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sábado, 20 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Apresentação do Mapa da Cultura do Vale do Mucuri em Frei Gaspar
No dia 04/08 o Mapa da Cultura do Vale do Mucuri foi apresentado no município de Frei Gaspar, num encontro entre agentes culturais locais, Prefeitura Municipal de Frei Gaspar, Polo de Inovação de Teófilo Otoni e Associação Mucury Cultural.
O encontro organizado por Sema Metzker, Coordenadora de Projetos do Polo de Inovação de Teófilo Otoni e Elmiro Esperendeus de Matos, Assessor da Prefeitura Municipal, teve por tema o “Mapeamento da Economia Criativa de Frei Gaspar”, trabalho que vem sendo realizado no município pelo Polo. Na oportunidade, foi apresentada a Associação Mucury Cultural e seu representante, Bruno Bento que discorreu sobre o projeto do Mapa da Cultura, que tem por objetivo:
Mapear, georreferenciar e divulgar a dinâmica cultural do Vale do Mucuri, a partir da identificação de atividades e equipamentos culturais em plataforma amigável baseada em software livre e autoalimentada por grupos, entidades, agentes, artistas, produtores e gestores culturais;
Bento também expôs a importância das parcerias para o desenvolvimento do Mapa, salientando a construção de uma rede, entre as quais o Polo de Inovação e a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri-UFVJM fazem parte, e agora a Prefeitura Municipal de Frei Gaspar.
Para o trabalho local, a Prefeitura disponibilizará estrutura e recursos humanos capacitados em georreferenciamento que darão suporte à equipe do Polo de Inovação e agentes culturais locais.
Haverá nesta segunda-feira, 11/08, um segundo encontro com agentes locais para uma oficina de utilização do Mapa e para inserção de dados no OpenStreetMap, mapa de plataforma livre no qual o Mapa da Cultura baseia-se.
Para saber mais e acessar o tutorial do Mapa da Cultura do Vale do Mucuri, clique aqui.
Para acessar o Mapa da Cultura do Vale do Mucuri, clique aqui.
terça-feira, 8 de julho de 2014
“Incelente Maravia”: Festival da Cultura Quilombola de São Julião
Incelente Maravia.
Esta é a melhor expressão para avaliarmos o I Festival da Cultura Quilombola de São Julião realizado entre os dias 24 e 28 deste último mês de junho. A Comunidade Quilombola de São Julião recebeu dezenas de visitantes de vários locais de Minas Gerais e do país, além de seus filhos, netos e amigos de vários cantos para uma grande festa, a celebração da amizade, união, luta e identidade este povo formado por bravas mulheres e fortes homens pretos, brancos e tantas mais cores de lá.
O festival teve início com missa, casamento e batizados, carregada de significados e resgates de tradições locais, cortejo da noiva acompanhada de sanfona, violas, violões e foguetório. Tudo terminando na poeira de um forró democrático e lindo.
Na quarta-feira, enquanto a estrutura era preparada para o Encontro de Violeiros e apresentação locais, as oficinas de Poesia, Iniciação Artística, Brinquedos e Brincadeiras, Construção de Instrumentos, Dança e Cerâmica contaram com a presença predominante das crianças, abundantes em São Julião. Os resultados excelentes foram apresentados no dia 27.
O 3º Encontro de Violeiros de São Julião contou com a participação do anfitrião Pereira da Viola, Joaci Ornelas, Quincas da Viola, Gabriel Violeiro e Bilora, num truvejo lindo durante os dois dias de apresentações.
As noites ainda contaram com mostras das oficinas e com apresentações de Rangelito Rodrigues, Tau Brasil, Xingu e Orlando Pereira, também leitura de poesias compostas na oficina ministrada pelo poeta Cláudio Bento, performance das mulheres da comunidade que fizeram uma grande roda de jogo de versos e uma homenagem à história de amor, luta e beleza de Pai João Preto e Mãe Augusta a quem o festival foi dedicado.
Contamos com a presença do Deputado Federal Nilmário Miranda, que destinou uma emenda parlamentar para a construção da Casa do Batuque Pai João Preto, os vereadores Daniel Sucupira (Teófilo Otoni) e Marcus Vinícius (Itaobim), o Gerente de Atendimento e Articulação Regional da Petrobras, Guilherme Carvalho, o representante do Fórum da Música de Minas Gerais e do FdE, Gabriel Murilo, representantes das Comunidades Quilombolas dos Marques (Carlos Chagas) e da Água Preta de Cima (Ouro Verde de Minas), a Diretora de Extensão e Cultura da UFVJM, professora Silvia Canôas e a Coordenadora do Curso de Serviço Social da UFVJM, professora Vanessa Juliana da Silva, entre outros que compartilharam destes momentos tão importantes para a afirmação identitária comunidade de São Julião e das comunidades quilombolas do Vale do Mucuri.
Patrocinado pela Petrobras e pelo Governo de Minas, através do Programa Música Minas, o festival foi realizado pelo VALEMAIS - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha, Picuá Produções, Associação Quilombola Vaz Pereira, Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni através da Secretaria Municipal de Cultura e Patrimônio Histórico, e Associação Mucury Cultural.
O I Festival da Cultura Quilombola manifestou e contribuiu para o processo de valorização identitária, de sua história de resistência e de luta da comunidade de São Julião. Foi uma grande festa da cultura popular e da cultura quilombola.
Ainda prestou-se homenagem ao Pai João Preto, que dedicou sua vida a lavrar a terra, a cultura popular na luta por uma vida melhor, justa e pacífica para sua comunidade. Também à Mãe Augusta, matriarca da Comunidade Quilombola de São Julião que nos deixou no último mês de abril, juntando-se ao seu companheiro Pai João Preto.
Viva Pai João Preto e Mãe Augusta!
Viva a cultura popular!
Viva São Julião!
Viva a Cultura Quilombola!
Viva o Vale do Mucuri!
sábado, 21 de junho de 2014
Festival da Cultura Quilombola de São Julião
O I Festival da Cultura Quilombola manifesta a necessidade da comunidade de valorizar-se a si, a seus semelhantes e à sua história de resistência e de luta. Esta proposta é de uma grande celebração da cultura popular e da cultura quilombola por meio da música, oficinas, culinária, artesanato e outras manifestações locais e convidadas, tais como folias, batuques, artesanato e culinária, o III Encontro de Violeiros da Comunidade Quilombola de São Julião e ações de valorização da cultura quilombola.
O festival acontecerá entre os dias 24 e 28 de junho de 2014. Nesta data comemora-se o aniversário de nascimento de João Preto, ou Pai João, o patriarca dos Pereira. Por isso, esta data carrega grande simbolismo para a comunidade de São Julião e todos os que lutam pela justiça e paz neste Mucuri. João Preto dedicou sua vida a lavrar terra, cultura e religiosidade populares e à luta por uma vida melhor, justa e pacífica na sua comunidade. Esta luta hoje é continuada e ampliada para a questão quilombola pela a Associação Quilombola Vaz Pereira, composta pelos Vaz, Pereira e Paraguai.
O festival prestará ainda homenagem à Mãe Augusta, a matriarca da Comunidade Quilombola de São Julião que se encantou no último mês de abril, juntando-se ao seu Pai João Preto.
Viva Pai João Preto e Mãe Augusta!
Viva a cultura popular!
Viva São Julião!
Viva a Cultura Quilombola!
SERVIÇO
Evento: Festiva da Cultura Quilombola de São Julião
Data: 24 a 28 de junho de 2014
Programação: aqui.
Informações: contato@mucurycultural.org | Página do Facebook da Associação Mucury Cultural | 33-8850-3330
Obs.: Para o pernoite e alimentação é necessário que se confirme através do e-mail: contato@mucurycultural.org.
Como chegar?
O acesso à Comunidade de São Julião II pode ser feito através da linha de ônibus da empresa Vale do Mucury com destino ao povoado de Maravilha que sai, de segunda a sábado, da Estação Rodoviária de Teófilo Otoni às 14h:30min. Às segundas, quartas e sextas-feiras este ônibus chega ao Centro Comunitário de São Julião II.
Se chover, o ônibus não circula, entretanto há possibilidade de agendamento com a Van que faz o mesmo trajeto, o contato é com Dica no telefone 3388323107, a saída é de segunda a sexta-feira às 13h:30min.
Para quem tem transporte próprio, pode usar estes arquivos para orientação:
Trilha GPS - Trilha BR/MG 418 (Estrada do Boi) à Comunidade Quilombola de São Julião II. Esta trilha inicia-se na entrada para a Estrade para o Povoado de Brejão, logo após a passagem pelo distrito de Pedro Versiani (sentido TO - Sul da Bahia).
Mapa OpenStreetMap.
Mapa Google Maps.
Mapa Google Earth.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Fórum da Música de Minas Gerais amplia participação do interior
Do Música Minas
As discussões encabeçadas pelo Fórum da Música de Minas Gerais para o aprimoramento das políticas públicas no setor ganham um importante aliado a partir de agora, com a entrada da Associação Mucury Cultural no grupo de entidades que compõem o FMMG.
Com isso, a região nordeste de Minas Gerais passa a ter mais uma instância privilegiada de interlocução na formulação de propostas que fortaleçam a cadeia criativa e produtiva da música no Estado, ao lado da VALEMAIS – Instituto Sociocultural do Vale do Jequitinhonha, atual gestora do Música Minas, o programa complementar de fomento à música mantido por meio de convênio entre sociedade civil e Governo de Minas, via Secretaria de Estado de Cultura.
AAssociação Mucury Cultural é uma instituição sem fins lucrativos destinada à pesquisa, produção cultural e promoção do patrimônio material e imaterial do Vale do Mucuri. O objetivo principal da associação é valorizar a região, sua história, memória e cultura.
Fundada em 2007, a Mucury Cultural contribui no desenvolvimento do setor cultural e da economia criativa local por meio de produção, gestão, pesquisa, promoção, articulação, profissionalização e formação de público.
Para o diretor geral da Associação Mucury Cultural, Bruno Dias Bento, a importância de tomar parte do Fórum da Música é representar o Vale do Mucuri na construção de políticas públicas inclusivas e abrangentes, ampliando as chances de participação de produtores e artistas dessas regiões em ações como as que são mantidas pelo Programa Música Minas, além de desenvolver propostas conjuntas que beneficiem cada vez mais os agentes culturais do interior.
“Somos uma entidade da sociedade civil envolvida na discussão e proposição de ações, projetos e programas para o fortalecimento da cadeia produtiva da música mineira, e estamos a postos para contribuir”, explica Dias Bento.
A associação mantém uma revista, um canal de notícias na web e uma rádio como instrumentos de comunicação para veiculação de conteúdo sobre o cenário artístico-cultural do nordeste de Minas Gerais.
Com vasta experiência, tendo em seu portfólio mais de 90 produções em diversas áreas como música, teatro, cinema, literatura, entre outros, a Associação Mucury Cultural,desenvolve atualmente 16 projetos e três festivais na região.
Construção compartilhada de políticas públicas
O Fórum da Música de Minas Gerais é um espaço de discussão e articulação formado por entidades sem fins lucrativos, atuantes e representativas dos profissionais da cadeia produtiva da música de Minas Gerais.
Trata-se de uma organização civil, voluntária, apartidária e auto-gestora, dedicada a propor e gerir projetos, debates, encontros, programas e parcerias em prol da cadeia produtiva da música mineira.
Conheça alguns projetos da Mucury Cultural
Festival Encontro de Violeiros
A Associação Mucury Cultural produz artistas, lançamento de discos, realiza shows e o Encontro de Violeiros. As duas primeiras edições do festival aconteceram em Teófilo Otoni --uma delas, na comunidade rural de São Julião.
Mapa da Cultura do Vale do Mucuri
Para contribuir na obtenção de informações e indicadores culturais que subsidiam projetos e propostas, assim como facilitar o trabalho do poder público no fomento de programas culturais e ações estruturadoras no âmbito das políticas públicas de cultura, a Associação Mucury Cultural em parceria com a Artéria Cultura e Cidadania (DF) criou o Mapa da Cultura do Vale do Mucuri.
O objetivo é dar maior visibilidade às ações desenvolvidas, às instituições e aos trabalhadores da cultura. Esse mapeamento da dinâmica cultural, manifestações, agentes, produtores, gestores, equipamentos e locais de fruição cultural no nordeste de Minas Gerais permite uma visão ampliada do cenário. Há diversas iniciativas, projetos, ações e trabalhadores da cultura espalhados em toda a região e mapear esse ambiente é o primeiro passo para integrar com eficiência os agentes para o desenvolvimento do setor cultural.
Extensão audiovisual no interior
A Mucury Cultural leva alguns dos principais festivais de cinema de Belo Horizonte (e do país) para a região nordeste do estado. Já passaram por Teófilo Otoni o ForumDoc, Festival de Curtas de BH, MUMIA – Mostra Udigridi Mundial de Animação e Festival do Minuto.
Coletivo de entidades
O Fórum da Música de Minas Gerais estimula o diálogo entre a cadeia produtiva da música mineira e os poderes públicos e privados. Atualmente, reúne as entidades AAMMUCE (Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina), FEM (Fora do Eixo Minas), Grupo Cultural NUC, Rede Catitu, SIM (Sociedade Independente da Música), VALEMAIS - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha e Associação Mucury Cultural.
O Música Minas está voltado para a estruturação e o desenvolvimento da cadeia produtiva da música produzida em Minas Gerais. O programa foi lançado em 2009, por meio de uma parceria inédita e bem-sucedida entre a sociedade civil e o poder público estadual. É mantido por um convênio entre as entidades do Fórum da Música e a Secretaria de Estado de Cultura, com dotação orçamentária do Governo de Minas.
Retirado do site do Programa Música Minas em 10/10/13 do endereço:
http://musicaminas.com/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=102



