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quinta-feira, 6 de março de 2014

Itaú Cultural promove Semana de Gestão e Políticas Culturais em Belo Horizonte

Do ODC

Nova edição do projeto voltado para gestores públicos e produtores culturais reúne nomes de peso para analisar e debater o cenário cultural brasileiro e dialogar com a realidade local da cidade mineira

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O Itaú Cultural, em parceria com o Observatório da Diversidade Cultural – ODC e o Centro de Arte Popular – Cemig, promove a Semana de Gestão e Políticas Culturais em Belo Horizonte. Os encontros acontecem entre os dias 31 de março a 04 de abril, no Auditório do Centro de Arte Popular – Cemig, no Circuito Cultural Praça da Liberdade, e abordam cinco pilares centrais do atual cenário cultural no Brasil: políticas culturais e participação; formação de público da cultura; planejamento e gestão cultural; o criativo e os novos arranjos produtivos na cultura; e cultura, direitos e institucionalidades.

Esta é a vigésima primeira edição desse curso livre, para o qual foram convidados professores e gestores culturais do Ceará, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Totalizando dez profissionais, eles ministram aulas expositivas e apresentam experiências de gestão cultural, tanto no setor público quanto no privado.

Entre os convidados estão Albino Rubim, José Marcio Barros, Bernardo da Mata Machado, Isaura Botelho, Ana Paula do Val, Alexandre Barreto e Humberto Cunha. Os nomes foram escolhidos a partir da relação entre os temas propostos pela Semana e a cena cultural em Belo Horizonte. “Todos são especialistas na área e atuam em território nacional. Discutir a cultura em suas diversas etapas, do criativo às políticas culturais, passando pela formação de público, é um importante exercício para desenvolver o setor no país”, comenta Juliano Januzzi, coordenador do Centro de Arte Popular.

Foram disponibilizadas 65 vagas gratuitas e as inscrições estarão abertas de 24 de fevereiro a 07 de março. Os interessados podem fazer sua inscrição pelo site: www.observatoriodadiversidade.org.br/semanadegestao. A Semana é destinada a todos os profissionais que trabalham na área cultural e têm atuação na gestão e na produção, seja pública ou privada. Os interessados devem apresentar uma carta que comprove sua atuação na área cultural.

Semanas de Gestão

Em seis anos, 21 cidades brasileiras já participaram da Semana de Gestão: São Luiz, Porto Velho, Boa Vista, Rio Branco, Salvador, Aracaju, Maceió, João Pessoa, Florianópolis, Curitiba, Porto Alegre, Goiânia, São Paulo (três vezes), Macapá, Recife, Bauru, Ribeirão Preto e Presidente Prudente. Neste período, cerca de 2.300 gestores, produtores e profissionais ligados às áreas culturais participaram dos cursos livres que, no total, somam mais de 800 horas de aulas e palestras sobre a cultura nas Semanas de Gestão.

PROGRAMAÇÃO

Dia 31 de março, segunda-feira – Tema abordado durante o dia: Políticas culturais e participação.

9h
Aula expositiva Políticas Culturais no Brasil: um balanço.

Com Albino Rubim (BA), Secretário Estadual de Cultura da Bahia; professor titular da Universidade Federal da Bahia (UFBA); Docente do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (PÓS-CULTURA) da UFBA.

14h
Aula expositiva: A cultura e a participação social na atualidade.

Com Bernardo da Mata Machado (MG), historiador e cientista político (UFMG), com especialização em Gestão Cultural (Univ. de Barcelona). É pesquisador da Fundação João Pinheiro (MG). Atualmente, é o Secretário em exercício de Articulação Institucional do Ministério da Cultura.

Dia 1º de abril, terça-feira – Tema abordado durante o dia: Formação de público da cultura.

9h
Aula expositiva: É possível formar públicos no Brasil?

Com Isaura Botelho (SP), Doutora em ação cultural pela ECA/USP e pós-doutorada na França. É gestora cultural e coordenou a pesquisa “O Uso do Tempo Livre e as Práticas Culturais na região metropolitana de São Paulo”no Cebrap.

14h
Aula expositiva: Movimentos e redes culturais e a formação de públicos.

Com Ana Paula do Val (SP), arquiteta e urbanista, artista plástica, especialista em Cultura e Comunicação (Universidade Paris-8, França). Autora e organizadora do livro: Santo Amaro em Rede: Culturas de Convivência – SESC-SP, 2011.

Dia 2 de abril, quarta-feira – Tema abordado durante o dia: Planejamento e Gestão Cultural

9h
Aula expositiva: Planejamento e produção culturais.

Com Luciana Salles (MG), graduada em Comunicação Social e especialista em Planejamento e Gestão Cultural (PUC/MG). É responsável pela Superintendência de Programação Cultural e Ação Educativa do Circuito Cultural Praça da Liberdade.

14h
Aula expositiva: Construção de carreira artística.

Com Alexandre Barreto (Alê Barreto) (RJ), administrador de empresas, gerente de projetos, produtor executivo e produtor cultural. Autor do livro Aprenda a Organizar um Show.  É um dos gestores do Grupo Nós do Morro e criador do blog “Produtor Cultural Independente”.

Dia 3 de abril, quinta-feira – Tema abordado durante o dia: O criativo e os novos arranjos produtivos na cultura.

9h
Aula expositiva: Economia criativa.

Com Juliana Nolasco Ferreira (SP), mestranda em Administração Pública e Governo na Fundação Getúlio Vargas e pesquisadora do Grupo de Ensino e Pesquisa em Inovação (GEPI) da Escola de Direito FGV (FGV-SP).

14h
Aula expositiva: Novos arranjos criativos e produtivos.

Com Israel do Vale,  jornalista, graduado pela Universidade Metodista (SP). Atua profissionalmente há 28 anos no jornalismo cultural. É diretor-executivo da agência Picnic Digital e consultor em conteúdo transmídia.

Dia 4 de abril, sexta-feira – Tema abordado durante o dia: Cultura, direitos e institucionalidades.

9h
Aula expositiva: Direitos culturais em perspectiva

Com Francisco Humberto Cunha Filho (CE), doutor em Direito, professor dos programas de graduação e pós- graduação em Direito da Universidade de Fortaleza (UNIFOR); autor de trabalhos científicos sobre os Direitos Culturais, dentre os quais, os livros: “Direitos Culturais como Direitos Fundamentais”, “Cultura e Democracia na Constituição Federal de 1988” e “Federalismo Cultural e Sistema Nacional de Cultura”.

14h
Aula expositiva: Diversidade cultural e plano de cultura.

Com José Márcio Pinto de Moura Barros (MG), professor dos Programas de Pós Graduação em Comunicação da PUC Minas, Cultura e Sociedade da UFBa e da Faculdade de Políticas Públicas/ UEMG – Universidade do Estado de Minas Gerais; coordenador geral do Observatório da Diversidade Cultural (ODC).

SERVIÇO

Semana de Gestão e Políticas Culturais – Belo Horizonte/MG
De 31 de março a 04 de abril de 2014, das 9h às 18h

Local das atividades: Auditório do Centro de Arte Popular – Cemig no Circuito Cultural Praça da Liberdade – Rua Gonçalves Dias, 1608 – Lourdes, Belo Horizonte – MG (em frente ao Cine Belas Artes).

Inscrição gratuita.
Vagas: 65
Período de inscrição: de 24/02 a 07/03/14, no site: www.observatoriodadiversidade.org.br/semanadegestao
Divulgação do resultado da seleção: 21/03/14, também no site.

Informações:

Tel.: (31) 3222-3231 – Centro de Arte Popular Cemig
info@observatoriodadiversidade.org.br
www.centrodeartepopular.mg.gov.br

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

III CNC comprova diversidade cultural nas proposições

Do MinC

O Comitê Executivo da III Conferência Nacional de Cultura (CNC) divulgou esta semana o trabalho de sistematização das 1.409 propostas encaminhadas pelos Estados, Distrito Federal e Conferências Livres, realizadas desde o mês de setembro deste ano. O processo de consolidação de todos os relatórios dessas etapas preparatórias agrupou reivindicações coincidentes e resultou em nova redação com 614 proposições. A lista final que será levada aos debates em Plenária, a partir da próxima quarta-feira (27), em Brasília, reflete a diversidade cultural brasileira.

O trabalho de sistematização do Comitê Executivo foi realizado a partir da classificação das propostas cadastradas nos 16 subeixos regimentais. As mesmas temáticas começaram a ser discutidas desde a etapa municipal da CNC, neste ano, com encontros realizados por todo País.

"A discussão nacional, até às vésperas da Plenária, em Brasília, já revela a abrangência do tema geral proposto para essa Conferência, que elencará todos os desafios para consolidação do Sistema Nacional de Cultura [SNC]", avalia o secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, Américo Córdula.

Os 16 subtemas estão inseridos nos quatro eixos de discussão, também pré-definidos: implementação do SNC; produção simbólica e diversidade cultural; cidadania e direitos culturais; e cultura como desenvolvimento sustentável. As propostas encaminhadas pelas Conferências Estaduais e Livres foram agrupadas, respeitando essas temáticas, sendo que o resultado final considerou a ideia central contida na redação das proposições originais.

"O trabalho de sistematização buscou contemplar a diversidade das demandas e proposições apresentadas, procurando valorizar os conteúdos abordados em cada Conferência", explica Américo Córdula.

Nenhuma proposta descartada

As propostas dos subeixos foram reunidas em blocos temáticos para facilitar o debate nos Grupos de Trabalho, durante a etapa nacional. Nenhuma das proposições originais foi descartada no processo de sistematização, sendo que muitos temas foram abordados por mais de um colegiado.

Com o agrupamento de propostas, foi possível verificar os temas com maior destaque nas discussões anteriores, como a reivindicação de 14 Estados e sete Conferências Livres pela aprovação da Proposta de Emenda Constitucional nº 150, que destina à cultura 2% da receita da União, 1,5% da receita dos Estados e do Distrito Federal e 1% da receita dos Municípios. Outra proposição com grande número de citações – 12 unidades federativas definiram como prioridade –  está relacionada ao subeixo sobre a qualificação da gestão em cultura. Ela aborda o desenvolvimento, fortalecimento e ampliação de estratégias para a formação e capacitação desses gestores.

A realização das 35 Conferências Livres contribuiu para a diversificação e equilíbrio das proposições. No subeixo sobre diversidade cultural, acessibilidade e tecnologias sociais, 14 propostas resultaram na reivindicação consolidada que cobra a implementação de políticas de acesso de pessoas com deficiência à produção, circulação e fruição de bens e serviços culturais em todos os Estados do Brasil.

As 614 propostas sistematizadas podem ser consultadas na plataforma web Conferência Virtual que também oferece um fórum de debates prévios à Plenária Nacional. Nesse ambiente digital de discussões, de livre acesso, é possível comentar todas as proposições consolidadas e marcar as 20 reivindicações que o internauta entender como prioritárias. Todo esse manancial de opiniões será relatado no início dos trabalhos da Plenária, já na próxima quinta-feira (28), o que pode influenciar nas decisões dos delegados com direito a voto.

(Texto:Renato Pena)

III Conferência Nacional de Cultura
27 de novembro a 1º de dezembro - Centro de Convenções Brasil 21 – Brasília/DF

Assessoria de Imprensa
Fone: (61) 2024-2268
E-mail: imprensacnc@cultura.gov.br

Retirado daqui em 25/11/13.

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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

ODC apresenta “Mapeamento de Políticas Públicas para a Diversidade Cultural – Estudo de Caso de Belo Horizonte”

Do ODC

mapadiversidade

No próximo dia 29 de agosto, o Observatório da Diversidade Cultural (ODC) apresentará os resultados da pesquisa Mapeamento de Políticas Públicas para a Diversidade Cultural – Estudo de Caso de Belo Horizonte. A pesquisa foi realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, modalidade Fundo de Projetos Culturais. O lançamento, em parceira entre ODC e Sesc Palladium, faz parte de contrapartida acordada com a Fundação Municipal de Cultura (FMC), de projeto contemplado pelo Fundo Municipal de Cultura. O evento aberto ao público, com entrada gratuita, acontece no Sesc Palladium, das 19h às 21h.

Com a análise de programas e projetos promovidos pela FMC, o estudo visa contribuir para definição de indicadores de diversidade cultural e cidadania, bem como mapeamento de programas e projetos artísticos e culturais. Para tanto, a pesquisa foi desenvolvida em três etapas, ao longo de 2012 e 2013. Inicialmente, foi realizado o levantamento bibliográfico e dos documentos relativos à discussão sobre a proteção e a promoção da Diversidade Cultural, com base na Convenção sobre a Proteção e Promoção das Expressões Culturais (Unesco, 2005).

A etapa seguinte buscou nas comunicações oficiais do órgão gestor de cultura – caderno Programe BH e site institucional – as programações culturais disponibilizadas ao público belorizontino por meio da FMC, no mês de fevereiro de 2012, buscando analisá-los sob a perspectiva da proteção e promoção da diversidade. O objetivo foi mapear políticas públicas gerenciadas pelo município de Belo Horizonte, para identificar os impactos dessas políticas na proteção e promoção da diversidade de expressões culturais nas nove regiões da cidade.

A terceira fase visou à compreensão das motivações para escolha da programação cultural oferecida pelo conjunto de centros culturais, com o objetivo de levantar informações sobre como são percebidas, pelos gestores dos centros, as necessidades relacionadas à oferta de programação cultural, buscando ainda a compreensão de como se vinculam às percepções relacionadas à necessidade de criação de espaços e instrumentos que protejam e promovam a diversidade cultural localmente. Esta fase voltou-se ao contexto da gestão dos centros culturais públicos, descentralizados e mantidos pelo governo municipal, para compreensão de características, demandas e motivações levadas em consideração na elaboração da grade de programações dos espaços.

O Observatório da Diversidade Cultural é uma organização não governamental que desenvolve programas de ação colaborativa entre gestores, artistas, arte-educadores, agentes culturais e pesquisadores. O objetivo do ODC é produzir informação e conhecimento, gerar experiências e experimentações, atuando sobre os desafios da proteção e promoção da diversidade nas vertentes: Formação, Informação, Pesquisa e Consultoria.

MAPEAMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A DIVERSIDADE CULTURAL – ESTUDO DE CASO DE BELO HORIZONTE

Coordenação geral: José Márcio Barros

Supervisão de pesquisa e projetos: José de Oliveira Júnior

Pesquisadores:
1ª e 2ª etapas: Giselle Lucena, Lívia Espírito Santo e Priscilla Nilo
3ª etapa: Renata Santos e Rodolfo Fonseca

Apresentação da pesquisa Mapeamento de Políticas Públicas para a Diversidade Cultural – Estudo de Caso de Belo Horizonte

Onde: Sesc Palladium (Cinema Prof. José Tavares de Barros) – Av. Augusto de Lima, 42 – Centro.
Quando: 29/08, das 19h às 21h.
Vagas: 82 lugares, com entrada sujeita à lotação do espaço.
Patrocínio: Pesquisa (Lei Municipal de Incentivo à Cultura de BH – FPC)
Realização: Observatório da Diversidade Cultural
Apoio: Sesc Palladium
Informações: info@observatoriodadiversidade.org.br

Retirado do site do ODC em 22/08/13 do endereço:

http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2013/08/22/interna_politica,438047/prefeito-de-teofilo-otoni-quer-virar-deputado-e-trabalhar-menos.shtml

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