Mostrando postagens com marcador seminários. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador seminários. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de maio de 2014

ENCONTRO EM BH PRETENDE POSICIONAR A MÚSICA MINEIRA E INICIATIVAS DE TECNOLOGIA SOCIAL APLICADA À MÚSICA NO MERCADO INTERNACIONAL

Do FMM

Circuito Cultural Praça da Liberdade abriga série de shows, discotecagens, palestra e debates gratuitos nos dias 12, 13 e 14 de maio

O Programa Música Minas, o Sebrae e a Secretaria de Estado de Cultura, por meio do Circuito Cultural Praça da Liberdade, promovem nos dias 12, 13 e 14 de maio uma série de shows e debates em torno do pré-lançamento do Ei Música Brasil – Encontro Internacional de Música de Minas Gerais.

O objetivo é envolver o setor musical do estado na construção colaborativa de uma nova plataforma de promoção da música mineira, em diálogo com os movimentos do mercado digital e o ambiente de intercâmbio e cooperação internacional.

Nesta fase inicial, o Ei Música Brasil terá seis shows e duas mesas de debates, base da formação de um grupo de trabalho dedicado ao desenvolvimento da plataforma.

Os shows serão realizados entre 12 e 14 de maio, a partir das 19h, na Praça da Liberdade; os debates, no dias 12 e 13, das 14h às 18h, no Museu Mineiro. As inscrições para as mesas de debates e a participação no GT podem ser feitas online, pelo site www.musicaminas.com, entre 5 e 9 de maio. Toda programação é gratuita.

O Ei Música Brasil pretende estimular a criação de redes, a troca de conhecimentos e a geração de negócios, por meio do compartilhamento de soluções brasileiras de tecnologia social aplicadas à música. A intenção é estreitar o relacionamento da produção mineira com ações inovadoras no país, capacitar os agentes do estado para atuar no mercado nacional e internacional e colocar Minas Gerais no calendário mundial da música.

Os debates reunirão nomes de destaque na gestão cultural no país, com atuação no mercado da música. São voltados para profissionais da indústria, selos e gravadoras, casas de shows, festivais, músicos, produtores, editores, gestores, empresários, fãs e apaixonados por música.

Pretendem identificar e desenvolver ideias capazes de criar valor, capacitar profissionais, valorizar os músicos, descobrir formas alternativas de geração de receita e de circulação de produtos e serviços, construir novas rotas internacionais de shows, formar público.

Os shows serão viabilizados por meio de ativos do banco de contrapartidas do Música Minas, formado por artistas e demais agentes beneficiados pelos editais do programa.

Nesta primeira amostra, a programação expressa a diversidade da música feita no Estado, com o chorinho do Toca de Tatu, a música étnica de Sérgio Pererê, o jazz de Rafael Martini, o pós-rock do Dibigode Instrumental, a nova música popular de Luiza Brina e o acento regional de Déa Trancoso.

Confira a programação completa:

seg, 12.mai

Debate, seguido de GT

(14h às 18h • Museu Mineiro)

Novas plataformas para a promoção da música no Brasil e no mundo

Palestrante:

Benjamim Taubkin (Núcleo Contemporâneo/SP)

Shows

(19h • Pça da Liberdade)

• Sérgio Pererê

• Dibigode Instrumental

• DJ Luiz Valente

ter, 13.mai

Debate, seguido de GT

(14h às 18h • Museu Mineiro)

Feiras de negócios, intercâmbio e cooperação na área da música

Debatedores:

Ivan Ferraro (Feira da Música de Fortaleza/CE)

Pena Schimidt (Curador musical/SP)

Kuru Lima (Rede Conexão/MG)

Paulo André (Abril Pro Rock e Porto Musical/PE)

Shows

(19h • Pça da Liberdade)

• Rafael Martini (piano e clarinete)

• Déa Trancoso e Carlinhos Ferreira (concerto para voz e percussão)

• DJ Rafael Roots

qua, 14.mai

Shows

(19h • Pça da Liberdade)

Toca de Tatu

• Luiza Brina

• DJ Daniel Maia


Música Minas

O Música Minas é uma ação de política pública firmada entre o Governo de Minas e o Fórum da Música, grupo de entidades organizadas e representativas do setor musical que reúne a AAMUCE (Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina), FEM (Fora do Eixo Minas), Grupo Cultural NUC, Rede Catitu, SIM (Sociedade Independente da Música), Valemais - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha, AMAES (Associação de Músicos, Artistas e Esportistas) e Associação Mucury Cultural.

Em sua quinta temporada, o programa tem a gestão do Valemais, sob a coordenação do Núcleo Executor formado por Guilardo Veloso, Francisco Cereno, Francisco Damasceno, Gabriel Murilo e Israel do Vale –todos eles, pela primeira vez à frente da condução do Música Minas.

Circuito Cultural Praça da Liberdade

O Circuito Cultural Praça da Liberdade é o resultado da parceria do Governo de Minas com a iniciativa privada. O objetivo é explorar a diversidade cultural em uma região de Belo Horizonte com enorme valor histórico, arquitetônico e simbólico. São onze espaços culturais já em funcionamento, além de outros sete em fase de instalação.

Somente em 2013, mais de 800 mil pessoas visitaram o complexo. Só o programa educativo atendeu mais de 130 mil alunos da rede pública de ensino, além de associações e entidades filantrópicas. O Circuito é co-gerido pelo Instituto Sérgio Magnani, por meio de parceria com o Governo do Estado.

Espaços em funcionamento: Arquivo Público Mineiro; Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa; Centro Cultural Banco do Brasil; Centro de Arte Popular – Cemig; Cefar Liberdade - Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado; Espaço do Conhecimento UFMG; Horizonte Sebrae – Casa da Economia Criativa; Memorial Minas Gerais Vale; Museu das Minas e do Metal; Museu Mineiro e Palácio da Liberdade.

Espaços em fase de instalação: Casa Fiat de Cultura; Centro de Ensaios Abertos; Centro Cultural Oi Futuro, Escola de Design da UEMG, um centro de referência da música, Museu do Automóvel e o Centro de Apoio ao Visitante (Rainha da Sucata).

Informações:

contato@musicaminas.com
Programa Música Minas
Tel: 31 3234-8104

Retirado em 07/05/14, daqui.

Leia Mais ►

segunda-feira, 28 de abril de 2014

VII Seminário da Diversidade Cultural recebe inscrições gratuitas

Do ODC

VII-Seminario-01

Estão abertas as inscrições gratuitas para o VII Seminário da Diversidade Cultural que acontecerá no período de 21 a 23 de maio, no Memorial Minas Gerais Vale. Organizado desde 2005 pelo Observatório da Diversidade Cultural (ODC), o Seminário tem como objetivo discutir os temas ligados à diversidade – especialmente relacionados às políticas públicas e implementação da Convenção da UNESCO – assim como expandir e desenvolver abordagens transversais. O evento é realizado pelo ODC, Grupo de Pesquisa Diversidade Cultural e Midiática (CNPq) e Programa de Pós-graduação em Comunicação (PUC Minas), com o patrocínio da Vale.

A programação problematiza os desafios das políticas de proteção e promoção da diversidade cultural, em cenário marcado pela centralidade dos processos sociocomunicacionais e movimentos sociais, organizados no âmbito das redes sociotécnicas contemporâneas. O debate confronta, assim, as diretrizes da Convenção da Unesco e sua efetividade, no plano das disputas políticas desenvolvidas por indivíduos e instituições, em ambiência sociocomunicacional caracterizada pela intensificação dos cruzamentos e trocas culturais, bem como por crescentes tensões e desigualdades econômicas e sociais.

Em sua sétima edição, o Seminário reafirma-se como espaço de encontro para ampliação e aprofundamento das reflexões sobre as realidades e os processos de proteção e promoção da diversidade das expressões culturais. A intenção é que a programação e a divulgação de seus resultados – com o posterior lançamento de livro, reunindo artigos dos debatedores sobre os temas da programação – ampliem as perspectivas de alinhamento e atuação conjunta de instituições públicas e organizações da sociedade civil, frente aos desafios para construção de uma sociedade plural.

O VII Seminário das Diversidade Cultural conta com a parceria do Programa multidisciplinar de pós-graduação em Cultura e Sociedade (UFBA), Rede U-40 Brasil e Memorial Minas Gerais Vale. O evento tem o apoio do Instituto Itaú Cultural, Circuito Cultural Praça da Liberdade, Ministério da Cultura e Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.

Durante os encontros serão debatidos os seguintes temas: Diversidade cultural e o campo do audiovisual; Movimentos, ocupações e ressignificações urbanas e digitais: pluralizando a cultura e a cidade; Recombinações e reconfigurações no campo midiático: espaços públicos e individualidades; Atualidade da Agenda 21 e a diversidade cultural nas cidades. A programação oferece ainda os minicursos: Pesquisar a diversidade cultural: desafios metodológicos; A Convenção da Unesco na atualidade.

O seminário reúne agentes, gestores e produtores culturais; pesquisadores; cientistas sociais; profissionais da comunicação, cinema e artes visuais; estudantes; educadores; artistas, grupos, coletivos e animadores culturais; bem como interessados em debater assuntos ligados à proteção e promoção da diversidade cultural. Para se inscrever, é preciso preencher o formulário disponível no site www.observatoriodadiversidade.org.br/seminario2014. As vagas são limitadas e as inscrições estão sujeitas à capacidade do local.

Observatório da Diversidade Cultural

O ODC é uma organização não governamental atuante nos seguintes eixos: informação, formação, pesquisa e consultoria. Tem como objetivos produzir informação e conhecimento, gerar experiências e experimentações, frente aos desafios da proteção e promoção da diversidade cultural. Para tanto, reúne gestores culturais, artistas, arte-educadores, agentes culturais e pesquisadores, em torno de programas de ação colaborativa. A Ong é reconhecida pela UNESCO como uma das 39 experiências, no mundo todo, que contribuem para a proteção e promoção da diversidade das expressões culturais. No Brasil, quatro entidades possuem o reconhecimento.

PROGRAMAÇÃO

  • 21/05/2014

Minicurso – das 10h às 13h

Pesquisar a diversidade cultural: desafios metodológicos

Convidado: Luis Albornóz (UC3M – Espanha)

Apresentação de resultados do projeto “Diversidade cultural e setor audiovisual: boas práticas e indicadores”.

Debate – das 19h às 22h

Diversidade cultural e o campo do audiovisual

Mediadora: Regina Mota (UFMG)

Convidados:
Daniele Pereira Canedo (UFS)

Pela diversidade cultural no cinema latino e ibero-americano: políticas para a integração do Espaço Audiovisual da América Latina

A exposição discute as experiências das políticas cinematográficas regionais na América Latina.

Maria Luiza Mendonça (UFG)

Ausências discursivas sobre o outro na mídia.

O olhar da mídia sobre as diversidades.

Os processos de produção e circulação de produtos midiáticos e sua relação com a constituição de subjetividades.

Luis Albornóz (UC3M – Espanha)

Diversidade cultural e o campo do audiovisual.

A problemática da diversidade cultural no marco do funcionamento dos diferentes setores que conformam o audiovisual (cinema, televisão, rádio, fonografia, videojogos).

  • 22/05/2014

Minicurso – das 10h às 13h

Pesquisar a diversidade cultural: desafios metodológicos

Convidado: Luis Albornóz (UC3M – Espanha)

Minicurso – das 10h às 13h

A Convenção da UNESCO na atualidade

Convidada: Giselle Dupin (MinC)

Resumo histórico da Convenção e das ratificações. A crise institucional da UNESCO e seu impacto sobre a Convenção.

Debate – das 19h às 22h

Movimentos, ocupações e ressignificações urbanas e digitais: pluralizando a cultura e a cidade

Mediador: Eduardo de Jesus (Puc Minas)

Convidados:

Natacha Rena (UFMG)

Ocupar é resistir: redes culturais multitudinárias construindo uma política do comum

A potência viva da multidão nas redes e nas ruas, a construção de novas formas de ocupar a polis através de táticas estéticas e festas organizadas horizontalmente.

Bruno Cava (Universidade Nômade)

O ponto de vista da autonomia na nova subjetividade política em rede.

A riqueza das redes está nas disputas travadas continuamente. A questão da  autonomia, da subjetivação  e as formas de resistência “dentro e contra”.

Fábio Malini (UFEs)

O que fazer quando não há mais o que fazer?

Três redes de ação coletiva da internet/rua serão analisadas: #PareBeloMonte, #SomosTodosGuaraniKaiowas e #GlobalWarming.

  • 23/05/2014

Minicurso – das 10h às 13h

A Convenção da UNESCO na atualidade

Convidada: Giselle Dupin (MinC)

Palestra – das 14h às 17h

Atualidade da Agenda 21 e a Diversidade Cultural nas cidades (debate e mesa redonda)

Expositora: Catherine Cullen  (Agenda 21 da Cultura – França)

Debate: Antonio Hoyuela, Jorge Cabrera (SESC MG), José Junior (SESC MG)

Mediador: Leônidas Oliveira (FMC/BH)

Local: Fundação Municipal de Cultura

Debate  – das 19h às 22h

Recombinações e reconfigurações no campo midiático: espaços públicos e individualidades

Mediador: Marcio Serelle (Puc Minas)

Convidados:

Antônio Fausto Neto (UNISINOS)

Midiatização e diversidade cultural.

As práticas afetadas por lógicas e operações midiáticas dão origem às novas culturas e manifestações identitárias, nas quais relações sócios-técnicas assumem o lugar do vínculo, como ato social.

Sergio Amadeu Silveira (UFABC)

Convergência digital, diversidade cultural e esfera pública.

As principais características da cibercultura, a recombinação e reconfiguração dos processos criativos, em um ambiente de convergência digital.

Geane Alzamora (UFMG)

Visibilidade expandida em conexões intermídia: considerações sobre a noção de público. As conexões intermídia conformam uma espécie de dispositivo sociocomunicacional que amplia as curvas de visibilidade e de enunciação provenientes de cada ambiente midiático.

VII SEMINÁRIO DA DIVERSIDADE CULTURAL

FICHA TÉCNICA

Data: 21, 22 e 23 de maio de 2014

Local: Memorial Minas Gerais Vale – Praça da Liberdade, s/nº, esquina com Rua Gonçalves Dias. Belo Horizonte, Minas Gerais

Realização: Observatório da Diversidade Cultural, Grupo de Pesquisa Diversidade Cultural e Midiática (CNPq) e Programa de Pós-graduação em Comunicação (PUC Minas)

Patrocínio: Vale.

Parceria: Programa multidisciplinar de pós-graduação em Cultura e Sociedade (UFBA), Rede U-40 Brasil, Memorial Minas Gerais Vale

Apoio: Instituto Itaú Cultural, Circuito Cultural Praça da Liberdade, Ministério da Cultura, Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.

Inscrições: www.observatoriodadiversidade.org.br/seminario2014

Informações: info@observatoriodadiversidade.org.br / (31) 8493-9918

Vagas limitadas. Vagas sujeitas à lotação do auditório.

Serão emitidos certificados.

Retirado daqui em 28/04/2014.

Leia Mais ►

quarta-feira, 12 de março de 2014

II Seminário de Arte Popular e Contemporânea: Relações e Olhares Possíveis

Do SESC-MG

SAPC---HEADER-CONTEUDO

APRESENTAÇÃO

O Sesc realiza, no dia 18 de março, das 9h às 17h, o II Seminário de Arte Popular e Contemporânea: Relações e Olhares Possíveis. O debate será desenvolvido no Sesc Palladium, e faz parte do projeto Ação Arte Popular e Contemporânea, que nesta 3ª edição homenageia a artista Adelícia Amorim.

O objetivo do Seminário é trazer discussões sobre aproximações, fronteiras e interseções entre os universos da arte popular e da arte contemporânea. Também, espera-se criar diálogos que possam contribuir para reflexões sobre a arte em suas diversas manifestações e tradições.

PROGRAMAÇÃO

- 8h às 9h00
Credenciamento

- 9h às 09h30
Abertura / Apresentação do Seminário

- 09h30 às 11h
Conferência I
Entre o contemporâneo e o popular: artistas e legitimação
Convidado: Frederico Morais

- 11h às 12h30
Conferência II
Entre o contemporâneo e o popular: a questão social na reflexão sobre artes e artistas
Convidado: Ricardo Gomes Lima

- 12h30 às 14h
Intervalo

- 14h às 15h
Lançamento do documentário “O Que eu Quero das Flores?” sobre a artista homenageada Adelícia Amorim.

- 15 às 17h
Roda de Conversa
Entre o contemporâneo e o popular: provocações sobre o tema
Convidados: Marta Dantas e Frei Chico
Mediadora: Maria Angélica Melendi

- 17h
Encerramento

SOBRE OS PALESTRANTES

Frederico Morais - Crítico, historiador de arte e curador independente. Publicou 41 livros sobre arte brasileira e latino-americana. Foi professor e coordenador de cursos do MAM - RJ e da Escola de Artes Plásticas do Parque Lage. Foi curador de 71 exposições e eventos de arte, entre eles “Do corpo à terra” (1970) e “Domingos de Criação” (1971)

Ricardo Gomes Lima - Doutor em Antropologia Cultural, professor do Instituto de Artes da UERJ. Dirigiu a Sala do Artista Popular e o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular / Iphan MinC. Atuou na criação do Centro de Arte Popular (CAP- CEMIG/MG) onde foi responsável pelo roteiro antropológico da exposição. Autor de livros como O povo do Candeal - caminhos da louça de barro (2012). 

Marta Dantas - Mestre em História, doutora em Sociologia e professora de História e Teorias da Arte da Universidade Estadual de Londrina-UEL. Sua produção científica perpassa pelos temas: surrealismo, arte bruta e experiência limite na arte / literatura. É autora do livro “Arthur Bispo do Rosário: a poética do delírio”.

Frei Chico - Pesquisador de gabinete e de campo lançou seis livros, dentre eles o “Dicionário da Religiosidade Popular: cultura e religião no Brasil". É sacerdote, músico (OMB) e palhaço. Ministra cursos e palestras em diversas universidades brasileiras. É membro da Comissão Mineira de Folclore.

Maria Angélica Melendi - Doutora em Literatura Comparada pela Faculdade de Letras UFMG, professora do Departamento de Artes Plásticas da UFMG e pesquisadora do CNPq. Investiga as relações entre artes visuais e política na América Latina. É autora do livro Lorenzato.

INSCRIÇÕES: aqui.

SERVIÇO

Evento: II Seminário de Arte Popular e Contemporânea: Relações e Olhares Possíveis
Data: 18 de março
Horário: das 9h às 17h.
Local: Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro).
Inscrições até 16 de março
Entrada: gratuita
Informações sobre o evento: (31) 3270-8100

Leia Mais ►

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

"Políticas de Rede e Cultura de Participação” [1]

Por Bruno Bento[2] Foto: VIVA O VALE!<br /> Viva a Rede Jequitinhonha Cultural!

A contemporaneidade contribui para a construção, consolidação e funcionamento de redes, fenômenos tão antigos quanto a própria humanidade. A internet é a principal plataforma/ferramenta para boa parte destas redes, principalmente nas tecidas a partir do setor cultural, funcionando para a criação, circulação e fruição (MOREIRA; JARDIM; ZIVIANI, 2011).

Segundo os estudiosos destes processos, as redes contribuem para a descentralização e maior horizontalidade dos processos de criação, gestão, circulação e fruição. Podem ser centralizadas, descentralizadas e distribuídas.

O trabalho colaborativo é outra característica destas redes, quanto mais colaboração, melhor a horizontalidade. Entretanto há limites, para o pesquisador José Oliveira Júnior (informação verbal), há de se diferenciar os processos colaborativos das redes, uma vez que elas são instáveis, avulsas e não exigem compromisso, ao contrário das ações e processos colaborativos. Ainda segundo o pesquisador, nos processos colaborativos usamos todos os princípios de rede, mas nos é exigido compromisso.

Há alguns exemplos, no setor cultural, de projetos, ações ou programas em rede, como o Programa Cultura Viva que criou a partir de 2005 uma grande rede com milhares de Pontos de Cultura em todas as regiões do Brasil, inclusive no Mucuri e no Jequitinhonha, entretanto ainda não tornou-se política pública. O próprio Plano Nacional de Cultura, criado pela Lei no 12.343, de 2 de dezembro de 2010 estabelece:

Art. 3º Compete ao poder público, nos termos desta Lei: [...] VII - articular as políticas públicas de cultura e promover a organização de redes e consórcios para a sua implantação, de forma integrada com as políticas públicas de educação, comunicação, ciência e tecnologia, direitos humanos, meio ambiente, turismo, planejamento urbano e cidades, desenvolvimento econômico e social, indústria e comércio, relações exteriores, dentre outras.

Como uma estratégia para sua implementação, PNC pretende:

Fortalecer a gestão das políticas públicas para a cultura, por meio da ampliação das capacidades de planejamento e execução de metas, a articulação das esferas dos poderes públicos, o estabelecimento de redes institucionais das três esferas de governo e a articulação com instituições e empresas do setor privado e organizações da sociedade civil.

As redes e consórcios, de acordo com Luana Vilutis, fazem parte da estratégia de planejamento e execução das políticas públicas de cultura “[...] não apenas contribuem para diversificar os mecanismos de financiamento à cultura, como são fundamentais para garantir o monitoramento e a avaliação de suas ações públicas” (VILUTIS, 2013, p.8).

O trabalho em rede e os processos colaborativos nos remetem à participação, na sua falta não há nem uma coisa nem outra, remetendo-nos agora à política e à democracia, já que nestes processos a adesão é livre. Para avançarmos é importante tratar ainda que rapidamente de participação, da democracia e de políticas públicas.

Novamente com contribuição do José Oliveria Júnior “a participação pode ocorrer de diversas formas, todavia só se realiza plenamente pelo compromisso e pela deliberação” (informação verbal).

Não devemos nos cansar de repetir que nossa democracia é recente e o faremos ainda por décadas. Mesmo com todas as suas limitações, que não são o mote desta rápida reflexão, a democracia brasileira nos trouxe, como povo, à cena política de forma institucional e soberana e limitada.

Constitucionalmente temos instrumentos para além do voto nas eleições, podemos exercer a democracia diretamente em alguns casos. A participação cidadã direta, por meio de instrumentos como o plebiscito, referendo e iniciativa popular de lei:

O plebiscito é uma consulta popular a todos os eleitores sobre alguns assuntos que antecede o processo de elaboração de uma lei.

O referendo também se trata de consulta popular a respeito de uma lei, porém, sobre uma lei já aprovada pelo Legislativo, a fim de rejeitá-la ou mantê-la.

A iniciativa popular de lei representa a possibilidade de o povo apresentar proposta de lei ao Legislativo. Necessita da assinatura de pelo menos 1% dos eleitores de, no mínimo, cinco Estados da Federação (ARAGÂO, 2013p. 7).

Há outros instrumentos de participação e controle social, tais como conselhos, fóruns, câmaras, colegiados e as conferências, que são as instâncias máximas desta dinâmica.

No caso específico da cultura, 2013 foi o ano das conferências. Aconteceram nas três instâncias entre junho e dezembro. E apesar de todas as críticas, muitas bastante acertadas, este modelo parece consolidar-se, temos de avançar na ampliação da participação popular e setorial, no controle e no monitoramento das diretrizes definidas nas conferências, para que não fiquemos “faz de conta”. Aí entram os conselhos, fóruns, etc, é neste momento que a sociedade civil tem de estar articulada, mobilizada.

Em Minas Gerais, por exemplo, há centenas de conselhos de patrimônio cultural, neste 2014, fomos o último Estado a aderir ao Sistema Nacional de Cultura, mas falta muito. Falta muito por parte do poder público, porém a sociedade civil precisa mobilizar-se, continuamente e mais.

Participando deste seminário (e) Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural temos de ouvir, trocar experiências, refletirmos e propormos os rumos, as ferramentas e os processos que desejamos para o desenvolvimento desta nossa terra e de nosso povo igualmente sofrido e prenhe de beleza e força. Já regamos com muito suor e sangue esta terra acre, rezamos para chegar a hora da florada.

Os debates do Seminário Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural podem ser conferidos no canal da Rede clicando aqui.

Referências:

ARAGÃO, Ana. Participação, Consulta e Controle Social. Coleção Política e Gestão Culturais. P55 Edições, Salvador, set 2013. Disponível em <http://conferenciadecultura.files.wordpress.com/2013/11/cartilhas_secult_set13_participac3a7c3a3oconsulta_e_controle_ana_aragc3a3o.pdf>. Acesso em 19 fev. 2014;

BRASIL. Lei 12.343, de 2 de dezembro de 2010. Institui o Plano Nacional de Cultura - PNC, cria o Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais - SNIIC e dá outras providências. Diário Oficial [da] República do Brasil, Brasília, 03 de dez. 2007. Seção 1, p.1. Acesso em 19 fev. 2014;

BRASIL. Ministério da Cultura. As metas do Plano Nacional de Cultura. Brasília, DF: 2012.

MOREIRA, Fayga;JARDIM, Gustavo; ZIVIANI, Ziviani. Trabalho Colaborativo e em Rede com a Cultura. In: BARROS, José Márcio; JUNIOR José Oliveira (Orgs). Pensar e Agir com a Cultura: desafios da gestão cultural. Observatório da Diversidade Cultural. Belo Horizonte, 2011. Disponível em <http://observatoriodadiversidade.org.br/arquivos/pensar_agir.pdf>. Acesso em 19 fev. 2014;

VILUTIS, Luana. Redes e Consórcios. Coleção Política e Gestão Culturais. P55 Edições, Salvador, set 2013. Disponível em <http://conferenciadecultura.files.wordpress.com/2013/11/cartilhas_secult_set13_redes-e-consc3b3rcios_final.pdf >. Acesso em 19 fev. 2014;


[1] Texto elaborado para a participação no debate “Políticas de Rede e Cultura de Participação” no Seminário Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural realizado em Araçuaí entre 21 e 23 de fevereiro de 2014.

Esta mesa contou com a participação dos seguintes componentes:

Israel do Vale - Jornalista, com passagem nos principais veículos de mídia imprensa do Brasil, já participou de diversas redes de cultura e comunicação no país. Exerce um papel político de acompanhamento e provocação para a efetiva participação popular nos processos políticos. Atualmente, é gestor de comunicação no Programa Música Minas, programa de apoio à divulgação, circulação e exportação da música produzida em Minas Gerais;

José Oliveira Junior - Escritor, Comunicador, especialista em novas tecnologias em comunicação; diretor não remunerado de apoio ao trabalhador associado do SATED Minas; Supervisor de pesquisa do Observatório da Diversidade Cultural; Consultor UNESCO para a implantação do Sistema Nacional de Cultura em Minas Gerais; Coordenador de projetos da Gerência de Ações Culturais do Sesc Minas;

Pereira da Viola - O músico e articulador (desde sempre) teve sua figura vinculada à resistência cultural, evidenciando ritmos e tradições, que vão além do território mineiro. Um dos fundadores da Associação Nacional dos Violeiros do Brasil, do Encontro Nacional dos Violeiros; ativista de movimentos sociais como o MST; membro-fundador da Associação Quilombola Vaz Pereira;

Talles Lopes - Cientista Social, produtor e gestor cultural. Um dos gestores nacionais do Fora do Eixo, rede de cultura, comunicação e comportamento presente em todos os estados brasileiros e compartilha as experiências do movimento em processos colaborativos e impulsionados pela dinâmica de rede;

Titane - Faz parte da geração que renovou a MPB nos anos 80, em Minas Gerais. Além de cantora, também representa a Associação Campo das Vertentes que atua na pesquisa e experimentação no campo musical, além das interfaces com o corpo, as artes cênicas, a ecologia e a integração cultural da região.

[2] Cientista Social e especialista em Gestão Cultural convidado para participar como mediador no debate “Políticas de Rede e Cultura de Participação” em 22 de fevereiro de 2014.

Leia Mais ►

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

V Seminário Internacional de Políticas Culturais

Da Fundação Casa de Rui Barbosa

Clique na foto para ampliarO setor de pesquisa de Políticas Culturais da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) estará recebendo, entre 10 de fevereiro e 10 de março de 2014, propostas para apresentação de trabalhos no V Seminário Internacional de Políticas Culturais. Serão aceitos trabalhos que tenham como foco a área de políticas culturais. O objetivo é apresentação e discussão de estudos que promovam a reflexão e o debate entre estudantes, pesquisadores, professores e demais profissionais que atuem ou tenham interesse na área de políticas culturais.

Inscrições:

Poderão submeter trabalhos estudantes de mestrado e doutorado, mestres, doutores, gestores e professores.

As inscrições serão feitas mediante o envio do texto completo, que deverá ter entre 10 e 15 laudas (incluindo as referências bibliográficas) tamanho A-4. Os textos deverão ser em Times New Roman 12, espaço 1,5 e estar em formato Word.

Devem constar na primeira página do trabalho os seguintes itens: título do artigo centralizado, em caixa alta e em negrito, nome completo do(s) autor(es) alinhado(s) à direita, indicando em nota de rodapé o grau de formação, vínculo institucional e e-mail; resumo de 5 (cinco) a 10 (dez) linhas, com espaçamento simples; e 3 (três) a 5 (cinco) palavras-chave.

O arquivo deverá ter o nome do autor (ou do 1º, quando houver mais de um). O envio do trabalho deverá ser feito exclusivamente por e-mail, para o endereço politica.cultural@rb.gov.br, constando em assunto “submissão de artigo”.

Mais informações: (21) 3289-8608, 3289-8609 e (21) 3289-8610 / politica.cultural@rb.gov.br.

Cronograma:

Chamada de trabalhos para o V Seminário Internacional de Políticas Culturais de 10 de fevereiro a 10 de março de 2014. .

V Seminário Internacional de Políticas Culturais: 7, 8 e 9 de maio de 2014.

Retirado em 10/02/14, daqui.

Leia Mais ►

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Seminário Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural

Entre os dias 21 e 23 de fevereiro próximos acontecerá em Araçuaí o Seminário Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural.

Iniciativa do Valemais – Instituto Sociocultural do Jequitinhonha e pretende:

Articular uma rede cultural no Vale do Jequitinhonha que possa discutir seu movimento cultural, seus eventos, diretrizes, financiamento e outras atividades que englobem o fazer cultural e as diversas políticas públicas nas esferas: municipal, estadual e federal.

Participarão entidades, poder público e agentes culturais da região, numa excelente oportunidade de diálogo e troca em um movimento que ocorre há quase 40 anos e sente a necessidade de reinventar-se:

A Rede Jequitinhonha Cultural já existe desde 1978, ano em que foi lançado o Jornal Geraes. O que estamos propondo é atualizá-la aos novos tempos.

A proposta de articulação em rede é bastante pertinente, na medida em que sua atuação em forma cooperativada é mais consistente e democrática, ela – a rede – não necessita de uma estrutura institucional e burocrática próprias, além de uma baixa hierarquização, democratizando e dando novo corpo a um dos principais movimentos populares e culturais de Minas Gerais e do Brasil.

SERVIÇO

Evento: Seminário Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural

Data: 21 a 23 de fevereiro de 2014

Local: Centro Cultural Luz da Lua

Endereço: Rua dom Serafim, 426, Bairro Esplanada – Araçuaí

Inscrições: clique aqui.

Mais informações: redejequitinhonhacultural@gmail.com | facebook.com/redejequitinhonhacultural
31 3423-1940 | 31 9208-9537 | 33 3731-4432

.

Leia Mais ►

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

V Colóquio Celso Furtado sobre Cultura e Desenvolvimento

image005

SERVIÇO

Evento: V Colóquio Celso Furtado sobre Cultura e Desenvolvimento

Data: 21 de Agosto

Local: Faculdade de Ciências Econômicas (FACE)-UFMG, Auditório 3

Preço: Gratuito

Horário: 9h às 17h30

Endereço: Av. Presidente Antônio Carlos, 6627 – Pampulha, Belo Horizonte/MG

Leia Mais ►

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Procultura – Caminhos para democratizar

Do Cultura e Mercado

Por Mônica Herculano

Se vivemos num momento em que as leis de incentivo à cultura são questionadas e até negadas por muitos artistas e produtores, por ditarem os caminhos da produção nacional desde a década de 1990, também é hora em que as discussões sobre as possibilidades de aprimorá-las estão cada vez mais quentes.

É fato que desde a criação da Lei Rouanet o mercado cultural brasileiro mudou. Agora, com o Projeto de Lei que institui alterações no principal mecanismo de incentivo à área no país tramitando na Câmara dos Deputados, com o apoio da ministra Marta Suplicy – o projeto está entre suas prioridades deste ano -, Cultura e Mercado e Cemec voltam a promover debate sobre o assunto. O II Seminário #Procultura acontece no dia 17 de agosto, em São Paulo, e vai contar com a presença da ministra na conferência de abertura, além do deputado federal Pedro Eugênio (PT-PE), relator do substitutivo ao Projeto de Lei 1.138/07, que institui o Procultura; do secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, Henilton Menezes; e de representantes de empresas e de associações da área cultural.

Como aquecimento para o debate presencial, damos início a mais uma série de matérias sobre o projeto, nas quais pedimos a opinião de especialistas e profissionais da área e também levantamos as questões para você leitor – esperamos sua participação nos comentários aqui e nas nossas redes. Para começar, perguntamos: é possível tornar as leis de incentivo à cultura no Brasil mais acessíveis e democráticas?

“Sim, claro. Mas isso exige uma reflexão um pouco mais profunda”, afirma o músico e historiador Cacá Machado, que foi diretor do Centro de Música da Fundação Nacional de Artes (Funarte) entre 2008 e 2010. “Em primeiro lugar não acho correto pensarmos os mecanismos de incentivo à cultura de modo fragmentado, isto é uma lei aqui ou edital ali, etc. Gosto de pensar de modo mais sistêmico e orgânico, ou seja, o conjunto de ações de incentivo à cultura orientadas por uma política pública construída a partir da negociação entre os diferentes setores das linguagens artísticas (literatura, música, artes plástica, artes cênicas, etc.), universidades, institutos, fundações e as demandas e os interesses do mercado”, defende.

Ele acredita que o PL que institui o Procultura é a primeira tentativa de trazer esse olhar. “Ações culturais de interesse do mercado (com renúncia fiscal para empresas privadas) e dos que estão fora dele (com editais e programas específicos para os diversos setores culturais) aparecem identificadas pelo projeto como lugares específicos que podem e devem viver em simultaneidade e com pontos de intersecção.”

Dennis de Oliveira, do Centro de Estudos Latino Americanos em Cultura e Comunicação da Universidade de São Paulo (CELACC/USP), acha que o maior problema do Brasil é que a política cultural está quase que restrita a leis de incentivo e somente as grandes empresas contribuintes se interessam em patrocinar eventos culturais, quando boa parte de projetos culturais seriam viáveis com apoio local e de menor porte. “As leis de incentivo podem e devem existir, mas como mecanismos complementares e não centrais em uma política cultural. É necessário criar um movimento paulatino para que elas sejam realmente de ‘incentivo’ para que a iniciativa privada banque a cultura (hoje, na verdade, é uma ‘antecipação’ de pagamento de imposto), reduzindo os percentuais de renúncia fiscal. Também é preciso criar mecanismos de participação da pessoa física e incentivar poderes locais para abatimento de certos impostos em produções da região”, afirma o professor.

Para ele, a criação de um fundo com parte dos recursos obtidos com a lei de incentivo, permitindo que parte do dinheiro público obtido pela renúncia fiscal seja gerido por mecanismos públicos, é o ponto do projeto Procultura que demonstra avanço no que diz respeito à democratização. “Porém, é preciso aperfeiçoar os mecanismos de participação nos conselhos de cultura para que a gestão pública realmente aconteça”, alerta.

O deputado Pedro Eugênio afirma que uma distribuição de recursos maior e mais organizada fará com que a gerência dos recursos seja mais capilarizada. “Quando propomos que cada estado receba no mínimo 2% ou a sua participação da população em recursos, isso quer dizer que os estados vão gerir mais os recursos da cultura. Desses, 50% vão para os municípios. E esses municípios têm que ter um fundo de cultura apto a efetuar transferência direta fundo a fundo, um plano de cultura em vigor no prazo de até um ano após a publicação desta Lei e, por fim, um órgão colegiado oficialmente instituído para a gestão democrática e transparente dos recursos, em que a sociedade civil tenha representação no mínimo paritária, assegurada em sua composição a diversidade regional e cultural. Isso garante mais participação da sociedade civil no Procultura”, explica.

Minom Pinho, sócia-diretora da Casa Redonda Cultural e da Casa Redonda Patrocínio Sustentável, acredita que a ampliação dos incentivos fiscais nos âmbitos municipal e estadual – “ou seja, a busca por soluções locais” – é um excelente caminho. “Há hoje muitos polos de desenvolvimento no país. Aproveitar estes potenciais locais e estimular o incentivo à cultura nestes polos é um caminho que pode ser muito efetivo. Quando o incentivo vem de perto, criam-se redes mais próximas e a partir daí é possível articular esforços entre poder público local, empresários e proponentes/produtores na busca por soluções regionais de uso do incentivo.”

O que falta, segundo ela, é instrumentalizar os empreendedores locais para que estejam aptos a lidar com as complexidades do incentivo fiscal e para que os recursos sejam destinados apropriadamente e com vistas ao desenvolvimento cultural, econômico e social esperados. “Isso também é mais fácil resolver localmente do que pensando soluções exclusivamente de Brasília para 27 estados e mais de cinco mil municípios”, afirma Minom.

Para ela, a colaboração em redes e cadeias criativas/produtivas é um forte argumento na democratização e desconcentração do incentivo. “De um lado este movimento pode vir do governo e também de empresas que se mobilizam pela desconcentração, democratização e acesso, mas acredito que cada vez mais as soluções precisam emergir também das redes culturais e criativas locais. Quando compreendermos que colaborando em cadeias criativas/produtivas todos se empoderam, tudo fica mais potente, mais fácil e mais barato. Esta é a lógica da abundância. É um novo paradigma. Acredito que este é o imaginário que fará brotar coisas novas.”

Retirado do Cultura e Mercado em 05/07/13 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/politica/procultura-caminhos-para-democratizar/

Leia Mais ►

sexta-feira, 17 de maio de 2013

2º Seminário Agenda Criativa debate os setores de Música, Literatura, Artes Visuais e Audiovisual

Do BH Eventos

Evento terá um dia com palestras e debate aberto ao público

267748_417244378383866_1775662325_nA Fundação Municipal de Cultura (FMC), em parceria com a Belotur e com apoio Fundação Nacional de Artes (Funarte), promove de sexta a domingo o 2º Seminário do programa “Agenda Criativa: A Economia Criativa dos Setores Artísticos de Belo Horizonte”. Desta vez, o encontro debate os temas Música, Literatura, Artes Visuais e Audiovisual. O evento acontece na sede da Funarte (Rua Januária, 68, Floresta).

O primeiro dia do evento (sexta-feira, 17) será aberto ao público. A partir das 9h, haverá um debate sobre o Vale Cultura com representantes dos setores artísticos de Belo Horizonte. À tarde, a partir das 14h, acontecem duas palestras: o advogado Hildebrando de Paula Pontes aborda o tema “direitos autorais e novas mídias”; na sequência, o diretor de criação da Gaz Games, Ronaldo Gazel, trata do tema “avanços tecnológicos e comunicação digital nos setores artísticos”.

O Seminário tem como objetivo pactuar e sistematizar diretrizes e linhas de ação que promovam a sustentabilidade da cadeia produtiva dos setores criativos da cultura de Belo Horizonte. Isto significa, na prática, criar mecanismos para que o financiamento da cultura em Belo Horizonte não fique restrito à Lei e ao Fundo Municipal de Incentivo à Cultura.

Segundo Cássio Pinheiro, assessor especial da FMC e coordenador do programa Agenda Criativa, a intenção é criar mais uma forma de diálogo com a classe artística, para debater as necessidades, os problemas e as demandas do setor. “O Agenda Criativa visa a fazer um diagnóstico do setor produtivo da cultura em Belo Horizonte, não só para que a FMC possa alinhar melhor as suas ações e construir melhor as suas ferramentas de fomento, mas, sobretudo, para que possamos manter o diálogo com a classe artística e buscar novos parceiros para a construção de um instrumento de sustentabilidade.”

Grupos de trabalho

No sábado, dia 18, serão formados grupos de trabalhos, composto por convidados de instituições ligadas às áreas da música, literatura, artes visuais e audiovisual. Estes grupos irão discutir aspectos que envolvem a cadeia criativa do setor, tais como formação e qualificação; produção e criação, consumo, difusão e distribuição, investimentos e patrocínios, entre outros. No domingo, os pontos debatidos pelos grupos de trabalho serão anexados a um documento final, que será entregue à FMC.

Retirado do site BH Eventos em 17/05/13 do endereço:

http://www.bheventos.com.br/noticias/5519/2-Seminario-Agenda-Criativa-debate-os-setores-de-Musica-Literatura-Artes-Visuais-e-Audiovisual.html

Leia Mais ►

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Começa hoje o I Seminário Cultura e Universidade

O Ministério da Cultura realiza em Salvador, de hoje (22) à quata-feira (24) em parceria com a Universidade Federal da Bahia e o Fórum de Pró-reitores de Extensão, o I Seminário Cultura e Universidade – Bases para uma política nacional de cultura para as Instituições de Ensino Superior.

O Seminário tem como objetivo sensibilizar, mobilizar e articular Instituições Públicas de Ensino Superior para dialogar sobre ações que promovam o desenvolvimento da cultura, envolvendo a ampliação de programas e cursos voltados para a formação, pesquisa e extensão em arte e cultura, comunicação, gestão pública e em técnicas e processos relacionados aos setores criativos.

“Com esse debate queremos que a Universidade se comprometa com as políticas culturais, repense seu papel como produtora e circuladora de cultura, valorize a produção cultural universitária e possa ver a Cultura em sua importância na pesquisa, no ensino e extensão. Nós queremos colaborar para implementar essas mudanças”, afirma Juana Nunes, Diretora de Educação e Comunicação para a Cultura da Secretaria de Políticas Culturais, responsável pela implementação do Acordo de Cooperação firmado entre o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação.

Estarão presentes pesquisadores, pró-reitores de extensão, pesquisa e ensino, representantes dos estudantes e das rádios, TVs e editoras universitárias, diretores de institutos e centros de artes além de gestores públicos de órgãos como MinC, MEC, MCTI, CAPES, CNPq , FINEP, e representantes da sociedade civil

Para a Pró-reitora de Ações Afirmativas e Assistência Estudantil, que iniciou o processo deste seminário, Dulce Aquino, “A importância desse Seminário é reunir as Universidades Públicas e o Ministério da Cultura com vistas à construção de políticas de cultura para o ensino superior do país. Sendo a universidade importante vetor de desenvolvimento social este seminário contribuirá para o início de um processo de construção de políticas na área da cultura tendo a universidade como protagonista em parceria com o Ministério da Cultura”
Na abertura do Seminário, será proferida uma palestra pelo professor Dr. Honoris Causa pela McGill University, no Canadá, Naomar de Almeida Filho, sobre O legado de Anísio Teixeira para a cultura e a educação, em homenagem a memória de Anísio Teixeira, educador baiano que dedicou sua vida e obra à elevação da educação como condição de direito universal e efetivo para os brasileiros.

A Programação

O Seminário está dividido em cinco Mesas Temáticas e sete grupos de trabalho. As Mesas contam com a participação de segmentos do governo e das universidades, distribuídas nos seguintes temas: O desafio da expansão do ensino, da pesquisa e da extensão em arte e cultura; A Formação de Gestores Culturais e o Sistema Nacional de Cultura; Uma política para acervos digitais e a interface com a educação; Diversidade na Universidade – Parcerias; Perspectivas para formação em competências criativas. As mesas pretendem provocar e articular os temas que alimentarão o debate nos grupos de trabalho.

Nos grupos de trabalho assuntos como o desenvolvimento da arte e da cultura, diversidade cultural, meios de comunicação e cultura, formação de profissionais para o setor criativo, gestão cultural, direitos autorais, recursos educacionais abertos, equipamentos culturais e circulação da produção de arte e cultura estarão em pauta nesse amplo diálogo que pretende reforçar a ideia da universidade como um pólo de produção, difusão e circulação cultural.

A palestra, as mesas e a plenária final poderão ser acompanhadas por meio da transmissão on-line, disponibilizada no blog http://culturadigital.br/culturaeuniversidade/.
Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 3240-6388 ou (71) 3240-9646 ou pelo endereço eletrônico: seminarioculturaufba@ufba.br .

Retirado em 22/04/13 do endereço:

http://culturadigital.br/culturaeuniversidade/

Leia Mais ►

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Cultura Digital: Cartografias Colaborativas

Retirado do site do MinC em 10/12/12 do endereço:

http://www.cultura.gov.br/site/2012/12/07/cultura-digital-cartografias-colaborativas/

Seminário acontece de 10 a 12 de dezembro, em Brasília

A partir de segunda-feira (10), acontece o Seminário Cultura Digital: Cartografias Colaborativas, no Museu da República, em Brasília. Promovido pelo Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria de Políticas Culturais, o será realizado até o dia 12 e reunirá representantes dos oito projetos selecionados em edital, que foi a primeira etapa do projeto Cultura Digital: Cartografias Colaborativas.

O projeto busca o fomento ao debate de estratégias, o incentivo ao diálogo e ao compartilhamento de experiências e a identificação de projetos que promovam a utilização dos dados coletados diretamente com a sociedade (Data crowdsourcing). A análise das possibilidades de integração com oSistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC) completa a lista de objetivos do programa.

No mês de outubro o MinC abriu  edital que selecionou oito projetos para participarem do Seminário, ocasião em que serão apresentados os trabalhos e compartilhadas as experiências em debates com a sociedade e o governo. Os projetos que estarão representados em Brasília são: Arte Fora do Museu, Rede Social Arquigrafia, Rota dos Baobás, Mapa da Inclusão Digital de Santarém, PortoAlegre.CC, O Mapa da Cachaça, Webdoc Graffiti e Alquimídia.

Cada projeto recebeu apoio do MinC em passagens aéreas e em recursos financeiros para ajuda de custo destinada à hospedagem e à  alimentação de até dois representantes de cada projeto selecionado.

Veja a programação completa e saiba mais sobre os projetos selecionados.

(Texto: Lara Aliano, Ascom/MinC)

Leia Mais ►

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

1º SEMINÁRIO OI FUTURO

Retirado do site Oi Futuro em 01/10/12 do endereço:

http://www.oifuturo.org.br/cultura/programa.php?id=9668&/1%C2%BA_seminario_oi_futuro

30 e 31 de outubro | Nível 7 | Entrada franca
Inscrições até 26 de outubro (vagas limitadas)

Mediação em Museus – Arte e Tecnologia

O objetivo é aprofundar as questões relacionadas aos desafios de uma prática de mediação, em espaços de memória, arte e tecnologia. Um convite ao debate crítico, no intuito de ampliar  o diálogo dos museus com a sociedade.

Dia 30, terça:

Das 14h às 16h

Mesa 1Educação e Arte em Museus: a formação de mediadores

Cayo Honorato - Doutor em Educação e Filosofia pela USP com pesquisa sobre a formação do artista e a mediação educacional da arte

Stela Barbieri – Curadora da Bienal de São Paulo e diretora da Ação Educativa do Instituto Tomie Ohtake

Das 16h30 às 18h30

Mesa 2 - Políticas públicas de educação em museus: caminhos para socialização da cultura

Mariana Várzea – Superintendente de Museus da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro

Joel Nascimento Junior – Presidente do IBRAM

Maria Inês Mantovani – Presidente do ICOM

Dia 31, quarta:

Das 13h às 15h

Mesa 3 - Mediação Arte e Tecnologia

Maria Eugênia Salcedo – Gerente de Coordenação Pedagógica do Instituto Inhotim

Ialê Cardoso – Coordenadora do Núcleo de Ação Educativa do Museu do Futebol

Das 15h30 às 17h

Mesa 4 – Relatos de uma experiência educativa, um aprendizado mútuo

Arte educadores do Programa Educativo Oi Futuro RJ e BH

Às 17h:

Lançamento do livro Mediações em museus – reflexões e experiências.

30 e 31 de outubro | Nível 7 | Entrada franca | Classificação etária: livre

Inscrições até 26 de outubro (vagas limitadas)

Informações: educativo-oifuturo@oi.com.br,  ou pelo tel. (21) 3235-5830

Leia Mais ►

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Comunicação para a cultura em debate no Rio

Retirado do Overmundo em 17/09/2012 do endereço:

http://www.overmundo.com.br/overblog/comunicacao-para-a-cultura-em-debate-no-rio-1

Por Pontão Ganesha · Florianópolis, SC

Embora nos últimos dez anos, as ações desenvolvidas pelo Ministério da Cultura (MinC) tenham buscado colocar em evidência a integração entre Cultura e Comunicação, nem sempre houve o necessário diálogo entre as iniciativas.

Configurando-se como um espaço democrático onde se pretende não apenas discutir, mas também elaborar e propor ações para a construção de uma política pública de comunicação para a cultura no Brasil, acontece de 17 a 19 de setembro o Seminário e Oficinas de Indicação de Políticas Públicas para Cultura e Comunicação, evento que tem como objetivo dar início a esse diálogo, reunindo e colocando em debate ideias lançadas a partir da perspectiva de diversos segmentos.

Promovido pelo MinC e Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), esses dois eventos darão espaço e voz aos “fazedores de cultura”, comunicadores populares, universidades e movimentos organizados que atuam nessa interface, dando continuidade à iniciativa do Ministério da Cultura de reconhecer e fortalecer o protagonismo das pessoas, membros ativos da cultura brasileira. Além de estimular discussões e reflexões sobre comunicação e cultura, o evento apresentará ao público o Programa Comunica Diversidade, que se encontra em construção no Sistema MinC.

Coordenado pela Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, o programa tem como foco o estímulo a iniciativas de promoção e ampliação do direito à comunicação a ao exercício do pleno direito à liberdade de expressão cultural.

O evento

Nos dias 17 e 19, a Oficina de Indicação de Políticas Públicas para Cultura e Comunicação vai trabalhar com as ações estabelecidas no Plano Nacional de Cultura (PNC), desdobrando-as em ações ainda mais específicas sob a luz dos eixos que compõem o Comunica Diversidade (Educar para Comunicar/Produção e Distribuição de Conteúdos Culturais / Meios para a Comunicação / Comunicação e Protagonismo Social / Comunicação e Renda).

Restrita a aproximadamente 120 convidados, a Oficina será o momento específico para que a sociedade civil participe da formulação da política pública de comunicação para a cultura que orientará a elaboração de um plano setorial de ações que entrelaçam comunicação e cultura no processo de cumprimento das metas do PNC até 2020.

Entre os dois dias de Oficina, o dia 18 será reservado ao Seminário de Comunicação para a Cultura. Entre os palestrantes, representantes dos Ministérios da Cultura (MinC) e das Comunicações, além de integrantes de entidades e movimentos sociais com atuação focada nesses segmentos, promovendo um interessante debate a respeito do cenário atual, propostas e perspectivas em relação à promoção do direito à comunicação e cultura, e à expressão da diversidade nas diversas mídias.

A Oficina acontece no Hotel Scorial, à rua Bento Lisboa, 155 (Largo do Machado, Rio de Janeiro), nos dias 17 e 19 de setembro, das 9h30 às 19h00.

O Seminário será realizado no Auditório Gilberto Freyre do Palácio Capanema, à rua da Imprensa, 16 (Centro, Rio de Janeiro), no dia 18 de setembro, também das 9:30 às 19:00.

O Seminário terá transmissão ao vivo através do site http://culturadigital.br/comunicadiversidade/

Leia Mais ►

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Inhotim sedia Seminário Internacional de Arte e Educação

Retirado do Cultura e Mercado em 22/08/12 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/agenda/inhotim-sedia-seminario-internacional-de-arte-e-educacao/

Da Redação

Nos próximos dias 24 e 25 de agosto, o Inhotim, em Brumadinho (MG), recebe o 1° Seminário Internacional de Arte e Educação, que vai levar ao instituto de arte contemporânea artistas, curadores e educadores nacionais e internacionais para discutir como práticas artísticas podem articular estratégias de formação de jovens por meio de lugares de encontro, plataformas de convívio e compartilhamento de experiências.

Entre os nomes confirmados estão os artistas Lucia Koch e Jarbas Lopes; Jessica Gogan, da Bienal do Mercosul; Jude Anogwih, da Documenta de Kassel e propositor do CCA – Center of Contemporary Art, em Lagos (Nigéria); e Eungie Joo, que assumirá o cargo de Diretora de Artes e Programas Culturais do Inhotim em setembro deste ano.

Maria Eugênia Salcedo, Gerente de Coordenação Pedagógica do Instituto Inhotim, fala sobre o programa Laboratório Inhotim, que reúnes jovens do ensino médio público de Brumadinho para discutir e gerar conhecimento sobre cidade, coletividade e intervenção. Durante o seminário, os participantes do programa irão fazer uma intervenção coordenada por Jarbas Lopes.

O evento é gratuito e não é necessário fazer inscrição para participar. Também haverá transmissão ao vivo pela internet.

Clique aqui para mais informações.

Leia Mais ►

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Música Minas em Teófilo Otoni


Música Minas leva ações de estímulo à música mineira ao interior

Equipe visita cidades para divulgar oportunidades para artistas e produtores

O MÚSICA MINAS, programa de fomento à produção e divulgação da música mineira, realizado em parceria pela Secretaria de Estado de Cultura e pelo Fórum da Música, dá inicio a uma série de ações de interiorização, com o objetivo de ampliar o acesso e estimular a participação dos artistas e produtores residentes no interior de Minas Gerais. O trabalho consiste em divulgar as oportunidades geradas pelo programa para profissionais da cadeia produtiva da música, nas diversas regiões do Estado, por meio de palestras e painéis demonstrativos.

As ações, que se estenderão por várias cidades, começarão no dia 30 de julho, na cidade de Diamantina, região Nordeste de Minas Gerais, passando por municípios como Capelinha (31 de julho), Araçuaí (1º de agosto), Almenara (2 de agosto) e Teófilo Otoni (3 de agosto).

Em 2011, a equipe de interiorização do Música Minas percorreu 28 cidades mineiras e gerou ótimos resultados, entre eles um mapeamento do cenário musical destes municípios, com análises sobre os anseios e necessidades dos artistas e demais agentes culturais.

O Programa

Desde o seu lançamento, em 2009, o MÚSICA MINAS beneficiou cerca de 740 artistas, por meio de 173 propostas selecionadas pelos seus editais. A iniciativa levou artistas mineiros para importantes festivais, cursos e eventos em todo o mundo, além de ter realizado ações de representação em feiras internacionais de música como: WOMEX (Copenhague/Dinamarca), BAFIM (Buenos Aires/Argentina), CMJ Music Marathon (Nova York/EUA), CMW - Canadian Music Week (Toronto/Canadá), Mercado da Música Viva De Vic (Espanha), Culturgal - Feiras das Indústrias Culturais da Galícia (Pontevedra/Espanha), dentre outras.

O programa Música Minas é realizado por meio da parceria firmada entre o poder público, representado pela Secretária de Estado de Cultura e a sociedade civil, na figura do Fórum da Música de Minas Gerais, que une entidades organizadas e representativas da música como a AAMUCE (Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina), COMUM (Cooperativa da Música de Minas), FEM (Fora do Eixo Minas), Grupo Cultural NUC, Rede Catitu, SIM (Sociedade Independente da Música) e VALE MAIS (Instituto Sociocultural do Jequitinhonha).

Oportunidades

Músicos com residência comprovada em Minas Gerais podem se inscrever nos editais de Intercâmbio e Coletânea Música Minas. O primeiro dá aos profissionais da música a possibilidade de participar de eventos realizados em qualquer região do Brasil e do mundo, mediante comprovação de convite. As inscrições devem ser realizadas até o quinto dia útil do mês anterior à viagem proposta.

Já o edital da Coletânea Música Minas oferece a artistas de gêneros diversos a possibilidade de integrar uma coletânea que será distribuída entre produtores, programadores e formadores de opinião em feiras internacionais como a Womex e Música Viva de VIC. Os interessados podem se inscrever até o dia 24 de agosto. Informações no www.musicaminas.com

Cidades e Datas da Ação de inteorização

30/07 - Diamantina

31/07 - Capelinha

01/08 - Araçuaí

02/08 - Almenara

03/08 - Teófilo Otoni

Informações para a Imprensa:

CL Assessoria em Comunicação: 31 3274 8907

Christina Lima: christina@christinalima.com.br

Graziella Giannini graziella@christinalima.com.br

www.musicaminas.com e http://www.cultura.mg.gov.br

Em Teófilo Otoni, na Sala de Reuniões da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Av. Luiz Boali Porto Salman, 308 – 2º Andar/Sala 207 - Centro, às 16h.

Leia Mais ►