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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Turnê Mangalô Profundas Gerais

Enviado por Daniel Froes

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A BANDA MANGALÔ cai na estrada esta semana para sua primeira turnê pelo interior de Minas Gerais, através de projeto aprovado em edital do Programa Música Minas.

Entre os dias 5 e 7 de dezembro, os músicos farão shows nas cidades de Carlos Chagas, Serro e no distrito de Milho Verde, apresentando parte da riqueza musical do Vale do Mucuri, em composições como “Tradição” (André Ribeiro), “Clarão da Flor” (Wilton Rodrigues) e “Malba” (Gustavo Tomich e Carlos Roberto Ferreira).

A Turnê Mangalô Profundas Gerais é a oportunidade perfeita para a banda redescobrir a potência cultural do Estado e levar a música do interior para o interior, intensificando as trocas culturais e a renovação de repertórios. E, claro, para também provar da culinária e hospitalidade típicas do povo mineiro!

» Carlos Chagas - 5/12 | BUTECART

» Serro - 6/12 | Armazém do Rosário de Serro

» Milho Verde (distrito de Serro) - 7/12 | Armazém Bar e Espaço Cultural

Contatos para shows: (31) 8812 3936 / 9245 7559

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quarta-feira, 7 de maio de 2014

ENCONTRO EM BH PRETENDE POSICIONAR A MÚSICA MINEIRA E INICIATIVAS DE TECNOLOGIA SOCIAL APLICADA À MÚSICA NO MERCADO INTERNACIONAL

Do FMM

Circuito Cultural Praça da Liberdade abriga série de shows, discotecagens, palestra e debates gratuitos nos dias 12, 13 e 14 de maio

O Programa Música Minas, o Sebrae e a Secretaria de Estado de Cultura, por meio do Circuito Cultural Praça da Liberdade, promovem nos dias 12, 13 e 14 de maio uma série de shows e debates em torno do pré-lançamento do Ei Música Brasil – Encontro Internacional de Música de Minas Gerais.

O objetivo é envolver o setor musical do estado na construção colaborativa de uma nova plataforma de promoção da música mineira, em diálogo com os movimentos do mercado digital e o ambiente de intercâmbio e cooperação internacional.

Nesta fase inicial, o Ei Música Brasil terá seis shows e duas mesas de debates, base da formação de um grupo de trabalho dedicado ao desenvolvimento da plataforma.

Os shows serão realizados entre 12 e 14 de maio, a partir das 19h, na Praça da Liberdade; os debates, no dias 12 e 13, das 14h às 18h, no Museu Mineiro. As inscrições para as mesas de debates e a participação no GT podem ser feitas online, pelo site www.musicaminas.com, entre 5 e 9 de maio. Toda programação é gratuita.

O Ei Música Brasil pretende estimular a criação de redes, a troca de conhecimentos e a geração de negócios, por meio do compartilhamento de soluções brasileiras de tecnologia social aplicadas à música. A intenção é estreitar o relacionamento da produção mineira com ações inovadoras no país, capacitar os agentes do estado para atuar no mercado nacional e internacional e colocar Minas Gerais no calendário mundial da música.

Os debates reunirão nomes de destaque na gestão cultural no país, com atuação no mercado da música. São voltados para profissionais da indústria, selos e gravadoras, casas de shows, festivais, músicos, produtores, editores, gestores, empresários, fãs e apaixonados por música.

Pretendem identificar e desenvolver ideias capazes de criar valor, capacitar profissionais, valorizar os músicos, descobrir formas alternativas de geração de receita e de circulação de produtos e serviços, construir novas rotas internacionais de shows, formar público.

Os shows serão viabilizados por meio de ativos do banco de contrapartidas do Música Minas, formado por artistas e demais agentes beneficiados pelos editais do programa.

Nesta primeira amostra, a programação expressa a diversidade da música feita no Estado, com o chorinho do Toca de Tatu, a música étnica de Sérgio Pererê, o jazz de Rafael Martini, o pós-rock do Dibigode Instrumental, a nova música popular de Luiza Brina e o acento regional de Déa Trancoso.

Confira a programação completa:

seg, 12.mai

Debate, seguido de GT

(14h às 18h • Museu Mineiro)

Novas plataformas para a promoção da música no Brasil e no mundo

Palestrante:

Benjamim Taubkin (Núcleo Contemporâneo/SP)

Shows

(19h • Pça da Liberdade)

• Sérgio Pererê

• Dibigode Instrumental

• DJ Luiz Valente

ter, 13.mai

Debate, seguido de GT

(14h às 18h • Museu Mineiro)

Feiras de negócios, intercâmbio e cooperação na área da música

Debatedores:

Ivan Ferraro (Feira da Música de Fortaleza/CE)

Pena Schimidt (Curador musical/SP)

Kuru Lima (Rede Conexão/MG)

Paulo André (Abril Pro Rock e Porto Musical/PE)

Shows

(19h • Pça da Liberdade)

• Rafael Martini (piano e clarinete)

• Déa Trancoso e Carlinhos Ferreira (concerto para voz e percussão)

• DJ Rafael Roots

qua, 14.mai

Shows

(19h • Pça da Liberdade)

Toca de Tatu

• Luiza Brina

• DJ Daniel Maia


Música Minas

O Música Minas é uma ação de política pública firmada entre o Governo de Minas e o Fórum da Música, grupo de entidades organizadas e representativas do setor musical que reúne a AAMUCE (Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina), FEM (Fora do Eixo Minas), Grupo Cultural NUC, Rede Catitu, SIM (Sociedade Independente da Música), Valemais - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha, AMAES (Associação de Músicos, Artistas e Esportistas) e Associação Mucury Cultural.

Em sua quinta temporada, o programa tem a gestão do Valemais, sob a coordenação do Núcleo Executor formado por Guilardo Veloso, Francisco Cereno, Francisco Damasceno, Gabriel Murilo e Israel do Vale –todos eles, pela primeira vez à frente da condução do Música Minas.

Circuito Cultural Praça da Liberdade

O Circuito Cultural Praça da Liberdade é o resultado da parceria do Governo de Minas com a iniciativa privada. O objetivo é explorar a diversidade cultural em uma região de Belo Horizonte com enorme valor histórico, arquitetônico e simbólico. São onze espaços culturais já em funcionamento, além de outros sete em fase de instalação.

Somente em 2013, mais de 800 mil pessoas visitaram o complexo. Só o programa educativo atendeu mais de 130 mil alunos da rede pública de ensino, além de associações e entidades filantrópicas. O Circuito é co-gerido pelo Instituto Sérgio Magnani, por meio de parceria com o Governo do Estado.

Espaços em funcionamento: Arquivo Público Mineiro; Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa; Centro Cultural Banco do Brasil; Centro de Arte Popular – Cemig; Cefar Liberdade - Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado; Espaço do Conhecimento UFMG; Horizonte Sebrae – Casa da Economia Criativa; Memorial Minas Gerais Vale; Museu das Minas e do Metal; Museu Mineiro e Palácio da Liberdade.

Espaços em fase de instalação: Casa Fiat de Cultura; Centro de Ensaios Abertos; Centro Cultural Oi Futuro, Escola de Design da UEMG, um centro de referência da música, Museu do Automóvel e o Centro de Apoio ao Visitante (Rainha da Sucata).

Informações:

contato@musicaminas.com
Programa Música Minas
Tel: 31 3234-8104

Retirado em 07/05/14, daqui.

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Lançamento do disco No Brasil Nu, de Vinícius Medina

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No dia 14 de fevereiro, o cantor e compositor Vinícius Medina lançará seu primeiro disco solo em Teófilo Otoni, em um evento que contará com outras atrações e manifestaões. O artista que atualmente mora em Belo Horizonte é vocalista da Banda Raiz de Jequi e vem se destancando nas cenas do Reggae e MPB.

O disco:

"Este novo trabalho de Vinícius Medina representa a evolução da música mineira. Um disco em que emergem influências variadas que se misturam e criam uma singularidade sonora impecável, ouvida na simplicidade do tambor e nas texturas eletrônicas. Nas letras das canções Medina se torna um poeta da contemporaneidade, falando da vida urbana rápida, do aroma das montanhas, e do frescor do mar do sul da Bahia.
'No Brasil Nu' já nasceu sendo uma promessa da música mineira, que saiu de Teófilo Otoni e hoje faz escala em Belo Horizonte para o Brasil (Pedro Guinu)”.

O artista:

Vinícius Medina é músico brasileiro, compositor, e está lançando o seu primeiro disco NO BRASIL NU.
Medina é vocalista da banda Raiz de Jequí, com a banda já tocou nos estados de MG, ES e RJ, passando em sua maioria pelo Vale do Mucuri e Jequitinhonha. Em 2013 se apresentou em Juiz de Fora juntamente com a banda "The Wailers", banda que acompanhou Bob Marley na sua carreira musical. Em 2012, se apresentou com a banda no FAN - Festival de Arte Negra no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, com a participação de José Rodrigues (Unidade Punho Forte).
Ainda na mesma edição do FAN, Medina também se apresentou com o grupo LealSoundSystem, parceria esta que levou o músico à participar de uma apresentação única, no palco do Teatro Oi Futuro Klauss Vianna, juntamente com Dj. Renatito, Lorenza Junqueira, Nathy Faria, Sérgio Pererê, Tânia Azze, Wagner Bagão e Zaika dos Santos.
Ainda em 2012 gravou a música ‘Sabedoria’ no primeiro álbum da banda Kabalions e em 2011 gravou com a banda Djambê, na bonustrack "Cativeiro". Participou também da abertura do show do grupo Teatro Mágico, na VI Semana de Artes da UFOP, e no Espaço Vila Verde em Nova Lima com a banda Tribo de Jah. Em 2009 apresentou-se no FestiVelhas - Projeto Manuelzão(UFMG).
Medina aprendeu e pôs em prática os seus estudos na Manufaturada Orquestra que é uma orquestra de improviso dirigido em tempo real, através de uma linguagem corporal na metamorfose da construção coletiva (Soundpainting).

SERVIÇO:

Evento: Espetáculo da Vida, de Rodrigo Ferrari

Data: 14 de Fevereiro de 2014

Hora: 20h:30min

Evento: Lançamento do disco Brasil Nu, de Vinícius Medina

Data: 14 de Fevereiro de 2014

Hora: 21h:00min

Evento: DJ Cubanito

Data: 14 de Fevereiro de 2014

Hora: 23h:00min

Local: Espaço Cultural Casarão do SESC – SESC Teófilo Otoni

Endereço: Rua Rui Barbosa, S/N - São Diogo - Teófilo Otoni

Preço: R$40,00 (com direito ao CD No Brasil Nu) e R$20,00 e 1 Kg de alimento não perecível (só entrada)

Venda de ingressos: Portaria e http://www.sympla.com.br/ingressos-evento?id=17026 (via internet)

Endereço: Av. Francisco Sá, 129, Centro – Teófilo Otoni

Contatos: (31) 9258-8278 / medinamusic7@gmail.com

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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

NOVO EDITAL ESTIMULA CRIAÇÃO DE ROTAS PELO INTERIOR DE MINAS PARA CIRCULAÇÃO DE MÚSICOS, CORAIS, CONGADOS OU BANDAS CIVIS

Do Música Minas

O Programa Música Minas lança nesta sexta, 20 de dezembro, um edital inédito que busca intensificar a circulação pelo interior de Minas Gerais de músicos, grupos e formações maiores, que normalmente encontram dificuldades para fazer turnês –casos dos corais, bandas civis e manifestações das culturas populares como as guardas de congado.

Fruto de duas consultais públicas que reuniram sugestões do setor, o novo Edital de Descentralização Estadual funde o antigo Edital de Circulação Estadual ao que seria o Edital Rodoviário, submetido à avaliação de agentes culturais do estado em agosto passado.

O resultado final absorve sugestões de artistas, produtores, técnicos e profissionais de BH e interior, que acompanharam a reunião presencialmente e pela internet ou deixaram contribuições ao longo da semana seguinte ao encontro, numa plataforma online.

O primeiro grande ganho em relação à realidade anterior está na potencialização dos recursos: o Edital de Descentralização Estadual nasce com um orçamento três vezes e meia maior que o de Circulação Estadual. Ao todo, serão disponibilizados nessa fase beta R$ 140 mil para custear o deslocamento rodoviário de artistas pelo Estado.

O mecanismo de participação é simples: o próprio artista define sua rota, na região e no momento do seu interesse. O proponente pode, por exemplo, valer-se de um festival ou festividade que será realizado em determinada cidade para estabelecer parcerias com espaços culturais ou bares de cidades vizinhas ou que estejam no percurso para sua turnê.

Cada proposta selecionada pela curadoria receberá um valor proporcional à distância que será percorrida, além de ajuda de custo que varia de acordo com o número de shows e de integrantes do grupo. Neste momento, as viagens abarcam o período de fevereiro a julho.

Realizado por meio de parceria entre poder público (via Secretaria de Estado de Cultura) e sociedade civil (representada pelo Fórum da Música, que reúne entidades do setor no estado), o Música Minas completou cinco anos em 2013 –atualmente, sob gestão do VALEMAIS – Instituto Sociocultural do Jequitinhonha. Nesta temporada, o programa conta com o apoio da Rádio Inconfidência e da Rede Minas.

Desde 2009, o programa beneficiou cerca de 1.400 artistas com passagens aéreas para shows no Brasil e exterior, assim como para a participação em feiras, congressos, workshops, masterclasses e oficinas, além da produção e distribuição de material promocional (coletâneas e catálogos) voltado para a difusão da música mineira. As consultas públicas que deram origem ao novo edital fazem parte de um conjunto de ações de transparência que vêm sendo defendidas e adotadas progressivamente pelos atuais gestores do programa.

Neste segundo semestre, o diálogo com músicos, produtores, técnicos e demais agentes da cadeia criativa e produtiva da música envolveu a discussão dos editais de Intercâmbio e de Circulação Estadual em Festivais –com as sugestões que foram consensuadas absorvidas às novas ações do Programa.

O Edital de Descentralização Estadual atende a uma carência crônica, potencializada pela enorme extensão territorial do Estado: a dificuldade dos artistas de circularem por Minas Gerais e, com isso, criarem novas rotas de formação de público e de fortalecimento das economias locais, sobretudo no interior.

A nova ação contempla agentes culturais que tinham acesso limitado aos benefícios do programa, por morarem em cidades sem aeroporto –o que os distanciava da possibilidade de usufruir do Edital de Intercâmbio, voltado à concessão de passagens aéreas. De outro lado, amplia, para além das datas episódicas de realização de eventos de maior porte, a capacidade de levar a produção artística da capital ao interior e de músicos do interior se apresentarem na capital –assim como de transitarem por outras cidades das dez macrorregiões do Estado.

Clique aqui para acessar os documentos para apresentação de propostas.

Retirado em 23/12/13 daqui.

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

MÚSICA MINAS traz Painel de Interiorização aos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

O Música Minas continua as ações de circulação pelo interior nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, com encontros nas cidades de Teófilo Otoni, Almenara e Águas Formosas. O objetivo é divulgar os editais e estimular agentes culturais a se beneficiarem das oportunidades oferecidas pelo Programa.

Os painéis:

  • Em Teófilo Otoni, o painel acontecerá na programação do Beco das Cultura, festival de cultura e arte, no dia 14/12 (neste sábado), na Livraria e Cafeteria Papo Café;
  • Já em Almenara acontecerá no dia 16/12 (segunda-feira) no Clube dos Operários;
  • E na cidade de Águas Formosas, o painel será realizado no Centro de Cultura como parte da programação do I Mucuriarte, festival de cultura do Vale do Mucuri, no dia 17/12 (terça-feira).

O Música Minas circula por todas as macrorregiões do Estado fomentando a criação de microrrotas pelo interior, por meio de parcerias com prefeituras, universidades, festivais, eventos, bares, restaurantes, centros culturais e equipamentos públicos e privados com vocação para a música. Em campo, o Programa compreende cada vez mais as necessidades, demandas e anseios dos diversos agentes da música em todo o território mineiro e colhe informações valiosas para seu planejamento.

Música Minas

O Música Minas foi criado em 2009 por meio de parceria firmada entre a Secretaria de Estado de Cultura e o Fórum da Música de Minas Gerais, instância que reúne entidades representativas da música no Estado como a Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina (AAMUCE), Fora do Eixo Minas (FEM), Grupo Cultural NUC, Rede Catitu, Sociedade Independente da Música (SIM), Instituto Sociocultural do Jequitinhonha (VALEMAIS) e Associação Mucury Cultural.

Criado com o objetivo de apoiar a divulgação, a circulação e a exportação da música produzida em Minas Gerais e o desafio de fazer com que a diversidade da música mineira seja reconhecida nacionalmente e internacionalmente, o Programa é considerado um dos mais sólidos do país no setor.

Momento de interiorização

Na tentativa de expandir as ações do Programa e agregar ainda mais artistas mineiros, o Música Minas vem promovendo uma série de ações de interiorização. Para tal, são realizadas palestras, painéis de discussão e mesas redondas que visam divulgar as oportunidades e os editais que possibilitam a capacitação dos agentes culturais.

Confira as próximas paradas do Música Minas:

  • Teófilo Otoni

Data: 14/12/13

Hora: 15h30min

Evento: Beco das Cultura

Local: Livraria e Cafeteria Papo Café

Endereço: Rua Doutor Manoel Esteves, 150, Lj-05, Centro.

  • Almenara

Data: 16/12/13

Hora: 19h30min

Local: Clube dos Operários

Endereço: Rua Severiano Coutinho, 324, Centro.

  • Águas Formosas

Data: 17/12/13

Hora: 15:00

Evento: Mucuriarte

Local: Centro de Cultura

Endereço: Rua Dr. Sebastião Figueiredo, 643 – Centro.

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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Saldanha Rolim–Projeto Grandes Encontros

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SERVIÇO:

Evento: Show Saldanha Rolim–Projeto Grandes Encontros

Data: 11 de Outubro de 2013

Hora: 21 horas

Local: Auditório da CDLTO

Endereço: Dr. Luiz Boali Porto Salman, 1370 – Ipiranga - Teófilo Otoni.

Informações: (33) 35223181 - (33) 9906-8890

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

O “Jabá” de Oldair Costa

Por Bruno Bento

Recentemente deparei-me com uma postagem no Suvaco de Cobra sobre um cabra daqui de Poté, cidade vizinha à Teófilo Otoni, onde também morei na infância e onde minha mãe nasceu, outras histórias. A tal postagem, feita pelo amigo Eustáquio Rocha, portanto merecedora de atenção, dizia respeito à algumas matérias que saíram na imprensa da capital sobre uma campanha um tanto quanto inusitada: “Meu Jabá”, “Meu Biscoito”. E por aí vai.

O cabra é o Oldair Costa, cantor e compositor que anda pela capital mineira fazendo suas campanhas, vendendo seus discos e recolhendo o que lhe é interessante para a fabricação dos próprios encartes, ele é adepto do faça você mesmo, e não é força de expressão. Oldair compõe, interpreta, grava, confecciona s capas e encartes de seus discos e os vende, além de ele próprio desenvolver suas estratégias de divulgação. Seu cartão de visitas leva duas sementes de Pau Brasil.

Ah, em seu perfil no Facebook vemos as fotos dele incansavelmente em estúdios de rádios comunitárias e comerciais em Belo Horizonte, junto de alguns dos maiores locutores do rádio mineiro.

Ao Tempo de Prosa declarou que seu estilo é a Música Popular Brasileira e tendo Djavan como principal influência. Já possui quatro discos gravados: “Expresso Brasileiro”, “Trans-ceder”, “Bico Fino” e “Sozinho e Deus”.

Àquele blog ainda fala do momento em que percebeu que seria artista:

“Aos 12 anos improvisei o meu próprio violão usando uma lata de óleo, uma tábua de madeira e linha de pesca. Acho que foi aí que iniciei a minha carreira. [...] Sempre soube que para ser artista, era preciso ser diferente”.

Assim segue pendurando suas placas nas ruas e parques da cidade, fazendo e postando seus vídeos no You Tube, torpedeando com seu Facebook: Oldair Costa Poté-mg Vale Do Mucuri.

Confira alguns de seus vídeos e as capas dos discos:

Contatos:

oldairpote@gmail.com

Perfil Facebook

Página Facebook

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terça-feira, 23 de abril de 2013

Nova cena musical de BH é comandada por músicos e bandas que propõem a música livre

Por Ailton Magioli - EM Cultura

Pesquisa da cultura popular e sensibilidade para as novidades são essencias para os artistas que dão a cara e voz da geração na capital mineira

Luiz Gabriel, Tales Silva, Luiza Brina, Irene Bertachini, Leandro César, José Luis Braga, Gustavito e Thiakov, na Praça do Copa, em Santa Tereza (Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)

O cenário para o encontro com os protagonistas da nova cena musical belo-horizontina é pra lá de adequado. Afinal, ainda que não haja uma cartilha com ideias, princípios ou fundamentos, Santa Tereza, na Região Leste, volta a testemunhar o surgimento de movimento musical que tem tudo para fazer história, depois da rapaziada do Clube da Esquina, do heavy metal e do pop rock. Local escolhido pelos músicos para a entrevista: a Praça Coronel José Persilva, mais conhecida como Praça do Copa.
O que une a turma, que chega depois do Reciclo, que revelou, entre outros, Makely Ka, Kristoff Silva e Dudu Nicácio, é a velha (e sempre renovada) canção. “Assim como John Coltrane e Miles Davis, que tocaram juntos e com vários outros músicos, há um fluxo orgânico e uma complementaridade muito grande entre nós”, posiciona-se Luiz Gabriel Lopes, de 26 anos. Vocalista da banda Graveola e o Lixo Polifônico, que se destaca na nova cena, o compositor e instrumentista se nega a assumir a liderança do movimento, em que o intercâmbio de funções é evidente, desdobrando-se entre o trabalho coletivo e solo.

“Sou um cara que tem o comportamento da urgência, o que pode ser bom ou ruim”, explica. Ao lado de Jennifer Souza, da banda Transmissor, Luiz Gabriel produz a mostra Cantautores, que, além de um festival de fim de ano, promove eventos mensais na Casa Fiat. “Não esperava que a música tomasse esta relação com a vida”, confessa o cantor, que, vindo de Entre Rios de Minas, no Campo das Vertentes, já chegou à capital com o espírito do trabalho coletivo.
“Apesar dos festivais e eventos afins, sinto falta de espaços para mostrar meu trabalho autoral”, reclama Irene Bertachini, de 26 anos que, paralelamente ao grupo Urucum na Cara, prepara o lançamento do primeiro disco solo ('Irene preta, Irene boa') para 18 e 19 de maio, no Teatro Oi Futuro Klauss Vianna. Cantora, compositora e instrumentista, Irene não gosta de rótulos, mas costuma classificar o trabalho que faz de música popular contemporânea, “que explora timbres e arranjos um pouco mais inusitados”. Em síntese, “uma MPB de roupagem nova”. Militante da causa, Irene Bertachini também está envolvida com a mostra Palavra Som – Semana da Canção Contemporânea, que chegou à segunda edição com shows na Funarte MG.
'A toada vem é pelo vento', diz o sugestivo título do disco solo da cantora Luiza Brina, de 24 anos, que está de volta a Belo Horizonte depois de quatro anos no Rio, onde concluiu curso de composição na UniRio. “Aqui a galera está mais unida, mais disposta a correr atrás”, diz sobre a cena belo-horizontina, lembrando que o Rio, como vitrine nacional, tem de ter mercado. “Vejo Belo Horizonte mais disposta a criar e produzir”, acrescenta Luiza. Como admite, ela faz uma canção pós-tudo, “reflexo de um milhão de influências que ocorrem hoje dia, com muito da cultura popular que pesquiso”. Com o parceiro César Lacerda, ela gravou 'Ouça de fone', recém-lançado, antecedido de 'Luisa Brina e o liquidificador', do ano passado.

Coletivo

Gravados no coletivo Casa Azul, do Bairro Carlos Prates, na Região Noroeste, a maioria dos discos da nova geração é feita em sistema colaborativo, viabilizados pelas leis de incentivo. “Na verdade, há mais oferta do que demanda”, constata o violonista Leandro César, de 28 anos. Na trilha do mago Marco Antônio Guimarães, o jovem constrói instrumentos para o grupo Uakti, paralelamente à carreira nos grupos Diapasão e Urucum na Cara, com os quais já assinou a direção musical de discos. Atualmente pelo menos seis discos estão em pré-produção na Casa Azul, que, além de estúdio de gravação e ensaios, serve de morada para alguns dos artistas envolvidos no processo, entre os quais o próprio Leandro.
Para o jovem músico, se sua geração conseguiu atingir alto nível profissional e de mercado, ainda enfrenta uma carência de amplitude. “Não há público para a nossa música”, lamenta Leandro César, que também ajuda a produzir a mostra Palavra Som. “Este ano tivemos problema de público na própria mostra”, diz. “Além de uma TV de maior alcance, precisamos de rádios, cuja programação na maioria das vezes está engessada”, garante Leandro, admitindo que a maior evolução registrada no mercado musical mineiro independente está nos estúdios caseiros. “Além do boca a boca, a internet tem sido o canal para divulgação do trabalho.”

Mais perto da cidade
Posição política? Lógico que a turma tem. Além de letras atentas à realidade política e sociocultural brasileira, alguns destes jovens artistas andam metidos em movimentos como Duelo de MCs e Praia da Estação, ambos em defesa do uso de espaços públicos pela comunidade em geral. O grande desafio, de acordo com Luiz Gabriel Lopes, é colocar o trabalho na roda. “Aproximar-se mais da cidade, a partir de iniciativas autônomas. Claro que não abdicando da estrutura”, afirma, cobrando a responsabilidade do poder público.
Na opinião do integrante da Graveola e o Lixo Polifônico, há uma característica muito feliz na atual cena musical belo-horizontina. “Trata-se da substância musical e poética que perpassa o trabalho de todos nós, de composições no âmbito da canção, em busca de vocabulário próprio”, reconhece. Para Luiz Gabriel, além de personalidades fortes há que se ressaltar o ambiente fértil de interlocução na cena, que traz consigo a já reconhecida herança musical mineira. “Somos uma geração que vai amadurecer. Estamos ainda no início de um processo”, avalia.
Desde novo aberto para estilos distintos, Gustavo Amaral, o Gustavito, de 26 anos, que acaba de lançar o CD solo 'Só o amor constrói', lembra que já passou por oito bandas, entre as quais Capim Seco e Urucum na Cara. Hoje, além da Diapasão, com Leandro César, ele participa da Tião, ao lado de Luiz Gabriel, e Terra das Laranjeiras, com Alexandre Andrés. Com fortes elementos da cultura popular em sua música, o cantor, compositor e instrumentista vai do samba reggae ao tambor de crioula, passando por afoxé e outros gêneros. “Busco fazer uma música acessível”, revela Gustavito.
Compositor-letrista da banda A Fase Rosa, Thales Ferreira da Silva, de 27 anos, admite que o grupo participa como observador para ajudar a elevar a cena musical belo-horizontina. Com show agendado na Ilha da Madeira, Portugal, A Fase Rosa se classifica como banda de MPB, com forte tendência a lidar com o rock abrasileirado. Mesmo que os companheiros priorizem A Fase Rosa, Thales lembra que todos também se envolvem em trabalhos paralelos, sob o argumento de que precisam tocar para sobreviver. “A cena cresce rápido e o mercado não acompanha”, constata o músico, cobrando a criação de portais, blogs e outros espaços para a nova música belo-horizontina.

Retirado do site do EM wm 23/04/13 do endereço:

http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/musica/2013/04/21/noticia_musica,141795/nova-cena-musical-de-bh-e-comandada-por-musicos-e-bandas-que-propoem-a-musica-livre.shtml

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quinta-feira, 7 de março de 2013

Música Independente: inscrições até 29/03/13

Retirado do site do Música Independente em 07/03/13 do endereço:

http://musicaindependente.art.br/projeto/

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O Projeto tem por objetivo proporcionar oportunidades artísticas e promocionais a intérpretes, compositores e instrumentistas profissionais de qualquer idade, residentes em Minas Gerais, que se dedicam à música, através de apresentações musicais, com destaque para shows e encontros inéditos.

O projeto

Criado em 2005 pela SIM, junto à Secretaria de Estado da Cultura, Fundação Clóvis Salgado, Rede Minas e Rádio Inconfidência, no intuito de incentivar o crescimento da cena musical de Minas Gerais. O projeto é voltado para os artistas mineiros com a intenção de dar visibilidade, formar público e contribuir para a profissionalização da cena musical independente de Minas Gerais.

Nas suas cinco edições anteriores, realizadas entre os anos 2005 e 2009, na Sala João Ceschiatti da Fundação Clóvis Salgado, foram contabilizados 136 espetáculos que foram gravados e transmitidos pela Rádio Inconfidência e Rede Minas.

O projeto deixou de ser realizado durante os últimos três anos e agora está de volta e não poderiam ser outros os parceiros, justificados, sobretudo pela sua história: Rádio Inconfidência, a primeira rádio a apostar na produção independente do Estado, além de levá-la a outras instâncias nacionais e internacionais; a Rede Minas que vem ganhando prêmios pela sua capacidade de reinvenção e pela atenção aos conteúdos locais e a preocupação com a sua projeção nacional. O time se completa com a SIM - Sociedade independente da Música, uma associação cultural, sem fins lucrativos criada com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da chamada cadeia produtiva da música, e aqui, como gestora e mobilizadora do setor musical de todo o Estado para a participação no programa.

O Projeto pretende realizar 10 eventos quinzenais com 2 apresentações artísticas musicais cada, totalizando entre 20 shows. Os eventos irão acontecer na casa de espetáculos Granfino’s. Serão selecionados através de edital público 20 artistas residentes em Minas Gerais. Haverá uma reserva de pelo menos 25% de artistas do interior do estado. Os eventos serão gravados e cada show (2 por evento) irá gerar um programa de rádio e um de tv a serem veiculados semanalmente pelos parceiros do Projeto, Inconfidência e Rede Minas respectivamente.

As ações sugeridas para 2013 potencializam os resultados já obtidos nas edições anteriores e as ações propostas, além de dar uma maior visibilidade ao projeto e ao artista, desperta o interesse pelo Música Independente, além de contribuir para a decisiva expansão da carreira dos artistas agraciados.

Esperamos com esta ação influenciar positivamente na projeção profissionalização dos artistas e de toda a cena musical mineira, dando visibilidade, formando público, gerando interesse na profissão e ampliando os laços nas diversas áreas culturais e com os diversos parceiros.

 

 

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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Resultado da Coletânea Música Minas apresenta panorama amplo da produção mineira

Enviado pelo Música Minas

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O Música Minas, programa de fomento à produção e divulgação da música mineira, realizado em parceria pela Secretaria de Estado de Cultura e a Sociedade Independente da Música – SIM, representante do Fórum da Música de Minas Gerais, divulga o resultado do Edital da Coletânea Música Minas.

O resultado do Edital da Coletânea Música Minas oferece um panorama da atual produção musical em Minas Gerais, contemplando gêneros muito diversos entre si, como o rock, o rap, a música erudita, a MPB e tantos outros estilos, além de trazer uma amostra dos trabalhos de artistas residentes em vários municípios.

O material será distribuído para produtores, programadores de festivais, representantes de eventos e formadores de opinião, em Feiras nacionais e internacionais de música, além de festivais e eventos promocionais. O objetivo é divulgar a diversidade musical do Estado e gerar novas possibilidades para os artistas em outros mercados. Para facilitar o acesso aos trabalhos, a coletânea foi dividida em estilos e será distribuída de acordo com os perfis dos programadores, produtores e jornalistas de cada um dos eventos dos quais o Programa Música Minas irá participar.

De acordo com Lailah Gouvea, Coordenadora das ações internacionais do Programa Música Minas, foram recebidas 126 inscrições dentre as quais 115 foram selecionadas. “Apenas 11 propostas foram reprovadas na análise, lembrando que a seleção dos trabalhos foi baseada apenas em aspectos técnicos e documentais, excluindo-se as análises baseadas em critérios curatoriais”, enfatiza.

Esta é a terceira edição da Coletânea Música Minas, que já foi lançada nos anos 2009 e 2010. A última edição reuniu artistas residentes em Minas Gerais de várias vertentes musicais. O material foi distribuído em feiras nacionais e internacionais como: WOMEX (Dinamarca), - BAFIN (Argentina), CMJ (Nova York), CMW (Canadian Music Week), Mercado Da Música Viva De Vic (Espanha), Culturgal (Galícia), Feira Música Brasil, Feira da Música do Sul, Brasil Central Music, Mercado Cultural de Salvador, entre outras.

O Edital recebeu propostas originárias dos municípios de Belo Horizonte, Juiz de Fora, Coronel Fabriciano, Divinópolis, Contagem, Vespasiano, Sabará, Santa Luzia, Montes Claros, Nova Lima, Patos de Minas, Pouso Alegre e Teófilo Otoni.

Abaixo segue a relação das propostas aprovadas ordenadas de acordo com a classificação dos artistas.

*Artista - cidade - música - estilo musical

!Slama  - BH -  10.000 MW - Rock

4instrumental – Sabará - A fuga das mulheres ruivas para Vênus - Rock instrumental

7 Estrelo – BH - Longe Estou - Música contemporânea

Aldan – BH - A casa cai – Rock –

Amaranto - BH -Quarto Azul - MPB, grupo vocal

Andersen Viana – BH - Tenochtitlan (1996) - Instrumental, experimental e clássico

Anonymous – BH - Me dá um sorriso - Pop, funk, reggae

Anthonio – BH - Pode Ser - Música Brasileira –

Arthur Nunes – BH - Nossa Minas - Sertanejo

Audergang – BH - I Can't quit the blues - Blues

Babaca Manchild – BH - Ill in Brazil - Indie, Rock

Banda CEBNA – Vespasiano – Resistência - Rock

Banda Ozome – BH - A Grande Alma - Rock

Banda Previsão do Tempo – BH - Não sei dançar - MPB

Banda Versus – BH - No Compasso do Rock – Rock –

Bandas Decafônicas – BH - Se libertar - Rock, indie-rock

Bilora – Contagem – Balanciô - Música de viola

Black Pio – BH – Olé - Samba soul

Cabral – BH - Água Benta - Samba

Camila de Ávila – BH - Eu e Tu - MPB

Cantus Quatro - Pouso Alegre - Aldeia Mineira -MPB

Capim Seco – BH  Mãe do Céu Dona do Mar - Samba

Carlos Farias – BH - Fruto do Norte - Coco/ baião

Carlos Fernando Cunha - Juiz de Fora - Caminho da Paz - Samba

Cáustica – BH – Cáustica - Rock

Chuva a Granel – BH - Cadente Madrugada - Música Brasileira, Blues, experimental

Constantina – BH - Juan El Marinero - Instrumental

Coral das Lavadeiras de Almenara – BH - Cai Bananeira - Samba de roda

D'Fernandes – BH - Partideiro Groove - Pop, rock, groove, rap e R&B

Dead Lover's Twisted Heart – BH – Isabelle - Indie, Rock - Dena Guimarães

Coronel Fabriciano - Flores na Solidão - MPB

Diego Bemquerer – BH – Espero - Pop

Dokttor Bhu e Shabê – BH – Conglomano - Rap, hip-hop e soul

Duo Daniel Lovisi e Rick Vargas - Juiz de Fora - Nascer das Águas - Instrumental

Eloy D'Paula – BH – Travesso - Instrumental

Érika Machado – BH – Rosa - Pop esquina, MPB

Expresso. Mousse & Cal - Teófilo Otoni – Talvez - MPB

Falcatrua – BH - Pedras Rolando - MPB, rock

Favela Groove – BH - Sopa de Fumaça - Rap, rock, reggae e pop

Fernando Sodré – BH – Calangada - Instrumental

Francesco Napoli – BH - Nem marginal, nem herói - Rock

Fulô de Serra – BH – Sertòes – Forró

Giancarlo Souza-BH - Firme está - Clássico, Sacro e worldmusic

Gilberto Mauro – BH - Moto parabélico - Instrumental, progressivo e piano

Gonzaga Medeiros – BH - Mestre Diôla – MPB

Graveola e o Lixo Polifônico – BH – Desencontro - Pop

Gustavito – BH – Vai - Axé, MPB, Samba-reggae

Gustavo Guimarães – BH – Artesã - Pop, MPB

Hammerthrash - Patos de Minas - Metal Attack - Trash metal

Ice Band – BH - No ritmo de um sonho - Rap

Iconili – BH - O Rei da Tupanga - Instrumental afrobrasileiro

Indiada Magneto – BH - O Crente que Matou o Punk - Instrumental, experimental e rock

João Carlos Ferreira – BH - Desafio n.1 - Versão Solo - Instrumental, erudito

Jorge Bonfá – BH – Balaio - Instrumental brasileiro, carimbó

Jorge Dikamba – BH – Crisálida - Instrumental

José Augusto Silvestre – BH - Êh Mãe - Blues

Julgamento – BH - A Trajetória - Rap

Kadu Mauad - Juiz de Fora - Déjà Vu - Choro-tango

Kristoff Silva – BH – LiG - MPB, eletrônica

Lamancha - Santa Luzia - O anjo, a vela e a reza - Rock

Laura Lopes – BH - À Cidade - MPB, Rock

Leonardo Marques – BH - Linha do Trem -Folk, indie

Lu Toledo – BH – Riscos - MPB

Lucas Avelar – BH – Beleza - Pop

Lúdica Música! - Juiz de Fora - "Mundo-Ludo - MPB

Luiz Marques – BH - Tudo Será - MPB

Maiay Boavista - Montes Claros - Hoje eu não vou sair de casa - Pop

Marcelo Rios – BH - Samba dos Ancestrais - MPB, Samba e Bossa

Marcio Hallack - Juiz de Fora - Trem Carioca - Instrumental brasileiro

Márcio Rocha – BH – Cinema - Indie, jazz

Marco Antônio Teixeira – BH - Os peixes - Instrumental

Marcos Frederico - Nova Lima - Vavin 47 - Instrumental

Marina Gomes – BH - Da Pura Razão - Samba

Marku Ribas – BH – Aristoporindé - Xote Brasil

Matheus Brant – BH - A semana - MPB, cantautor

Maurício Ribeiro – BH - Toada para um rio triste - Instrumental

Mezbeth – Vespasiano – Inertia - Rock alternativo

Midnight Mountain – BH - Glad or Blue - Canção

Monte Pascoal Quarteto de Saxofones & Percussão – BH - Suite TribalInstrumental

Nathy Faria – BH - Deixa Dançar - worldmusic, soul, funk, pop contemporâneo

Nem Secos – BH - Ela Cortou Curtinho - MPB, Funk

Nsista - Pouso Alegre – Ibeji - Eletrônica

Orfeu & os Alquimistas – BH - Eu, Benjamin e o Chico - Regional, MPB

Pelos – BH - Estragos Sutis - Rock

Pequena Morte – BH - Bom! - SKA

Péricles Garcia – BH – Ïcaro - Soft Rock, Canção

Pil Regional – Betim - Ser-Tão Mineiro - Rock, maracatu, regional

Quase Coadjuvante – BH – Entardecer - Indie, Rock

Ralfe Rodrigues – BH - Um motivo para sonhar - MPB

Ram –BH - Lonely Ones - Folk Rock

Raquel Coutinho – BH - O Vejo - worldmusic, pop, MPB

Rayanne Lohse – BH - Lá em casa - MPB

Renato Savassi – BH - Brincando o Sete - Instrumental

Ricardo Ulpiano – Contagem – Bella - MPB, regional

Robertinho Brant – BH - Sinal de Paz - Bossa

Roger Resende - Juiz de Fora - Queira ou Não Queira - MPB, Baião, Regional

Sarau Tropeiro – BH - O trem - MPB regional

Seu Ribeiro - Santa Luzia - Nas Candongas do Entardecer - Regional

Silvercrow – BH - Darklight of Sun - Heavy metal, rock, folk

Tau Brasil – BH - Vale do Mucuri - MPB

Tempo Plástico – BH – Kerouac - Rock

Thiago Delegado – BH - Entre Matas e Trigais - Instrumental

Thiago Miranda - Juiz de Fora - Quando o vento soprar - MPB, Blues, Jazz

Transmissor – BH - Dessa Vez - Folk rock

Treze Provisório – BH - Soy Mexicano - Rock

TriunVirato Power Trio - Juiz de Fora  - TriunVirato Instrumental brasileiro

Urucum na cara – BH - Erê - MPB regional mineira

Vagner Faria – BH - Além do Olhar – Instrumental

Valsa Binária – BH – Afogamento - MPB, rock

Visco – Juiz de Fora - Pra Variar - Rock

Vitrolas – BH - O Presente - MPB Rock

Wanted –BH – Turbo - Hard Rock

Wilson Dias – BH - Eu vi - Regional

Zé Guela – Divinópolis - Vendedor de Histórias - Nova MPB, pop

Sobre o Programa Música Minas

Desde o seu lançamento, em 2009, o Programa MÚSICA MINAS beneficiou cerca de 740 artistas, por meio de 173 propostas selecionadas pelos seus Editais. A iniciativa levou artistas mineiros para importantes festivais, cursos e eventos em todo o mundo, além de ter realizado ações de representação em feiras internacionais de música como: WOMEX (Copenhague/Dinamarca), BAFIM (Buenos Aires/Argentina), CMJ Music Marathon (Nova York/EUA), CMW - Canadian Music Week (Toronto/Canadá), Mercado da Música Viva De Vic (Espanha), Culturgal - Feiras das Indústrias Culturais da Galícia (Pontevedra/Espanha), dentre outras.

O programa Música Minas é realizado por meio da parceria firmada entre o poder público, representado pela Secretária de Estado de Cultura e a sociedade civil, na figura do Fórum da Música de Minas Gerais, que une entidades organizadas e representativas da música como a AAMUCE (Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina), COMUM (Cooperativa da Música de Minas), FEM (Fora do Eixo Minas), Grupo Cultural NUC, Rede Catitu, SIM (Sociedade Independente da Música) e VALE MAIS (Instituto Sociocultural do Jequitinhonha).

Informações para a Imprensa:

CL Assessoria em Comunicação: 31 3274 8907

Christina Lima: christina@christinalima.com.br

Graziella Giannini Graziella@christinalima.com.br

www.musicaminas.com

http://www.cultura.mg.gov.br

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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Virada inComum, neste sábado

Virada inCOMUM sem lei - toque e troque sua arte!

Artistas de Belo Horizonte, chega de escrever projetos e buscar captação!

Nós queremos é tocar nossa arte, é fazer um som!

Fazer algo IN COMUM.

Para você que é COMUM, ou não, e:

* quer fazer parte do CATÁLOGO MUSICAL da MUSICA DE MINAS para as feiras internacionais VIC e WOMEX

* quer cooperar com uma nova maneira de fazer arte: TOTALMENTE independente;

* está devendo o RAD e quer continuar sendo um cooperado da COMUM;

* quer tornar-se um cooperado da COMUM;

PARTICIPE da festa:

Virada inCOMUM sem lei - toque e troque sua arte!

Serão 12 horas de muita arte e ação cooperativa...

em mais de 40 atividades culturais!

DATA: 25 de agosto de 2012 - de 19 horas às 7 da manhã

(com direito a café da manhã)

Local: Quadra da Escola de Samba Cidade Jardim

Endereço: Rua do Mercado, 47, Conjunto Santa Maria

Como participar:

Envie um e-mail fazendo sua proposta.

Equipe da COMUM responsável pela organização:

Coordenação: Geovana Jardim

(31) 3486-7848 / 9243-6692 (tim) – geovana@portalcomum.com.br

Produção artística:

Fabiana Martins e Vanessa Ferreira

fabianamartins@portalcomum.com.br

vanessaferreira@portalcomum.com.br

Confira a página no Facebook, aqui.

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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Ação de Interiorização do Música Minas em Teófilo Otoni

Na última sexta-feira, dia 03 de agosto, recebemos os representantes do Circuito Fora do Eixo e do Vale Mais para uma Ação de Interiorização do Música Minas, programa que visa fomentar e incentivar a música feita em Minas. Nesta oportunidade estavam presentes Carlos Farias, Victor Maciel, Talles Lopes, Beatriz Farias, gestora da cultura do poder público municipal e representantes da cadeia produtiva da música.

Durante o encontro, a equipe apresentou o programa, suas potencialidades e oportunidades, além de sua história de luta pela valorização da música mineira, salientando a necessidade premente de articulação e organização dos elos da referida cadeia produtiva para que se tenha políticias públicas que atendam ao seu interesse e que o setor possa também buscar sustentabilidade.

Segundo o Talles em sua página no Facebbok:

“em Teofilo Otoni finalizamos nossa primeira semana de trabalho, com a Ação de Interiorização do Música Minas. Mais um encontro muito bacana, com diversos músicos e produtores, que se mostraram bem estimulados com o atual momento da cidade, e muita disposição para se conectar com os diversos movimentos culturais do Estado.
Agora é hora de retornar a BH e seguir com o trabalho. Iniciar o trabalho pelo Vale do Jequitinhonha e Mucuri é inspirador, ao mesmo tempo que já aponta claramente muitos desafios para o Programa Musica Minas. A diversidade e riqueza cultural do estado exigem politicas culturais consistentes e também diversificadas, entendendo que existe um Brasil de Dentro, uma Minas interiorana, que precisa ser potencializada.

Para saber mais:

O Programa

Desde o seu lançamento, em 2009, o MÚSICA MINAS beneficiou cerca de 740 artistas, por meio de 173 propostas selecionadas pelos seus editais. A iniciativa levou artistas mineiros para importantes festivais, cursos e eventos em todo o mundo, além de ter realizado ações de representação em feiras internacionais de música como: WOMEX (Copenhague/Dinamarca), BAFIM (Buenos Aires/Argentina), CMJ Music Marathon (Nova York/EUA), CMW - Canadian Music Week (Toronto/Canadá), Mercado da Música Viva De Vic (Espanha), Culturgal - Feiras das Indústrias Culturais da Galícia (Pontevedra/Espanha), dentre outras.

O programa Música Minas é realizado por meio da parceria firmada entre o poder público, representado pela Secretária de Estado de Cultura e a sociedade civil, na figura do Fórum da Música de Minas Gerais, que une entidades organizadas e representativas da música como a AAMUCE (Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina), COMUM (Cooperativa da Música de Minas), FEM (Fora do Eixo Minas), Grupo Cultural NUC, Rede Catitu, SIM (Sociedade Independente da Música) e VALE MAIS (Instituto Sociocultural do Jequitinhonha).

Aqui, a página do Música Minas.

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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Música Minas leva ações de estímulo à música mineira chega a Teófilo Otoni


Música Minas leva ações de estímulo à música mineira ao interior

Equipe visita cidades para divulgar oportunidades para artistas e produtores

O MÚSICA MINAS, programa de fomento à produção e divulgação da música mineira, realizado em parceria pela Secretaria de Estado de Cultura e pelo Fórum da Música, dá inicio a uma série de ações de interiorização, com o objetivo de ampliar o acesso e estimular a participação dos artistas e produtores residentes no interior de Minas Gerais. O trabalho consiste em divulgar as oportunidades geradas pelo programa para profissionais da cadeia produtiva da música, nas diversas regiões do Estado, por meio de palestras e painéis demonstrativos.

As ações, que se estenderão por várias cidades, começarão no dia 30 de julho, na cidade de Diamantina, região Nordeste de Minas Gerais, passando por municípios como Capelinha (31 de julho), Araçuaí (1º de agosto), Almenara (2 de agosto) e Teófilo Otoni (3 de agosto).

Em 2011, a equipe de interiorização do Música Minas percorreu 28 cidades mineiras e gerou ótimos resultados, entre eles um mapeamento do cenário musical destes municípios, com análises sobre os anseios e necessidades dos artistas e demais agentes culturais.

O Programa

Desde o seu lançamento, em 2009, o MÚSICA MINAS beneficiou cerca de 740 artistas, por meio de 173 propostas selecionadas pelos seus editais. A iniciativa levou artistas mineiros para importantes festivais, cursos e eventos em todo o mundo, além de ter realizado ações de representação em feiras internacionais de música como: WOMEX (Copenhague/Dinamarca), BAFIM (Buenos Aires/Argentina), CMJ Music Marathon (Nova York/EUA), CMW - Canadian Music Week (Toronto/Canadá), Mercado da Música Viva De Vic (Espanha), Culturgal - Feiras das Indústrias Culturais da Galícia (Pontevedra/Espanha), dentre outras.

O programa Música Minas é realizado por meio da parceria firmada entre o poder público, representado pela Secretária de Estado de Cultura e a sociedade civil, na figura do Fórum da Música de Minas Gerais, que une entidades organizadas e representativas da música como a AAMUCE (Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina), COMUM (Cooperativa da Música de Minas), FEM (Fora do Eixo Minas), Grupo Cultural NUC, Rede Catitu, SIM (Sociedade Independente da Música) e VALE MAIS (Instituto Sociocultural do Jequitinhonha).

Oportunidades

Músicos com residência comprovada em Minas Gerais podem se inscrever nos editais de Intercâmbio e Coletânea Música Minas. O primeiro dá aos profissionais da música a possibilidade de participar de eventos realizados em qualquer região do Brasil e do mundo, mediante comprovação de convite. As inscrições devem ser realizadas até o quinto dia útil do mês anterior à viagem proposta.

Já o edital da Coletânea Música Minas oferece a artistas de gêneros diversos a possibilidade de integrar uma coletânea que será distribuída entre produtores, programadores e formadores de opinião em feiras internacionais como a Womex e Música Viva de VIC. Os interessados podem se inscrever até o dia 24 de agosto. Informações no www.musicaminas.com

Cidades e Datas da Ação de inteorização

30/07 - Diamantina

31/07 - Capelinha

01/08 - Araçuaí

02/08 - Almenara

03/08 - Teófilo Otoni

Informações para a Imprensa:

CL Assessoria em Comunicação: 31 3274 8907

Christina Lima: christina@christinalima.com.br

Graziella Giannini graziella@christinalima.com.br

www.musicaminas.com e http://www.cultura.mg.gov.br

Em Teófilo Otoni, na Sala de Reuniões da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Av. Luiz Boali Porto Salman, 308 – 2º Andar/Sala 207 - Centro, às 16h.

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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Cavalo Motor pelo Grande Sertão

Retirado do Overblog em 20/07/12 do endereço:

http://www.overmundo.com.br/overblog/cavalo-motor-pelo-grande-sertao#-overblog-15780

Por Makely Ka · Belo Horizonte, MG

Estou na estrada percorrendo de bicicleta os caminhos do personagem Riobaldo Tatarana no Grande Sertão: Veredas, do escritor mineiro João Guimarães Rosa. Saí de Sete Lagoas e vou passar em alguns dos pontos cruciais do livro, como o córrego do Batistério, onde o personagem se reencontra com Diadorim e entra para o bando de jagunços; o Liso do Sussuarão, na divisa com a Bahia; o Chapadão do Urucúia até a batalha fatal com o Hermógenes no Paredão de Minas.

Durante a viagem estou produzindo textos (relatos, poemas e transcrição de falas), gravações de audio, video e fotos das paisagens sonoras e visuais que serão posteriormente trabalhadas no meu próximo disco e no show Cavalo Motor.

Adaptei na minha bicicleta um sistema que gera a partir das pedaladas a energia necessária para carregar os equipamentos eletrônicos para o registro e a transmissão das informações durante o percurso.

A partir do “Grande Sertão: Veredas” identifiquei o percurso do jagunço Riobaldo Tatarana pelo sertão mineiro, atento aos saltos e reviravoltas da narrativa não-linear. Com efeito Riobaldo, o narrador personagem, vai e volta no tempo acompanhando o fluxo natural de sua memória, o que torna o traçado de seu percurso uma tarefa meticulosa, uma espécie de quebra-cabeças cartográfico. Uma grande contribuição nesse sentido foi o livro “Itinerário de Riobaldo Tatarana” do pesquisador Alan Vigiano, que nos anos 60 fez um levantamento e identificou centenas de topônimos encontrados no romance; outro livro fundamental foi o “Boiada”, edição fac-similar da caderneta de anotações do próprio João Guimarães Rosa, escrita durante sua viagem com a comitiva de Manoel Nardy em maio de 1952 conduzindo uma boiada pelos campos gerais.

Com essas referências estabeleci um roteiro junto com dois colaboradores ( um designer e um geógrafo) transpondo para o sertão real o que foi possível transpor, ou ainda, o que restou do sertão imaginário do romance. É certo que localidades mudaram de nome dos anos 50 para cá, alguns lugarejos, fazendas e veredas desapareceram. Não há dúvidas também que muitos nomes foram trocados ou criados pelo escritor. Muitos dos locais por onde Riobaldo andou, todavia, puderam ser identificados, e é por essas trilhas que resistem no sertão que estou passando. Para me orientar nos descaminhos estou usando um GPS que transmite as informações do percurso. Esse trajeto está sendo atualizado no site periodicamente: www.makelyka.com.br

O conceito

Cavalo Motor é uma imagem-conceito que representa a simbiose do homem e da máquina. Durante a viagem a força humana vai produzir na interface com a máquina a energia necessária para a comunicação virtual; um veículo de tração animal e um computador com conexão à internet representam pontas de tecnologias separadas por séculos. No projeto elas se completam com o homem promovendo uma integração eficiente e de baixo impacto ambiental, ou seja, o ciclista se torna a própria interface entre essas tecnologias.

Com a viagem pretendo promover um embate entre o sertão existente e o imaginário, retratando e confrontando descrições, imagens e relatos antigos com situações atuais.

A comunicação em tempo quase-real propõe a inserção de um ambiente que ainda guarda traços arcaicos e medievais no universo da cultura digital, numa relação orgânica e metabólica que rejeita o discurso do progresso fácil e a qualquer custo.

Percorrer de bicicleta as veredas do Grande Sertão, paisagem e tema do livro brasileiro mais importante do século XX, é também uma forma de provocação, um protesto contra o discurso anacrônico do nacional-desenvolvimentismo que assola a região como também à supremacia dos automóveis nas grandes cidades geradora da violência e do caos no trânsito.

Contrastar o sertão mítico com as lavras de minério, as estradas asfaltadas, as plantações de soja e eucalipto, as chaminés dos auto-fornos é também uma forma de denunciar e escancarar os descaminhos de uma civilização que ignora conhecimentos ancestrais, transmitidos oralmente através de gerações e segue indiferente em sua arrogância rumo à barbárie.

É também uma forma de renovar a esperança por outras veredas para a civilização humana, buscando uma síntese de culturas díspares, que aqui se encontraram e se sobrepuseram em camadas profundas de contradições e tensionamentos. Talvez uma demonstração da capacidade de adaptação, da habilidade para cruzar referências própria do brasileiro, o conceito que guia o projeto recusa a ideia de incompatibilidade entre evolução e conservação, entre desenvolvimento e sustentabilidade.

O Cavalo Motor evoca portanto uma relação mais harmoniosa entre o homem e a máquina e aponta esse espaço de convívio possível, sugerindo inter-relações mais saudáveis e menos predatórias entre sistemas orgânicos e sintéticos, ou ainda entre a tecnologia e o estado de natureza.

Suscita ainda a possibilidade de um outro olhar sobre a própria urbe a partir da discussão sobre os meios de transporte alternativos, o trânsito (homem-máquina-meio), a humanização das relações, a eficácia de grandes projetos urbanos que desconsideram as relações humanas, ao mesmo tempo em que aponta para a possibilidade de soluções simples, baratas e eficientes para vencer problemas que hoje afetam todas as grandes cidades do mundo.

Cavalo Motor é uma imagem-conceito que representa a simbiose do homem e da máquina. Durante a viagem a força humana vai produzir na interface com a máquina a energia necessária para a comunicação virtual; um veículo de tração animal e um computador com conexão à internet representam pontas de tecnologias separadas por séculos. No projeto elas se completam com o homem promovendo uma integração eficiente e de baixo impacto ambiental, ou seja, o ciclista se torna a própria interface entre essas tecnologias.

Com a viagem pretendemos promover um embate entre o sertão existente e o imaginário, retratando e confrontando descrições, imagens e relatos antigos com situações atuais.

A comunicação em tempo quase-real propõe a inserção de um ambiente que ainda guarda traços arcaicos e medievais no universo da cultura digital, numa relação orgânica e metabólica que rejeita o discurso do progresso fácil e a qualquer custo.

Percorrer de bicicleta as veredas do Grande Sertão, paisagem e tema do livro brasileiro mais importante do século XX, é também uma forma de provocação, um protesto contra o discurso anacrônico do nacional-desenvolvimentismo que assola a região como também à supremacia dos automóveis nas grandes cidades geradora da violência e do caos no trânsito.

Contrastar o sertão mítico com as lavras de minério, as estradas asfaltadas, as plantações de soja e eucalipto, as chaminés dos auto-fornos é também uma forma de denunciar e escancarar os descaminhos de uma civilização que ignora conhecimentos ancestrais, transmitidos oralmente através de gerações e segue indiferente em sua arrogância rumo à barbárie.

É também uma forma de renovar a esperança por outras veredas para a civilização humana, buscando uma síntese de culturas díspares, que aqui se encontraram e se sobrepuseram em camadas profundas de contradições e tensionamentos. Talvez uma demonstração da capacidade de adaptação, da habilidade para cruzar referências própria do brasileiro, o conceito que guia o projeto recusa a ideia de incompatibilidade entre evolução e conservação, entre desenvolvimento e sustentabilidade.

O Cavalo Motor evoca portanto uma relação mais harmoniosa entre o homem e a máquina e aponta esse espaço de convívio possível, sugerindo inter-relações mais saudáveis e menos predatórias entre sistemas orgânicos e sintéticos, ou ainda entre a tecnologia e o estado de natureza.

Suscita ainda a possibilidade de um outro olhar sobre a própria urbe a partir da discussão sobre os meios de transporte alternativos, o trânsito (homem-máquina-meio), a humanização das relações, a eficácia de grandes projetos urbanos que desconsideram as relações humanas, ao mesmo tempo em que aponta para a possibilidade de soluções simples, baratas e eficientes para vencer problemas que hoje afetam todas as grandes cidades do mundo.

Buscando sustentabilidade lancei uma campanha de colaboração coletiva para arrecadar recursos que vão contribuir para a realização dessa iniciativa. A viagem portanto é somente uma das etapas. O projeto terá ao todo quatro etapas a serem cumpridas: a viagem pelo Grande Sertão; a finalização do CD Cavalo Motor; o show de lançamento; a publicação do livro com relatos e fotos da viagem.

Quem quiser colaborar com o projeto encontra as informações detalhadas no meu site. Criei uma plataforma diferente, um modelo muito simples de colaboração coletiva: http://makelyka.com.br/?page_id=420#campanha

No site dá para acompanhar também os relatos da viagem!

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quarta-feira, 23 de maio de 2012

sons & raízes com Marcela Veiga, Pil Regional e Thiago Aquino

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quarta-feira, 16 de maio de 2012

A cena musical contemporânea de Minas chama a atenção pelo talento e pela forma como se estrutura

Retirado de O Globo em 16/05/12 do endereço:

http://oglobo.globo.com/cultura/a-cena-musical-contemporanea-de-minas-chama-atencao-pelo-talento-pela-forma-como-se-estrutura-2763503

RIO - Há algumas décadas, uma esquina cravou a cena musical mineira no mapa - e do Clube da Esquina saíram artistas como Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Fernando Brant e Ronaldo Bastos. Hoje - passadas as gerações do metal de Sepultura, do pop de Pato Fu, Skank e Jota

Quest e da MPB de Flávio Henrique, Chico Amaral e Vander Lee -, outras esquinas se revelam nas Gerais. De forma discreta, por trás das montanhas, artistas, produtores e empresários de casas de shows vêm construindo uma geração rica e consistente. Um panorama dessa geração se mostrou nos palcos do Conexão Vivo, evento que entre 20 de abril e o último domingo levou a Belo Horizonte o que de mais relevante acontece na nova música brasileira e, sobretudo, local.

Mais que uma reunião de músicos talentosos dentro das mais variadas vertentes, a cena contemporânea mineira chama a atenção pela forma como vem se estruturando. Artistas se organizam em coletivos como OutroRock, Bambata, Sim, Pegada, Comum e Babel, unidos muitas vezes (mas nem sempre) por afinidades de gêneros (rock, hip-hop, música eletrônica). E é em torno dessas organizações, menos ou mais formais, que toda essa geração se fortalece e conquista espaço.

- Os coletivos têm sido fundamentais para o que se vê hoje na música de Minas - diz Kuru Lima, idealizador e gestor do Conexão Vivo. - Por meio deles, os artistas conseguem pressionar em bloco as secretarias de Cultura estadual e municipal para cobrar do Estado o fomento à música. E, dentro do coletivo, há uma complementaridade. A relação entre produtores e bandas que participam de um mesmo coletivo é bem mais rica de possibilidades. Se ele tem um estúdio de ensaio, pode abrir para os artistas ensaiarem lá. Da mesma forma, uma banda chama outra do coletivo para abrir seu show. Um fortalecendo o outro.

A solução tem dado resultados - representados no trabalho de artistas que passam por MPB (Pedro Morais, Vitor Santana, Lucas Avelar), samba (Capim Seco, Dudu Nicácio, Aline Calixto), instrumental (que vai do erudito do Misturada Orquestra à gafieira do Senta a Pua!, passando pelo samba e choro de Warley Henrique e Thiago Delegado), rock (Porcas Borboletas, Hell's Kitchen Project, Graveola e o Lixo Polifônico, Transmissor) e rap (Flávio Renegado, Julgamento), e também na multiplicação de casas de show (cerca de 20) e festivais que atendem a essa geração. Mais que uma unidade estética "mineira" - que remeteria à herança do Clube da Esquina -, eles têm como característica identitária uma abertura ao diálogo.

- Minha banda faz rock com uma sonoridade específica, sem guitarra, mas sou brother do pessoal do hip-hop, do Capim Seco (de samba)... - conta Jon, vocalista do Hell's Kitchen.

A Misturada Orquestra (que reúne jovens instrumentistas, compositores e arranjadores formados na UFMG) e a Orquestra Cabaré (uma espécie de Orquestra Imperial integrada por artistas do rap, do samba, do soul-funk, da cena instrumental e da MPB), além do próprio Conexão Vivo, com seu perfil plural, são apenas alguns dos muitos exemplos desse diálogo. Assim como a jam que o violonista Thiago Delegado comanda semanalmente, que reúne músicos de todos os segmentos.

- Antes tinha roda de choro, de jazz, de bossa nova... - lembra Thiago. - Por esse caráter meio promíscuo, nossa roda se tornou uma referência, reunindo os novos e os antigos, que acabam nos avalizando.

O fato de um grupo de samba, o Capim Seco, ter sido o vencedor do festival Grito Rock 2010 (organizado pelo coletivo Fora do Eixo) em Belo Horizonte é significativo. Michelle Andreazzi, vocalista do grupo (que faz uma leitura do gênero que passa pela sofisticação da MPB da década de 1970), diz ter dificuldade em traçar uma identidade do samba mineiro:

- O que sei sobre a nossa música é que não somos sambistas. Não que isso seja bom ou ruim, apenas é assim. Tocamos com Noca da Portela, ele é sambista, isso está em seu corpo. Eu ouço Chet Baker, Elomar, Elis - diz a cantora, que sonha em ter em seu disco a participação do mineiro João Bosco.

A vocação para o diálogo se reflete também na articulação política dos artistas. Há uma consciência generalizada de que é necessário intervir junto ao poder público e conhecer suas regras - leis de incentivo, editais.

- Aqui, os artistas e produtores têm que buscar essa relação direta com o Estado para viabilizar seu projetos - explica Janaína Macruz, produtora ligada ao OutroRock. - Não é como em São Paulo, por exemplo, que a relação com o poder público se dá indiretamente, via instituições como o Sesc.

Mesmo a ocupação do espaço público de Belo Horizonte é uma questão que interessa a essa geração, como mostra o movimento Praia da Estação. Em reação contra o uso que a prefeitura faz de uma praça da cidade - restringindo eventos culturais ali ao mesmo tempo em que "aluga" o espaço para produções que possam pagar por isso -, jovens se reuniram na praça vestidos como banhistas, com cadeiras de praia e carros-pipa.

- Foi uma resposta da sociedade civil para uma gestão que não valoriza o espaço público - afirma José Luis, ou Zelu, da Graveola e O Lixo Polifônico, banda que participou diretamente do movimento e que, com seu experimentalismo que bebe do pagode kitsch ao samba, é um dos expoentes do novo rock mineiro, ao lado do Porcas Borboletas.

Pedro Morais, um dos artistas de sua geração que têm conseguido uma projeção maior fora dos limites de Minas, é preciso na sua avaliação da relação que essa geração tem com a herança do Clube da Esquina.

- Há um sotaque mineiro, um interesse grande na harmonia, em acordes mais rebuscados. Mas não estamos sob a sombra dessa influência. Essa é uma geração que não depende do aval de Milton Nascimento, que amo, com quem já trabalhei e que é meu amigo.

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