal não vai querer fiscalizar um produto que tem imunidade tributária. E, se a Receita Federal do Brasil não fiscalizar um produto de imunidade tributária, CDs virgens chegarão ainda mais no Paraguai, como chegam hoje. E eles são a base para a pirataria”, disse a senadora ao G1.

Na terça-feira (10/9), o senador Eduardo Braga apresentou emenda em Plenário sugerindo que os benefícios previstos também fossem estendidos aos espetáculos musicais e teatrais. Se a emenda fosse aprovada, como queriam os senadores do Amazonas, a proposta teria que voltar para a Câmara dos Deputados. Mas ela foi inicialmente rejeitada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Leia mais:
Um novo tempo para a música brasileira

*Com informações do site do Senado e do G1

Retirado do Cultura e Mercado em 16/09/13 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/politica/pec-da-musica-e-aprovada-em-1o-turno-no-senado/

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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

FESTICANTO 2013 encerra hoje as inscrições

Encerram-se hjoje, 26/08 as inscrições para o FESTICANTO 2013, Festival da Canção de Teófilo Otoni.

Segundo a Casa de Cultura de Teófilo Otoni, as datas do evento foram alteradas para melhor adequarem-se ao calendário de eventos da cidade.

As novas datas são:

MODALIDADE MÚSICA INÉDITA - 27, 28 e 29 de setembro;
MODALIDADE INTÉRPRETE - 4, 5 e 6 de outubro.

SERVIÇO
Evento: Festicanto 2013

Inscrições: 29/07/13 a 26/08/13 (Clique aqui para baixar o edital e as fichas de inscrição)

Modalidades:

  • Música Inédita - 27, 28 e 29 de setembro;
  • Intéprete - 4, 5 e 6 de outubro.

Informações: Casa de Cultura – 33-3529-3061.

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segunda-feira, 29 de julho de 2013

FESTICANTO-2013

Da ASCOM-PMTO/Casa de Cultura

Os Festivais de Música trazem inúmeros benefícios para a cidade e região onde são realizados. Favorecem o desenvolvimento econômico, envolvendo participantes e turistas, movimentando a rede hoteleira e o setor de serviços. É fonte de entretenimento e alavanca de promoção cultural. Estudos demonstram os resultados positivos da produção de festivais, no Brasil e no mundo como ferramenta educacional e do desenvolvimento social. Foi sob esta perspectiva que a Prefeitura Municipal, através da Casa de Cultura, articulou um projeto que promova a revitalização do FESTICANTO – o Festival da Canção de Teófilo Otoni.

Em 2001 realizou-se a primeira edição do Festival da Canção de Teófilo Otoni, iniciativa que revelou grandes nomes da nossa música: Léo Magalhães, Ricardo Di Carvalho, Avner Proba, Simão Carlos, Kássia Buchacra, Patrícia Bartesaghi, entre outros. Dez anos depois, acontece a retomada do projeto dividido em duas modalidades: músicas inéditas e intérpretes, a fim de contemplar todos os amantes da arte da música, profissionais e amadores, jovens e adultos. A primeira etapa será realizada nos dias 20, 21 e 22 de setembro, e a modalidade de intérpretes realizar-se-á nos dias 27, 28 e 29 do mesmo mês.

O FESTICANTO, além de apresentar-se como espaço de difusão do trabalho de artistas independentes, aberto e democrático, oferta novos e variados sons para apreciação do público teófilo-otonense, não se limitando à inscrição de apenas artistas locais. O evento busca, ainda, apresentar a cultura da música nos seus mais variados aspectos: arte, lazer, movimento social, educação e promover intercâmbio entre artistas e produtores. E por fim, mas não menos importante, revelar novos talentos oferecendo espaços para apresentações de músicas inéditas; contribuir na formação de público ouvinte e premiar as obras e participantes em destaque.

Serão escolhidas 24 músicas concorrentes, e para tanto será montada uma equipe de curadoria. Nos dois primeiros dias de evento acontecerão as fases classificatórias, ficando a final para o último dia de festival. O FESTICANTO 2013 será organizado por meio da Casa de Cultura que lançará o evento, através de edital, dia 29 de Julho, contendo todas as informações sobre o mesmo.

Clique aqui para acessar edital e as fichas de inscrição.

Enviado por email pela ASCOM-PMTO, com informações da Casa de Cultura de Teófilo Otoni-PMTO.

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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Big Band do Palácio das Artes em Teófilo Otoni

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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Wilton Convida, em Carlos Chagas

https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/418987_540375666025606_2113685450_n.jpg

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