Mostrando postagens com marcador CULTURA POPULAR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CULTURA POPULAR. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

2º Mucuriarte, em Poté

SAVE-THE-DATE_mucuriarteEste ano teremos o 2º Mucuriarte – Festival de Cultura do Vale do Mucuri, e será em Poté
O Festival é o resultado de um esforço coletivo de agentes, produtores, entidades culturais e artistas da região materializado na fundação do Instituo Válido Mucuri no ano de 2013, nesta edição, conta com a parceria da Associação Mucury Cultural, que juntos têm por missão atuar na valorização das culturas e identidades do Vale do Mucuri. Contamos ainda com a parceria da Prefeitura Municipal de Poté, Lapa Ação Cultural e patrocínio do Governo de Minas Gerais por meio da Secretaria de Estado de Cultura e do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas-IDENE.
O 2º Mucuriarte é a continuidade da parceira e articulação com os diversos segmentos e agentes culturais da região e do estado, dando visibilidade à cultura regional do Vale do Mucuri, possibilitando fruição cultural à população por meio de uma programação democrática e diversa com apresentações musicais e teatrais, feira de artesanato, festival da canção, noite literária, oficinas, debates e encontro de grupos de cultura popular.
Nesta edição será retomado o Fórum Regional de Cultura do Vale do Mucuri um importante espaço de debate e reflexão sobre a dinâmica cultural da região, seus potenciais, limites e demandas, que teve como resultado de sua primeira edição a criação Festival Mucuriarte. Na segunda edição, o fórum contará com rodas de conversa e grupos de trabalho que apresentarão e debaterão propostas para o desenvolvimento setorial da cultura na região.
O município de Poté se originou a partir do território indígena às margens do rio homônimo em 1837, emancipando-se de Teófilo Otoni em 1938. O vale do Mucuri, em sua conformação atual, tem origem na ocupação não índia iniciada com o objetivo de ligar Minas ao mar, por meio das Cias de Comércio e Navegação do Mucuri e de Estrada de Ferro Bahia e Minas. Aos Borun e Maxakali, juntaram-se negros, imigrantes provenientes do Vale do Jequitinhonha e da região Nordeste do Brasil, europeus, asiáticos e de outras regiões, contribuindo para a construção desta região marcada pela diversidade cultural manifesta na música, culinária, artesanato, religiosidade e cultura populares através das Folias, Batuques e Contradanças.
  • Estão abertas as inscrições para as oficinas do 2º Mucuriarte, até esta segunda-feira, 14/12! Para os detalhes e inscrições, clique neste link: https://goo.gl/eDY7kZ. As Inscrições para as Oficinas se encerram no dia 10 de dezembro, ou quando acabarem as vagas.

 

A programação:

Obs.: Café da Manhã, Almoço e Jantar serão oferecidos somente aos inscritos nas oficinas não residentes em Poté
Dia 15 – Terça-Feira:
  • 07:00 – Café da Manhã
  • 08:00 – Abertura e funcionamento da Secretaria do Mucuriarte/Credenciamento
    • A secretaria do Mucuriarte funcionará no prédio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, na Praça Frei Gaspar, nº 358.
  • 12:00 – Almoço
  • 14:00 – Início das Oficinas
  • 18:00 – Grupo de Teatro Jovens Cênicos – “Escuta aqui seu Ladrão” – Teatro Municipal – Público 14 anos
  • 20:00 – Jantar
  • 21:00 – Barraca Mucuriarte
  • 21:00 – Encontro de Violeiros e Sanfoneiros de Poté
Dia 16 – Quarta-Feira:
  • 07:00 – Café da Manhã
  • 08:00 – Oficinas
  • 12:00 – Almoço
  • 14:00 –  Abertura da Feira de Artesanato
  • 17:00 – Grupo de Teatro Expressão Poteni – “O Casamento do Palhaço” – Teatro Municipal – Público Infanto-Juvenil
  • 19:00 – Jantar
  • 20:00 – Noite Literária
  • 22:00 – Vinícius Medina
  • 23:00 – Maurício Tizumba e o Tambor Mineiro
  • 24:00 – Barraca Mucuriarte
Dia 17 – Quinta-Feira:
  • 07:00 – Café da Manhã
  • 08:00 – Oficinas
  • 12:00 – Almoço
  • 14:00 – Abertura do 2º Fórum Regional de Cultura
    • Roda de Conversa: O Instituto Válido Mucuri
  • 17:00 – Grupo Teatral Dramédia - Escola de Machos – Teatro Municipal – Público 16 anos
  • 18:00 - Insólito Cia de Teatro – Alígero – Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Poté – Público 14 anos
  • 19:00 – Jantar
  • 20:00 – Primeira Eliminatória do Festival de Música
  • 21:30 – Sérgio Moreira
  • 22:30 – Bilora
  • 24:00 – Barraca Mucuriarte
Dia 18 – Sexta-Feira:
  • 07:00 – Café da Manhã
  • 08:00 – Oficinas
  • 12:00 – Almoço
  • 15:00 –2º Fórum Regional de Cultura
    • Tema: A Cultura no Mucuri – uma reflexão sobre o setor cultural na região
  • 17:00 – Ícaros do Vale Cia de Teatro - “A Filha que bateu na mãe, Sexta-Feira da Paixão e virou cachorra” – Academia de Saúde, próximo ao Estádio Municipal –  Público Livre
  • 18:00 – Grupo In-Cena de Teatro – “Uma História sem Pé nem Cabeça” – Teatro Municipal – Público Infantil
  • 19:00 – Jantar
  • 20:00 – Segunda Eliminatória do Festival de Música
  • 21:30 – Lima Júnior
  • 22:30 – Pereira da Viola
  • 24:00 – Barraca Mucuriarte
Dia 19 – Sábado:
  • 07:00 – Café da Manhã
  • 09:00 – Assembleia Geral do Instituto Válido Mucuri
  • 11:00 – Mostra de Oficinas
  • 12:00 – Almoço
  • 14:00 – Cortejo de Grupos de Cultura Popular
  • 17:00 – Grupo Teatro Arte Vida – “PARATIBUM” – Academia de Saúde, próximo ao Estádio Municipal –  Público Infantil
  • 18:00 - Grupo de Teatro Formosa Arte – “Grito do Maxakali” – Anfiteatro – Academia de Saúde, próximo ao Estádio Municipal – Público Livre
  • 19:00 – Jantar
  • 20:00 – Final do Festival de Música
  • 21:30 – Zé da Guiomar
  • 23:00 – Tau Brasil
  • 24:00 – Barraca Mucuriarte
Serviço
  • Evento: 2º Mucuriarte
  • Agenda: de 15 a 19 de dezembro de 2015, em Poté, Vale do Mucuri/MG
  • Acesso: gratuito, sem restrições de faixa etária
  • Informações para o público: (33) 3525-1328, (33) 98886-4097, facebook.com/associacaomucurycultural, facebook.com/validomucuri
  • Realização: Instituto Válido Mucuri, Associação Mucury Cultural, Lapa Ação Cultural
    e Prefeitura de Poté
  • Patrocínio: Governo de Minas por meio da Secretaria de Estado de Cultura e do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas-IDENE
  • Informações para imprensa: (33) 98886-4097, contato@mucurycultural.org 
Leia Mais ►

domingo, 20 de setembro de 2015

As Culturas Populares em Debate no Vale do Mucuri

 

FLYER-EMCP-148mmX210mm

Celebrar as tradições ancestrais dos povos do Vale do Mucuri é o objetivo da primeira edição do “Encontro Mineiro de Cultura Popular”, um evento inédito que pretende valorizar, difundir e articular ações de preservação da rica memória das comunidades tradicionais de toda a região. De 25 a 27 de setembro, Teófilo Otoni receberá feira de artesanato, shows, debates e um grande cortejo com os principais grupos de cultura popular do leste e do nordeste de Minas Gerais.

As culturas populares são as formas pelas quais as comunidades se relacionam com seu ambiente, e suas expressões se dão por meio de inúmeras manifestações, como a música, o artesanato, a religiosidade, a cultura alimentar e a forma como se vestem, seus sotaques e casos. As culturas populares são como as comunidades espontaneamente digerem a realidade, criando sua própria visão de mundo.

Entretanto, essas culturas ainda são quase invisíveis, seja pela ausência de políticas públicas que deem conta de suas identidades e complexidades, seja pelo desprezo dos grandes meios de comunicação. Mesmo assim, são as culturas populares que inundam o mundo com seus repertórios, cores e sabores.

O Encontro Mineiro de Cultura Popular, cumprindo os objetivos do Plano Setorial das Cultura Populares, pretende debater e celebrar a diversidade cultural de que é composto o Vale do Mucuri.

O ambiente atual é bastante propício para o debate sobre as identidades que formam o Mucuri, a contribuição da diversidade das comunidades e povos que constroem essa região. A participação das comunidades tradicionais, principalmente as quilombolas e indígenas são importantes para o sucesso deste encontro e dos seus desdobramentos, maior intercâmbio entre as comunidades, maior visibilidade e a inclusão da pauta das culturas populares na agenda política local e regional, fundamentais para o reconhecimento, fortalecimento e promoção das identidades.

O Encontro foi viabilizado por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, será realizado pela Associação Mucury Cultural, Lapa Ação Cultural, Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, com o patrocínio da Petrobras e apoio do IDENE, Cimos-Mucuri/MPMG e UFVJM.

 

Programação

O Encontro acontecerá entre os dias 25 e 27 de setembro de 2015 e trará debates, cortejo de grupos da cultura popular (ternos de folia, grupos de batuques e bois), feira de artesanato e shows – tudo isso com entrada franca.  

A programação tem início com a abertura da feira de artesanato com destaque para a produção da cerâmica, artesanato em tecido e a arte indígena. Artesãos de cidades dos vales do Mucuri, Jequitinhonha e Rio Doce irão expor seus trabalhos na Praça Germânica, no centro de Teófilo Otoni. No mesmo espaço, as duas primeiras noites serão dedicadas a shows com grandes nomes da música do Mucuri como Pereria da Viola e Bilora, além dos cantores e compositores Abraão Xingú e Mestre Dema.

No sábado, dia 26, manhã e tarde serão dedicados aos debates no Campus Mucuri da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. As Culturas Populares e Tradicionais serão discutidas nas mesas “Identidades no Vale do Mucuri” e “Rumos e Resistências”, com a presença de representantes das comunidades quilombolas e povos indígenas, pesquisadores, agentes culturais e representantes do Ministério da Cultura, Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais e Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni.

Dia 27, domingo, o evento segue com um cortejo na Praça Tiradentes durante a manhã. Ao todo serão cerca de 10 grupos de cultura popular, entre eles Batuque Pai João Preto (São Julião/Teófilo Otoni), Grupo de Batuques do Córrego do Norte (Santa Helena de Minas), Terno de Reis de Fronteira dos Vales, Folia de Reis Maria do Bode (Almenara), Grupo Folclórico os Coquis (Rubim), Os meninos e o Boi (Rubim) e Grupo de Batuque dos Quilombolas de Ouro Verde Minas (Ouro Verde de Minas), representando diversas cidades da região e também algumas do Vale do Jequitinhonha – cuja influência nas tradições de origem negra foram fundamentais para a identidade das comunidades do Mucuri.

 

Serviço

- Evento: Encontro Mineiro de Cultura Popular
- Agenda: de 25 a 27 de setembro de 2015, em Teófilo Otoni, Vale do Mucuri/MG
- Acesso: gratuito, sem restrições de faixa etária
- Informações para o público: (33) 3529-3061 e culturapopular.mucurycultural.org

- Realização: Associação Mucury Cultural, Lapa Ação Cultural
e Prefeitura de Teófilo Otoni
- Patrocínio: Petrobras e Governo de Minas
- Apoio: Cimos-Mucuri/MPMG e UFVJM
- Incentivo: Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais

- Informações para a imprensa: (33) 8886-4097 e imprensa@lapacultural.com.br

Leia Mais ►

terça-feira, 8 de julho de 2014

“Incelente Maravia”: Festival da Cultura Quilombola de São Julião

Incelente Maravia.

Esta é a melhor expressão para avaliarmos o I Festival da Cultura Quilombola de São Julião realizado entre os dias 24 e 28 deste último mês de junho. A Comunidade Quilombola de São Julião recebeu dezenas de visitantes de vários locais de Minas Gerais e do país, além de seus filhos, netos e amigos de vários cantos para uma grande festa, a celebração da amizade, união, luta e identidade este povo formado por bravas mulheres e fortes homens pretos, brancos e tantas mais cores de lá.

O festival teve início com missa, casamento e batizados, carregada de significados e resgates de tradições locais, cortejo da noiva acompanhada de sanfona, violas, violões e foguetório. Tudo terminando na poeira de um forró democrático e lindo.

Na quarta-feira, enquanto a estrutura era preparada para o Encontro de Violeiros e apresentação locais, as oficinas de Poesia, Iniciação Artística, Brinquedos e Brincadeiras, Construção de Instrumentos, Dança e Cerâmica contaram com a presença predominante das crianças, abundantes em São Julião. Os resultados excelentes foram apresentados no dia 27.

O 3º Encontro de Violeiros de São Julião contou com a participação do anfitrião Pereira da Viola, Joaci Ornelas, Quincas da Viola, Gabriel Violeiro e Bilora, num truvejo lindo durante os dois dias de apresentações.

As noites ainda contaram com mostras das oficinas e com apresentações de Rangelito Rodrigues, Tau Brasil, Xingu e Orlando Pereira, também leitura de poesias compostas na oficina ministrada pelo poeta Cláudio Bento, performance das mulheres da comunidade que fizeram uma grande roda de jogo de versos e uma homenagem à história de amor, luta e beleza de Pai João Preto e Mãe Augusta a quem o festival foi dedicado.

Contamos com a presença do Deputado Federal Nilmário Miranda, que destinou uma emenda parlamentar para a construção da Casa do Batuque Pai João Preto, os vereadores Daniel Sucupira (Teófilo Otoni) e Marcus Vinícius (Itaobim), o Gerente de Atendimento e Articulação Regional da Petrobras, Guilherme Carvalho, o representante do Fórum da Música de Minas Gerais e do FdE, Gabriel Murilo, representantes das Comunidades Quilombolas dos Marques (Carlos Chagas) e da Água Preta de Cima (Ouro Verde de Minas), a Diretora de Extensão e Cultura da UFVJM, professora Silvia Canôas e a Coordenadora do Curso de Serviço Social da UFVJM, professora Vanessa Juliana da Silva, entre outros que compartilharam destes momentos tão importantes para a afirmação identitária comunidade de São Julião e das comunidades quilombolas do Vale do Mucuri.

Patrocinado pela Petrobras e pelo Governo de Minas, através do Programa Música Minas, o festival foi realizado pelo VALEMAIS - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha, Picuá Produções, Associação Quilombola Vaz Pereira, Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni através da Secretaria Municipal de Cultura e Patrimônio Histórico, e Associação Mucury Cultural.

O I Festival da Cultura Quilombola manifestou e contribuiu para o processo de valorização identitária, de sua história de resistência e de luta da comunidade de São Julião. Foi uma grande festa da cultura popular e da cultura quilombola.

Ainda prestou-se homenagem ao Pai João Preto, que dedicou sua vida a lavrar a terra, a cultura popular na luta por uma vida melhor, justa e pacífica para sua comunidade. Também à Mãe Augusta, matriarca da Comunidade Quilombola de São Julião que nos deixou no último mês de abril, juntando-se ao seu companheiro Pai João Preto.

Viva Pai João Preto e Mãe Augusta!

Viva a cultura popular!

Viva São Julião!

Viva a Cultura Quilombola!

Viva o Vale do Mucuri!

Veja as fotos aqui e aqui.

Leia Mais ►

terça-feira, 13 de maio de 2014

O I Festival da Cultura Quilombola de São Julião está chegando

PARA_BLOG_cultura

O Festival

O I Festival da Cultura Quilombola São Julião é o amadurecimento de uma celebração que já ocorre desde 2011 na Comunidade Rural de São Julião realizada pela Associação Quilombola Vaz Pereira. Naquele ano ocorreu o I Encontro de Violeiros da Comunidade Quilombola de São Julião, convidados por Pereira da Viola que num atípico frio de agosto, festejou junto à sua comunidade e várias outras do entorno, a riqueza, beleza e diversidade da Cultura Popular de várias regiões das Minas e do Brasil, já que haviam convidados de diversos lugares, muita música e diversas oficinas na Incelente Maravia da festança, as manifestações de São Julião também foram valorizadas e tiveram seu lugar de destaque garantido, a realização contou com a participação da Associação Quilombola Vaz Pereira e da Associação Comunitária São Julião II.

Em 2012 com a parceria do Núcleo de Estudos Afrobrasileiros, Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni e Associação Mucury Cultural o II Encontro de Violeiros da Comunidade Quilombola de São Julião ganhou uma versão em Teófilo Otoni, foram mais de 16 atrações, entre músicos, contadores de causo, violeiros e cantadores convidados e a festa novamente conduzida pelo anfitrião Pereira da Viola, na comunidade, repetiram-se os shows e aconteceram diversas oficinas, parte das ações socioculturais do Instituto VivaViola, projeto desenvolvido a partir do Projeto VivaViola – composto por Pereira da Viola, Bilora, Wilson Dias, Joaci Ornelas, Gustavo Guimarães e Chico Lobo.

O I Festival da Cultura Quilombola manifesta a necessidade da comunidade de valorizar-se a si, a seus semelhantes e à sua história de resistência e de luta. Esta proposta é de uma grande celebração da cultura popular e da cultura quilombola por meio da música, de oficinas, culinária, artesanato e outras manifestações locais e convidadas, tais como mestres de folia, folias, batuques, artesanato e culinária, o III Encontro de Violeiros da Comunidade Quilombola de São Julião, oficinas e ações de valorização da cultura quilombola.

O festival acontecerá entre os dias 24 e 28 de junho de 2014. Nesta data comemora-se o aniversário de nascimento de João Preto, ou Pai João, o patriarca dos Pereira. Por isso, esta data carrega grande simbolismo para a comunidade de São Julião e todos os que lutam pela justiça e paz neste Mucuri.

João Preto dedicou sua vida a lavrar terra, cultura e religiosidade populares e à luta por uma vida melhor, justa e pacífica na sua comunidade. Esta luta hoje é continuada e ampliada para a questão quilombola pela a Associação Quilombola Vaz Pereira, composta pelos Vaz, Pereira e Paraguai.

O festival prestará ainda homenagem à Mãe Augusta, a matriarca da Comunidade Quilombola de São Julião que encantou-se no último mês de abril, juntando-se ao seu Pai João Preto.

 

Viva Pai João Preto e Mãe Augusta!

Viva a cultura popular!

Viva São Julião!

Viva a Cultura Quilombola!

Programação

  • Abertura e recepção

Data: 24/06

Horário: 14h

  •  Oficinas (para a comunidade):

Data: 25 a 27/06

Horário: 14h às 18h

Público infantil

  • Brinquedos e Brincadeiras – Josino Medina e Wellison Pimenta;
  • Iniciação artística – Michelle Freitas;
  • Construção de instrumentos – Carlinhos Ferreira;

Público Adulto

  • Cerâmica – Áureo Vieira;
  • Poesia – Cláudio Bento;
  • Dança – Patrícia Sene;

Apresentação/exposição dos trabalhos realizados

Data: 28/06

Horário: 14h às 18h

Roda de Conversa com Mestres de Folia e Batuqueiros

Data: 28/06

Tema: Folias, Batuques e Tradições

Horário: 14h às 16h

Roda de Conversa com Lideranças Quilombolas

Data: 28/06

Tema: Identidades e Territórios

Horário: 16h30min às 18h30min

3º Encontro de Violeiros de São Julião

Show de convidados/artistas locais, batuque e Folia de Reis com o Grupo Pai João e mestres convidados;

Data: 27 e 28/06

Horário: 19h30 às 23h30

Leia Mais ►

terça-feira, 25 de março de 2014

Quando Cantamos e Dançamos com o Jequitinhonha

Trinta anos de "As Onhas do Jequi".

Em 1984 o Jequitinhonha desembarcava na capital mineira com a cultura popular, seus artistas grupos e agentes culturais. Aí se vão 30 anos e a capital mineira tornara-se uma parte do território cultural do Vale do Jequitinhonha, hoje não há mineiro que não conheça e as expressões culturais desta região são conhecidas mundo afora.

Para comemorar estes 30 anos, o Valemais – Instituto Sociocultural Jequitinhonha lançou o projeto “Quando o Jequitinhonha Canta e Dança”, que aconteceu em fevereiro com o seminário “Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural”. Este seminário reuniu mais de 50 cidades e quase uma centena de agentes culturais do Jequitinhonha, Mucuri, Belo Horizonte e várias partes de Minas.

A segunda parte deste projeto começará no dia 12 de abril de 2014, com a reedição do “As Onhas do Jequi” no Minascentro, com a gravação de um DVD. Esta será uma oportunidade imperdível de festejar a cultura popular. O show terá a participação de Paulinho Pedra Azul, Saulo Laranjeira, Rubinho do Vale, Frei Chico, Lira Marques, Coral Vozes das Veredas, Tadeu Franco, Gonzaga Medeiros e Tadeu Martins.

Já no dia 13, o encerramento terá outro grande show com outra comemoração, os 20 anos da carreira de Pereira da Viola com o show “Incelente Maravilha” convidando Titane, Wilson Dias, Josino Medina e Célio Sene.

É mesmo uma Incelente Maravilha, quando todos cantamos e dançamos com o Jequitinhonha!

Cartaz QJCD Shows

SERVIÇO

Evento: Quando o Jequitinhonha Canta e Dança

Data: 12 de abril de 2014 – “As Onhas do Jequi”

Hora: 20h

Data: 13 de abril de 2014 – “Incelente Maravilha”

Hora: 20h

Local: Minascentro

Endereço: Avenida Augusto de Lima, 785 – Centro – Belo Horizonte

Informações: 31-9952-3054 - www.facebook.com/InstitutoValemais

Ingressos: www.sympla.com.br/valemais

Leia Mais ►

quarta-feira, 12 de março de 2014

II Seminário de Arte Popular e Contemporânea: Relações e Olhares Possíveis

Do SESC-MG

SAPC---HEADER-CONTEUDO

APRESENTAÇÃO

O Sesc realiza, no dia 18 de março, das 9h às 17h, o II Seminário de Arte Popular e Contemporânea: Relações e Olhares Possíveis. O debate será desenvolvido no Sesc Palladium, e faz parte do projeto Ação Arte Popular e Contemporânea, que nesta 3ª edição homenageia a artista Adelícia Amorim.

O objetivo do Seminário é trazer discussões sobre aproximações, fronteiras e interseções entre os universos da arte popular e da arte contemporânea. Também, espera-se criar diálogos que possam contribuir para reflexões sobre a arte em suas diversas manifestações e tradições.

PROGRAMAÇÃO

- 8h às 9h00
Credenciamento

- 9h às 09h30
Abertura / Apresentação do Seminário

- 09h30 às 11h
Conferência I
Entre o contemporâneo e o popular: artistas e legitimação
Convidado: Frederico Morais

- 11h às 12h30
Conferência II
Entre o contemporâneo e o popular: a questão social na reflexão sobre artes e artistas
Convidado: Ricardo Gomes Lima

- 12h30 às 14h
Intervalo

- 14h às 15h
Lançamento do documentário “O Que eu Quero das Flores?” sobre a artista homenageada Adelícia Amorim.

- 15 às 17h
Roda de Conversa
Entre o contemporâneo e o popular: provocações sobre o tema
Convidados: Marta Dantas e Frei Chico
Mediadora: Maria Angélica Melendi

- 17h
Encerramento

SOBRE OS PALESTRANTES

Frederico Morais - Crítico, historiador de arte e curador independente. Publicou 41 livros sobre arte brasileira e latino-americana. Foi professor e coordenador de cursos do MAM - RJ e da Escola de Artes Plásticas do Parque Lage. Foi curador de 71 exposições e eventos de arte, entre eles “Do corpo à terra” (1970) e “Domingos de Criação” (1971)

Ricardo Gomes Lima - Doutor em Antropologia Cultural, professor do Instituto de Artes da UERJ. Dirigiu a Sala do Artista Popular e o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular / Iphan MinC. Atuou na criação do Centro de Arte Popular (CAP- CEMIG/MG) onde foi responsável pelo roteiro antropológico da exposição. Autor de livros como O povo do Candeal - caminhos da louça de barro (2012). 

Marta Dantas - Mestre em História, doutora em Sociologia e professora de História e Teorias da Arte da Universidade Estadual de Londrina-UEL. Sua produção científica perpassa pelos temas: surrealismo, arte bruta e experiência limite na arte / literatura. É autora do livro “Arthur Bispo do Rosário: a poética do delírio”.

Frei Chico - Pesquisador de gabinete e de campo lançou seis livros, dentre eles o “Dicionário da Religiosidade Popular: cultura e religião no Brasil". É sacerdote, músico (OMB) e palhaço. Ministra cursos e palestras em diversas universidades brasileiras. É membro da Comissão Mineira de Folclore.

Maria Angélica Melendi - Doutora em Literatura Comparada pela Faculdade de Letras UFMG, professora do Departamento de Artes Plásticas da UFMG e pesquisadora do CNPq. Investiga as relações entre artes visuais e política na América Latina. É autora do livro Lorenzato.

INSCRIÇÕES: aqui.

SERVIÇO

Evento: II Seminário de Arte Popular e Contemporânea: Relações e Olhares Possíveis
Data: 18 de março
Horário: das 9h às 17h.
Local: Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro).
Inscrições até 16 de março
Entrada: gratuita
Informações sobre o evento: (31) 3270-8100

Leia Mais ►

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Seminário Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural

Entre os dias 21 e 23 de fevereiro próximos acontecerá em Araçuaí o Seminário Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural.

Iniciativa do Valemais – Instituto Sociocultural do Jequitinhonha e pretende:

Articular uma rede cultural no Vale do Jequitinhonha que possa discutir seu movimento cultural, seus eventos, diretrizes, financiamento e outras atividades que englobem o fazer cultural e as diversas políticas públicas nas esferas: municipal, estadual e federal.

Participarão entidades, poder público e agentes culturais da região, numa excelente oportunidade de diálogo e troca em um movimento que ocorre há quase 40 anos e sente a necessidade de reinventar-se:

A Rede Jequitinhonha Cultural já existe desde 1978, ano em que foi lançado o Jornal Geraes. O que estamos propondo é atualizá-la aos novos tempos.

A proposta de articulação em rede é bastante pertinente, na medida em que sua atuação em forma cooperativada é mais consistente e democrática, ela – a rede – não necessita de uma estrutura institucional e burocrática próprias, além de uma baixa hierarquização, democratizando e dando novo corpo a um dos principais movimentos populares e culturais de Minas Gerais e do Brasil.

SERVIÇO

Evento: Seminário Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural

Data: 21 a 23 de fevereiro de 2014

Local: Centro Cultural Luz da Lua

Endereço: Rua dom Serafim, 426, Bairro Esplanada – Araçuaí

Inscrições: clique aqui.

Mais informações: redejequitinhonhacultural@gmail.com | facebook.com/redejequitinhonhacultural
31 3423-1940 | 31 9208-9537 | 33 3731-4432

.

Leia Mais ►

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Adiamento do Festival da Cultura Quilombola

O Festival da Cultura Quilombola será adiado em função das chuvas, que caem como há muito não se via por toda a região.

O festival acontecerá entre os dias 24 e 28 de junho de 2014. Nesta data comemora-se o aniversário de nascimento de João Preto, ou Pai João, o patriarca dos Pereira. Por isso, esta data carrega grande simbolismo para a comunidade de São Julião e todos os que lutam pela justiça e paz neste Mucuri.

João Preto dedicou sua vida a lavrar terra, cultura e religiosidade populares e à luta por uma vida melhor, justa e pacífica na sua comunidade. Esta luta hoje é continuada e ampliada para a questão quilombola pela a Associação Quilombola Vaz Pereira, composta pelos Vaz, Pereira e Paraguai.

Em breve mais informações.

Viva João Preto!

Viva a cultura popular!

Viva São Julião!

Viva a Cultura Quilombola!

Leia Mais ►

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Festival da Cultura Quilombola

O Festival

O I Festival da Cultura Quilombola São Julião é o amadurecimento de uma celebração que já ocorre desde 2011 na Comunidade Rural de São Julião realizada pela Associação Quilombola Vaz Pereira. Naquele ano ocorreu o I Encontro de Violeiros da Comunidade Quilombola de São Julião, convidados por Pereira da Viola que num atípico frio de agosto, festejou junto à sua comunidade e várias outras do entorno, a riqueza, beleza e diversidade da Cultura Popular de várias regiões das Minas e do Brasil, já que haviam convidados de diversos lugares, muita música e diversas oficinas na Incelente Maravia da festança, as manifestações de São Julião também foram valorizadas e tiveram seu lugar de destaque garantido, a realização contou com a participação da Associação Quilombola Vaz Pereira e da Associação Comunitária São Julião II.

Em 2012 com a parceria do Núcleo de Estudos Afrobrasileiros, Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni e Associação Mucury Cultural o II Encontro de Violeiros da Comunidade Quilombola de São Julião ganhou uma versão em Teófilo Otoni, foram mais de 16 atrações, entre músicos, contadores de causo, violeiros e cantadores convidados e a festa novamente conduzida pelo anfitrião Pereira da Viola, na comunidade, repetiram-se os shows e aconteceram diversas oficinas, parte das ações socioculturais do Instituto VivaViola, projeto desenvolvido a partir do Projeto VivaViola – composto por Pereira da Viola, Bilora, Wilson Dias, Joaci Ornelas, Gustavo Guimarães e Chico Lobo.

O I Festival da Cultura Quilombola manifesta a necessidade da comunidade de valorizar-se a si, a seus semelhantes e à sua história de resistência e de luta. Esta proposta é de uma grande celebração da cultura popular e da cultura quilombola por meio da música, de oficinas e outras manifestações locais e convidadas, tais como mestres de folia, folias, batuques, artesanato e culinária, o III Encontro de Violeiros da Comunidade Quilombola de São Julião, oficinas  e ações de valorização da cultura quilombola.

A Programação

Oficinas

Data: 02 a 04/01

Horário: 14h às 18h

  • Cerâmica – André Ribeiro
  • Iniciação Artística – Michelle Freitas

Data: 04/01

Horário: 10h às 12h

  • Mapa da Cultura do Vale do Mucuri – Bruno Bento

Apresentação/Exposição

Trabalhos realizados nas oficinas e pela comunidade.

Data: 05/01

Horário: 14h às 18h

Roda de Conversa com Mestres de Folia e Batuqueiros

Data: 04/01

Tema: Folias, Batuques e Tradições

Horário: 15h às 18h

Roda de Conversa com Lideranças Quilombolas

Data: 05/01

Tema: Identidades e Territórios

Horário: 15h às 18h

3º Encontro de Violeiros de São Julião

Show de convidados/artistas locais, batuque e Folia de Reis com o Grupo Pai João e mestres convidados.

Data: 04 e 05/01

Horário: 19h às 23h

Encerramento da Folia de Reis

Com o Grupo Pai João e mestres convidados.

Data: 06/01

Horário: a partir das 20h

Leia Mais ►

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Notícias do Coral das Lavadeiras e Carlos Farias

Enviado pelo amigo Carlos Farias.

Estamos por aqui curiosos pelo conteúdo, pois a capa está maravilhosa!

Parabéns ao Coral das Lavadeiras e ao Carlos Farias, que simbolizam a força destes nossos vales!

1 - Disco novo na praça

discos 2Finalmente ficou pronto neste mês de novembro o terceiro disco da parceria entre Carlos Farias e o Coral das Lavadeiras de Almenara. O novo CD chama-se “Devoção” e contêm treze faixas, nove delas fruto de pesquisas realizadas por Carlos Farias nos vales do Jequitinhonha e Mucuri.  O sincretismo afro católico, com influências indígenas, está bem presente nas canções, que tratam de temas ligados a água, aos santos, caboclos e Orixás. De uma forma lúdica e respeitosa, o disco é um convite a um mergulho no sagrado, no respeito à biodiversidade e aos conhecimentos ancestrais, tão bem expressos na faixa “Rezando com Tereza”. As canções compostas especialmente para o disco seguem a mesma temática: “Estiagem”, composta e interpretada pela lavadeira Juracy Lima da Silva; “Lavadeiras do Jequitinhonha”, da parceria entre João Bá, Celso Freire e Nádia Campos; “Mãezinha foi pro riacho” (de Sanráh e Bruno Lopes) e “Águas de Almenara”, de Ziolita Almeida e Ulisses Abreu. Os arranjos são assinados por Carlos Farias e pelo pianista Zé Geraldo, que incluíram o som desse maravilhoso instrumento em várias faixas. Os outros músicos participantes são Carlinhos Ferreira (percussão), Ivan Virgílio (flauta e sax soprano), Pedro Gomes (baixo), Sanráh, Carlos Farias e Eustáquio Magal (violões). Capa e encarte trazem todas as letras, ficha técnica, textos de apresentação em português, inglês e espanhol, fotos e logomarcas. Aliás, as fotos da capa são um show à parte: elas foram tiradas de duas esculturas  – uma lavadeirinha e o bonequinho representando Carlos Farias – feitas pela professora Isa Saraiva Teatini e alunos da Escola Municipal José Madureira Horta, de Belo Horizonte, que há alguns anos vem estudando e pesquisando a obra dos artistas do Vale do Jequitinhonha.  A maioria das fotos é do Luã Raoni e o projeto gráfico é assinado por Neilton Lima. A direção artística do coral é de Beatriz Farias. Uma emenda parlamentar do deputado estadual André Quintão destinou a maior dos recursos que possibilitaram a produção desse importante disco. As lavadeiras e a cultura de Minas agradecem.

Contatos para shows, palestras e aquisição dos discos:

(31) 9943-3414/ 9377-7530 / epovaleeventos@yahoo.com.br

2 – Caravana Cultural aguarda recursos

Carlos e lavadeiras no Jequitinhonha - foto Luã RaoniO cantor e compositor Carlos Farias aguarda a liberação de recursos da Petrobras para colocar na estrada o projeto “Caravana Musical – Cidadania pela Arte”. Aprovado na Lei Estadual de Incentivo à Cultura, o projeto levará espetáculos musicais, palestras e oficinas com o Coral das Lavadeiras, Carlos Farias e artistas convidados a vários municípios mineiros. Haverá reedição do celebrado Cd-livro “Aqua – a música das Lavadeiras do Jequitinhonha”, que será lançado durante a turnê, juntamente com o novíssimo “Devoção”.

3 - Intercâmbio feminino: lavadeiras de Almenara receberam mulheres itaobienses

No dia 27 de outubro a Associação Comunitária das Lavadeiras de Almenara recebeu o GRUFEMI – Grupo Feminino Itaobiense, para uma confraternização cultural, no Rotary Clube de Almenara. De acordo com Nina Costa, o Grufemi está completando 20 anos de atividades e busca a emancipação social da mulher itaobinense, através de práticas artísticas e culturais. “Reconhecemos a importância do Coral das Lavadeiras no cenário brasileiro e gostaríamos de conhecer de perto o trabalho dessas mulheres, mas acima de tudo, conhecer a história de vida delas”, afirmou Nina. A comitiva de Itaobim, formada por quarenta mulheres, incluindo crianças, foi recebida festivamente pelas lavadeiras. Foi uma tarde agradável, de muita conversa, brincadeiras e trocas de informações artísticas e culturais. Para Carlos Farias, coordenador do Coral, o intercâmbio é uma forma de promover a cidadania e a inclusão através da arte. Com o projeto “Caravana Musical” será possível promover encontros semelhantes em outras cidades de Minas.

Leia Mais ►

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Show de lançamento disco Lume, de Wilson Dias

LUME WEBFLYER.FLYER

Show de lançamento do sexto CD do cantor, compositor e violeiro Wilson Dias, que celebra 50 anos de vida.

Participações especiais de Ná Ozzetti, Maria Célia e Gustavo Guimarães.

Destaque para a composição de João Evangelista Rodrigues que assina a parceria em 11 faixas do disco.

ANDRÉ SIQUEIRA . direção musical, violão, flugel horn | BRUNO PIMENTA . flauta

GLADSON BRAGA . percussão | LEONARDO PIRES . bateria

PEDRO GOMES . baixo elétrico | RODRIGO SALVADOR . rabeca, bandolim

SÉRGIO RABELO . baixo acústico, violoncelo | VITO DUARTE . oboé, corne inglês

MARCOS VINICIOS . técnico de som | TÚLIO MÁRCIO . iluminação

GONZAGA MEDEIROS E DÉA TRANCOSO . apresentação

NILCE GOMES POR PICUÁ PRODUÇÕES . produção

SERVIÇO:

Evento: Show de lançamento disco Lume, de Wilson Dias

Data: 20 de Novembro de 2013

Hora: 23h:00min

Local: Grande Teatro do SESC Palladium

Entrada: 10,00 (inteira)  / 5,00 (meia) e um quilo de alimento não-perecível para o programa Mesa Brasil

Leia Mais ►

terça-feira, 22 de outubro de 2013

FAN: Mais atrações na Mostra Movimentos Urbanos

Do FAN

O sol apareceu forte e brilhante para saldar mais um dia de programação da Mostra Movimentos Urbanos, realizado ontem, domingo, no Centro Cultural Lagoa do Nado. Tom Nascimento, Samba da Meia Noite, Família Silva e Ronaldo Pio, garantiram uma manhã animada e muito cultural.

A Mostra Movimentos Urbanos segue presente na programação do 7° FAN – Festival de Arte Negra com as apresentações do grupo Soul da Terra, ao meio-dia da segunda-feira, dia 21/10, na Praça 7 e do espetáculo Pessoas Invisíveis, na terça, no mesmo horário, na Praça da Savassi.

O dia 22/10 é também a data de inauguração do Bar do FAN, no CentoeQuatro, com a apresentação do DJUN.

Imperdível!

DIA 22/10

12h –Pessoas Invisíveis com Chica Reis, Meibe Ferreira Rodrigues. Direção: Martim Dinis.

Local: Praça da Savassi

“Pessoas Invisíveis“ é uma encenação nas ruas, criada a partir de histórias coletadas pelas atrizes na observação de alguns moradores de rua, que traz à tona a história, os conflitos, alegrias e dores da população de rua através de duas personagens que em meio a cantos e interações com o espectador, contam suas histórias e sua forma de enxergar o mundo.

23h – DJUN

Local: Bar do FAN (CentoeQuatro – multiuso 1)

Inspirado na linguagem musical do Centro Oeste Africano, o grupo de percussão DJUN faz um convite à dança e a apreciação dos tambores, tendo como fonte a cultura negra com inspiração nas raízes brasileiras. O grupo trabalha com o improviso, a condução de solos, a regência ao vivo e a constante comunicação entre os instrumentos.

Retirado do site do FAN em 22/10/13 do endereço:

http://fanbh.com.br/?p=453#sthash.P5luRANk.dpuf

Leia Mais ►

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Nova data do Boca do Sertão

Boca do Sertão

Com muita satisfação informamos que o Festival Boca do Sertão tem nova data confirmada.

O Festival tem como objetivos a valorização das expressões de cultura popular do Vale do Mucuri - Minas Gerais, proporcionar o intercâmbio por participações culturais de outras regiões, e a democratização do acesso à estas expressões nos âmbitos local, regional e nacional.

O Boca do Sertão faz parte do Cirtuito Mineiro de Festivais Independentes, é realizado pelo Coletivo Clarão da Flor, Fora do Eixo,  Governo de Minas Gerais e Prefeitura Municipal de Carlos Chagas, e acontecerá entre os dias 26 a 29 de setembro em Carlos Chagas.

Saiba mais na página do Boca do Sertão no Facebook.

Leia Mais ►

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Convocação da Associação dos Congadeiros de Minas Gerais

Por Associação de Congadeiros de Nossa Senhora do Rosário do Estado de Minas Gerais

Leia Mais ►

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Mercado Criativo–A cultura do Norte de Minas, Vales do Jequitinhonha e Mucuri em BH

Venha viver o Sertão Mineiro em Belo Horizonte durante um dia inteiro de programação com música, teatro, feira de artes e moda, culinária típica, exposições, intervenções, literatura de cordel e muito mais!

PROGRAMAÇÃO

Shows: Wilson Dias (Norte de Minas) + Dea Trancoso (Vale do Jequitinhonha) + Carlos Farias (Vale do Mucuri)

Exposição: Literatura de Cordel com participação de Gonçalo Ferreira da Silva (Presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel).

Teatro: Cia. dos Aflitos interpreta o cordel "A Chegada da Prostituta do Céu".

Feira de Artes e Moda

Intervenções Artísticas

Culinária Típica do Norte de Minas

E mais:

Lançamento do Edital de Seleção de Artistas para a Virada Cultural do Norte de Minas e dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri

Inauguração do Espaço Areté Educar e Sala do Movimento Nacional de Direitos Humanos/ Minas (MNDH/Minas)

Realização: Mercado das Borboletas

Parceria: MNDH, Midhia, Arete Educar e Insituto IDH

Apoio: Incubadora Artes e Negócios Sustentáveis

ENTRADA GRATUITA

Informações:

(31) 3245-7411

(31) 9472-0034

eventos@areteeducar.org.br

Acesse: www.mercadodasboboletas.com.br e www.areteeducar.org.br

Leia Mais ►

terça-feira, 30 de abril de 2013

O Mucuri no Café com Livros de Viçosa

Na semana passada aconteceu em  Viçosa o projeto Café com livros: 2ª Feira Literária de Viçosa,  um desdobramento das propostas e atividades do Café Filosófico – projeto de extensão vinculado ao Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de Viçosa (UFV) –, e do Café Literário – evento de literatura promovido pelo Coletivo 103.

Nesta edição contou ainda com o Departamento de Turismo da Prefeitura Municipal de Viçosa na sua construção, fortalecendo ainda mais a conexão entre Viçosa e a UFV.

o Café com Livros é espaço para a distribuição do trabalho de jovens artistas (escritores, músicos, atores, fotógrafos, artistas plásticos etc.), aberto ao debate, insere-se no calendário cultural oficial da cidade de Viçosa.

O Mucuri também estava lá representado. O terceiro dia do evento foi iniciado com as Narrativas Musicais do Vale do Mucuri, mediado pelo músico André Luiz Ribeiro de Araújo – Banda Mangalô –, com a presença dos griôs Mestre Dema (músico), Nasser Gazel (artesão, músico e poeta), Wilton Rodrigues (músico e poeta) e Joaquim Caboclo (músico e folião), um senhor de 98 anos cheio de energia.

Clique aqui para mais fotos.

Leia Mais ►

Pontos

Por José Miguel Wisnik

Do Cultura e Mercado

Foto: Nasa Goddard Photo and VideoSe não me engano em fevereiro, há cerca de dois meses, travou-se uma polêmica sobre o “vazio cultural” brasileiro, lançada por um número da revista “Carta capital” que discutia o assunto. Por algum motivo circunstancial (acho que eu estava em viagem) só me dei conta da discussão posteriormente, através de seus ecos. Não tenho condições de recuperá-la agora, mas o meu “vazio cultural” particular de hoje, em que a coluna gira em falso à procura de seu ponto de apoio, me impele de volta à questão. Considerar o tema como “ultrapassado” seria prender-se a uma lógica imediatista. A redução, aliás, de toda cultura a pautas, ganchos jornalísticos e mercadológicos, efemérides e fenômenos virais, é uma das partes do problema.

Vou tentar expor a minha posição, mesmo sabendo que o assunto não cabe aqui. Acho o Brasil um país de grande vitalidade cultural. Essa vitalidade está na diversidade das práticas, no modo como elas se permeiam, nas soluções incomuns que resultam disso, em muitos níveis. Confesso que é difícil descrevê-la, porque ela se apresenta de maneira não usual, múltipla e heterogênea, extraindo a sua força exatamente disso. Ao mesmo tempo, essa vitalidade contracena com o baixo letramento médio brasileiro, que compromete sob muitos aspectos a sua organicidade e a sua capacidade de articulação. Apesar desse baixo letramento, no entanto, fomos capazes de reconhecer uma literatura na qual conviviam, a certo momento, Drummond, Rosa, Bandeira, Clarice, João Cabral e a poesia concreta, junto com teatro, música e cinema incandescentes. Isso não teria acontecido se não houvesse por sua vez uma atividade crítica de peso reconhecível, um campo crítico mapeado e exposto ao debate, um conjunto de publicações acompanhando a vida contemporânea.

As instituições da chamada alta cultura, ou das instituições letradas, sofreram abalos e deslocamentos em todo o mundo, nas últimas décadas, sob a pressão dos meios de massa articulados com a onipresença da publicidade e com uma considerável corrosão da escola tradicional frente a essas novas realidades. Mesmo assim, a literatura, os escritores, a crítica, tiveram ainda um papel determinante no acompanhamento de todas as transformações que se deram na Rússia ao longo do século XX, por exemplo, ou na Argentina ou em Portugal. O lugar do escritor, garantido por um certo lastro letrado, não se evaporou completamente no processo. Certamente não se pode dizer o mesmo do século XXI, mesmo lá.

No Brasil, a tendência a deslocar as pautas culturais do campo das ideias para o das vendagens, comportamento, moda e polêmica de superfície lavou o lastro frágil da vida literária acumulada, e acuou a atividade crítica num papel incômodo, impertinente e estigmatizado, substituído pela atividade dos agentes e assessores de imprensa, dos releases, das entrevistas e notas em colunas sociais, pela participação em eventos, num ambiente de coquetelização da cultura (estou lembrando de um artigo contundente de Flora Sussekind, “A crítica como papel de bala”, publicado no Prosa em 2010, algumas balas do qual sobram para mim, se não estou enganado).

É certamente a essa perda de articulação e a esse rebaixamento do papel crítico na esfera pública que Vladimir Safatle se referia, ao intervir no debate caucionando o mote do “vazio cultural”. Vazio cultural, nesse caso, significa a falta de um senso totalizante e de um tensionamento da linguagem que comprometa as produções com algo mais do que sua inserção num mercado ou o seu reconhecimento por um grupo de participantes consumidores. É exatamente o contrário do que pensa Hermano Vianna, para quem a cultura vive da força empenhada nela por seus agentes, que dão a cada cena cultural um sentido total auto-bastante. Onde para um há o vazio para outro sobra excedente. Os pressupostos são tão opostos que não dão lugar a uma conversa possível nem ao entendimento da impossibilidade disso.

Para mim este é o ponto. Não falta acontecimento cultural no Brasil, das mais complexas aventuras intelectuais às mais saudavelmente elementares manifestações do apetite de viver. Faltam, quando faltam, e como faltam, nexos compreensivos capazes de dar conta dessa complexidade, em meio à entropia de um mercado voraz e de um debate reduzido muitas vezes ao quiproquó, à faccionalização dos discursos e à simplificação jornalística.

Em muitos sentidos, “vazio cultural” é um estado do mundo, hoje. Em cada caso, a questão é saber onde estão os “pontos luminosos”, e o Brasil é um vazio cheio deles.

*Publicado originalmente no jornal O Globo do dia 20 de abril

Retirado do Cultura e Mercado em 30/04/13 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/pontos/

Leia Mais ►

terça-feira, 2 de abril de 2013

Planos Setoriais de Culturas Indígenas e Culturas Populares

A Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural lançou, durante a abertura da reunião do Conselho Nacional de Política Cultural-CNPC, entre os dias 06 e 07 de março, os planos Setoriais para Culturas Indígenas e Culturas Populares. Os planos integram o Plano Nacional de Cultura-PNC e trazem as diretrizes específicas que orientarão a elaboração e implementação de políticas públicas de cultura para os dois segmentos.

Segundo a secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Márcia Rollemberg: “O Plano Setorial para as Culturas Indígenas tem como missão instaurar e estruturar uma política pública para os próximos 10 anos, tomando como objeto as culturas indígenas no Brasil”.

Culturas Indígenas

A secretária ainda destacou que “para sua implantação, o plano conta com o protagonismo dos povos indígenas no desenvolvimento de suas ações”.

O Plano tem como objetivo desenvolver três Macroprogramas de ações: Memória, Identidade e Fortalecimento das Culturas Indígenas; Cultura, Sustentabilidade e Economia Criativa; Gestão e Participação Social.

Estes Macroprogramas encontram-se alinhados às três dimensões da cultura com as quais o Ministério da Cultura opera: simbólica, econômica e cidadã.

Culturas Populares

O Plano Setorial para as Culturas Populares tem como objetivo valorizar as culturas populares brasileiras, como elemento essencial para a diversidade cultural do país.O Plano é ainda resultado dos compromissos pactuados com o setor das Culturas Populares em diversos momentos de diálogo, tais como os dois Seminários Nacionais de Políticas Públicas para as Culturas Populares, em 2005 e 2006, e na I e II Conferências Nacionais de Cultura, realizadas respectivamente em 2005 e 2010. “O Plano objetiva também reconhecer a especificidade do setor e seu conteúdo reflete a visão de futuro que temos hoje para a cultura em nosso país”, disse Márcia Rollemberg.

Segundo ela, o Plano prevê o mapeamento das manifestações do segmento de Cultura Popular em todo o país. “Os processos de transmissão de saberes são outro ponto importante deste Plano. O fomento a estas ações deve garantir a proteção e a promoção desses saberes”,explicou. De acordo com a secretária, o Plano prevê, ainda, ações transversais que possibilitem um desenvolvimento em conjunto com as políticas de educação, saúde, comunicação, turismo e meio ambiente.

Fontes:

Redação SCDC - Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural

ODC – Observatório da Diversidade Cultural

Leia Mais ►

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

♫♪♫MESTRE DEMA CONVIDA♫♪♫

Neste sábado haverá um grande encontro da Cultura do Vale do Mucuri em Carlos Chagas, ♫♪♫MESTRE DEMA CONVIDA♫♪♫, para começar, estarão presentes outros grandes nomes mucurianos, Eros Januzzi, Marcos Aurélio Pereira Guimarães e Wilton Rodrigues Alves.

A promessa é de muita música mucuriana e outras expressões de nossa cultura!

Imperdível!

A festança:

Local: Bar do Lióis

Data: 2 de fevereiro

Hora: 17h:00min

Confira a página do evento no Facebook.

Leia Mais ►