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quarta-feira, 7 de maio de 2014

ENCONTRO EM BH PRETENDE POSICIONAR A MÚSICA MINEIRA E INICIATIVAS DE TECNOLOGIA SOCIAL APLICADA À MÚSICA NO MERCADO INTERNACIONAL

Do FMM

Circuito Cultural Praça da Liberdade abriga série de shows, discotecagens, palestra e debates gratuitos nos dias 12, 13 e 14 de maio

O Programa Música Minas, o Sebrae e a Secretaria de Estado de Cultura, por meio do Circuito Cultural Praça da Liberdade, promovem nos dias 12, 13 e 14 de maio uma série de shows e debates em torno do pré-lançamento do Ei Música Brasil – Encontro Internacional de Música de Minas Gerais.

O objetivo é envolver o setor musical do estado na construção colaborativa de uma nova plataforma de promoção da música mineira, em diálogo com os movimentos do mercado digital e o ambiente de intercâmbio e cooperação internacional.

Nesta fase inicial, o Ei Música Brasil terá seis shows e duas mesas de debates, base da formação de um grupo de trabalho dedicado ao desenvolvimento da plataforma.

Os shows serão realizados entre 12 e 14 de maio, a partir das 19h, na Praça da Liberdade; os debates, no dias 12 e 13, das 14h às 18h, no Museu Mineiro. As inscrições para as mesas de debates e a participação no GT podem ser feitas online, pelo site www.musicaminas.com, entre 5 e 9 de maio. Toda programação é gratuita.

O Ei Música Brasil pretende estimular a criação de redes, a troca de conhecimentos e a geração de negócios, por meio do compartilhamento de soluções brasileiras de tecnologia social aplicadas à música. A intenção é estreitar o relacionamento da produção mineira com ações inovadoras no país, capacitar os agentes do estado para atuar no mercado nacional e internacional e colocar Minas Gerais no calendário mundial da música.

Os debates reunirão nomes de destaque na gestão cultural no país, com atuação no mercado da música. São voltados para profissionais da indústria, selos e gravadoras, casas de shows, festivais, músicos, produtores, editores, gestores, empresários, fãs e apaixonados por música.

Pretendem identificar e desenvolver ideias capazes de criar valor, capacitar profissionais, valorizar os músicos, descobrir formas alternativas de geração de receita e de circulação de produtos e serviços, construir novas rotas internacionais de shows, formar público.

Os shows serão viabilizados por meio de ativos do banco de contrapartidas do Música Minas, formado por artistas e demais agentes beneficiados pelos editais do programa.

Nesta primeira amostra, a programação expressa a diversidade da música feita no Estado, com o chorinho do Toca de Tatu, a música étnica de Sérgio Pererê, o jazz de Rafael Martini, o pós-rock do Dibigode Instrumental, a nova música popular de Luiza Brina e o acento regional de Déa Trancoso.

Confira a programação completa:

seg, 12.mai

Debate, seguido de GT

(14h às 18h • Museu Mineiro)

Novas plataformas para a promoção da música no Brasil e no mundo

Palestrante:

Benjamim Taubkin (Núcleo Contemporâneo/SP)

Shows

(19h • Pça da Liberdade)

• Sérgio Pererê

• Dibigode Instrumental

• DJ Luiz Valente

ter, 13.mai

Debate, seguido de GT

(14h às 18h • Museu Mineiro)

Feiras de negócios, intercâmbio e cooperação na área da música

Debatedores:

Ivan Ferraro (Feira da Música de Fortaleza/CE)

Pena Schimidt (Curador musical/SP)

Kuru Lima (Rede Conexão/MG)

Paulo André (Abril Pro Rock e Porto Musical/PE)

Shows

(19h • Pça da Liberdade)

• Rafael Martini (piano e clarinete)

• Déa Trancoso e Carlinhos Ferreira (concerto para voz e percussão)

• DJ Rafael Roots

qua, 14.mai

Shows

(19h • Pça da Liberdade)

Toca de Tatu

• Luiza Brina

• DJ Daniel Maia


Música Minas

O Música Minas é uma ação de política pública firmada entre o Governo de Minas e o Fórum da Música, grupo de entidades organizadas e representativas do setor musical que reúne a AAMUCE (Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina), FEM (Fora do Eixo Minas), Grupo Cultural NUC, Rede Catitu, SIM (Sociedade Independente da Música), Valemais - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha, AMAES (Associação de Músicos, Artistas e Esportistas) e Associação Mucury Cultural.

Em sua quinta temporada, o programa tem a gestão do Valemais, sob a coordenação do Núcleo Executor formado por Guilardo Veloso, Francisco Cereno, Francisco Damasceno, Gabriel Murilo e Israel do Vale –todos eles, pela primeira vez à frente da condução do Música Minas.

Circuito Cultural Praça da Liberdade

O Circuito Cultural Praça da Liberdade é o resultado da parceria do Governo de Minas com a iniciativa privada. O objetivo é explorar a diversidade cultural em uma região de Belo Horizonte com enorme valor histórico, arquitetônico e simbólico. São onze espaços culturais já em funcionamento, além de outros sete em fase de instalação.

Somente em 2013, mais de 800 mil pessoas visitaram o complexo. Só o programa educativo atendeu mais de 130 mil alunos da rede pública de ensino, além de associações e entidades filantrópicas. O Circuito é co-gerido pelo Instituto Sérgio Magnani, por meio de parceria com o Governo do Estado.

Espaços em funcionamento: Arquivo Público Mineiro; Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa; Centro Cultural Banco do Brasil; Centro de Arte Popular – Cemig; Cefar Liberdade - Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado; Espaço do Conhecimento UFMG; Horizonte Sebrae – Casa da Economia Criativa; Memorial Minas Gerais Vale; Museu das Minas e do Metal; Museu Mineiro e Palácio da Liberdade.

Espaços em fase de instalação: Casa Fiat de Cultura; Centro de Ensaios Abertos; Centro Cultural Oi Futuro, Escola de Design da UEMG, um centro de referência da música, Museu do Automóvel e o Centro de Apoio ao Visitante (Rainha da Sucata).

Informações:

contato@musicaminas.com
Programa Música Minas
Tel: 31 3234-8104

Retirado em 07/05/14, daqui.

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Consulta Pública discute a presença de Minas Gerais em feiras e festivais de música no exterior

O Programa Música Minas promove nesta segunda-feira, 27 de janeiro, um encontro com artistas, produtores, técnicos e demais agentes culturais para conversar sobre as oportunidades em feiras e festivais internacionais de 2014.

A consulta pública é aberta a todos os interessados e será realizada às 19h no Conservatório de Música da UFMG (av. Afonso Pena, 1.534, em frente ao Palácio das Artes). A conversa busca mapear demandas e propor ações capazes de atender necessidades de exportação da música feita em Minas Gerais.

Será apresentado, no encontro, um novo edital para produtores participarem da Feira Internacional de Cabo Verde, a AME – Atlantic Music Export, e do Fórum de Festivais de Música da África.

Organizador do encontro, Francisco Cereno da Rede Catitu reconhece que “esses eventos são oportunidades estratégicas para produtores mineiros conseguirem bons negócios com programadores de festivais da Europa e Estados Unidos.” Segundo ele, no entanto, “existe uma necessidade de capacitar os agentes e produtores para conseguirem de fato uma boa atuação nesse mercado em crescimento.”

O Programa Música Minas é uma ação de política pública firmada entre o Governo de Minas (por meio da Secretaria de Estado de Cultura) e o Fórum da Música de Minas Gerais, grupo de entidades organizadas e representativas do setor musical que reúne a AAMUCE (Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina), FEM (Fora do Eixo Minas), Grupo Cultural NUC, Rede Catitu, SIM (Sociedade Independente da Música) e VALEMAIS  - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha, AMAES (Associação de Músicos, Artistas e Esportistas) e Mucury Cultural.

SERVIÇO

Evento: Consulta Pública - Oportunidades Internacionais para a Música Mineira

Data: 27 de Janeiro de 2014

Hora: 19h:00min

Local: Conservatório de Música da UFMG

Endereço: Av. Afonso Pena, 1.534, em frente ao Palácio das Artes

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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

NOVO EDITAL ESTIMULA CRIAÇÃO DE ROTAS PELO INTERIOR DE MINAS PARA CIRCULAÇÃO DE MÚSICOS, CORAIS, CONGADOS OU BANDAS CIVIS

Do Música Minas

O Programa Música Minas lança nesta sexta, 20 de dezembro, um edital inédito que busca intensificar a circulação pelo interior de Minas Gerais de músicos, grupos e formações maiores, que normalmente encontram dificuldades para fazer turnês –casos dos corais, bandas civis e manifestações das culturas populares como as guardas de congado.

Fruto de duas consultais públicas que reuniram sugestões do setor, o novo Edital de Descentralização Estadual funde o antigo Edital de Circulação Estadual ao que seria o Edital Rodoviário, submetido à avaliação de agentes culturais do estado em agosto passado.

O resultado final absorve sugestões de artistas, produtores, técnicos e profissionais de BH e interior, que acompanharam a reunião presencialmente e pela internet ou deixaram contribuições ao longo da semana seguinte ao encontro, numa plataforma online.

O primeiro grande ganho em relação à realidade anterior está na potencialização dos recursos: o Edital de Descentralização Estadual nasce com um orçamento três vezes e meia maior que o de Circulação Estadual. Ao todo, serão disponibilizados nessa fase beta R$ 140 mil para custear o deslocamento rodoviário de artistas pelo Estado.

O mecanismo de participação é simples: o próprio artista define sua rota, na região e no momento do seu interesse. O proponente pode, por exemplo, valer-se de um festival ou festividade que será realizado em determinada cidade para estabelecer parcerias com espaços culturais ou bares de cidades vizinhas ou que estejam no percurso para sua turnê.

Cada proposta selecionada pela curadoria receberá um valor proporcional à distância que será percorrida, além de ajuda de custo que varia de acordo com o número de shows e de integrantes do grupo. Neste momento, as viagens abarcam o período de fevereiro a julho.

Realizado por meio de parceria entre poder público (via Secretaria de Estado de Cultura) e sociedade civil (representada pelo Fórum da Música, que reúne entidades do setor no estado), o Música Minas completou cinco anos em 2013 –atualmente, sob gestão do VALEMAIS – Instituto Sociocultural do Jequitinhonha. Nesta temporada, o programa conta com o apoio da Rádio Inconfidência e da Rede Minas.

Desde 2009, o programa beneficiou cerca de 1.400 artistas com passagens aéreas para shows no Brasil e exterior, assim como para a participação em feiras, congressos, workshops, masterclasses e oficinas, além da produção e distribuição de material promocional (coletâneas e catálogos) voltado para a difusão da música mineira. As consultas públicas que deram origem ao novo edital fazem parte de um conjunto de ações de transparência que vêm sendo defendidas e adotadas progressivamente pelos atuais gestores do programa.

Neste segundo semestre, o diálogo com músicos, produtores, técnicos e demais agentes da cadeia criativa e produtiva da música envolveu a discussão dos editais de Intercâmbio e de Circulação Estadual em Festivais –com as sugestões que foram consensuadas absorvidas às novas ações do Programa.

O Edital de Descentralização Estadual atende a uma carência crônica, potencializada pela enorme extensão territorial do Estado: a dificuldade dos artistas de circularem por Minas Gerais e, com isso, criarem novas rotas de formação de público e de fortalecimento das economias locais, sobretudo no interior.

A nova ação contempla agentes culturais que tinham acesso limitado aos benefícios do programa, por morarem em cidades sem aeroporto –o que os distanciava da possibilidade de usufruir do Edital de Intercâmbio, voltado à concessão de passagens aéreas. De outro lado, amplia, para além das datas episódicas de realização de eventos de maior porte, a capacidade de levar a produção artística da capital ao interior e de músicos do interior se apresentarem na capital –assim como de transitarem por outras cidades das dez macrorregiões do Estado.

Clique aqui para acessar os documentos para apresentação de propostas.

Retirado em 23/12/13 daqui.

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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Fórum da Música de Minas Gerais amplia participação do interior

Do Música Minas

Fórum da Música MGAs discussões encabeçadas pelo Fórum da Música de Minas Gerais para o aprimoramento das políticas públicas no setor ganham um importante aliado a partir de agora, com a entrada da Associação Mucury Cultural no grupo de entidades que compõem o FMMG.

Com isso, a região nordeste de Minas Gerais passa a ter mais uma instância privilegiada de interlocução na formulação de propostas que fortaleçam a cadeia criativa e produtiva da música no Estado, ao lado da VALEMAIS – Instituto Sociocultural do Vale do Jequitinhonha, atual gestora do Música Minas, o programa complementar de fomento à música mantido por meio de convênio entre sociedade civil e Governo de Minas, via Secretaria de Estado de Cultura.

AAssociação Mucury Cultural é uma instituição sem fins lucrativos destinada à pesquisa, produção cultural e promoção do patrimônio material e imaterial do Vale do Mucuri. O objetivo principal da associação é valorizar a região, sua história, memória e cultura. 

Fundada em 2007, a Mucury Cultural contribui no desenvolvimento do setor cultural e da economia criativa local por meio de produção, gestão, pesquisa, promoção, articulação, profissionalização e formação de público.

Para o diretor geral da Associação Mucury Cultural, Bruno Dias Bento, a importância de tomar parte do Fórum da Música é representar o Vale do Mucuri na construção de políticas públicas inclusivas e abrangentes, ampliando as chances de participação de produtores e artistas dessas regiões em ações como as que são mantidas pelo Programa Música Minas, além de desenvolver propostas conjuntas que beneficiem cada vez mais os agentes culturais do interior.

“Somos uma entidade da sociedade civil envolvida na discussão e proposição de ações, projetos e programas para o fortalecimento da cadeia produtiva da música mineira, e estamos a postos para contribuir”, explica Dias Bento.

A associação mantém uma revista, um canal de notícias na web e uma rádio como instrumentos de comunicação para veiculação de conteúdo sobre o cenário artístico-cultural do nordeste de Minas Gerais.

Com vasta experiência, tendo em seu portfólio mais de 90 produções em diversas áreas como música, teatro, cinema, literatura, entre outros, a Associação Mucury Cultural,desenvolve atualmente 16 projetos e três festivais na região.

Construção compartilhada de políticas públicas

O Fórum da Música de Minas Gerais é um espaço de discussão e articulação formado por entidades sem fins lucrativos, atuantes e representativas dos profissionais da cadeia produtiva da música de Minas Gerais.

Trata-se de uma organização civil, voluntária, apartidária e auto-gestora, dedicada a propor e gerir projetos, debates, encontros, programas e parcerias em prol da cadeia produtiva da música mineira.

Conheça alguns projetos da Mucury Cultural

Festival Encontro de Violeiros

A Associação Mucury Cultural produz artistas, lançamento de discos, realiza shows e o Encontro de Violeiros. As duas primeiras edições do festival aconteceram em Teófilo Otoni --uma delas, na comunidade rural de São Julião.

Mapa da Cultura do Vale do Mucuri

Para contribuir na obtenção de informações e indicadores culturais que subsidiam projetos e propostas, assim como facilitar o trabalho do poder público no fomento de programas culturais e ações estruturadoras no âmbito das políticas públicas de cultura, a Associação Mucury Cultural em parceria com a Artéria Cultura e Cidadania (DF) criou o Mapa da Cultura do Vale do Mucuri. 

O objetivo é dar maior visibilidade às ações desenvolvidas, às instituições e aos trabalhadores da cultura. Esse mapeamento da dinâmica cultural, manifestações, agentes, produtores, gestores, equipamentos e locais de fruição cultural no nordeste de Minas Gerais permite uma visão ampliada do cenário. Há diversas iniciativas, projetos, ações e trabalhadores da cultura espalhados em toda a região e mapear esse ambiente é o primeiro passo para integrar com eficiência os agentes para o desenvolvimento do setor cultural.

Extensão audiovisual no interior

A  Mucury Cultural leva alguns dos principais festivais de cinema de Belo Horizonte (e do país) para a região nordeste do estado. Já passaram por Teófilo Otoni o ForumDoc, Festival de Curtas de BH, MUMIA – Mostra Udigridi Mundial de Animação e Festival do Minuto.

Coletivo de entidades

O Fórum da Música de Minas Gerais estimula o diálogo entre a cadeia produtiva da música mineira e os poderes públicos e privados. Atualmente, reúne as entidades AAMMUCE (Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina), FEM (Fora do Eixo Minas), Grupo Cultural NUC, Rede Catitu, SIM (Sociedade Independente da Música), VALEMAIS - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha e Associação Mucury Cultural. 

O Música Minas está voltado para a estruturação e o desenvolvimento da cadeia produtiva da música produzida em Minas Gerais. O programa foi lançado em 2009, por meio de uma parceria inédita e bem-sucedida entre a sociedade civil e o poder público estadual. É mantido por um convênio entre as entidades do Fórum da Música e a Secretaria de Estado de Cultura, com dotação orçamentária do Governo de Minas.

Retirado do site do Programa Música Minas em 10/10/13 do endereço:

http://musicaminas.com/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=102

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Carta resposta do Fórum da Música de Minas Gerais à Petição Pública intitulada “Pela democratização do Fórum da Música de Minas”

O Fórum da Música de Minas Gerais é um espaço de discussão e diálogo entre entidades representativas do setor musical para o desenvolvimento e manutenção de projetos e ações que visam à organização da Cadeia Produtiva da música em Minas Gerais. Iniciou suas atividades em 2008, a partir da reunião de quatro entidades (AAMUCE, AMMIG, SIM e COMUM). Atualmente o Fórum é composto por sete entidades (AAMUCE, SIM, COMUM, Fora do Eixo, Rede Catitu, Grupo Cultural NUC e Instituto Vale Mais), que representam a diversidade musical do nosso Estado. Entre as suas atividades, destaca-se a gestão do Música Minas (PMM), programa complementar da política pública cultural de posicionamento e promoção de nossa música, realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura.

A partir destas considerações iniciais, o Fórum da Música de Minas Gerais se posiciona em relação à Petição Pública intitulada “Pela democratização do Fórum da Música de Minas”.

Ponto 1) Por seu regimento interno, constituído no primeiro ano de atividade, o Fórum garante seu processo democrático através de entidades registradas, sem fins lucrativos, devidamente cadastradas, que indicam seus representantes para as reuniões ordinárias. Essas reuniões são deliberativas e acontecem todas as terças feiras, sendo elas a instância de tomada de decisão estipulada pelo referido regimento.

Para estabelecer o diálogo permanente do Fórum com a classe musical, são realizadas consultas públicas que orientam os editais abertos pelo Programa Música Minas desde 2009. Em 2012, além dessas consultas, realizou-se ainda a apresentação do Plano de Trabalho do PMM proposto para 2013.

Com o objetivo de ampliar ainda mais o diálogo transparente com a classe musical, os relatórios parciais referentes à gestão 2012 do PMM, foram disponibilizados no site www.musicaminas.com, possibilitando aos interessados o acompanhamento dos resultados dos trabalhos desenvolvidos até então. Além disso, os usuários cadastrados no site recebem informativos periódicos sobre as principais ações do Programa e as oportunidades geradas para os agentes da cadeia produtiva.

No próximo dia 28/01 será realizado o primeiro encontro do Fórum com o setor neste ano, para debater seus próximos passos em 2013.

Ponto 2) Historicamente, o Fórum vem reduzindo a participação de representantes das entidades no corpo técnico de gestão do PMM. No primeiro ano, os gestores eram vinculados às diretorias das entidades, o que se justificou considerando o início de um programa inédito e a necessidade de efetivação desse novo modelo de relação entre o poder público e a sociedade civil. Com a consolidação do PMM, o princípio primordial que norteia a escolha dos nomes que irão compor o Núcleo Gestor é a qualificação técnica dos profissionais. Atualmente, dos seis gestores contratados, apenas o Coordenador Geral, que é o responsável pela assinatura do convênio com a Secretaria de Estado de Cultura, ocupa cargo de dirigente legal da entidade convenente. Além disso, 50% dos gestores não são representantes de qualquer das entidades integrantes do Fórum.

Ponto 3) O Fórum da Música de Minas Gerais rechaça a acusação feita indevidamente contra a lisura dos procedimentos que norteiam suas atividades. Todos os processos de prestação de contas foram apresentados e estão disponíveis nos organismos de fiscalização e controle competentes.

Assim, qualquer cidadão tem o dever de acionar o Ministério Público, caso tenha conhecimento de alguma irregularidade, e, ao fazê-lo, deve assumir as responsabilidades pelas acusações. A ausência de citações claras aos fatos coloca esta petição e suas acusações como um ato irresponsável que será levado pelo Fórum às instâncias cabíveis.

Diante destes três pontos, o Fórum da Música de Minas Gerais reafirma seu compromisso com seu processo histórico de construção de um ambiente democrático para a constituição de políticas públicas e organização do setor musical de nosso estado. O Fórum e o PMM são reconhecidos nacional e internacionalmente como referência de atuação e inovação cultural. Essa construção coletiva e seu processo político estão em permanente aperfeiçoamento. O Fórum segue aberto à participação de novas entidades representativas e acreditamos ser fundamental que novos grupos solicitem sua entrada e somem forças nesta construção.

Atenciosamente,

Fórum da Música de Minas Gerais

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