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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Fundação Palmares investe R$ 2,3 milhões em editais

Do Cultura e Mercado

Foto: Prefeitura Municipal ItanhaémA Fundação Cultural Palmares vai investir R$ 2,3 milhões em ações para o registro e dinamização das culturas negras brasileiras com os Editais Palmares 25 Anos: 1º Imagens da Memória e 3º Ideias Criativas, lançados no dia 1º de outubro.

O 1º Edital Imagens da Memória foi elaborado para registrar os depoimentos de mestres e mestras, que transmitem a sabedoria a memória, a identidade e a cultura negra para as próximas gerações.

A premiação de R $1,3 milhão, recurso do Fundo Nacional de Cultura, será distribuída para 12 obras audiovisuais que irão captar as narrativas de mulheres e homens negros das comunidades quilombolas, tradicionais de matriz africana e ícones das manifestações culturais afro-brasileiras sobre  temas diversos, adotando as histórias sobre a escravidão como parâmetro prioritário para os registros.

Confira o edital Imagens da Memória completo aqui.

Já o Edital Ideias Criativas, que está em sua 3ª edição, vai destinar R$ 1 milhão a 38 projetos para elaboração e execução de atividades socioeducativas formativas, assim como para pesquisas e publicações. As ações devem, principalmente, promover a dinamização, preservação e difusão da memória da população negra no Brasil.

Confira o edital Ideias Criativas completo aqui.

As inscrições para ambos os editais seguem até dia 15 de novembro.

Retirado do Cultura e Mercado em 07/10/13 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/editais/fundacao-palmares-investe-r-23-milhoes-em-editais/

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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Cinema: Cibercutucada hoje no Evento Sync, não percam!

ciberrcutucada

Serviço

O que: PROJETO Paralaxe LAB, rede colaborativa de articulação e produção audiovisual em Minas Gerais realiza 10 mostras em 9 cidades mineiras

Quem: Instituto Cidade de Cataguases, Rede Criativa Fábrica do Futuro com patrocínio da Vivo através da Lei Estadual de Incentivo a Cultura.

Produção Local (Teófilo Otoni): Grupo Criativa, ICETAS)CDLTO, EDUCARTE/UFVJM e Mucury Cultural

Apoio Local (Teófilo Otoni): Espaço Adolescente, Restaurante

Período de realização: de 27 de setembro. De 19 a 21 horas.

Onde: Paracatu, Juiz de Fora, Teófilo Otoni, Belo Horizonte, Guaxupé, Cordisburgo, São João Del Rei, Muriaé e Cataguases) –

Evento Sync Online (TRansmissão ao vivo pela internet): http://www.livestream.com/fabricadofuturo

Onde em Teófilo Otoni:  Espaço Cultural Casarão do SESC – Avenida Bernarda BArbosa Laender, 146-Centro.

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Plano de Diretrizes e Metas para o Audiovisual

Retirado do site do MinC em 27/08/12 do endereço:

http://www.cultura.gov.br/site/2012/08/24/plano-de-diretrizes-e-metas-para-o-audiovisual-2/

Ancine abre consulta pública do plano até 22 de dezembro

A Agência Nacional do Cinema (Ancine), instituição vinculada ao Ministério da Cultura, abriu na última quarta-feira (22) a consulta pública do Plano de Diretrizes e Metas para o Audiovisual. O documento estará disponível para receber contribuições até 22 de dezembro, no sítio da agência.

O Plano estabelecerá bases para a ação do poder público no setor do audiovisual no Brasil até o ano de 2020. Sugestões para o desenvolvimento e fortalecimento do mercado nacional, tanto interna, como internacionalmente também estarão no documento, que foi aprovado pelo Conselho Superior do Cinema – reunido em 8 de agosto, em Brasília, com participação da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, da secretária do Audiovisual, Ana Paula Santana, e do diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel.

“O Plano guiará os investimentos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e as ações do poder público no desenvolvimento do audiovisual brasileiro”,  explica o diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema.

O documento foi elaborado visando à expansão do mercado interno, em que se focaliza a dinâmica interna como a base para uma estratégia de desenvolvimento, e à universalização do acesso aos serviços audiovisuais, em que se aposta numa expansão uniforme e desconcentrada, voltada para um mercado de massas. Outra meta principal é a transformação do Brasil em forte centro produtor e programador de conteúdos audiovisuais, para que os agregadores de valor econômico e cultural nas obras sejam os agentes e as referências locais.

Audiências e palestras

Manoel Rangel informou que a consulta não será realizada somente pelo sítio da agência.“Realizaremos ainda audiências e seminários para ouvir e mobilizar as vontades e iniciativa do setor”, disse ele.

Serão quatro meses de consulta, período no qual o Plano de Diretrizes e Metas para o Audiovisual estará sujeito à revisão constante. Depois desse período, o documento será debatido novamente no Conselho Superior do Cinema.

Para participar das consultas públicas abertas à contribuição é preciso acessar o Sistema de Consultas Públicas e se cadastrar. Dúvidas sobre o funcionamento do sistema devem ser encaminhadas para ouvidoria.responde@ancine.gov.br .

(Lara Aliano)

(Fonte: Ancine/MinC)

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Terminam dia 6 de julho inscrições para linha A do Fundo Setorial do Audiovisual

Retirado do site da Ancine em 05/07/12 do endereço:

http://www.ancine.gov.br/sala-imprensa/noticias/terminam-dia-6-de-julho-inscri-es-para-linha-do-fundo-setorial-do-audiovisual

Modalidade voltada para aporte na produção de longas disponibiliza R$ 50 milhões em 2012

A inscrição para seleção de projetos de produção independente de longa-metragem de ficção, documentário ou de animação, na modalidade aporte (PRODECINE 01), da Linha A do Fundo Setorial do Audiovisual termina nesta sexta-feira, 6 de julho. Nesta Chamada Pública serão investidos até R$ 50 milhões.

Podem ser inscritos projetos que tenham sido aprovados ou inscritos na ANCINE e que se encontrem em quaisquer das etapas de produção, desde que a obra audiovisual não tenha sido concluída e não tenham sido selecionados em Chamadas Públicas anteriores do FSA. Projetos que tenham sido contemplados em chamadas anteriores, mas em outra linha de investimento ou que estejam concorrendo em outras chamadas públicas do FSA, desde que em outra linha de investimento, também podem ser apresentados.

Já a modalidade complementação de recursos da Linha A, também voltada para operações de investimento na produção de longas-metragens, funciona por fluxo contínuo e continua com com inscrições abertas até o final de novembro. A modalidade complementação de recursos disponibiliza outros R$ 40 milhões para os projetos aprovados.

Para se inscrever para as duas modalidades é necessário preencher e finalizar a inscrição eletrônica específica para este processo de seleção, disponível no portal do BRDE, agente financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual.

Em 2012 o Fundo Setorial do Audiovisual disponibiliza R$ 205 milhões para quatro linhas de ação: projetos de produção e distribuição de longas-metragens e produção de séries de televisão. O valor é superior à soma dos recursos investidos nas três convocatórias anteriores do FSA (R$ 202,5 milhões).

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segunda-feira, 2 de julho de 2012

O dirigente, a crítica e a singularidade dos princípios

De onde mesmo estamos falando?

Retirado do Cultura e Mercado em 02/07 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/o-dirigente-a-critica-e-a-singularidade-dos-principios/

Por Alfredo Bertini

Impressionam-me os sucessivos embates em listas, seminários ou quaisquer outros ambientes propícios, que só instigam as divergências de posicionamento no que podemos chamar de produção audiovisual no nosso país. Na ausência de uma simples interpretação econômica sobre o funcionamento do mercado, o que se assiste continuamente é um desgastante processo de autofagia. Uma luta fratricida que só impede um dinamismo que se espera do setor desde os seus primeiros passos. E sonhos de um dia se transformar numa verdadeira indústria.

Mesmo que sinta um neófito no histórico contexto do audiovisual brasileiro, talvez o meu lado técnico de economista tenha me ajudado um pouco mais no entendimento que se sucede nessas divergências. No meu ofício de produtor, posso e devo até entendê-las na sua essência ideológica. Mas, numa visão técnica, não posso aceitá-las como uma prática proativa, porque o exercício contumaz do antagonismo não serve para o fortalecimento econômico da própria atividade. Daí esse entendimento autofágico, suicida, incapaz de se reconhecer e de se respeitar enquanto segmentos diferenciados do mercado.

O danado é que o embate se inflama nas mínimas coisas. Se um comentário qualquer insinua algo contra uma forma de pensar ou se fazer cinema, o segmento atingido reage, destilando todas as formas de antagonismos possíveis. Jamais se vê algum nível de entendimento que não só fosse capaz de se respeitar as diferenças, mas que pudesse encontrá-las nas suas complementaridades. Aliás, essa é uma percepção técnica que se faz necessária à compreensão da dinâmica do todo mercado cultural, pois isso não é exclusivo do audiovisual. As segmentações que fazem todo esse universo cultural tão plural assim é fato perceptível dentro e fora de cada atividade. Portanto, as diferenças se dão de modo inter e intra-setorial. Se, por exemplo, há diferenças nos processos produtivos de setores como o cinema e a música, não há também diferenças em se compreender que há cinemas distintos. Não só pelo seu lado estético. Mas, com escalas de produção e consumo absolutamente diferentes.

Uma pena que são poucos os que enxergam que esses segmentos do cinema são interdependentes, caso se queira enxergar o processo econômico pelo dinamismo que lhe possa dar a sustentabilidade necessária. O perigo está justamente na análise estática, pelo risco de se inflamar pelo caminho ideológico essas diferenças. No frigir dos ovos, o que se vê, pela amostragem de todas as formas de debates, é que o maior adversário do cinema o próprio cinema. Por extensão, o maior adversário da cultura são os próprios produtores culturais. E por isso tudo, os poderes públicos terminam por efetivar políticas lineares, sem a compreensão de o tratamento a ser dispensado a diferentes tem que ser através de medidas não menos diferentes. Uma lógica simples de ser vista e entendida de fora do processo. Mas, de dentro, o “bicho sempre pega”.

Um pequeno exemplo desse aguçamento das divergências se dá neste momento em listas de discussões, em mais um debate estéril e anódino. Incompreensões mútuas e provocações descabidas, levadas até o campo do comportamento pessoal, definem bem o retrato de tanta inutilidade. Refiro-me às farpas trocadas entre um importante gestor público e a crítica especializada em cinema. Tudo em torno de um possível “sucesso de bilheteria”, cuja produção tem um tom sobejamente comercial. Uma linha produtiva que não costuma, com raríssimas exceções, agradar a crítica, que sempre se apresenta mais entusiasmada com as produções autorais, de cunho reflexivo. No entusiasmo de uma defesa – tecnicamente necessária – pela melhoria do  market share do cinema brasileiro, o dirigente fez um trocadilho infeliz em cima do título da obra, devido à  postura resistente de uma jornalista em não recomendá-la para seu público leitor. Pano para manga, em termos de novas discussões. Ou seja, a nitroglicerina necessária para uma nova “combustão” em cima desses segmentos tão diferentes. Afinal de contas, qualquer motivo pode ser considerado para a retomada de um fratricídio que costuma ser praticado diariamente.

Ideologias e questões pessoais à parte, tudo isso é muita singularidade para meu gosto analítico. E o curioso é que todos enchem os pulmões para bradarem com entusiasmo o quanto é bonito ver nossa cultura plural. Ou seja, pluralidade no discurso rende todos os dividendos. No entanto, na hora de praticá-la com respeito e responsabilidade, o que vale é cada um por si. E vão às últimas consequências, sobretudo nas movimentações políticas, porque querem que ações governamentais tenham a mesma mão única. Noutras palavras, o fratricídio do antagonismo dos segmentos é reforço certo para que o poder público imponha suas políticas homogêneas, absolutamente inconsistentes com a realidade plural. Esta condição, como é práxis, só tem beleza nos discursos e na teoria. Haja contradição!

E como nada muda e tudo continua como dantes, todo setor é levado sutilmente para uma individualidade improdutiva (que o digam os embates pessoais tão costumeiros nessas listas). Fica difícil assim entender que, na linguagem da economia, faz-se necessário separar os seus agentes econômicos, porque as atividades são muito distintas. É necessário considerar o papel do  “ator econômico”, na figura do produtor que precisa aprender a empreender. Da maneira que vai, ele nunca decola, exatamente porque não descola da também importante missão de “ator cultural”, justo quando essa condição resiste ir além do seu lado artístico, só comprometido com a arte em si.

Enquanto os dilemas e as picuinhas improdutivas não se superam, torna-se insignificante entender e defender o real significado do que possa ser efetivamente uma Economia da Cultura. Ou, mais precisamente, uma Economia do Audiovisual. Só que esse andar é bem mais alto do que se propala. E o elevador parece ainda não chegar.

Alfredo Bertini - http://www.cinepe.com.br

Economista e produtor cultural, coordena o Festival de Cinema de Pernambuco (Cine PE) e é autor do livro Economia da Cultura, pela editora Saraiva. Para mais artigos deste autor clique aqui

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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Plug Minas abre processo seletivo para 2º semestre de 2012

Retirado do site da SeC MG em 28/05/12 do endereço:

http://www.cultura.mg.gov.br/component/content/article/205-mais-noticias/887-plug-minas-abre-processo-seletivo-para-2o-semestre-de-2012

 

Juntos, os núcleos Inove – Jogos Digitais, Oi Kabum! e Laboratório de Culturas do Mundo oferecem mais de 350 vagas

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo Plug Minas 2012/2º Semestre, para 350 vagas nos núcleos Inove – Jogos Digitais, Oi Kabum! e Laboratório de Culturas do Mundo. Os jovens que tiverem interesse em fazer parte do projeto podem se inscrever pelo site www.plugminas.mg.gov.br até o dia 20 de julho, dependendo do Núcleo em que escolher se candidatar.

Para participar da seleção dos núcleos Laboratório de Culturas do Mundo e Inove – Jogos Digitais, os jovens devem se inscrever entre os dias 16 de maio e 15 de junho e, no caso do Núcleo Oi Kabum!, o cadastro deve ser feito entre os dias 25 de junho e 20 de julho.

Os cursos oferecidos pelo Plug Minas são gratuitos e os estudantes que fazem parte do projeto têm direito a alimentação, uniforme, material didático e vale-transporte, caso seja necessário. Para se inscrever e participar da seleção, o jovem precisa ter entre 14 e 24 anos de idade e estudar atualmente ou já ter se formado em alguma escola pública de Belo Horizonte ou Região Metropolitana. Além disso, os núcleos possuem critérios internos de seleção e geralmente realizam outras etapas para definição dos selecionados.

OS NÚCLEOS

O Núcleo Laboratório de Culturas do Mundo é resultado da parceria entre o Plug Minas, a Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo – Secopa e o Sebrae-MG. Sua proposta é oferecer cursos de idiomas por meio de instrumentos e ambientes digitais. Para o segundo semestre de 2012, foram abertas 30 vagas para o idioma espanhol e as aulas começam no dia 6 de agosto.

Atuando em parceria com a PUC Minas e a Usiminas, o Núcleo Inove – Jogos Digitais oferece formação e profissionalização em Game Design e Programação de Jogos e Arte 2D (Modelagem). O objetivo é capacitar jovens a atuar na área de Jogos Digitais, através de oficinas e práticas em laboratórios. Foram abertas 265 vagas para o período da tarde (13h45 às 17h45) para o curso que tem duração de 6 meses.

Já o Núcleo Oi Kabum! está com 100 vagas abertas para seu curso que oferece formação em três áreas de conhecimento: Multimídia, Audiovisual e Artes Visuais. Uma parceria entre o Plug Minas, o Instituto Oi Futuro e a Associação Imagem Comunitária – AIC possibilitou a implantação desse Núcleo no qual os jovens aprendem um pouco de cada área e depois escolhem em qual delas querem se aprofundar. O início das aulas está previsto para o mês de setembro.

Plug Minas

Criado pela Secretaria de Estado de Cultura, em parceria com a Secretaria de Estado de Esportes e Juventude, o Plug Minas tem sua gestão feita pela Oscip Instituto Cultural Sérgio Magnani. Inaugurado em junho de 2009, o Plug Minas oferece cursos de formação e atividades variadas para jovens de 14 a 24 anos que estudam ou se formaram em escolas públicas de Belo Horizonte ou Região Metropolitana.

A estrutura do Plug Minas é dividida em núcleos diferentes que ocupam o mesmo espaço. Atualmente, oito núcleos estão em funcionamento e oferecem cursos voltados para as novas tecnologias, a cultura digital, o empreendedorismo, artes e idiomas. Todos eles contam com a parceria de empresas privadas e instituições da sociedade civil para desenvolver as atividades. O educador também tem espaço garantido no Plug Minas no Núcleo Amigo do Professor, dedicado aos professores da rede pública de ensino.

Serviço

Processo Seletivo Plug Minas 2012/ 2°Semestre

NÚCLEO LABORATÓRIO DE CULTURAS DO MUNDO

Idioma: Espanhol

Vagas disponíveis: 30

Período de inscrição: 16 de maio a 15 de junho

Duração:seis módulos

2ª etapa:20 e 21 de junho – Dinâmicas de grupo e redação

Pré-requisitos: ter entre 16 e 24 anos e conhecimento em informática

Início das aulas:06/08/2012

NÚCLEO INOVE – JOGOS DIGITAIS

Vagas disponíveis:250 (tarde – 13h45 às 17h45)

Período de inscrição:16 de maio a 15 de junho

Duração:seis meses

Carga horária:360h/aula

2ª etapa:25 e 26 de junho - Avaliação sobre lógica e questões de conhecimento sobre jogos

3ª etapa:entre 02 e 05 de julho - Entrevistas individuais

Pré-requisito:Ter concluído o 1º ano do ensino médio até o final de 2011

Início das aulas:02/08/2012

NÚCLEO OI KABUM!

Vagas disponíveis:100 (tarde - 13h30 às 17h30)

Período de inscrição:25 de junho a 20 de julho

2ª etapa:13 a 17 de agosto

Pré-requisito:Ter entre 16 e 24 anos

Início das aulas:Setembro de 2012

As inscrições devem ser realizadas pelo site www.plugminas.mg.gov.br

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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Chamamento Público - Aberta seleção pública para propostas do setor audiovisual

Retirado do site do MinC em 10/05/12 do endereço:

http://www.cultura.gov.br/site/2012/05/07/chamamento-publico-2/

A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura lançou nesta segunda-feira o Chamamento Público que visa selecionar propostas culturais que apresentem objetivos em conformidade com os programas e ações da SAv.  A seleção tem como finalidade ampliar a criação, produção, inovação, difusão e acesso a obras e serviços audiovisuais, respeitando as legislações vigentes que regulam os convênios entre o poder público e instituições privadas.

As propostas deverão ser apresentadas, até 21 de maio, após o credenciamento gratuito das instituições, que deve ser realizado pelo Sistema Online de Inscrição. Poderão participar instituições privadas, sem fins lucrativos, que comprovem sua existência e efetivo exercício de atividades, referentes à matéria do objeto da proposta, nos últimos três anos; e que estejam cadastradas no SICONV e no portal www.convenios.gov.br.

As propostas apresentadas deverão observar, além das diretrizes constantes no documento, as seguintes macropolíticas estratégicas da Secretaria:

- Política de inovação audiovisual;
- Política para o desenvolvimento sustentável do setor audiovisual brasileiro;
- Política de fomento às atividades audiovisuais brasileiras;
- Política de preservação, digitalização, difusão e acesso a acervos audiovisuais;
- Política audiovisual para a Infância e a Juventude;
- Política internacional do audiovisual;
- Política de formação, capacitação e qualificação em todos os níveis dos integrantes do setor audiovisual.

As informações completas e todos os documentos podem ser acessados na página de Fomento da Secretaria do Audiovisual.

Os pedidos de esclarecimentos, decorrentes de dúvidas na interpretação deste Chamamento Público e de seus anexos, deverão ser solicitados pelo endereço eletrônico chamamentosav2012@cultura.gov.br, fazendo constar no assunto “CHAMAMENTO PÚBLICO nº 01/2012 SAv/MinC” e a identificação do proponente.

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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Anúncio da Sky contra Lei 12.485 gera protesto de produtores audiovisuais

Retirado do Cultura e Mercado em 29/02/12 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/noticias/anuncio-da-sky-contra-lei-12-485-gera-protesto-de-produtores-audiovisuais/

Um anúncio de três páginas da Sky, publicado nas revistas Veja, Época e IstoÉ Dinheiro, gerou polêmica e protesto dos produtores audiovisuais brasileiros. A Apro (Associação Brasileira das Produtoras de Audiovisual) tem publicado posts contra a ação da operadora em seu perfil no Twitter e a ABPI-TV (Associação Brasileira de Produtores Independentes de Televisão) está convocando seus associados a apresentar argumentos contra a campanha.

A Sky, que já ingressou na justiça com uma ação de inconstitucionalidade contra a nova Lei 12.485 e vinha veiculando anúncios na TV, agora foca na regulamentação da Ancine, atualmente em consulta pública. A operadora está incentivando seus assinantes a enviarem suas manifestação à agência e ao Supremo Tribunal Federal.

O mote da campanha da Sky é “a Ancine quer determinar o que você vai assistir na TV paga”. Em mensagem aos assinantes, a operadora diz que “sob os argumentos de que devemos ter mais conteúdo nacional em TV paga e que assim os preços cairiam, a Ancine está regulamentando uma nova lei trazendo diversas regras ora incoerentes, ora ilegais e inconstitucionais, afetando diretamente os direitos dos consumidores e a liberdade de expressão e comunicação, prejudicando um setor que há anos investe no Brasil sem qualquer dinheiro público”.

A operadora também criou um hotsite e fornece os telefones da Ancine e do Supremo Tribunal Federal para manifestação do público contra a lei e sua regulamentação.

A agência reguladora de cinema e seu diretor-presidente, Manoel Rangel, foram alvo de muitas críticas do presidente-executivo da Sky, Luiz Eduardo Baptista, durante evento da operadora no começo do mês. “A TV por assinatura vai crescer com ou sem Manoel Rangel”, afirmou o executivo. “Essa lei é um retrocesso. Não será um órgão regulador que vai melhorar a qualidade do conteúdo”.

Em comunicado, a APBI-TV afirmou que a Sky “vem colocando em prova a qualidade da produção independente e afirmando que a mesma não possui condições de atender às expectativas do consumidor”. Por isso, iniciou uma campanha junto a seus associados em prol da produção brasileira.

Leia o comunicado na íntegra:

“Como é de seu conhecimento, a lei 12.485 foi aprovada em agosto de 2011, inaugurando um novo momento para a indústria audiovisual brasileira. Dentre outras medidas, a lei estipula cotas mínimas de programação brasileira e independente nas TVs por assinatura em horário nobre, garantindo um espaço mínimo de grande valor simbólico para nossa indústria audiovisual.

A lei está em fase de regulamentação após consulta pública pela ANCINE, cujo prazo se encerra no próximo dia 03 de março. A ABPITV, enquanto instituição representativa da produção independente, junto com outras entidades do setor, teve um papel fundamental na aprovação do projeto, e agora finaliza documento a ser encaminhado para a consulta pública da ANCINE.

Após a batalha no Congresso contra a aprovação da lei, valendo-se de todos os expedientes regimentais protelatórios possíveis a operadora Sky virou as costas para o debate democrático para defender seus interesses e passou a investir em campanhas de desinformação do público como exemplo, a campanha que questiona equivocadamente a inconstitucionalidade da lei e a interferência no direito do consumidor e liberdade de expressão e comunicação. A Sky vem veementemente colocando em prova a qualidade da produção independente e afirmando que a mesma não possui condições de atender às expectativas do consumidor. Frente a isso, estamos iniciando hoje uma campanha junto a nossos associados e a atividade em geral em prol da produção independente.

Não podemos deixar passar esse momento especial para a produção de conteúdos brasileiros, e solicitamos a todos que repliquem para seus contatos e em suas redes sociais a importância de apoiarmos e garantirmos a vigência da lei em contrapartida à ação despropositada da Sky que no final terá que se render às evidências de novos tempos para todos, sem o abuso do poder econômico e desinformação junto ao público consumidor. Contamos com sua participação!”

Já a Apro anunciou que começaria a se manifestar nas redes sociais contra a campanha da Sky. Em mensagens no Twitter, afirmou que “os brasileiros, emergentes ou não, querem ver conteúdo nacional na TV”. Segundo a associação, o anúncio é “leviano, repugnante e vai contra os interesses da cultura nacional do Brasil”.

Leia o comunicado na íntegra:

“Entendemos que a maioria absoluta de nossas associadas vibrou com a aprovação da lei 12. 482, que estipula cotas de programação brasileira nas tevês por assinatura necessariamente executadas por produtoras brasileiras  independentes, ou seja qualquer produtora nossa associada pode produzir conteúdo e de boa qualidade.

A SKY de maneira sórdida, e em nome da democracia a qual ela se beneficia agora, sem nunca ter pago o preço,  aponta o dedo para o presidente da ANCINE chamando-o de forma incontestável de reacionário e controlador, veja no texto abaixo.

Estamos iniciando nesse momento uma campanha no Twitter  para tentarmos minimizar os estragos que essa matéria  que a SKY veiculou na Veja, possa provocar nos formadores de opinião e no povo brasileiro.

Democraticamente  temos o legítimo direito de nos defender e contra-atacar a SKY e o faremos.

Pedimos a todos que tenham interesse repliquem nossa posição em suas redes sociais.

Procurada pela reportagem da AdNews, a Sky não quis comentar o assunto. Segundo a empresa, o posicionamento está todo transcrito no anúncio publicado.

O Congresso Brasileiro de Cinema (CBC) também se manifestou em carta. Clique aqui para ler.

Leia aqui artigo de Newton Cannito sobre a polêmica.

*Com informações da ABPI-TV, TeleSíntese e AdNews

Redação http://www.culturaemercado.com.br

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Conexão Vivo abre edital para videoclipes e documentários musicais

Retirado do Cultura e Mercado em 07/02/12 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/editais/conexao-vivo-abre-edital-para-videoclipes-e-documentarios-musicais/

Da Redação

Estão abertas as inscrições para o Conexão Vivo Movida, que convoca cineastas, documentaristas e realizadores de audiovisual de todo o país a apresentar suas produções com temática musical.

A equipe de curadores do festival vai selecionar 50 videoclipes e 10 documentários musicais produzidos no Brasil nos três últimos anos, considerando a data de sua primeira exibição pública. Os projetos serão avaliados de acordo com critérios de respeito à diversidade cultural, linguagem narrativa, ineditismo e inovação na cena musical brasileira.

A votação do público vai premiar cinco videoclipes e cinco documentários com o valor de R$ 2 mil em cada capital visitada. A comissão julgadora concederá um prêmio para um videoclipe e um para documentário, cada um no valor de R$ 5 mil. O internauta também poderá escolher a sua obra favorita. O mais votado no portal Conexão Vivo receberá prêmio de R$ 5 mil.

O evento vai percorrer cinco capitais brasileiras: Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Salvador (BA) e São Paulo (SP). As inscrições vão até o dia 24 de fevereiro.

Clique aqui para acessar o edital.

*Com informações do site Conexão Vivo

Redação http://www.culturaemercado.com.br

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Maria de Medeiros, Isabel Coixet e a ONU no painel de juízes do Festival de Cinema We Art Water

MADRI, 26 de janeiro de 2012 - /PRNewswire/ -- Festival de Cinema We Art Water.  A primeira competição internacional de curtas-metragens busca a sensibilização do público em todo o mundo para o problema da água e segurança alimentar, como parte do Dia Mundial da Água 2012.

A Fundação We Are Water apresentou a primeira edição do Festival de Cinema We Art Water no Roca Madri Gallery, que visa reconhecer e premiar o talento daqueles que sabem como transmitir a mensagem do problema da água e da segurança alimentar através do seu trabalho audiovisual.

O painel para o primeiro ano está composto por vários nomes do mundo do cinema, da literatura e em cooperação com Maria de Medeiros, Isabel Coixet e Carlos Jiménez Renjifo, representante da ONU, entre outros.

O concurso está aberto a todos os adultos, e consiste na criação de peças audiovisuais com duração entre 1 e 3 minutos para uma das três categorias: micro documentário de ficção ou não ficção, animação, e móvel. As inscrições serão aceitas até o dia 30 de abril de 2012 pelo site: www.weartwaterfestival.org

O Festival de Cinema We Art Water conta também com o apoio de várias organizações. Durante a apresentação, Afsane Bassir Pour, diretor do Centro Regional de Informação das Nações Unidas (UNRIC), declarou: "Através de iniciativas como o Festival de Cinema We Art Water, queremos mostrar aos líderes mundiais, durante a conferência Rio 20, o tipo de futuro que as pessoas querem. Precisamos de "artivistas", ativistas-artistas que nos ajudem a difundir a mensagem da importância da água no mundo, não por meio de palavras poderosas, mas simplesmente com imagens".

images : http://www.wearewater.org/en/maria-de-medeiros_2033

Mais informações no:
www.wearewater.org
Assessoria de Imprensa da Fundação We Are Water
Rosalía del Rio / Gabriela Pis
rdelrio@ulled.com
gpis@ulled.com
34-915-629-083 // 34-629-452-452

FONTE: We Are Water Foundation

FONTE We Are Water Foundation

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O Audiovisual Redescoberto

Retirado do Cultura e Mercado em 17/01/2012 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/o-audiovisual-redescoberto/

Por Leonardo Brant

A experiência de “filmar” com máquinas fotográficas digitais começou, para mim, no final de 2005. Fui para Dakar, no Senegal, em companhia de Fábio Cesnik e André Martinez. O motivo da viagem foi a Conferência Anual da Rede Internacional pela Diversidade Cultural – RIDC. Eu e Martinez participamos de uma mesa sobre democracia audiovisual.

Resolvemos passar um dia, ainda antes de começar a Conferência, na ilha de Gorée, um conhecido entreposto de comercialização de escravos africanos para toda a América. Eu e Fábio havíamos levado duas máquinas Canon portáteis, do mesmo modelo, de 4 megapixels. Ali descobrimos a função vídeo do equipamento e começamos a gravar, como crianças frente a um novo brinquedo.

Eu já havia trabalhado com vídeo, desde os 21 anos, em algumas produtoras de São Paulo, no Brasil. Cheguei a implementar, sob coordenação de Norma Kyriakos, uma TV interna na Procuradoria Geral do Estado de SP, com participação dos próprios profissionais da carreira. Mas desisti logo do ofício, pelo esquema de trabalho que me submeti naquela época, com noites em claro na ilha de edição, para realizar produtos audiovisuais pouco estimulantes do ponto de vista criativo.

No quarto do hotel descobrimos, também de maneira inadvertidamente tardia, um editor de vídeo que veio com o sistema operacional. Ficamos umas 4 horas experimentando a ilha de edição, caseira e improvisada, e exibimos na mesma noite para alguns amigos, como Joost Smiers, Rafael Segovia e o cineasta brasileiro Joel Zito Araújo, também presente à conferência.

Fizemos uma conexão imediata daquele tipo de expressão com os movimentos pela diversidade cultural. Àquela altura já imaginávamos as possibilidades que as novas tecnologias da informação e comunicação nos ofereceriam num futuro próximo. Sentimos na pele a potência que uma câmera, um editor e um sistema de distribuição poderia dar ao cidadão comum.

O alerta constante que o exercício do ativismo cultural impõe tomou-nos de assalto. As possibilidades de controle aumentam proporcionalmente à capacidade de libertação. Prevíamos uma guerra política e de mercado em torno da informação e da propriedade intelectual. E ela se concretizou. Estamos no meio dessa batalha.

A maior descoberta de todas, e a mais estimulante, foi o YouTube. Retornando ao Brasil, publicamos despretensiosamente o filme Dakar, Gorée (abaixo), uma mistura entre registro de viagem e experimento audiovisual amador. O vídeo obteve um volume impressionante de visualizações no site, chegando a ser pontuado como 3º mais acessado naquele dia, em todo o mundo, em sua categoria.

A partir daí não abandonamos os ciberfilmes, como chamávamos os experimentos audiovisuais com câmeras caseiras, ilhas de edição amadoras e distribuição em plataformas do it yourself, como YouTube ou Vimeo. Fiz, a partir daí, uma série de experimentos e micro-documentários. Alimentei durante um período um tipo de produção em ciberfilmes que exigia gravação, edição e publicação no mesmo dia. Até que fui aos poucos deixando de gravar para me dedicar ao projeto Ctrl-V.

Passei a dedicar-me à pesquisa de novos equipamentos e possibilidades tecnológicas. Adquiri um novo equipamento, uma Canon G10, com uma definição de imagem um pouco melhor, recursos óticos e uma textura mais próxima da imagem cinematográfica, resguardando, no entanto, sua portabilidade e característica de câmera caseira.

Nesse ínterim realizamos o longa-metragem Os Quatro Elementos em Si ou O Guru Selvagem, documentário com Jorge Mautner e Nelson Jacobina, dirigido por Martinez. O primeiro ciberfilme a ocupar a grande tela na Mostra de Cinema de São Paulo, uma das mais importantes do Brasil. Nascia a Deusdará, produtora especializada nesse tipo de produção audiovisual.

Sem ter planejado, havíamos conseguido materializar o processo de convergência, mas de forma oposta às experiências conhecidas até então. Em vez de um filme pirateado nas telas da web, conseguimos desenvolver um produto genuinamente web para as telas de cinema.

Dessas experiências todas veio a inspiração para uma pesquisa-ação que envolvesse o audiovisual como tema e também como linguagem e suporte. Roberta Milward, coordenadora do Divercult no Brasil, havia cuidado conosco da pós-produção do Guru, o que nos colocava num estágio avançado em relação a esse complexo desafio.

Resolvida a questão do equipamento, veio a escolha da plataforma de edição. Por mais que nos identificássemos com os movimentos de software livre e todas as possibilidades de participação e efetivação de comunidades de conhecimento, fiquei com muito receio de nos perdermos nesse processo, já que nenhum de nós é ativista praticante dele. Definimo-nos como meros simpatizantes da causa.

Da todos nós, o Badah é o mais dedicado às pesquisas de softwares e plataformas web. Mesmo com sua ajuda, não conseguimos encontrar nenhum equipamento em plataforma PC, livre ou proprietário, que nos desse a segurança que o equipamento da Apple nos deu. Uma conversa com o amigo cineasta Luciano Cury foi definitiva para migrarmos definitivamente para o Mac.

Utilizamos o software I-movie, que vem instalado com o Mac, para as edições mais ligeiras, que alimentam o canal do YouTube e as publicações do videolog. E o FinalCut para a edição do webdoc.

A essa altura, o nosso processo já exigia um manejo mais profissional da ilha de edição. Por isso, convidamos Aion de Britto para nos auxiliar nessa tarefa. Aion colaborou de forma intensa e definitiva para a edição e finalização da primeira parte. A segunda foi realizada por Valdir Afonso e a edição final foi toda coordenada por Ivan 13P, que nos ajudou a realizar algumas ideias, como a cena da bicicleta na Av. Paulista.

Durante o processo, soltamos algumas versões, experimentando o encadeamento temático e discursivo, além da linguagem, textura da imagem, cortes e vinhetagens. A RAIA – Rede Audiovisual Ibero-americana foi o ambiente ideal para trocas e construção colaborativa da primeira parte de Ctrl-V, já que o próprio projeto do documentário nasceu ali.

A participação da Fernanda Martins, de Barcelona, nas decisões conceituais e de linguagem, por exemplo, só foi possível a partir dessa metodologia. Além do ambiente web, realizamos duas exibições com pessoas mais ligadas aos processos de construção do Ctrl-V, como Badah, Cleiton Paixão, Julio Cesar Pereira e Piatã Stoklos Kignel.

Enquanto investíamos energia na edição da segunda parte, demo-nos com o maior dos desafios. Como publicar na web? Em quais plataformas e sites? Como lidar com as censuras e restrições impostas pelo formato e, sobretudo, pela utilização de imagens de grandes estúdios? Como difundir, dialogar, ativar as redes? Como viralizar uma pesquisa tão densa e cheia de elementos?

Tínhamos de estar preparados para uma batalha jurídica e ao mesmo tempo uma luta por ocupar espaços e dialogar dentro de regras já estabelecidas pelo uso e pelos padrões impostos pela grande mídia. A rede se contamina a cada dia com simulacros de processos de participativos, mascarados e forçados pelas majors.

Consideramos o Vimeo o melhor serviço de difusão para materiais como o nosso. Por isso, fizemos questão de divulgá-lo prioritariamente. Mas não deixamos de utilizar outros serviços similares, como o próprio YouTube.

Também apanhamos um pouco para fazer o torrent funcionar, com sementes espalhadas por alguns lugares ao redor do mundo. Algo que vai se consolidando aos poucos. Assim como as redes sociais. Facebook, Twitter, MySpace e meus blogs pessoais foram laboratório para divulgação de trechos de entrevistas e pílulas de discussões, publicadas para ampliar a percepção da pesquisa e dialogar com as novas linguagens.

Abrimos contas específicas do Ctrl-V nessas redes. A partir daí começam a funcionar como espaços emanadores de discussões, em sintonia com fóruns e mostras presenciais. O principal objetivo da pesquisa, que é provocar discussões sobre o tema, pode se efetivar nesses territórios de conversação.

O processo de construção do Ctrl-V passou pela experiência de construção da RAIA, que consolidou um intercâmbio de ideias e conteúdos, além de funcionar como uma plataforma de crowdsourcing, onde o documentário foi pautado e desenvolvido colaborativamente.

No final de 2009 promovemos o primeiro encontro presencial da RAIA no Ars Santa Mónica, em Barcelona, para apresentar a primeira parte do documentário e debater sobre o aprendizado. O evento contou com a ilustre presença de Edward Jay Epstein, além de Jaron Rowan, Humberto Mancilla, Piatã Kignel, Carlos Toro e muitos outros que contribuíram para a formação da rede e a edição colaborativa da primeira parte do Ctrl-V.

Conseguimos transferir para o ambiente presencial o clima e o sentido de união até então muito presente na Rede, que ainda estava fechada com seus membros fundadores.

Em 2010 voltamos a fazer a Jornada em Barcelona. Ctrl-V+ Convergencia foi o nome do evento, que apresentou a segunda parte do documentário, além de ampliar a discussão para as tendências e efeitos das mídias digitais sobre a produção audiovisual, analisando os movimentos da indústria na Era da Convergência.

Neutralidade da rede, modelos de negócios inovadores, video on demand, redes sociais audiovisuais, storytelling e do it yourself media foram alguns dos temas abordados no encontro.

2011 é o ano de fechamento desse processo, que culmina com o lançamento simultâneo do documentário em todas as mídas: Tv aberta, sala de cinema, Internet e celular, tudo ao mesmo tempo, explorando e chamando a atenção para o caráter transmídia do projeto. A participação da TV Cultura e do Sesc nesse processo foi fundamental.

2012 será o ponto de partida para um novo processo de discussão, voltado para as novas possibilidades do audiovisual brasileiro.

Assista o Ctrl-V clicando abaixo:

CTRL-V from Ctrl-V on Vimeo.

Leonardo Brant http://www.brant.com.br

Pesquisador cultural, autor do livro "O Poder da Cultura", diretor do documentário Ctrl-V, criou e edita este Cultura e Mercado. É sócio da Brant Associados e do Cemec. Idealizou e coordena o programa Empreendedores Criativos. Para mais artigos deste autor clique aqui

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sábado, 14 de janeiro de 2012

Fundo Setorial do Audiovisual

Retirado do MINC em 14/01/2012 do endereço:

http://www.cultura.gov.br/site/2012/01/12/fundo-setorial-do-audiovisual-17/

Comitê Gestor do FSA escolhe BNDES para atuar como o novo agente financeiro central do Fundo

A Agência Nacional do Cinema (Ancine), vinculada ao Ministério da Cultura, contratou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para atuar como agente financeiro central do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA,  que se destina ao desenvolvimento articulado de toda a cadeia produtiva da atividade audiovisual no Brasil. Em vigor a partir do mês de janeiro, o contrato foi assinado em dezembro de 2011 e prevê repasses de R$ 2 bilhões, até 2015, os quais serão aplicados no desenvolvimento de um mercado de conteúdos para televisão, além de cinema e outras mídias.

O BNDES ficará responsável por contratar, coordenar e acompanhar os serviços financeiros de outras instituições públicas para a operação dos editais e linhas de ação do Fundo Setorial do Audiovisual, definidos pelo seu Comitê Gestor. A Ancine definirá os parâmetros das operações e acompanhará a execução operacional das linhas do FSA junto com o agente financeiro específico.

Segundo o diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema, Manoel Rangel, “o BNDES foi escolhido pelo Comitê Gestor do FSA por sua vocação para o desenho de políticas de desenvolvimento, por sua expertise na administração de mecanismos financeiros e pelo fato de incluir, entre suas finalidades, o estímulo a agentes de desenvolvimento”. O Comitê Gestor do Fundo Setorial é composto por dois representantes do Ministério da Cultura, um da Ancine, um do agente financeiro credenciado e por dois representantes da indústria audiovisual, indicados pelo Conselho Superior do Cinema.

O FSA, lançado em dezembro de 2008,  foi criado pela Lei Nº 11.437, de 28 de dezembro de 2006, e regulamentado pelo Decreto nº 6.299, de 12 de dezembro de 2007. Esse mecanismo criado pelo governo federal é uma categoria de programação específica do Fundo Nacional de Cultura (FNC).

Desde a sua primeira chamada pública, o Fundo Setorial do Audiovisual já investiu R$ 189,8 milhões em quatro linhas de ação, voltadas à produção, distribuição e comercialização de obras para cinema e televisão. Somente em 2011 foram disponibilizados R$ 84 milhões nessas quatro linhas de ação do Fundo.

Leia a matéria na íntegra

(Fonte: Ascom/Ancine)

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Controle ou seja controlado

Retirado do Cultura e Mercado em 27/12/2011 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/tvcem/controle-ou-seja-controlado/

Por Leonardo Brant

O ponto de partida para a realização da pesquisa-ação intitulada Ctrl-V foi o meu envolvimento com a construção da Convenção Internacional, no âmbito da UNESCO, para promoção e proteção da diversidade cultural.

Conheci e passei a colaborar ativamente com a Internacional Network for Cultural Diversity (INCD) em 2001, numa conferência na Cidade do Cabo, na África do Sul. Dali em diante, o tema passou a direcionar todos os meus esforços de pesquisa. Participei ativamente da INCD e das discussões em torno do tema, em conferências, reuniões internacionais, articulações com governos e com organismos internacionais, como a própria UNESCO.

O Brasil teve participação destacada nesse processo, sobretudo a partir de 2003, pela presença ativa de Gilberto Gil, músico e compositor que ocupou o Ministério da Cultura neste período, com quem colaborei pelo lado da sociedade civil. Estivemos, cada qual com a sua função, em diversas dessas conferências, como na Croácia, Senegal, China e, por fim, no Brasil, em 2006, quando o ministro organizou a conferência pelo lado dos governos e eu pelo lado da sociedade civil. Na época eu ocupava a vice-presidência da RIDC.

A Convenção da UNESCO tinha sido aprovada no ano anterior, com uma votação inédita e avassaladora. Estados Unidos e Israel foram os únicos países a votar contra o documento, contra 148 países-membro a favor. Durante todo o processo de negociação, o país presidido por George W. Bush pressionou fortemente todas as delegações, tentando dissuadir os Estados-membros aliados a deliberarem a favor da convenção. Mesmo a presença ameaçadora de Condoleezza Rice durante a votação não foi suficiente para abafar a derrota avassaladora dos EUA.

Esse processo todo revela a importância estratégica do mercado internacional de audiovisual para a consolidação dos EUA como potência mundial, mas já se mostrava anacrônica e ineficaz. Quando o resto do mundo resolveu atentar para a articulação entre poderio econômico e simbólico-cultural, a indústria audiovisual dominante já apresentava sinais de mudança em sua lógica de sustentação de poder, transformando-se no principal instrumento de difusão do que chamamos de globalização econômica, que também é cultural. A função estratégica antes atribuída ao poder imperialista norte-americano agora se configura cada vez mais como mecanismo de difusão das grandes corporações multinacionais.

Ainda assim, valia a pena investigar a correlação de poder da indústria cultural com o Estado norte-americano, as indústrias bélica e financeira, e a sociedade de consumo como paradigma cultural do processo de globalização, engendrado como um projeto imperialista. Uma cultura única, com valores, sentidos e visões de mundo mais ou menos homogêneas se alastrava pelo mundo a partir do domínio absoluto do mercado da imagem. Um mergulho sobre os processos históricos que possibilitaram a criação do oligopólio global das chamadas majors norte-americanas e suas relações diretas com as políticas internacionais e o grande capital fazia-se necessário.

A leitura crítica da Convenção é imprescindível para compreender as motivações de Ctrl-V. O relatório do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) de 2004, intitulado Liberdade Cultural num mundo diversificado, revela as bases políticas que justificam uma intervenção dos organismos internacionais no campo do audiovisual.

Os caminhos teóricos deixados pela Escola de Frankfurt a respeito dos riscos e implicações de uma nova indústria cultural, em plena ascensão naquela época, e a profunda alteração nos sentidos e significados da arte, foram excelentes pontos de partida para a nossa investigação teórico-prática.

A influência de Marshall McLuhan, ainda na universidade, foi preponderante para a compreensão da complexidade e da onipresença dos processos midiático em nosso cotidiano. Reli e ressignifiquei Undestanding Media, ainda uma espécie de livro de cabeceira durante todo o período de leituras relacionadas ao Ctrl-V. A Sociedade do Espetáculo denunciada por Guy Debord é outra dessas publicações, que nos deram o norte necessário em direção àquilo que procurávamos. Fui igualmente influenciado por diversos autores dedicados ao tema da pós-(híper-líquida)modernidade, como Zygmunt Balman, Stuart Hall e Gilles Lipovetsky, este último presente no documentário.

Durante todo o processo de busca em relação à diversidade cultural, resolvi empreender uma organização cultural no Brasil, para desenvolver esta importante agenda política, nas mais diversas esferas da sociedade. O Divercult cumpriu seu papel internamente, até que, em 2007, com a publicação da Convenção, estava pronto para novos desafios.

Foi aí que entrou Fernanda Martins, com uma bagagem de pesquisas e inquietações a respeito do tema. E ideias sobre cooperação internacional para a diversidade. Resolvemos levar o Divercult para a Espanha, uma excelente porta de entrada para a Europa, que começava a implementar iniciativas voltadas para o assunto, ainda num momento anterior à crise econômica que assola todo o continente.

Além de conferências, debates e pesquisas sobre diversidade cultural, o Divercult encampou, em parceria com o Instituto Pensarte, a publicação de uma coleção de livros que constitui o pontapé inicial para a pesquisa do Ctrl-V. A série Democracia Cultural traz o primeiro livro brasileiro sobre Diversidade Cultural, organizado por mim, com textos de ativistas e pensadores de todos os continentes. Consolidamos, logo em seguida, uma pesquisa sobre Democracia Audiovisual, assinada por André Martinez. E por último, a tradução para o português do livro Artes Sob Pressão, de Joost Smiers, amigo de jornadas pela diversidade cultural.

Mas foi numa visita casual à Livraria da Vila, na Vila Madalena, em companhia do antropólogo Massimo Canevacci, colaborador de primeira hora de Ctrl-V, que descobri O Grande Filme, de Edward Jay Epstein. A partir dele comecei a visualizar, mais concretamente, um roteiro para a pesquisa que virou filme. E Epstein se transformou em um dos personagens centrais do filme.

Fiz conexão automática daquela publicação com Vida: o Filme, de Neal Gabler, cuja leitura no passado marcou-me profundamente. Mais tarde, depois de entrevistá-lo nos Estados Unidos, tive contato com The Empire of Their Own, sobre os primórdios de Hollywood. Esse conteúdo tomou toda a primeira parte do documentário fruto desta pesquisa.

Nessa fase já tínhamos, eu e Fernanda, uma nova aliada. Roberta Milward foi fundamental para trazer novas referências e buscar outros pesquisadores, relevantes à pesquisa. Ela mapeou, por exemplo, inúmeras organizações e projetos audiovisuais ibero-americanos, que tinham em comum a alfabetização audiovisual e o ensino da linguagem cinematográfica. Junto com alguns produtores e realizadores, essa foi a base constitutiva da RAIA (Red Audiovisual IberoAmericana), criada a partir do apoio concedido pela AECID (Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento) no começo de 2009. A liderança, as articulações e as contribuições de Ana Tomé, que ocupava a direção da organização no Brasil, foram fundamentais para a consolidação dessa pesquisa-ação.

Algumas leituras foram importantíssimas para abrirmos janelas e compreendermos o nosso trabalho como uma mera continuidade de movimentos do passado. Resolvemos, por influência de Daniel Gonzalez, um generoso colaborador de todo o processo, viajar para a Argentina em busca de novos olhares e propostas para a questão audiovisual. Octavio Getino, o mais importante pensador de políticas ibero-americanas para o audiovisual, com seu livro Cine Iberoamericano: los desafíos del nuevo siglo, é peça fundamental na composição do nosso tabuleiro de xadrez.

Estava em pleno processo de edição da primeira parte do documentário quando percebi a importância do livro Tela Global, de Gilles Lipovetsky, para definir abordagens e até mesmo a linguagem adotada no filme, com referências filmográficas e quebras de preconceitos a respeito da capacidade de autocrítica de Hollywood, além das inúmeras proposições teóricas a sobre a relação intrínseca do cidadão global com as novas redes e telas convergentes. Corremos atrás de Lipovetsky e conseguimos gravar uma entrevista em praça pública, em Madrid, na Espanha.

Não posso deixar de citar as inúmeras influências absorvidas do meu cotidiano como pesquisador de políticas culturais e sua relação com o audiovisual, a mídia e os sistemas de poder. Cidadania Culturale Simulacro e Poder, ambas de Marilena Chauí, são bons exemplos disso. Simulacro e Simulação, de Jean Baudrillard, dentre as referências, talvez seja a mais marcante. Autores como Michel Foucault, Gilles Deleuze, Edgar Morin, Roland Barthes, entre outros, constituíram um terreno teórico fértil para essa vôo rasante rumo às novas possibilidades para a produção audiovisual na era da convergência digital.

A última parte da investigação é destinada aos fenômenos contemporâneos, aos novos comportamentos gerados a partir das redes sociais e à multiplicação de telas, em movimentos que nos assaltam, seduzem e hipnotizam diariamente. Todas as possibilidades levantadas porCibercultura, de Pierre Lévy foram consideradas, além das novas formas de relação com a propriedade intelectual abordadas em Free Culture, por Lawrence Lessig.

Mais do que referências teóricas, esses livros nos ajudaram a moldar o processo participativo, a constituição de uma comunidade de conhecimento em torno dos desafios do audiovisual em nossa sociedade, a partir da RAIA, com diálogos, trocas de experiência e propostas concretas de cooperação, tão importantes para a constituição de Ctrl-V quanto a bagagem trazida das leituras e estudos.

A partir de um primeiro esboço, construído depois de um seminário em São Paulo, com a presença de membros-fundadores da RAIA, é que começamos a visualizar a história que iríamos contar, com formato, linguagem e léxico próprios. Depois saíram mais duas versões restritas à RAIA e o Ctrl-V 2.0, a segunda parte do documentário, que mais tarde foi totalmente modificado, a partir das minhas próprias percepções da pesquisa e sobretudo pelas valiosas contribuições e debates da rede.

A presença da rede no processo de construção dessa pesquisa não é acidental. Buscamos referências, leituras, promovemos debates em Barcelona e em São Paulo a respeito das possibilidades da rede como elemento ativador de novas possibilidades de produção audiovisual. Nesse sentido, nada mais relevante que a leitura de A Cauda Longa, de Chris Anderson eCultura da Convergência, de Henry Jenkins. Incentivadores de uma nova maneira de enxergar a relação entre grande mídia e processos participativos do novo milênio, tornaram-se contribuições valiosíssimas.

A partir dessas leituras, começamos a visualizar as novas possibilidades de produção, baseadas numa trincheira entre os velhos modelos de negócios e as mudanças de comportamento decorrentes de uma nova Cultura da Participação, do também entrevistado Clay Shirky.

Ctrl-V é propositivo. Vislumbra a possibilidade de uma nova indústria, multiprotagonista, capaz de promover a autorrepresentação, a conquista de autonomia e independência no campo simbólico. Mas não é romântico, aponta desafios para a educação, para a regulação do mercado e convoca os realizadores audiovisuais para uma nova atitude diante das oportunidades geradas com a convergência audiovisual.

Leonardo Brant http://www.brant.com.br

Pesquisador cultural, autor do livro "O Poder da Cultura", diretor do documentário Ctrl-V, criou e edita este Cultura e Mercado. É sócio da Brant Associados e do Cemec. Idealizou e coordena o programa Empreendedores Criativos. Para mais artigos deste autor clique aqui

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Audiovisual–SAv lança cinco editais com investimento total de R$ 17,9 milhões.

Retirado do site do MINC em 27/12/2011 do endereço:

http://www.cultura.gov.br/site/2011/12/26/audiovisual-22/

A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura – SAv –  abre, a partir de 28 de dezembro, as inscrições para cinco novos editais de fomento à produção audiovisual, que juntos representam um investimento total de R$ 17,9 milhões. As inscrições vão até 10 de fevereiro de 2012.

Os editais abrangem todas as regiões do país e foram concebidos para apoiar obras de longa e curta-metragem de baixo orçamento, entre ficções, animações e documentários, roteiristas profissionais e estreantes, além de apoiar cinco iniciativas de documentários de longa-metragem com orçamento de mercado.

Veja abaixo o resumo de cada edital e acesse os documentos completos:

Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Cinematográficas, Inéditas, de Ficção, de Baixo Orçamento – apoiará, com até R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais), cada umas das 10 (dez) obras cinematográficas inéditas de baixo orçamento, de ficção, com duração de até 70 (setenta) minutos com uso ou não, parcial ou total, de técnicas de animação, sendo permitida a incursão experimental com caráter de inovação de linguagem. Cuja destinação e exibição seja prioritária e inicialmente voltada ao mercado de salas de exibição. Valor total: R$12 milhões. Acesse o edital.

Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Inéditas de Curta Metragem, do Gênero Ficção, Documentário e Animação – fomentará a produção de até 25 (vinte e cinco) projetos, destinando apoio individual no valor de até R$ 100.000,00 (cem mil reais). As obras cinematográficas devem ser inéditas, de curta metragem de ficção, documentário e animação, sendo permitida a incursão experimental, com caráter de inovação de linguagem. As produções devem ter duração entre 10 (dez) e 15 (quinze) minutos. Valor total: R$ 2.5 milhões. Acesse o edital.

Edital de Apoio ao Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos Inéditos, de Ficção para Roteiristas Profissionais* – tem o objetivo de selecionar até 13 (treze) projetos, que terão apoio individual no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais). Serão contemplados 8 (oito) projetos de desenvolvimento de roteiros cinematográficos, inéditos, com duração de até 70 (setenta) minutos, de ficção e 5 (cinco) projetos de desenvolvimento de roteiros, com duração de até 70 (setenta) minutos, com temática infantil, inéditos, de ficção. Os roteiros com temática infantil devem ser dirigidos ao público com faixa etária de 4 (quatro) a 12 (doze) anos.

*ROTEIRISTA PROFISSIONAL é a pessoa física, autor da obra literária, adaptada ou não, a ser utilizada na produção de filme ficcional, que tenha ao menos um roteiro de longa-metragem de sua autoria filmado e exibido em circuito de salas de exibição comercial ou em mostras e festivais de cinema e/ou canais de televisão. Valor total: R$ 650 mil. Acesse o edital.

Edital de Apoio ao Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos Inéditos, de Ficção para Roteiristas Estreantes* – irá fomentar a produção de até 10 (dez) projetos, com o valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) para cada um. Serão contemplados os projetos de desenvolvimento de roteiros cinematográficos, inéditos, de ficção, exclusivamente para roteiristas estreantes.

*ROTEIRISTA ESTREANTE é a pessoa física, autor da obra literária, adaptada ou não, a ser utilizada na produção de filme de longa metragem ficcional, que nunca teve um roteiro de longa metragem de sua autoria filmado, e exibido em circuito comercial ou em mostras e festivais cinematográficos e/ou canais de televisão. Valor total: R$ 250 mil. Acesse o edital.

Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Cinematográficas do Gênero Documental inéditas – prevê a seleção de até 5 (cinco) projetos, destinando apoio individual no valor de até R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais). Serão contempladas produções cinematográficas, com duração de até 70 (setenta) minutos, inéditas, do gênero documentário, com uso ou não, parcial de técnicas de animação, sendo permitida a incursão experimental com caráter de inovação de linguagem. Valor total: R$ 2.5 milhões.Acesse o edital.

Informações: concurso.sav@cultura.gov.br

(Fonte: SAv/MinC)

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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

“O Som que vem das Ruas” no ELETRONIKA

Dansabota Veloso recomenda e convida:

Pessoal, lembrando que na proxima terça, dia 15/11 será exibido o documentário "O Som que vem das Ruas", dirigido por Dansabota Veloso e Eduardo Zunza para a Família de Rua.

MOSTRA AUDIOVISUAL

Como parte da programação, de 12 a 20 de novembro o Cine Humberto Mauro recebe uma mostra de filmes, com longas e curtas selecionados por Rodrigo Minelli para apresentar a vertente audiovisual do tema.

Data: 15/11 - 19h

Local: Cine Humberto Mauro – Belo Horizonte

Entrada: Gratuita com retirada de ingressos meia hora antes de cada sessão

Mais informações: festivaleletronika.com.br

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