terça-feira, 26 de julho de 2011

CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA PROFESSORES DE ARTE

_CARTAZ
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programação mis–museu da imagem e do som de são paulo

 

26 jul 2011

90 em Folha

O MIS apresenta a exposição 90 em Folha – Imagens do Brasil Moderno. A mostra celebra os 90 anos da Folha de S.Paulo e traz uma seleção de capas, cartoons, reportagens e imagens marcantes da história jornal. Os visitantes ainda podem participar de debates, workshops e sessões de cinema. Grátis.»

26 jul 2011

CINEMIS

O projeto CINEMIS exibe, em Campos do Jordão, nesta semana, uma série de documentários musicais, como: Noel Rosa: O Poeta da Vila, O Livro Multicolorido de Karnak, e O Milagre de Santa Luzia. Todas as sessões são gratuitas. Confira a programação completa.»

28 jul 2011

Sessões de Cinema

Como parte da programação da mostra 90 em Folha – Imagens do Brasil Moderno, o MIS promove sessões de cinema durante todo o período da exposição. Nesta semana, serão exibidos os filmes: Teorema, Toda nudez será castigada, Os Amantes, Festa de família e Paixão selvagem. Confira a programação completa.»

13 ago 2011

Green Sunset: Isolée

O MIS apresenta a oitava edição da festa Green Sunset, que em agosto traz performance do DJ alemão Isolée, referência mundial do gênero microhouse. Nesta edição, a festa contará ainda com praça de alimentação alternativa. Também se apresentam os DJs brasileiros Tahira e Badenov. Ingressos à venda na Recepção MIS.»

27 jul 2011

Jornalismo Online

O MIS recebe a palestra gratuita Jornalismo Online, ministrada pelo coordenador da Folha.com e colunista do jornal Ricardo Melo. O jornalista irá abordar os desafios do jornalismo online e a integração entre as plataformas impressa e digital. Participe.»

28 jul 2011

Palestra Sonja Heinen

O MIS e o Cinema do Brasil apresentam palestra da alemã Sonja Heinen, do Berlin International Film Festival e World Cinema Fund. Ela contará como produtores brasileiros podem participar de programas internacionais que financiam projetos cinematográficos.»

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Museu da Imagem e do Som Governo do Estado de São Paulo

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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Samba de Quadra, o curta da semana


Toda semana um novo curta do
Porta Curtas!

Assista, não perca!

Gênero Documentário

Diretor Gustavo Mello, Luiz Ferraz

Ano 2008

Duração 17 min

Cor Colorido

Bitola 35mm

País Brasil

Local de Produção: SP

Sinopse:

A memória do samba caipira paulista sobrevive na cidade de Quadra, a 150 km de São Paulo. Mesmo não ostentando mais a vitalidade dos velhos tempos, a expressão musical está longe de ser parte do passado. Ela é renovada na casa de João do Ditão, líder de um dos únicos grupos remanescentes no estado.

Ficha Técnica

Produção Gal Buitoni

Co-produção Olé produções, Varal Produções

Fotografia Eduardo Piagge

Edição Gustavo Mello

Direção de Arte Andrea Castro

Empresa(s) produtora(s) Bossa Nova Films

Som Beto Ferraz, Jorge Vaz

Edição de som Beto Ferraz

Assistente de Câmera Bruna Marcatto

Assistente de Produção Yara Camargo

Fotografia stillHelena Rios

Pesquisa Marcel Defensor

Ilustração Andrea Castro

Pós-produção Módulos Montagem Gustavo Mello

Entrevistados João José de Andrade (João do Ditão), Julieta de Andrade Soares, Francisco Soares (Preto), José Carlos Soares, Jorge Soares, Francisco Dimas da Silveira (Chico Pinto), João Mendes de Góes (Paçoca), Mário Vieira de Moraes,José Antonio Leite, Roque Bueno de Moraes, Dionísio Soares Pereira, Noel de Oliveira, José Rodrigues (Zé Bonifácio), Carlos Rodrigues de Oliveira, Fernandes Rodrigues de Oliveira, Mariano Rodrigues de Oliveira, Davi Barbosa Carneiro, Alexandre de Campos, Donizete de Campos, Carlito de Campos, Jaime Camargo, Ana de Andrade

Produção de Set Marina Mello

Motorista Edson Luiz Ruiz Mejia

Assistente de som José Eduardo Alves

Letreiros Andrea Castro Técnico de somJorge Rezende

Alimentação Cláudia Defensor Mascarenhas Rodrigues

Tradução Carina Castro

Apoio Cultural Quanta,Locall

Colorista Ricardo "Kodó" Odo

Logger Rogério Wagner da Silva Leite

Assistência Jurídica Daniel Arbix

Supervisão de Pós-Produção Giba Yamashiro

Edição On Line Henrique Reganatti, Manú F. L. Rocha

Diretor Técnico José Francisco Neto

Prêmios

Prêmio Aquisição Porta Curtas no Curta Cinema - Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro 2009

Melhor Fotografia em Curta-metragem no FAM - Florianópolis 2009

Prêmio Estímulo no Secretaria de Estado da Cultura/SP 2007

Melhor Produção no Vitória Cine Vídeo 2009

Melhor Curta 35mm no Festival de Cinema de Maringá 2009

Melhor Documentário em Película no Curta Cabo Frio 2009

Melhor Fotografia em Película no Curta Cabo Frio 2009

Festivais

CineSul 2010

Discovering Latin America Film Festival 2009

É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários 2009

Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2009

Festival Manuel Padeiro de Cinema e Animação 2009

Goiânia Mostra Curtas 2009

GRAND OFF - World Off Film Awards 2009

Saint Petersburg International Youth Film Festival 2009

DOCSDF - Festival Internacional de Cine Documental de la Ciudad de Mexico 2009

In-Edit Brasil - Festival Internacional do Documentário Musical 2009

Semana ABC 2009

Vancouver Latin American Film Festival 2009

Festival de Cinema de Ribeirão Pires 2009

Fornecedor das Informações

Curta Cinema - Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro

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Planejamento da Economia Criativa

Postado ofiginalmente por Glaucia Lira / Comunicação Social no site do Ministério da Cultura e retirado em 25/07/2011 do endereço:

http://www.cultura.gov.br/site/2011/07/21/planejamento-da-economia-criativa/

Cláudia Leitão reúne estados para colaboração com o plano estratégico da nova secretaria

A Secretaria da Economia Criativa, em estruturação no Ministério da Cultura (SEC/MinC), promoveu nesta quarta-feira (20), em Brasília, reunião com os secretários de Cultura dos estados e das capitais brasileiras. O escopo do encontro foi estreitar as relações com os entes e pedir a contribuição dos gestores na construção de ações e políticas públicas a serem implantadas pela nova secretaria.

“Passamos um longo tempo de maturação de um planejamento estratégico dessa nova secretaria do MinC e esse dia para nós é especialmente importante”, afirmou a secretária Cláudia Leitão. Ela explica que a SEC tem papel fundamental na inclusão produtiva, na formação de novos profissionais empreendedores e no desafio de tornar o Brasil um país inovador, porém garante: “Não faremos nada sozinhos, sempre haverá parcerias e vocês fazem parte dessa estruturação”.

A Secretaria da Economia Criativa caminha para a reta final de seu plano de ação que será lançado em agosto. Será apresentada uma série de produtos que funcionarão por meio da ação conjunta entre União, estados e municípios. Na publicação constará, além das diretrizes para o desenvolvimento da economia criativa no Brasil, a metodologia para auxiliar a implantação dessas ações em unidades gestoras voltadas ao tema.

Cultura e Desenvolvimento

Para Cláudia Leitão, a nova secretaria está retomando dentro do MinC o sonho do ex-ministro da Cultura, Celso Furtado, que defendia a dimensão cultural do desenvolvimento. “Nós acreditamos que temos um papel importantíssimo nesse resgate. A Cultura é estratégica na agenda do governo federal na discussão de políticas públicas para o enfrentamento e combate à miséria”.

A dimensão econômica, dentro dos três eixos previstos no Plano Nacional de Cultura, foi o que obteve menor destaque nos últimos anos. “Nós sabemos da importância da dimensão econômica e eu diria que do ponto de vista da Convenção da Diversidade Cultural, a participação dos estados e municípios foi fundamental para chegar onde chegamos”, afirmou Sérgio Mamberti, secretário de Políticas Culturais (SPC/MinC), que também participou da reunião.

Outros países já trabalham a economia criativa como alternativa de desenvolvimento. Em países emergentes, apesar da abundância de talentos criativos, a maioria tem potencial criativo sub-utilizado. Na Ásia e no Oriente Médio, a economia criativa está crescendo rapidamente, já na América Latina destacam-se a Argentina, Chile e México. O Brasil está fora da lista dos 20 principais exportadores de bens criativos e dos 10 mais dentre os exportadores dos países em desenvolvimento.

Pactuação

Aos secretários de cultura dos estados e das capitais foram apresentados os dados mais recentes sobre a economia criativa e as etapas já vencidas do plano de ação da SEC/MinC. Alguns entes já implantaram, ou estão em processo de implantação, de seus planos estaduais ou municipais de cultura. Eles agradeceram o convite para essa construção participativa e se entusiasmaram com o caráter inclusivo do plano estratégico da SEC.

“É importante alinhar todos os caminhos para que o Brasil se torne uma potência criativa, na verdade a potência nós já temos, precisamos ser inovadores”, afirmou Marcos André, coordenador de Economia Criativa do Rio de Janeiro. Já a representante do Pará, Ana Amélia, disse ter tido uma grata surpresa ao chegar para a reunião e notar a preocupação da SEC em se aproximar das secretarias de cultura.

Para a diretora de Economia da Cultura do Rio Grande do Sul, Denise Viana Pereira, “é absolutamente fortuito o momento para o estado”. Segundo ela, “é importante essa forma participativa e estamos totalmente abertos e interessados em poder desenvolver com vocês todo esse trabalho apresentado”, garantiu.

Osvaldo Viégas, secretário de Cultura de Alagoas, parabenizou Cláudia Leitão e sua equipe por transmitirem entusiasmo aos presentes e se colocou à disposição para contribuir na construção de marcos legais para o setor. Observou que chegar em cada município brasileiro será difícil e aconselhou que o foco esteja, a princípio, nos estados.  Janaína Cunha, Superintendente de Ação Cultural de Minas Gerais, gostou do grau de maturidade da SEC/MinC, pois acredita que “o tema é amplo e não definitivo, mas possui alinhamentos definidos, o que facilita a discussão do assunto no país”.

Compartilhamento

Os cinco desafios da Economia Criativa no país foram apresentados aos secretários de Cultura dos estados e capitais. Os gestores foram provocados a propor sugestões para o levantamento de informações e dados da Economia Criativa; Articulação e estímulo ao fomento de empreendimentos criativos; Educação para competências criativas; Produção, circulação/distribuição e consumo/fruição de bens e serviços criativos e Criação/Adequação de Marcos Regulatórios para os setores criativos.

Dentre as sugestões estão o mapeamento de experiências para o fomento a territórios criativos que já existem no país e a criação de uma rede de espaços criativos. No que diz respeito à Educação, foi proposto um estudo sistemático sobre Economia Criativa e apoio a grupos de estudos nas Universidades.

Foi unânime a sugestão de revisão da lei 8.666/1993, que, segundo os gestores, muitas vezes, atua como um complicador para o trabalhador da cultura. Também sugeriram a criação de um Programa de Incubadoras de Economia Criativa com sede em cada estado.

Serão criados grupos de trabalho permanentes nos estados e capitais para que as atividades prossigam com sucesso. A SEC/MinC irá aos estados e capitais para ajudá-los na construção desses GT’s. Será encaminhado um modelo de minuta para um acordo de cooperação no sentido de criar os grupos e institucionalizar a parceria na implantação de políticas públicas para economia criativa no país.

(Texto: Sheila Rezende)

(Fotos: Lula Lopes, Ascom/MinC)

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O show da vida

Retirado do Cultura e Mercado em 25/07/2011 do endereço: http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/o-show-da-vida/

Leonardo Brant

A indústria cultural global foi construída sob o olhar e tutela do poder imperialista norte-americano e tornou-se peça principal de seu plano hegemônico. O american way of life não foi disseminado apenas como mito de cultura suprema, mas também como uma plataforma para o lançamento de indústrias vocacionadas para a escala global: moda, cigarros, bebidas, automóveis, armas de fogo, fast food, eletrodomésticos, equipamentos eletrônicos, alimentados por conteúdos que reforçam os mesmos mitos e objetos de consumo que consagram os EUA como símbolo de poder.

Mas já não podemos conceber a indústria cultural contemporânea como um mero instrumento de poder ianque. Seus domínios, hoje, extrapolam o território local, constituindo-se de forma menos homogênea, mas igualmente concentrada, reforçando interesses e visões de mundo do grande capital global. Um modelo de negócios baseado na ocupação dos mercados locais de distribuição, acordos vantajosos com exibidores, que garantem presença maciça de conteúdos em convivência pacífica com os interesses políticos internos.

O crack do sistema financeiro global coincide com a quebra gradativa de uma dinâmica estabelecida entre emissores e receptores de informação e conteúdo cultural. A comunicação de massa já não é o paradigma reinante para uma grande parcela da população mundial. O público acostumado a receber conteúdos mastigados por interlocutores interessados em audiência (e os ganhos dela decorrentes) sai da condição de expectador para o de protagonista. Ele pode escolher mais, participar da construção de conhecimento, convocar e ativar redes em torno de suas preferências estéticas e ideológicas.

Diante dessa realidade abre-se uma brecha que só pode ser conquistada mediante a produção de conteúdos condizentes com as realidades desses novos protagonistas. Autorrepresentação é a palavra-chave para a cultura participativa. Enquanto essa nova realidade não emerge das ruas, laptops, ipads, facebook e twitter, a mídia analógica expande seus domínios. Ela agora assume a forma de mídia participativa e convoca seus asseclas para um videogame realista, em que a (sensação de) participação é balizada e construída em laboratórios cibernéticos. Todos os movimentos são previsíveis e a sensação de protagonismo reina nos novos meios de comunicação digitais.

“Em vez de sonhar em ser Tom Cruise eu posso ser Tom Cruise”, disse Neil Gabler em sua entrevista para o Ctrl-V, referindo-se a essa nova cultura de videogame, muito bem traduzida nos ambientes de rede social – um second life revisitado. Se o Fantástico se apresentava como o show da vida nos tempos da ditadura, transformando tudo e todos em objeto espetacularizado, o Big Brother de hoje é o coliseu hiper-moderno. As câmeras são os leões, comandados por controles remotos e celulares. A participação não está ligada à conquista da subjetividade.

Outro entrevistado, Gilles Lipovetsky fala da mudança do paradigma do mass media para o self media, que pode ser traduzido tanto pela cultura dos videos caseiros do YouTube, quanto pela proliferação de blogs e redes de mensagens instantâneas.

Mas como alterar a lógica de comando imposta pelos meios de comunicação, com sua estética consagrada, sua pasteurização e seu discurso monocromático: compre!? Precisamos construir um novo modelo de relações entre a produção cultural e o consumo. Os Empreendedores Criativos têm papel fundamental nisso.

Leonardo Brant http://www.brant.com.br

Pesquisador independente de políticas culturais, autor do livro "O Poder da Cultura". Diretor do documentário "Ctrl-V | VideoControl, criou e edita o site Cultura e Mercado. É sócio-diretor da Brant Associados, consultoria para desenvolvimento de negócios culturais. Para mais artigos deste autor clique aqui

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Legião, almas para todo gosto

Olá,

Vou abrir uma nova exposição em minha Galeria, "Legião, almas para todo gosto", e estou te convidando a visitá-la.

Agradeceria muito se você me auxiliasse a divulgá-la.

Grande abraço,

João Werner

Resumo / Statement

A guerra iconoclasta do século VIII tornou explícita a virulência contida na figuração: causava polêmica, à época, a possibilidade de uma imagem ser idolatrada como se fora, ela própria, um ser e, mais além, (e, pior ainda sob a ótica religiosa) um ser "divino".

Mas é exatamente isto que vejo em alguns de meus retratos fictícios: traços humanos. Não traços meus, autobiográficos, mas traços que, às vezes, eu me estranho ao percebê-los.

Vejo, em alguns deles, um olhar que denuncia uma intenção. Sinto que há uma "alma" para além das pinceladas grosseiras do meu Flash. Há alguém lá, olhando de volta. Doces ou irônicas, amargas ou azedas, mansas ou raivosas, há pessoas embutidas em algumas daquelas imagens.

Wittgenstein falou disso, Gombrich dedicou um livro a isso: como uma mesma coisa material pode apresentar aspectos visuais distintos? Como posso ver, em um mesmo desenho, ora um pato, ora um coelho? Como uma simples conjunção de cores e pinceladas pode apresentar aspectos humanísticos?

A arte plástica compartilha algo com o xamanismo e a invocação e esta minha exposição tem algo de vodoo, como se fosse um mostruário de almas.

Enfim, razão seja dada aos iconoclastas....


Informações

Título: "Legião, almas para todo gosto"

Exposição individual com 25 gravuras digitais, retratos de pessoas imaginárias.

visitação: de 18 de julho a 14 de outubro de 2011

local: Galeria João Werner, rua Piauí, nº 191, sala 71, 86010-420, Londrina, PR.

horário: das 14h às 20h, com monitoria.

a entrada é gratuita, embora eu aceite doações.

página da expo com mais informações:

http://www.joaowerner.com.br/exposicoes-de-joao-werner/exposicao_legiao_gravuras_digitais.htm

contato João Werner: (43) 3344-2207, werner.joao@gmail.com


Sobre o artista

João Werner é artista catalogado pela Enciclopédia de Artes Visuais do Instituto Itaú Cultural.

Exposições destacadas:

2007 - "6ª Biennale Internazionale dell'Arte Contemporanea", Fortezze da Basso, Firenze, Itália.

2010 - "Digital Art Extravaganza", Limner Gallery, Hudson, NY.

2009 - "DigitalArt.LA". Los Angeles Center for Digital Arts, Los Angeles, CA.

2008 - 3º Prêmio em Gravura na 1ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea com "Raíz en la Tierra", Chapingo, México.

2010 - "Work on Display", Artoteque Gallery (expo online), Londres, GB.

2010 - "Ultraviolence", no site Projekt30 (expo online), USA.

O livro "Pinturas de João Werner. 2002-2008" faz parte do acervo das bibliotecas do Museu de Arte de São Paulo (MASP), Centro de Documentação e Pesquisa Guido Viaro, Museu da Gravura Cidade de Curitiba (Solar do Barão) e Museu de Arte de Londrina (MAL).


Algumas gravuras:

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João Werner

werner.joao@gmail.com

www.joaowerner.com.br

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Tá rolando o 29º Festivale | 24 a 30 de Julho de 2011 | Jequitinhonha/MG

Enviado por Carlos Farias*

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Domingo, 24 de julho

9h – Credenciamento – Secretaria do Festivale (Centro Vocacional Tecnológico)

13h – Mostra Teatral Agrutevaje – Espetáculo “O mundo mágico do riso” (Cia. Só Riso) – Praça de Eventos

17h – Mostra de Cultura Popular – “Dona Elza Có e o boi de Janeiro de Jequitinhonha” – Pelas ruas da cidade

20h – Abertura Oficial do Festivale – Rotary Club de Jequitinhonha

22h – Apresentação do Coral Água Branca – Praça de Eventos

23h – Show de Paulinho Pedra Azul – Praça de Eventos

Segunda Feira, 25 de julho

4h30 – Alvorada – Pelas ruas da cidade

8h – Credenciamento – Secretaria do Festivale (Centro Vocacional Tecnológico)

9h – Palestra “Jequitinhonha: História e memória de um povo” – Palestrantes: Frei Chico, Prof. João Valdir e André Quintão – Rotary Club de Jequitinhonha

14h – Abertura das Oficinas

19h – Lançamento do Livro do Jornal Gerais – Rotary Club de Jequitinhonha

21h – Apresentação do Coral Araras Grandes – Praça de Eventos

21h30 – Show de Carlos Farias – Praça de Eventos

Terça Feira, 26 de julho

8h – Abertura da Feira de Artesanato “Izabel Mendes” – Praça de Eventos

9h – Oficinas

14h – Oficinas

17h30 – Mostra Teatral Agrutevaje – Espetáculo “Retratos” – Murion Cia. de Teatro – Praça de Eventos

21h – Apresentação do Coral Nós de Minas – Praça de Eventos

21h30 – Show de Moacyr Mendes – Praça de Eventos

Quarta Feira, 27 de julho

8h – Feira de Artesanato “Izabel Mendes” – Praça de Eventos

9h – Oficinas

14h – Oficinas

20h30 – Noite Literária “Welington Miranda” – Rotary Club de Jequitinhonha

21h30 – Apresentação de Béi Botelho – Rotary Club de Jequitinhonha

22h30 – Apresentação do Coral Ouro de Minas – Praça de Eventos

23h – Show de Lima Junior – Praça de Eventos

Quinta Feira, 28 de julho

8h – Feira de Artesanato “Izabel Mendes” – Praça de Eventos

9h – Oficinas

14h – Oficinas

17h – Mostra Cultura Popular “Dona Elza Có e o Boi de Janeiro de Jequitinhonha – Ruas da cidade

20h30 – Festival de música “Eustáquio Senna” – Praça de Eventos

23h – Show de Tadeu Franco – Praça de Eventos

Sexta Feira, 29 de julho

8h – Feira de Artesanato “Izabel Mendes” – Praça de Eventos

9h – Oficinas

14h – Oficinas

17 – Mostra Cultura Popular “Dona Elza Có e o Boi de Janeiro de Jequitinhonha – Pelas ruas da cidade

20h30 – Festival de música “Eustáquio Senna” – Praça de Eventos

23h00 – Show de Dani Morais – Praça de Eventos

Sábado, 30 de julho

8h – Mostra das Oficinas – Ruas da Cidade

15h – Mostra Cultura Popular “Dona Elza Có e o Boi de Janeiro de Jequitinhonha – Pelas ruas da cidade

20h30 – Final Festival de Música “Eustáquio Senna” – Praça de Eventos

23h – Show de Tau Brasil – Praça de eventos

Prefeitura Municipal de Jequitinhonha | Administração 2009 - 2012

www.jequi200anos.com.br | www.soujequi.com


*Carlos Farias

Carlos Farias - PALESTRAS MUSICADAS - parte da frenteCarlos Farias - PALESTRAS MUSICADAS - parte de trás

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