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quarta-feira, 12 de março de 2014

II Seminário de Arte Popular e Contemporânea: Relações e Olhares Possíveis

Do SESC-MG

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APRESENTAÇÃO

O Sesc realiza, no dia 18 de março, das 9h às 17h, o II Seminário de Arte Popular e Contemporânea: Relações e Olhares Possíveis. O debate será desenvolvido no Sesc Palladium, e faz parte do projeto Ação Arte Popular e Contemporânea, que nesta 3ª edição homenageia a artista Adelícia Amorim.

O objetivo do Seminário é trazer discussões sobre aproximações, fronteiras e interseções entre os universos da arte popular e da arte contemporânea. Também, espera-se criar diálogos que possam contribuir para reflexões sobre a arte em suas diversas manifestações e tradições.

PROGRAMAÇÃO

- 8h às 9h00
Credenciamento

- 9h às 09h30
Abertura / Apresentação do Seminário

- 09h30 às 11h
Conferência I
Entre o contemporâneo e o popular: artistas e legitimação
Convidado: Frederico Morais

- 11h às 12h30
Conferência II
Entre o contemporâneo e o popular: a questão social na reflexão sobre artes e artistas
Convidado: Ricardo Gomes Lima

- 12h30 às 14h
Intervalo

- 14h às 15h
Lançamento do documentário “O Que eu Quero das Flores?” sobre a artista homenageada Adelícia Amorim.

- 15 às 17h
Roda de Conversa
Entre o contemporâneo e o popular: provocações sobre o tema
Convidados: Marta Dantas e Frei Chico
Mediadora: Maria Angélica Melendi

- 17h
Encerramento

SOBRE OS PALESTRANTES

Frederico Morais - Crítico, historiador de arte e curador independente. Publicou 41 livros sobre arte brasileira e latino-americana. Foi professor e coordenador de cursos do MAM - RJ e da Escola de Artes Plásticas do Parque Lage. Foi curador de 71 exposições e eventos de arte, entre eles “Do corpo à terra” (1970) e “Domingos de Criação” (1971)

Ricardo Gomes Lima - Doutor em Antropologia Cultural, professor do Instituto de Artes da UERJ. Dirigiu a Sala do Artista Popular e o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular / Iphan MinC. Atuou na criação do Centro de Arte Popular (CAP- CEMIG/MG) onde foi responsável pelo roteiro antropológico da exposição. Autor de livros como O povo do Candeal - caminhos da louça de barro (2012). 

Marta Dantas - Mestre em História, doutora em Sociologia e professora de História e Teorias da Arte da Universidade Estadual de Londrina-UEL. Sua produção científica perpassa pelos temas: surrealismo, arte bruta e experiência limite na arte / literatura. É autora do livro “Arthur Bispo do Rosário: a poética do delírio”.

Frei Chico - Pesquisador de gabinete e de campo lançou seis livros, dentre eles o “Dicionário da Religiosidade Popular: cultura e religião no Brasil". É sacerdote, músico (OMB) e palhaço. Ministra cursos e palestras em diversas universidades brasileiras. É membro da Comissão Mineira de Folclore.

Maria Angélica Melendi - Doutora em Literatura Comparada pela Faculdade de Letras UFMG, professora do Departamento de Artes Plásticas da UFMG e pesquisadora do CNPq. Investiga as relações entre artes visuais e política na América Latina. É autora do livro Lorenzato.

INSCRIÇÕES: aqui.

SERVIÇO

Evento: II Seminário de Arte Popular e Contemporânea: Relações e Olhares Possíveis
Data: 18 de março
Horário: das 9h às 17h.
Local: Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro).
Inscrições até 16 de março
Entrada: gratuita
Informações sobre o evento: (31) 3270-8100

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segunda-feira, 25 de março de 2013

Google lança galeria online São Paulo Street Art

Da Redação

O Google Art Project, plataforma online que exibe imagens de obras de arte de museus pelo mundo, lançou nesta quinta-feira (22/3) a galeria virtual São Paulo Street Art. A curadoria da coleção, a primeira de arte urbanda do projeto, foi feita por Andre Deak e Felipe Lavignatti, do Arte Fora do Museu, Eduardo Srur, Haroldo Paranhos e Eduardo Saretta.

A galeria reúne mais de 100 obras de mais de 80 artistas, entre elas criações de Eduardo Kobra, Speto, Tomie Ohtake, Di Cavalcanti e Claudio Tozzi. Algumas dessas obras já constavam da seleção do Arte Fora do Museu e foram aproveitadas no projeto do Google.

Para promover a inclusão da Galeria São Paulo Street Art, o Google realizará um Hangout nesta sexta-feira (22/3), às 17h, com a participação de artistas e especialistas em arte na cidade, para apresentar mais detalhes sobre o processo de escolha das obras. Para acompanhar o bate-papo, o usuário deverá acessar a página do Google Brasil no Google+.

Clique aqui para acessar a galeria online.

Retirado do site Cultura e Mercado em 25/03/13 do endereço:
http://www.culturaemercado.com.br/convergencia/google-lanca-galeria-online-sao-paulo-street-art/

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Exposição 4 Individuais Simultâneas

Enviado por Álvaro Azzan

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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

I Mostra de Arte Atelier Vivaz

Enviado por Álvaro Azzan

convite Expo Vivaz

A I Mostra de Arte Atelier Vivaz destina-se a reunir, fomentar e promover o intercâmbio nas artes, propiciando a reflexão do momento artístico por meio de uma mostra seletiva da arte propiciando e criando um novo espaço de exposição artística ao público na Cidade de Campinas e Região.

Um dos objetivos do Atelier Vivaz é sempre ter a participação de artistas de Campinas num intercâmbio com artistas de outras cidades, estados e países nessa e nas próximas Mostras que virão a se realizar.

A I Mostra contará com Artistas das Cidades de Campinas, São Paulo, Vitória e Campo Grande.

Artistas participantes:

  • Alvaro Azzan - Campinas - São Paulo
  • Vanderlei Zalochi - Campinas - São Paulo
  • Dimas Garcia - Campinas - São Paulo
  • Márcio Rodrigues - Campinas - São Paulo
  • Mirs - Campinas - São Paulo
  • Gejo - São Paulo - São Paulo
  • Rogério Carne Levare - São Paulo - São Paulo
  • Dingos Del Barco - São Paulo - São Paulo
  • Rodrigo Bueno - São Paulo - São Paulo
  • Tereza Vianna - São Paulo - São Paulo
  • Fredone Fone - Vitória – Espírito Santo
  • Marilena Grolli - Campo Grande – Mato Grosso do Sul

Curadoria: Maria Inês Saba

Crítico de Arte: Gilson Barreto

Abertura da Mostra: 06 de Outubro de 2012 – 10h00 ás 16h00

Término: 06 novembro de 2012.

Horário de visitação: 2ªf. a 5ªf. – 13h00 ás 16h00

Agendamentos: (19) 3254-4529 - vivazatelier@hotmail.com

Público de todas as idades – entrada franca

Endereço: Rua Dr. Sampaio Ferraz nº 541 - Cambuí - Campinas / SP.

Site: www.azzan.com.br

Informações: http://vivazarte.blogspot.com.br/

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terça-feira, 4 de setembro de 2012

30ª edição da Bienal de São Paulo começa nesta sexta-feira

Retirado do Cultura e Mercado em 04/09/12, do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/agenda/30a-edicao-da-bienal-de-sao-paulo-comeca-nesta-sexta-feira/

Da Redação

A 30ª Bienal de São Paulo começa nesta sexta-feira (7/9), seguindo até 9 de dezembro, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera. Nesta edição, entitulada “A Iminência das Poéticas”, serão exibidas cerca de três mil obras, criadas por 111 artistas. A curadoria é do venezuelano Luis Pérez-Oramas, curador responsável pelo departamento de arte latino-americana do Museum of Modern Art (MoMA) de Nova York.

A seleção dos artistas e obras da mostra foi feita em conjunto com os curadores-associados André Severo e Tobi Maier e a curadora-assistente Isabela Villanueva. “Fizemos uma mostra como poucas na história da Bienal. Ela propõe uma temática nova de debate, um discurso novo”, analisa o presidente da Fundação Bienal de São Paulo, Heitor Martins.

Segundo ele, a 30ª edição foi produzida com um orçamento 20% menor que o da edição anterior. “Concluímos toda a captação de recursos, de R$ 22,4 milhões, antes da abertura da mostra.”

No início do ano, a Fundação Bienal teve que lidar com um possível cancelamento desta edição e com as contas bloqueadas, devido alguns questionamentos da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre convênios firmados entre 1999 e 2007. Porém, o Tribunal Regional Federal (TRF) concedeu uma liminar autorizando a realização.

A mostra será dividida em quatro temas: “Sobrevivências”, “Alterformas”, “Derivas” e “Vozes”, além de uma zona transversal, chamada “Reverso”. Pela primeira vez, a Bienal também será levada para outros espaços culturais, entre eles  Museu de Arte Brasileira – Faap, Instituto Tomie Ohtake, Casa do Bandeirante, Estação da Luz e Masp.

Clique aqui para ler entrevista de Heitor Martins à Folha de S. Paulo.

*Com informações da Folha Online, do Estadão.com e do Guia da Semana

 

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

‘Deslocamento F(r)icção’ ocupa Mezanino do Palácio Capanema

Retirado do site da Funarte em 23/08/12 do endereço:

http://www.funarte.gov.br/artes-visuais/deslocamento-friccao-ocupa-mezanino-do-palacio-capanema/

No projeto, atividades do Galpão da Pós em Artes Visuais da UFRJ se instalam no local

A visitação é gratuita

Obra integrante da defesa de tese Identidade Provisoria_eu somos nos, de Daniel Toledo

Nesta quinta-feira, 23 de agosto, no mezanino do Palácio Gustavo Capanema, Centro do Rio, será  aberto o projeto Deslocamento F(r)icção: Galpão Capanema. O trabalho foi contemplado com o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2012 – Projéteis Funarte de Artes Visuais Rio de Janeiro, que promove a ocupação do espaço de exposições da Instituição, no Rio. Criado por alunos e professores do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFRJ, o projeto propõe o deslocamento do Galpão do Programa e de suas atividades de exposição. Abertas à visitação gratuita, das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira, as instalações ocupam o local até o dia 21 de setembro.

Próximo à Reitoria, à Escola de Belas Artes e à Faculdade de Arquitetura da UFRJ – na ilha do Fundão, o “Galpão da Pós”, como é chamado por todos, é usado para abrigar as atividades curriculares da Linha de Pesquisa de Linguagens Visuais do programa.

“Deslocamento F(r)icção: Galpão Capanema” é um evento voltado para as práticas artísticas como processos criativos. Segundo os organizadores, seu objetivo é ampliar e potencializar a experiência da arte, considerando tão importantes quanto a obra final o processo de elaboração e seus resíduos materiais. Os trabalhos do projeto estarão em constante diálogo com as questões ligadas à universidade, já que também é um programa de pós-graduação, desenvolvido lá. Esta relação com a academia busca desenvolver ideias e um dos conceitos do projeto é que o campo da arte e da cultura é composto por diversos subconjuntos, sendo a instituição acadêmica um deles. Outra ideia é que os espaços institucionais podem abrigar crítica e criatividade, mas  também é preciso colocar em questão práticas sociais já estabelecidas.

O grupo de artistas reunido no projeto, apresentado como um “organismo/múltiplo”, pretende dar ampla visibilidade a essas propostas, expondo as etapas anteriores às obras finais, e permitindo que o público delas participe. Cada artista vai mostrar seu processo, seja em estágio de experimentação da forma, seja no processo intelectual de pesquisa de imagens, referências e conceitos. “Nosso desejo é transformar o Palácio Capanema em um espaço que revela seu funcionamento, trazendo à superfície muito daquilo que está na base da formação do artista: seu ateliê e seu pensamento, a especificidade de sua criação”, diz a equipe de produção.

Estão previstas na proposta várias atividades, como as aulas oferecidas no semestre letivo pelos professores do programa (Cezar Bartholomeu, Felipe Scovino, Livia Flores, Milton Machado, Paulo Venâncio, Simone Michelin e Tadeu Capistrano); oficinas ministradas por alunos; defesas de dissertações e teses; seminários de pesquisas em andamento; palestras de participantes convidados como Karl Erik, Vera Terra e Paulo Cesar Duque Estrada; e ateliê aberto (os artistas vão trabalhar nele diante do público).

“Deslocamento F(r)icção: Galpão Capanema”

De 23 de agosto a 21 de setembro

Projeto e Produção: alunos e professores do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais
Escola de Belas Artes (EBA) / Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Projeto contemplado com o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2012 – Projéteis Funarte de Artes Visuais Rio de Janeiro

Palácio Gustavo Capanema – Mezanino
Endereço: Rua da Imprensa, 16
Centro – Rio de Janeiro – RJ

Entrada gratuita

Baixe a programação aqui

Acesse a página http://deslocamentofriccao.blogspot.com

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quinta-feira, 19 de julho de 2012

“A Cidade Sonora”, de Romano, é aberta no Rio

Retirado do site da funarte em 19/07/12 do endereço:

http://www.funarte.gov.br/artes-visuais/%E2%80%9Ca-cidade-sonora%E2%80%9D-de-romano-e-aberta-no-rio/

Projeto contemplado pelo Prêmio Funarte de Arte Contemporânea – Projéteis de Artes Visuais pode ser visitado pelo público até 17 de agosto

A Cidade Sonora, exposicao de Floriano Romano

A Cidade Sonora, exposicao de Floriano Romano

O Mezanino do Palácio Gustavo Capanema, no Centro do Rio, é a sede de A Cidade Sonora, desde terça-feira (17/07), quando a Fundação Nacional de Arte – Funarte inaugurou a exposição do artista visual Floriano Romano. A instalação com 20 orelhões sonorizados pode ser conferida pelo público até 17 de agosto, com entrada franca.

O trabalho propõe uma cidade dentro da cidade, a partir de gravações reunidas em diversos locais do Brasil e do mundo, preenchida pelas paisagens sonoras desses lugares, que mistura sotaques, vivências e culturas diferentes, refletindo o ideal cosmopolita de uma metrópole.

A Cidade Sonora convida o ouvinte a aguçar sua percepção, descobrindo nos conteúdos gravados dos orelhões histórias, paisagens sonoras ou memórias. A obra remete a uma ‘cidade imaginária’ por onde passou o espectador, em algum momento de sua vida.

A instalação de Romano cria um campo sonoro irradiado, resultado das gravações realizadas em diferentes cidades do país e do mundo, a partir da experiência de pessoas diferentes, artistas e não artistas, todos envolvidos no projeto de construção de uma cidade imaginária, composta pela vivência dessas pessoas que só existe no momento em que é exposta. A instalação também pretende colocar em cheque a tecnologia que desfigura os aspectos afetivos e particulares ao criar um espaço sonoro de memórias.

Sobre o artista

Floriano Romano é formado em Artes Visuais (UFRJ) e autor do programa de rádio Oinusitado, ponto de encontro da cena de arte sonora carioca de 2002 a 2004. Trabalha com intervenções urbanas e sonoras, abertas à participação e produzidas pelo próprio público. Em 2011, participou da Mostra Panorama da Arte Brasileira e produziu o projeto INTRASOM com quatro ações no MAM-RJ – sapatos sonoros, guarda-chuvas sonoros e Crude “música para paredes”, com Guilherme Vaz. Participou da exposição coletiva Voces Diferenciales, em Cuba e de mais de cem mostras e exposições desde 2000. Recebeu vários prêmios e bolsas pelas suas ações sonoras.

“A Cidade Sonora”

Exposição de Floriano Romano

De 17 de julho a 17 de agosto de 2012

Das 10h às 17h

Local: Mezanino do Palácio Gustavo Capanema

Rua da Imprensa, 16 – Centro

Rio de Janeiro (RJ)

Prêmio Funarte de Arte Contemporânea – Projéteis de Artes Visuais

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quinta-feira, 14 de junho de 2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

"Mesa de bar", exposição individual de João Werner

Enviado por João Werner 

Statement

"Embora meus quadros pareçam dizer o contrário, não faço arte de denúncia social.

Defino minhas pinturas como o resultado de imaginação comovida, isto é, como o fruto da atenção emocionalmente tingida pelo drama humano, pela pobreza, pelo trabalho humilde e a diversão barata.

Cada pintura retrata uma estória que nunca foi e nunca será escrita, porque é uma história de anônimos.

Os doces sem embalagem expostos na vendinha da esquina, o forró à luz tênue das lâmpadas de 60 watts, o calendário de mulher pelada amarelado pelo tempo. Quem olha pra isso? Pra que olhar pra isso?

Um cachorro perambula entre os barracos de minha pintura "Favela". Não há comida pra ele ali, entre os famintos. Mesmo assim, que diferença faz."

Release

"Dia 30 de abril, o artista plástico João Werner abre uma nova exposição em sua galeria em Londrina, intitulada "Mesa de bar".

Mantendo a verve esquerdista de exposições anteriores, nestas novas gravuras Werner faz um passeio pela periferia da metrópole, mostrando, com seu humor peculiar, o dia a dia dos "pouca-grana", como o próprio artista, afetuosamente, conceitua.

Catadores de papel, lavadeiras, tatuadores da old school, gente apressada indo ao trabalho em transporte coletivo, todos são representados com um traço amistoso e sensível. Não há, nesta exposição de João Werner, a representação de luxo nem de glamour, nada de jóias, de champagne ou o que quer que lembre a riqueza em qualquer outra forma. Se em uma gravura como "Malabares", por exemplo, aparecem automóveis, é apenas como um pano de fundo, como a representação inevitável da platéia anônima de mecenas dos "artistas do semáforo".

Com esta atenção compassiva do artista dedicada à vida financeiramente menos favorecida, surgem representações do lazer e da festa populares, bem como de jogos e brincadeiras infantis. Assim, por exemplo, gravuras como "Carnaval" e  "Gafieira" mostram a diversão barata e acessível, enquanto que "Pipa" e "Burquinha", por outro lado, revelam a criança em seu lazer.

Esta é, certamente, uma exposição bem menos polêmica do que outras exposições anteriores de João Werner. Ao visitante será possível ver como um artista, em outras oportunidades tão iconoclasta e contestatório, pode ser, também, um narrador atento e empático da vida mais simples. Nestas gravuras, Werner assemelha-se àquele cronista a que se referiu Walter Benjamin, o qual, não distinguindo os grandes dos pequenos acontecimentos, não deixa que nada do que aconteceu possa ser considerado perdido para a história."

Serviço

Exposição individual com 24 gravuras digitais de temática urbana.

Visitação: de 30 de abril a 29 de junho de 2012

Local: Galeria João Werner, rua Piauí, nº 191, sala 71, 86010-420, Londrina, PR.

Horário: terças a sextas-feiras, das 14h às 20h, sábados, das 11h às 17h.

Entrada: gratuita, com monitoria.

Mais informações, clique aqui.

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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Programa de Ocupação de Espaço da Livraria Papo Café

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A livraria Papo Café e a Mucury Cultural lançam o Programa de Ocupação de Espaço com o objetivo de fazer circular a produção cultural de Teófilo Otoni e região e possibilitar uma programação cultural diversificada e constante.

Farão parte desta programação espetáculos de teatro, dança, shows musicais, exposições de artes plásticas, visuais e artesanato, lançamento de livros, ações de leitura, workshops, eventos e outras propostas culturais.

O Som no Beco é o projeto musical da livraria Papo Café que acontece uma vez por mês, aos sábados, e tem por objetivo apresentar cantores, grupos musicais e bandas de diversos estilos musicais.

O cinema também está contemplado neste programa por meio do Cineclube Eduardo Veloso, projeto da Mucury Cultural que terá programação quinzenal com longas, médias e curtas-metragens, animações e mostras de cinema. Pode ter sua programação estendida através de parcerias ou propostas.

Convidamos a todos os interessados em participar desta programação os interessados deverão preencher os formulários para cada categoria (clique aqui para ver as instruções de download dos formulários):

Cursos, Oficinas, Workshops;

Exposições e outros Eventos Culturais;

Teatro e Dança;

Som no Beco;

Envio das propostas:

O envio deverá ser feito por e-mail em um dos seguintes endereços eletrônicos: contato@mucurycultural.org ou papo.cafe@hotmail.com.

Prazos:

O prazo para resposta é de no máximo de 15 dias após a confirmação de recebimento da proposta por parte da Livraria Papo Café ou da Mucury Cultural.

Julgamento e publicação dos resultados:

A escolha, aprovação e o agendamento ficam sob a responsabilidade de representantes da Livraria e Papo Café e será comunicada aos proponentes por e-mail e publicada na página da Programação Papo Café no www.mucurycultural.org, (clique aqui para acessá-la).

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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Prédios e esgotos de São Paulo estão em exposição no site Arte Fora do Museu, com visita guiada.

Retirado do Pop Kitsch & Cult em 04/04/12 do endereço:

http://carlosminuano.blogspot.com.br/2012/04/cidade-oculta.html

Por Carlos Minuano

Na correria quase insana do dia a dia, quantas pessoas são capazes de perceber que a cinzenta capital paulista abriga obras artísticas em muros, prédios, jardins e até em canais de esgoto? Circulando por essa “cidade oculta” dois jornalistas tiveram uma ideia: criar um site que mapeasse a arte espalhada pelas ruas de São Paulo. Assim surgiu o projeto Arte Fora do Museu. Desde meados de 2011, quando entrou no ar, o site oferece uma visita guiada por um circuito de arte praticamente desconhecido, com pinturas, esculturas, construções arquitetônicas e grafites feitos em espaços públicos, que muita gente sequer sabe que existem.

O projeto começou a tomar forma na cabeça de Felipe Lavignatti em 2007, quando foi à Faap ver uma exposição: “Fiquei espantado quando vi, no saguão de entrada da faculdade, réplicas de esculturas do Aleijadinho. É fácil saber quais obras estão em museus como o Masp, o MAM. Mas identificar de quem é uma escultura no centro da praça da Sé é uma tarefa um pouco mais difícil”, argumenta. Os jornalistas Lavignatti e André Deak, que trabalham juntos em outros projetos na Casa da Cultura Digital Brasileira, decidiram se dedicar ao mapeamento de, ao menos, algumas dessas obras da cidade, incluindo ainda sinopses detalhadas e comentários de especialistas. “O conteúdo jornalístico de pesquisa e a análise de cada item desse projeto compõem um material de apoio à visita”, observa Deak. “Como identificar o autor de um grafite somente pelos traços do artista? Sem um conhecimento prévio, fica difícil”, acrescenta.

O Arte Fora do Museu começou a ganhar corpo, efetivamente, em 2010, após ter sido selecionado em primeiro lugar no edital Bolsa Funarte de Reflexão Crítica e Produção Cultural para Internet. Os autores tinham, então, seis meses para fazer o levantamento de cem obras de arte em áreas públicas. Escolheram um sistema de georreferenciamento que funcionasse a partir de celulares, por meio de um aplicativo para Iphone, uma estratégia chamada de mobile first – que permite desenvolvimento para celulares, mas que funciona também na web. Ajudaram na tarefa de seleção das obras os consultores Fabio Cypriano, crítico de arte do jornal Folha de S. Paulo, e Diogo de Oliveira, que trabalha com turismo voltado para arte. A segunda etapa era organizar o acervo. Segundo Deak, na hora de peneirar o que incluiriam, ou não, no site, optaram por dar prioridade às obras com relevância reconhecida por especialistas, consideradas modernas ou contemporâneas, que ficassem em localidades próximas ao centro da cidade e às quais o acesso fosse fácil e gratuito.

Depois disso, foi a hora de sair para a rua e fotografar. Também conversaram sobre cada obra com especialistas como o grafiteiro Pato, os arquitetos Ricardo Ohtake e Valter Caldana, a educadora Rosana de Paula Prado e a mosaicista Isabel Ruas. As entrevistas resultaram em cem vídeos, produzidos com equipamentos simples como uma pequena câmera Flip HD, um microfone de lapela com fio ligado em um gravador digital e um tripé comprado na rua Santa Ifigênia. As fotos, que estão no Flickr, e as entrevistas, disponíveis no YouTube, estão liberados com licença Creative Commons. “Se foi feita com dinheiro público, toda a produção resultante deve ser pública. Mas também nos interessa que nosso trabalho circule, e que mais pessoas tenham acesso ao que fizemos”, justifica Deak.

Escola a céu aberto. “Foi um aprendizado incrível”, conta Lavignatti. As “aulas” aconteciam durante viagens de metrô, passeios a pé, de carro e bicicleta, por cerca de sete dias. Enquanto o mapeamento das obras era feito com auxílio do Google Street View, que dava o local exato de cada uma, o site começava a ser desenhado pelo programador Paulo Geyer, outro parceiro do projeto. Apesar de trabalhar quase sem recursos e sem ganhar nenhum centavo, a dupla de criadores do Arte Fora do Museu não pretende parar por aí: “Esperamos que a ideia floresça e que alguém resolva patrocinar uma continuação, aprimoramentos e uma versão para Android”, diz Deak.

Os dois pretendem investir em maior interação com redes sociais, inserção de comentários e espaço para que os internautas possam mandar suas sugestões de obras. Ventos parecem soprar a favor do projeto. Lavignatti conta que um grupo de Montevidéu os procurou para propor o desenvolvimento de um projeto similar na capital uruguaia, a ser lançado em breve. E o projeto também deve ir em breve para o Rio de Janeiro. Se as negociações avançarem e a ideia sair do papel, 200 obras de arte devem ser mapeadas na cidade maravilhosa. Fora do Brasil existem algumas experiências semelhantes, mas quase todas baseadas em catalogação colaborativa, ou seja, demandam um sistema complexo de checagem da produção coletiva. Por isso, a opção pelo caminho jornalístico mais tradicional: apuração com especialistas, produção de conteúdo, edição e apresentação multimídia. “Nosso objetivo é construir um grande portal integrado, com o maior número de cidades possível”, explica Lavignatti.

www.arteforadomuseu.com.br

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terça-feira, 27 de março de 2012

casa tomada 2º ciclo de portfólios

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segunda-feira, 19 de março de 2012

Arte mutável

Retirado do Radar 55 em 19/03/12 do endereço:

http://www.radar55.com/noticia/sao_paulo/arte_e_cultura/arte_mutavel/8634.html

"ESPAÇO IMANTADO, LYGIA PAPE NA PINACOTECA

As cinco décadas de arte de Lygia Pape chegam hoje aos corredores da Pinacoteca do Estado. Dos poemas ao cinema, tudo está registrado em um passeio imperdível.
Aproximadamente duzentas peças, entre pinturas, relevos, xylogravuras, vídeos e fotografias de ações performáticas fazem parte de “Espaço Imantado”.  Por lá, é possível ver a evolução das instalações “As Ttéias” (foto), em que fios dourados, prateados e transparentes interagem com a luz.
A curadoria é de Manuel Borja-Villel e Teresa Velázquez, do Museo Reina Sofía (que abrigou a mesma mostra em 2011) , e foi feita de acordo com a mutabilidade da expressão da artista.
Programe-se para uma tarde das boas na Pinacoteca - e vá mesmo.

PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO: PRAÇA DA LUZ, 2, LUZ. TEL. (11) 3324-1000.

WWW.PINACOTECA.ORG.BR

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quarta-feira, 14 de março de 2012

PHILIP GUSTON

Retirado do Obious em 14/03/12 do endereço:

http://lounge.obviousmag.org/arxvis/2012/03/philip-guston.html

por arxvis

"A maior obrigação de um artista é a de ser livre, a menos que você seja desses artistas que gostam de ficar mastigando o mesmo osso o tempo todo. Eu não sou do tipo que fica mastigando o mesmo osso."

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Philip Guston (1913–1980) foi um pintor que nunca se deixou comandar pelo mercado das artes. Fez o que quis, quando quis e porque quis. Mudou radicalmente de estilos várias vezes na sua longa vida, sendo que sua última e visionária transformação, do começo dos anos 70, continua influenciando diversas áreas da arte contemporânea. Seus quadros, em geral com mais de 300cm de largura, são ao mesmo tempo lúdicos e inquietantes, e sempre fascinantes.

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algumas de suas pinturas abstrato-expressionistas, anos 50/60:

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algumas de suas pinturas dos anos 30/40:

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aqui, o mestre fala:

Leia mais: http://lounge.obviousmag.org/arxvis/2012/03/philip-guston.html#ixzz1p60JFwrh

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segunda-feira, 12 de março de 2012

BICHOS CONTEXTURA

Retirado do Obvious em 12/03/12 do endereço:

http://lounge.obviousmag.org/imaginariun/2012/03/-contextura-refe-se-a-ligacao.html

A extrutura calidoscópica numa visão de fauna.

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Contextura refe-se a "ligação das partes que formam um todo", e definindo assim chega-se as obras de Masaki Suzuki. A artista, que hoje trabalha em Masako Shizuoka (Japão), diz nunca pensar no que ira desenhar, apenas seguindo um traço no papel, considerando somente as formas da natureza e da vida que as criaturas e plantas possuem. Assim, com grande série de detalhes e de forma refinada, ela cria diferentes animais numa mescla de monocromico e cromatizado em um cosmos de linhas e formas.

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Artigo da autoria de Hermann Vherner.

Como prévia aos interessados, curiosos ou mal intencionados, posso dizer que sou Biólogo, Taurino, Tranquilo e Apreciativo. Para mais, terá que experimentar!.

Saiba como fazer parte da obvious.

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http://lounge.obviousmag.org/imaginariun/2012/03/-contextura-refe-se-a-ligacao.html#ixzz1oumZLOeV

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Evolução tropicalista

Retirado do Radar 55 em 12/03/12 do endereço:

http://www.radar55.com/ImprimirNoticia.aspx?idEd=1&idNot=8620

PROJETO FOYER, PEDRO VARELA

Projeto Foyer, Pedro Varela - Evolução Tropicalista

O foyer do MAM acaba de receber a natureza morta de Pedro Varela. Se você for visitar o museu ( onde sempre tem algo interessante acontecendo), não deixe de notar – ou torne este o motivo para uma visita.
Intitulada Tropical, a mostra do jovem artista (de quem já falamos
aqui) vem com telas de grandes dimensões e abusa de suportes e materiais pouco ortodoxos. Até mesmo a técnica de acrílica sobre tela é uma novidade em seus trabalhos.
O Projeto Foyer é uma parceria entre o MAM e a Belvedere, que incentiva o trabalho de artistas e curadores, galerias e investidores, para apresentar novos talentos ao público. Com curadoria de Felipe Escovino, a mostra vai até 15 de abril. Não perca!

MAM: AV. INFANTE DOM HENRIQUE, 85, FLAMENGO. TEL. (21) 2240-4944.

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