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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Premiação do 10º Prêmio USIMINAS SINPARC de Artes Cênicas

Em Belo Horizonte, na última quarta-feira (17) foram anunciados os vencedores do 10º Prêmio Sinparc de Artes Cênicas. A premiação destina-se aos melhores espetáculos de teatro e dança de 2012, diretores, atores, bailarinos, diretores, trilhas, cenários, figurinos, textos e criações de luz.

Confira a lista completa da premiação:

Teatro Adulto
Texto inédito teatro adulto
Ruy Jobim | Do Claustro

Trilha sonora original teatro adulto
Sérgio Pererê | Oratório: A saga de Don Quixote e Sancho Pança

Criação de luz teatro adulto
Juliano Coelho e Felipe Cosse | Ode Marítima

Cenário adulto
Paulo Thielmann | Por parte de pai

Figurino teatro adulto
Maria Luiza Magalhães e Janaina Castro | Oratório: A saga de Don Quixote e Sancho Pança

Atriz coadjuvante
Letícia Araújo | Tudo que eu queria te dizer

Ator coadjuvante
Guilherme Colina | Navalha na Carne

Atriz
Clebia Varga | Navalha na Carne

Ator
Fernando Couto | Homens, Santos e Desertores

Diretor
Lira Ribas | E a peça que nos perdoe

Espetáculo
Por Parte de Pai | Grupo Atrás do Pano

Teatro Infantil
Texto inédito
Antônio Hildebrando | O mistério da bomba_H

Trilha sonora original
Leonardo Mendonza | Pluft! O fantasminha

Criação de luz
Kleber Junqueira e Jorge Castro | Descobrimento

Cenário
Kleber Junqueira e Jorge Castro | Descobrimento

Figurino
Kalluh Araújo | Pluft! O fantasminha

Atriz coadjuvante
Milene Vianna | Pluft! O fantasminha

Ator coadjuvante
Diego Krisp | O mistério da bomba_H

Atriz
Karine Amaral | A história da menina que falava muito e...

Ator
Enedson Gomes | O mistério da bomba_H

Diretor
Anna Campos | O mistério da bomba_H

Espetáculo
Pluft! O fantasminha

Dança
Trilha sonora
Kiko Klaus | Nowhereland

Criação de luz
Michael Bugdahn | Pó de Nuvens

Concepção cenográfica
Vermelho Steam | Nowhereland

Figurino
Marco Paulo Rolla | Pó de Nuvens

Bailarina
Andréa Pinheiro | Entre

Bailarino
Pablo Ramon | Pó de Nuvens

Concepção coreográfica
Coletivo Movasse | Nowhereland

Espetáculo
Nowhereland | Movasse Coletivo de Criação

Confira também a relação dos indicados:

http://www.sinparc.com.br/ingressobh/arquivos/lista-indicados.pdf

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Noite de Cabaré no Espaço In-Cena

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terça-feira, 15 de maio de 2012

sábado e domingo: figo

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segunda-feira, 23 de abril de 2012

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Funarte lança a Mostra Mambembão 2012

Retirado do site da FUNARTE em 19/01/2012 do endereço:

http://www.funarte.gov.br/danca/funarte-lanca-a-mostra-mambembao-2012/

Projeto que marcou época está de novo na estrada e revive o sonho de divulgar o teatro e dança de todo o país

Mambembao 2012 - Coletivo Angu de Teatro

Mambembao 2012 - Coletivo Angu de Teatro

A Fundação Nacional de Artes lança, no final de fevereiro, a Mostra Nacional Funarte de Dança e Teatro/Mambembão 2012. A finalidade do programa é trazer aos grandes centros urbanos de cultura do Sudeste grupos das diversas regiões do Brasil, que geralmente não conseguem apresentar-se nas grandes capitais, cujas montagens tenham destaque, de público e de crítica, em suas regiões de origem.

Os espetáculos da Mostra ocupam três teatros da Funarte: Dulcina, Glauce Rocha e Cacilda Becker, de 23 de fevereiro a 1ºde abril. Quinze companhias de dez estados, das cinco regiões brasileiras participam do evento – composto de dez espetáculos de dança e dez de teatro.

A programação tem também o objetivo de resgatar o antigo Projeto Mambembão, que marcou época, nas décadas de 1970 e 80. Os arquivos do antigo Instituto Nacional de Artes Cênicas – Inacen (depois transformado em Fundacen) – registram que o programa foi criado em 1978, pelo Serviço Nacional de Teatro (SNT). Interrompida em 1985, a iniciativa foi retomada em 1989, mas foi novamente encerrada em 1990, com a extinção dos órgãos de cultura. Porém, mais do que reviver o Mambembão, a Mostra 2012 busca cumprir um dos objetivos da Funarte, quanto a circulação e fomento das artes. A Instituição pretende, ainda, com este trabalho, promover a integração entre os grupos e as companhias, o intercâmbio de informações entre os artistas, produtores e técnicos dos vários estados com a comunidade cênica do Rio de Janeiro e entre os próprios profissionais, além de possibilitar sua integração com o público e com a imprensa.

A curadoria do programa fica a cargo de especialistas reconhecidos nacionalmente: na área de Teatro: Macksen Luiz, crítico e pesquisador com atuação contínua desde 1974 – e autor do livro Reflexões sobre Teatro Brasileiro no Século XX (edição Funarte – 2005); na área de dança, Regina Levy, produtora cultural – desde 2003, diretora executiva do Festival Dança em Foco. É professora de gestão e elaboração de eventos e projetos culturais.

“O nome ‘Mambembão’ já diz tudo: colocar as produções ‘na estrada’, assim como faziam as trupes de antigamente – e ainda fazem os grupos itinerantes”, comenta o presidente Antonio Grassi. Mas a palavra “mambembe” provavelmente vem de “zambembe” – “errante”, utilizada para trupes nômades, com poucos recursos e amadoras, que apenas sobreviviam de passar o chapéu, de cidade em cidade. O termo também é usado pejorativamente, como “desnorteado”, “medíocre” ou “sem valor”. “Com justa ironia, a ideia do Mambembão parece ter sido inverter esse significado e reconhecer montagens merecedoras de aplauso, mas desconhecidas fora de suas regiões e representativas de suas culturas. O aumentativo sugere valorizar os grupos e a qualidade de suas obras”, diz Grassi. De fato, no antigo projeto, ao contrário do sentido original de “mambembe”, os espetáculos eram aclamados em seus locais de origem e bem representativos de suas regiões. “A Funarte espera recriar o Mambembão em gêneros e linguagens tão váriados quanto a própria cultura brasileira”, conclui o presidente.

Veja aqui a programação

Resgate da ideia original -Segundo o release de sua última edição, em 1990, o Projeto Mambembão “nasceu com o objetivo de atender às reivindicações de grupos teatrais” que desejavam trocar experiências, “apresentando-se nas grandes capitais”. A proposta original, de fato, era a de uma mostra não competitiva de trabalhos de fora do eixo Rio-São Paulo, que incluiria “algumas produções significativas do contexto a que pertencem.“Havia, na época, como hoje, uma reconquista dos valores iniciais do programa”, reflete Antonio Grassi. O antigo texto registra que “seria importante mostrar às plateias… espetáculos de outras regiões brasileiras, questionadores da realidade local e nacional”.

Como já dizia Orlando Miranda, então presidente do SNT, em 1984: “O Mambembão deve ser visto não como uma amostra dos melhores espetáculos, mas sim como daqueles mais significativos”. A “característica essencial” do programa deveria ser “a possibilidade de serem encontrados os diversos tipos de preocupação, interpretação e encenação” das várias regiões. “Tudo isto condicionado pelas realidades de cada uma delas”, resumiu Orlando. Para ele, a iniciativa era uma “tentativa de resgate do que ainda não está perdido, mas que se encontra espalhado”. Para que os os espetáculos buscassem “refletir o homem brasileiro com suas características, valorizando não o aspecto exótico, mas a interligação deste homem com a realidade que o cerca”. Também nos anos 1980, em sua coluna de teatro, o jornalista e crítico Armindo Blanco (1923-1998), que foi coordenador de Comunicação da Fundacen e da Funarte, destacava que os participantes do Mambembão iriam “contribuir, de acordo com as intenções do projeto, para divulgar expressões regionais de cultura que fazem a unidade na diversidade, tão característica do perfil brasileiro”. Como registra o antigo release, a proposta do Mambembão era “trazer algumas produções significativas do contexto a que pertencem”. Em 1989, havia, como hoje, uma retomada do espírito inicial do Projeto, somada a uma novidade: a inclusão da área de dança. Segundo os documentos da época, um dos pontos focais da ação sempre foi o “registro das diferentes formas do fazer teatral existentes no país”.

O sonho de volta - “A nova Mostra Nacional de Dança e Teatro é fundamental, porque permite a às produções nacionais chegarem a um público cada vez maior”, diz Antonio Gilberto diretor do Centro de Artes Cênicas (Ceacen)/Funarte, responsável pelo programa. “Se, para a Funarte, a ampla circulação de espetáculos pelo país é um sonho real, a Mostra de Teatro e Dança/Mambembão 2012 é mais um passo para a sua realização”, comemora.

Mostra Nacional de Dança e Teatro/Mambembão 2012

de 23 de fevereiro a 1º de abril – Rio de Janeiro
Locais: Teatros Dulcina, Glauce Rocha e Cacilda Becker
Realização: Fundação Nacional de Artes (Funarte) – Ministério da Cultura

Mais informações
Centro de Artes Cênicas (Ceacen) Funarte
E-mail:
ceacen@funarte.gov.br
Telefones: (21) 2279-8012 e (21) 2279-8013

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Sideways Rain: Pausa, Choque, Fluxo e Corpo

Retirado do Digestivo Cultural em 12/01/2012 do endereço:

http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3473&titulo=Sideways_Rain:_Pausa,_Choque,_Fluxo_e_Corpo

Por Duanne Ribeiro

Braços e pernas tesos e alongados, surge no canto o primeiro bailarino, similar à um animal pesado e vagaroso, quiçá ancestral. O fluxo irrompe insuspeito e não terá fim: os dançarinos sucessivamente atravessarão o palco de um lado a outro, como que em "corredores" diferentes, divisões abstratas do espaço cênico. O enredo será sutilmente contado pelo movimento, suas constantes e detalhes. A coreografia Sideways Rain, do grupo suíço de dança contemporânea Alias, tem um caráter hipnótico e só é interpretada de modo oblíquo, isto é, não diretamente, mas sentindo o sentido aos poucos. De que é que se trata? Do aleatório histórico que nos levou de bicho à gente? Da escassez de contato humano no cotidiano? Do choque como oportunidade de vida?

O espetáculo foi apresentado no 11º Panorama Sesi de Dança, em dezembro. Estreado em 2010, é o mais recente da companhia. Outro de seus trabalhos também foi exibido no festival: Le Poids des Éponges, de 2002. O Alias tem cerca de 20 produções, com mais de 500 execuções em várias partes do mundo. Seu diretor e fundador, Guilherme Botelho, é brasileiro; iniciou a carreira em São Paulo, passou pelo Ballet of the Grand Théâtre, de Genebra, na Suíça, e em 1993 criou o grupo. Assistaa trechos das peças.

Após o primeiro dançarino, outros avançam da mesma maneira. É um primeiro modo de ser (uma primeira manada?). Os movimentos dos grupos seguintes são variados; eles se arrastam de costas, nádegas no chão, pernas flexionando e dando impulso; sentados com os joelhos dobrados, de frente para a plateia, deixam-se pender para o lado, caem, giram e voltam ao equilíbrio original; elegantes, lançam uma perna esticada a frente, como em um golpe de arte marcial; rodam, os pés plantados, mãos também no solo, quase o típico da capoeira. Quatro, cinco deles executando o mesmo padrão, como num balé; devagar ou às vezes tão velozes que são como vultos cruzando o espaço cênico.

E enfim um homem que anda. Depois de assistir a tantas variedades, obipedismo surge quase gloriosamente. A cena remete ao processo evolutivo que gestou o humano. Pés na terra e postura ereta livraram as mãos para utilizar ferramentas, aperfeiçoaram o uso de energia pelo corpo, estimularam o crescimento do cérebro e ainda outras modificações. Em O Corpo Diz Sua Mente, Stanley Keleman destaca, nessa transformação, o efeito na nossa atitude frente ao mundo: "No caso dos animais quadrúpedes e que se agacham, a frente da cabeça conduz o contato. Eles recebem o mundo com a visão e o olfato. Mas, para o ser humano, toda a parte frontal do corpo conduz o contato - não só os olhos, o nariz e os ouvidos, mas também o peito, a barriga e os órgãos sexuais. Todo esse calor e contato expandidos conduzem, agora, o movimento. É isto que significa ficar de pé".

A naturalidade, a destreza com que outras formas de locomoção foram desempenhadas dão a impressão de que esta é só mais uma escolha entre tantas. Como seria o mundo se nos movêssemos diferentemente? A problemática da acessibilidade indica como apenas esse fator tem consequências arquitetônicas, tecnológicas, sociais.

Anomalia

Os vários modos de ser passam a conviver no palco. Correm como atletas olímpicos ou andam de costas, lentos e também impossivelmente rápidos. Quando um deles pára, isso é um verdadeiroacontecimento - a anomalia no fluxo. Destaco um desses eventos.

Imóvel e aparentemente confuso, ele estende o braço e segura a mão de uma mulher - todos os outros, em pontos variados, repetem o mesmo gesto, porém a ninguém. Poucos segundos em que todo o grupo está paralisado e que são carregados de tensão. Não dura. Ela se solta e continua sua marcha. Logo, alguém se choca com aquele homem parado e lhe transmite seu movimento, estacionando, por sua vez. O mero toque convulsiona toda a estrutura; o contato humano é raro, se dá apenas no impacto.

Ideia muito semelhante foi expressa em Crash - No Limite. Na primeira frase do filme é dito: "Em Los Angeles, ninguém toca em você. Estamos sempre atrás de metal e vidro. Acho que sentimos tanta falta desse toque que nos chocamos uns com os outros, só para sentirmos alguma coisa" (original aqui). Seguem-se histórias individuais que acabam se colidindo. O conflito revela aspectos pessoais desconhecidos para o indivíduo e também aproxima as pessoas, paradoxalmente.

Também se pode aproximar o espetáculo ao diagnóstico de Denis de Moraes sobre as relações simbólicas, sociais e culturais de nossa época no texto "A Tirania do Fugaz". O autor diz: "Vivemos com aturdida incredulidade, um tempo de velocidade implacável, de urgência desvairada. 'Vás más rápido! Los límites, los ponés vos!' (...) Navegamos, insaciáveis, por circuitos infoeletrônicos e ambientes virtuais. Somos privilegiados por transmissões convulsivas, mas não conseguimos reter tantos estímulos e ofertas. (...) O prazer deve ter breve duração, permitindo que, com a descontinuidade, ressurjam modos de alcançá-lo". Portanto, se em Clash o que se destaca é individualização intensa, aqui se releva a corrente ininterrupta que fragiliza todos os contatos.

Nudez

Assim, em Sideways Rain, podemos compreender pausa, choque efluxo como símbolos do nosso modo de inserção no mundo. Antes deles, porém, está o corpo - é, conforme apontado, pelo movimento e pelo gesto que nos adaptamos ao externo e o adaptamos às nossas necessidades. Mais ainda, é pelos sentidos corporais que sentimos as impressões do exterior; é na própria pele, enfim. Roupas são já uma mediação, e é se livrando delas que a coreografia constrói sua passagem de maior beleza plástica.

Os dançarinos passam a cumprir seu curso ao mesmo tempo em que esticam fios até o outro lado do palco. A cena é recortada por inumeráveis linhas horizontais e diagonais. A luz surge apenas da direita, sem muita intensidade, a penumbra recobre o espaço. Os dançarinos, então, avançam nus. Rápidos, fragmentados, sob a sombra,quase vistos. As reações físicas ao movimento - a carne mole abalada pelos impactos, os músculos que se contraem -, antes latentes, pela neutralidade das vestes, agora estão em evidência. E como um círculo o espetáculo se fecha. A música eleva-se a um pico de tensão e, braços e pernas tesos e alongados, começa a surgir o último bailarino. Súbito, apaga-se a luz.

Sideways Rain parece simbolizar, enfim, o que diz Guimarães Rosa emGrande Sertão: Veredas: "Existe é homem humano. Travessia".

Assista a um trecho deste espetáculo, clique aqui.

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

6º Verão Arte Contemporânea – VAC 2012

Retirado do Romã Mídia Livre em 09/01/2012 do endereço:

http://www.romamidialivre.com.br/2012/01/6%C2%BA-verao-arte-contemporanea-%E2%80%93-vac-2012/

O Verão Arte Contemporânea (VAC) chega a sua 6ª edição em 2012. O evento acontece de 13 de janeiro a 12 de fevereiro de 2012. Mais de 45 atrações que se apresentam em 24 espaços públicos e culturais da cidade. Boa parte da programação do VAC 2012 tem preços populares e alguns, entrada gratuita.

O diálogo entre as artes é novamente uma das características do festival, que pela primeira vez, abre espaço para o campo da arquitetura, com uma proposta de reflexão sobre o urbanismo e o progresso nos grandes centros urbanos. Também estão previstas atividades nas áreas de Teatro, Dança, Música, Artes Visuais, Cinema, Literatura, além de Moda, Gastronomia e Ecologia.

O VAC busca trazer a Belo Horizonte, espetáculos recentes e inovadores e ações que propõem uma reflexão sobre arte, além de política e filosofia particulares aos tempos modernos. O evento também se propõe a levantar questões pertinentes a um olhar contemporâneo sobre a produção artística atual, promovendo tanto o deslocamento de espetáculos de rua para espaços tradicionais, como o diálogo entre o erudito e o popular e as manifestações culturais comprometidas com nossas raízes.

Nesta 6ª edição, o Verão Arte Contemporânea quer promover ainda um estímulo à visita aos museus da cidade, reunidos num circuito especial que oferece horários acessíveis ao público de férias em Belo Horizonte.

Para alcançar um público cada vez maior, o VAC 2012 promove a descentralização da produção artística e, além da área central de Belo Horizonte, ocupa vários espaços culturais localizados em bairros afastados do centro, como Horto, Pampulha e até mesmo, Brumadinho.

13 de janeiro a 12 de fevereiro de 2012

Ingressos: R$ 14,00 (inteira) e R$ 7,00 (meia-entrada)

Eventos gratuitos: Exposições, mostras de filme, arquitetura, literatura e algumas apresentações musicais.

Preços diferenciados:

Inhotim – R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG – R$ 4,00 – Obs: Entrada franca para crianças com menos de 05 anos e idosos com mais de 60 anos.

Quatroloscinco / Incomodança – R$ 12,00 (Inteira) e R$ 6,00 (meia)

Teatro em Debate / Família de Rua – R$ 10,00 (Inteira) e R$ 5,00 (meia)

Informações: www.veraoarte.com.br e (31) 3227-7331

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quarta-feira, 13 de julho de 2011

workshop de violão e capacitação para professores de arte pelo conservatório de música teófilo otoni

O Conservatório de Música Teófilo Otoni convida para o Workshop de violão com o professor Afrânio Guimarães.

Faz parte do programa o trabalho com princípios de harmonia e improvisação e campo harmônico e tonalidade maior.

Dia:18 e 19 de julho 

Hora: 19:30 - 21:00

Local: No Conservatório de Música Teófilo Otoni - Casarão do Sesc

E-mail: mtomusic@hotmail.com

Tel.: (33) 3522-4566 Endereço: Rua Bernarda Laender 146/Sala 03 - São Diogo - Teófilo Otoni – MG

Tem mais:

Vem aí o curso de Capacitação para professores de Arte.

Carga horária: 40 horas

Início: 20/08/2011

O conteúdo programático do curso abarcará música e artes visuais, teatro, dança e expressão corporal.

Aulas: Sábados

Hora:  8:00h ás 12:00h e das 14:00h ás 18:00h.

Informações: 35224566 e cmtomúsic@hotmail.com

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