quinta-feira, 19 de julho de 2012

Som no Beco, amanhã com Thomaz Baldow

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“A Cidade Sonora”, de Romano, é aberta no Rio

Retirado do site da funarte em 19/07/12 do endereço:

http://www.funarte.gov.br/artes-visuais/%E2%80%9Ca-cidade-sonora%E2%80%9D-de-romano-e-aberta-no-rio/

Projeto contemplado pelo Prêmio Funarte de Arte Contemporânea – Projéteis de Artes Visuais pode ser visitado pelo público até 17 de agosto

A Cidade Sonora, exposicao de Floriano Romano

A Cidade Sonora, exposicao de Floriano Romano

O Mezanino do Palácio Gustavo Capanema, no Centro do Rio, é a sede de A Cidade Sonora, desde terça-feira (17/07), quando a Fundação Nacional de Arte – Funarte inaugurou a exposição do artista visual Floriano Romano. A instalação com 20 orelhões sonorizados pode ser conferida pelo público até 17 de agosto, com entrada franca.

O trabalho propõe uma cidade dentro da cidade, a partir de gravações reunidas em diversos locais do Brasil e do mundo, preenchida pelas paisagens sonoras desses lugares, que mistura sotaques, vivências e culturas diferentes, refletindo o ideal cosmopolita de uma metrópole.

A Cidade Sonora convida o ouvinte a aguçar sua percepção, descobrindo nos conteúdos gravados dos orelhões histórias, paisagens sonoras ou memórias. A obra remete a uma ‘cidade imaginária’ por onde passou o espectador, em algum momento de sua vida.

A instalação de Romano cria um campo sonoro irradiado, resultado das gravações realizadas em diferentes cidades do país e do mundo, a partir da experiência de pessoas diferentes, artistas e não artistas, todos envolvidos no projeto de construção de uma cidade imaginária, composta pela vivência dessas pessoas que só existe no momento em que é exposta. A instalação também pretende colocar em cheque a tecnologia que desfigura os aspectos afetivos e particulares ao criar um espaço sonoro de memórias.

Sobre o artista

Floriano Romano é formado em Artes Visuais (UFRJ) e autor do programa de rádio Oinusitado, ponto de encontro da cena de arte sonora carioca de 2002 a 2004. Trabalha com intervenções urbanas e sonoras, abertas à participação e produzidas pelo próprio público. Em 2011, participou da Mostra Panorama da Arte Brasileira e produziu o projeto INTRASOM com quatro ações no MAM-RJ – sapatos sonoros, guarda-chuvas sonoros e Crude “música para paredes”, com Guilherme Vaz. Participou da exposição coletiva Voces Diferenciales, em Cuba e de mais de cem mostras e exposições desde 2000. Recebeu vários prêmios e bolsas pelas suas ações sonoras.

“A Cidade Sonora”

Exposição de Floriano Romano

De 17 de julho a 17 de agosto de 2012

Das 10h às 17h

Local: Mezanino do Palácio Gustavo Capanema

Rua da Imprensa, 16 – Centro

Rio de Janeiro (RJ)

Prêmio Funarte de Arte Contemporânea – Projéteis de Artes Visuais

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Amanhã, no Papo Café

O Programa de Ocupação do Papo Café e Mucury Cultural apresentam:

* A oficina e o Pocket Show serão gratuitos.

 

 

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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Quadro resumido do substitutivo ao PL que revoga a Lei Rouanet

Retirado do Cultura e Mercado em 18/07/12 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/procultura/quadro-resumido-do-substitutivo-ao-pl-que-revoga-a-lei-rouanet/

Da Redação

Cultura e Mercado publica abaixo um resumo sobre as mudanças propostas pelo deputado Pedro Eugênio no substitutivo ao projeto de lei que cria o Procultura. As informações são da assessoria de imprensa do deputado.

PRINCIPAIS PROBLEMAS DA LEI ROUANET

  • Não traduz o atual momento da Cultura Brasileira;
  • Permite 100% de abatimento do investimento para alguns segmentos;
  • Não garante o acesso dos brasileiros à cultura;
  • Não estimula o investimento privado no setor cultural;
  • Promove a concentração de recursos em 2 estados brasileiros;
  • Exige estrutura pesada e onerosa de análise/acompanhamento;
  • Trata diferentes de forma igual (patrocinador-proponente-região);
  • Prestação de contas complexa – inadimplência/passivo;
  • Exclui agentes culturais que não têm acesso aos patrocinadores;
  • Torna o produtor refém dos recursos incentivados;
  • Não permite políticas compensatórias por parte do Estado;
  • Exclui os pequenos contribuintes, inclusive pessoas físicas;
  • Lei ancorada no Mecenato.

PRINCIPAIS AVANÇOS DO SUBSTITUTIVO APRESENTADO PELO DEPUTADO PEDRO EUGÊNIO

  • FNC: aumenta volume de recursos para o Fundo e estimula regionalização e a aderência ao Sistema Nacional de Cultura;
  • Mecenato: mantém 100% para atividades essenciais (incluindo projetos de pequenos produtores independentes) e cria critério de pontuação para os demais projetos;
  • Ficart: cria benefício fiscal de 50% para atrair interesse pelo benefício fiscal e início da estruturação de Fundos na área;
  • Ampliação dos recursos para Cultura: Vale Cultura, programas setoriais, recursos de loteria (5%), estimulo para melhores práticas;
  • Definições mais claras, em especial PRODUÇÃO INDEPENDENTE,  PRODUTOR DE PEQUENO PORTE, TERRITÓRIO CERTIFICADO e ECONOMIA CRIATIVA;
  • Diretrizes do FNC elaboradas pelo CNPC;
  • CNIC volta a ser DELIBERATIVA, aprovando os projetos do mecenato;
  • Mantém as Coordenações Nacionais de Incentivo à Cultura (CNICs) Setoriais, mas com composição e estrutura de funcionamento definida em regulamento a ser definido pelo MinC.
  • Composição da CNIC é paritária entre sociedade e governo. Participação de representação dos artistas, acadêmicos e especialistas, bem como Instituições de caráter REGIONAL. Permite a inclusão das Secretarias do MinC e outras instituições governamentais de interesse do Ministério;
  • CNPC define as metas do Plano Nacional de Cultura que deverão ter pontuação especial no Mecenato, para efeito de índice de renúncia;
  • Fundos Setoriais são considerados PROGRAMAÇÕES ESPECÍFICAS;
  • 10 a 50% do FNC será alocado nas PROGRAMAÇÕES ESPECÍFICAS, de acordo com recomendação do CNPC.
  • 30% dos recursos do FNC serão alocados em transferência direta para Estados e Municípios (fundo a fundo);
  • Mínimo de 10% do FNC para cada região e distribuição pelos estados de acordo com a população, limitados a 2%. Considera também indicadores sociais, econômicos, demográficos e outros específicos da área cultural;
  • Retorna o limite de 15% para despesas administrativas;
  • O período de apresentação de projetos será definido, anualmente,  pela CNIC.
  • Transforma o fundo ORÇAMENTÁRIO para CONTÁBIL E FINANCEIRO;
  • Amplia volume de recursos no fundo: aumento de 3 para 5% do percentual advindo das loterias, mantendo a Loteria Federal da Cultura e saldos dos exercícios anteriores;
  • Limitação para o governo efetuar gastos administrativos com o fundo. Estímulo a editais e seleção pública de projetos;
  • Renúncia: limite de 3% para pessoa jurídica e 0,05% para pessoa física (exceção para área de patrimônio e planos anuais e plurianuais).
  • Amplia limites de benefício:
  • 8% para pessoa física, sendo 3% diretamente na Declaração de Ajuste Anual;
  • 8% para pessoa jurídica com faturamento até $300 milhões (condicionado a 4% ser destinado a produtor independente de pequeno porte);
  • Para pessoa jurídica com faturamento superior a $300 milhões:
  • 4% destinado a projetos aprovados (mercado);
  • De 4 para 5% (+1%): empresa doa pro FNC e 80% é destinado ao SNC e 20% para a produção independente de pequeno porte;
  • De 5 para 6% (+1%): pode ser destinado a projetos, desde que haja doação de 20% ao FNC do valor patrocinado ou doado (que cresce nos anos subseqüentes para 30, 40 e 50%).

Mantém 100% de benefício para as seguintes áreas:

  • Conservação e restauração de imóveis,monumentos, logradouros, sítios, espaços e demais objetos, inclusive naturais, tombados pela União, Estados ou Municípios ou localizados em áreas tombadas;
  • Identificação, promoção e salvaguarda do patrimônio cultural;
  • Restauração de obras de arte, documentos artísticos e bens móveis de reconhecidos valores culturais;
  • Projetos  de produção independente, apresentados por produtores de pequeno porte ou de cooperativas de artistas devidamente constituídas.
  • Espaços ou equipamentos culturais que possuam acervo permanente e aberto à circulação pública;
  • Corpos artísticos estáveis com atividades permanentes no campo da formação dos seus integrantes e cujos produtos estejam disponibilizados ao público;
  • (endowments) a transferência de recursos, até o ano-calendário de 2016, inclusive, para o patrimônio de fundações que tenham como objeto a atuação cultural, em efetivo funcionamento há pelo menos cinco anos, no montante inserido em plano anual ou plurianual aprovado pela CNIC, conforme regulamento;
  • Doações (em todas as áreas/projetos);
  • Para as outras áreas a lei estabelece critérios para se atingir 100%.

Para as demais áreas, existem critérios de pontuação:

POTENCIALIDADE DE ACESSO, ALCANCE E IMPACTO CULTURAL

(1 ponto para cada item abaixo, TOTAL DE 13 PONTOS):

  1. gratuidade do produto ou serviço cultural resultante do projeto;
  2. ações proativas de acessibilidade;
  3. ações proativas de inclusão sociocultural e produtiva;
  4. ações educativas e de formação de público;
  5. formação de gestores culturais ou capacitação profissional e empreendedora na área artística e cultural;
  6. desenvolvimento de pesquisa e reflexão no campo da cultura e das artes e da economia criativa no Brasil;
  7. projetos artísticos com itinerância em mais de uma região do país.

Para as demais áreas, existem critérios de pontuação:

POTENCIALIDADE DE ACESSO, ALCANCE E IMPACTO CULTURAL

  1. difusão da cultura brasileira no exterior, incluída a exportação de bens e serviços, bem como geração de possibilidades de intercâmbio cultural no Brasil e no exterior;
  2. impacto do projeto em processos educacionais, com desenvolvimento de atividades, conteúdos e práticas culturais dentro e fora da escola, para professores e estudantes das redes públicas e privadas;
  3. licenciamento não exclusivo e pelo tempo de proteção da obra, que disponibilize gratuitamente o conteúdo do produto ou serviço cultural resultante do projeto, para uso não comercial, com fins educacionais e culturais;

Para as demais áreas, existem critérios de pontuação:

POTENCIALIDADE DE ACESSO, ALCANCE E IMPACTO CULTURAL

  1. pesquisa e desenvolvimento de novas linguagens artísticas no Brasil;
  2. incentivo à formação e à manutenção de redes, coletivos, companhias artísticas e grupos socioculturais;
  3. ações artístico-culturais gratuitas na internet.

Para as demais áreas, existem critérios de pontuação:

ADEQUAÇÃO DO PROJETO ÀS DIRETRIZES PRIORITÁRIAS DO PNC

  • a pontuação máxima será de 5 (cinco) pontos, sendo 1 ponto para cada diretriz prioritária atendida.
  • as DIRETRIZES PRIORITÁRIAS serão definidas, anualmente, pelo MinC, ouvido o CNPC

FAIXAS DE RENÚNCIA – TOTAL DE 18 PONTOS

  • 30% descontados do IR devido + despesa operacional, que perfaçam até 8 pontos – atinge cerca de 55 %
  • 50% descontados do IR devido + despesa operacional, que perfaçam entre 9 e 11 pontos – atinge cerca de 75%
  • 100% dos valores despendidos (sem despesa operacional) em projetos que perfaçam 12 ou mais pontos.

PROJETOS COM NOME DO PATROCINADOR ESTÃO LIMITADOS A 50%

CERTIFICAÇÃO DE TERRITÓRIO CULTURAL PRIORITÁRIO

  • Definido pelo CNPC, observados critérios culturais, socio-demográfico e econômico;
  • Validade de 4 anos, podendo ser renovado sucessivas vezes;
  • 100% de renúncia para instalação e manutenção de equipamentos culturais;
  • Benefício de contabilização de despesa operacional nos primeiros 10 anos, o que eleva o benefício para 125%.

FICARTS

  • Benefício fiscal de 50% de abatimento do IR devido (período de 2012-2016);
  • Fiscalização da CVM;
  • Estímulo a projetos que ofereçam retorno comercial;
  • Lucros retornam ao FNC na proporção do investimento público.
  • Benefícios desta lei não são considerados receita para quem recebe (evita autuações como hoje tem ocorrido na Lei Rouanet);
  • Institui prêmios da cultura brasileira, do teatro e da Dança, bem como mantém a ORDEM DO MÉRITO CULTURAL;
  • Institui prêmio para os melhores patrocinadores (Selo);
  • 5 anos de vigência da lei (a confirmar)

*Com informações da Assessoria de Imprensa do Deputado Pedro Eugênio

Redação http://www.culturaemercado.com.br

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Do It Yourself - Sheik Tosado

Retirado do Munc Crew em 18/07/12 do endereço:

http://www.munccrew.com/2012/07/do-it-yourself-sheik-tosado.html`

Por: Daniella Salles

O Do It Yourself dessa semana traz um som de Pernambuco. Fiquem com o hardcore-frevo-maracatu do Sheik Tosado!

Formado em 1997, o Sheik Tosado foi um dos expoentes do estilo/movimento conhecido como "manguebit", do qual também faziam parte Chico Science e Nação Zumbi e Mundo Livre S.A.. O lineup da banda contava com os irmãos China (vocal) e Bruno Ximaru (guitarra), Chicão(baixo), Gustavo Da Lua (percussão), Oroska (percussão) e Hugo Carranca (bateria), todos moradores do mesmo bairro em Olinda.

O grupo apresentava forte influência de gêneros regionais unidos ao estilo rápido e agressivo do punk rock e hardcore. Uma das principais características da banda é a percussão compassada típica de ritmos como frevo e maracatu. As referências à cultura popular podem ser percebidas claramente em músicas como "Hardcore Brasileiro" e "Repente Envenenado".

A popularidade veio após o show realizado no tradicional Abril Pro Rock, em 1998. Depois dessa apresentação, a banda assinou contrato com a Trama, gravadora responsável pelo lançamento de seu único disco, em 1999: Som de Caráter Urbano e de Salão. Em 2001, se apresentaram no palco principal do Rock in Rio, mas pouco tempo depois a banda se separou.

Faça download do álbum e conheça mais sobre a banda:

Som de Caráter Urbano e de Salão (1999)

Sheik Tosado - Página oficial na Trama

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Em algum lugar… sábado, no SESC

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terça-feira, 17 de julho de 2012

Itinerância do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte em Teófilo Otoni

Itinerâncias - 13º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte

Retirado do site da Fundação Clóvis Salgado em 16/07/12 do endereço:

http://www.fcs.mg.gov.br/noticia/17-1069,itinerancias-13%C2%BA-festival-internacional-de-curtas-de-belo-horizonte.aspx

Entre maio e agosto de 2012, parte da programação do 13º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, que aconteceu em 2011, poderá ser conferida em diversas cidades do interior de Minas Gerais e região metropolitana de Belo Horizonte. Trata-se do projeto de circulação do Fest Curtas, que vai levar a cerca de 15 cidades uma programação cinematográfica de qualidade, em sessões gratuitas.

Focado na difusão de filmes que estão fora do circuito comercial, o Festival Internacional de Curtas exibe, em edições anuais, uma vasta produção nacional e internacional de curtas-metragens. O Festival é uma realização da Fundação Clóvis Salgado e do Ministério da Cultura em parceria com o Instituto Cultural Sérgio Magnani e chega, este ano, à sua 14ª edição.

O projeto de circulação do Festival de Curtas conta com as mostras competitivas Brasil, Internacional e Minas, além das mostras especiais (Infantil, Juventude, Animação e Maldita) que integraram a programação da última edição do Festival. No ano passado, dez cidades receberam a programação do 12º Festival Internacional de Curtas, em sessões itinerantes que atingiram um público superior a 12.000 pessoas.

O 14º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte acontece, em 2012, entre os dias 14 e 23 de setembro, no Cine Humberto Mauro e na Sala Juvenal de Dias, no Palácio das Artes.

Confira abaixo as próximas cidades que receberão a Itinerância do 13º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte:

Tabiobeiras: 01a 06 de julho

Guaxupé: 02 a 06 de julho

Centros Culturais de Belo Horizonte: 04 a 30 de julho

Pirapora: 06 a 08 de julho

Sabará: 21 de julho

Teófilo Otoni: 25 a 29 de julho

Uberlândia: 03 a 05 de agosto

Cambuquira: 04 a 08 de agosto

Araçuaí: 15 a 18 de agosto

Programação em Teófilo Otoni:

Quarta-feira – (25/07)

18h30min – Animação

19h30min - Internacional I

Quinta-feira – (26/07)

18h30min – Minas

20h00min - Brasil I

Sexta-feira – (27/07)

18h30min - Brasil II

20h00min - Internacional II

Sábado - (28/07)

18h30min - Infantil

19h30min - Juventude I

21h00min - Internacional III

22h30min - Maldita

Domingo - (29/07)

18h30min - Juventude II

19h30min - Brasil III


Filmes:

MOSTRA INTERNACIONAL I – PREMIADOS - 85`

Die Frau des Fotografen/ The Photographer’s Wife (dir. Philip Widmann, Karsten Krause, Alemanha, 2011, 29`)

Gerti Gerbert foi fotografada por seu marido Eugen durante um período que abrange mais de 40 anos. Além das fotografias obrigatórias de família, a partir de seu dia do casamento até sua morte, Eugen tirou fotos inúmeras de Gerti: em sua calcinha, com vestidos caseiros de verão, ou completamente nua, na praia, na mata, no carro ou no chão da casa. Usando a coleção de fotos de Gerbert, entrevistas com Gerti e notas de Eugen, o filme olha para o que resta da vida e do amor ao fim.

Parmi Nous/ Among Us (dir. Clément Cogitore, França, 2011, 30`)

Amin, um jovem imigrante curdo ilegal, acaba de entrar para um grupo de ilegais acampando na floresta. Toda noite há uma oportunidade para tentar infiltrar-se nos estaleiros e se esconder debaixo de um caminhão clandestino. Ao longo de seus esforços, Amin descobre que entre a floresta e os homens que viajam através dele há outros grupos, outros rostos, outros espaços.

Les Navets Blancs Empechent de Dormir/ White Turnips Make It Hard to Sleep (dir. Rachel Lang, França, 2011, 26`)

1. Encontrar uma explicação reconfortante para um ataque de insônia: a ingestão de nabos brancos

2. Observar os mecanismos das paixões.

3. Escapar de idéias inadequadas

MOSTRA INTERNACIONAL II – 71`

Wachstum/ Grouth (dir. Florian Heinzen-Ziob, Alemanha, 2011, 23`)

No jardim de meus avós havia uma cerejeira, que crescia um pouco mais a cada ano. Eu também ainda estava crescendo naquela época, assim como a população mundial e o produto interno bruto. Tive a sensação de que eu iria continuar crescendo sempre. Até que quando algo dentro da minha avó começou a crescer também, eu comecei a ter dúvidas. Um documentário autobiográfico sobre a utopia do crescimento ilimitado.

Nena/ Girl (dir. Maria Florencia Alvarez, Argentina, 2010, 15`)

Nena tem 13 anos de idade. De um dia para o outro, ela cresceu e seu corpo tornou-se desajeitado. Debaixo de suas roupas estão sinais de uma menina que em breve se tornará uma mulher, mas fora de suas roupas, não há nada. Nena passa as tardes no parque, sob o olhar dos outros que sempre vê-la sozinha. Sua casa é pequena, mas o parque é dela.

Audition (dir. Eti Tsicko, Israel, 2010, 15`)

A diretora do sexo feminino (interpretada pela própria diretora) quer filmar um filme de um encontro entre uma mulher judia e um homem árabe. Ela chama um ator árabe para uma audição. Quais são os limites de uma audição? Onde é que a “realidade” começa, e o “filme” acaba? Onde é que as barreiras entre a ficção e a própria vida se cruzam? E a diferença que existe entre um personagem e uma identidade

* Este filme foi produzido pela Universidade de Tel Aviv e foi feito como parte do projeto: “Café – entre realidade e imaginação” - uma colaboração cinematográfica entre jovens cineastas israelenses e palestinos.

Opale Plage (dir. Marie-Eve de Grave, Bélgica, 2010, 18`)

Uma mãe e suas duas filhas vagueiam ao longo da costa norte em busca da praia onde a mais velha delas deixou suas melhores recordações.

MOSTRA INTERNACIONAL III – 76`

Recardo muntean poimitaan (dir. Stam Zambeaux, Bélgica, 2010, 25`)

Recardo, uma garoto cigano de sete anos de idade, vive em Bruxelas. Ele é um elo de ligação entre a cultura cigana e a belga.

Transparent Black (dir. Roni Geffen, Israel, 2010, 21`)

Kokou, de Togo, é um servente sonhando em se tornar um gerente de futebol em Israel. Philo quer se tornar uma mulher de negócios como se ela estivesse no Congo. Ambos vieram para aprender hebraico em uma classe de refugiados africanos, mas receberam uma grande lição em “israelidade” do professor local.

Everybody’s Nuts (dir. Fabian Euresti, EUA, 2010, 14`)

De quanta liberdade alguém desiste, quando se decide viver com base em onde se trabalha? Este filme é um exame pessoal de como a paisagem afeta a vida de dois trabalhadores agrícolas imigrantes na Califórnia.

Diane Wellington (dir. Arnaud Des Palliéres, França, 2010, 16`)

Diane Wellington desapareceu em South Dakota, em 1938, com 15 de idade. Ela acabou de ser encontrada.

MOSTRA BRASIL I - PREMIADOS – 59`

A felicidade dos peixes (dir. Arthur Lins, Brasil/PB, 2011, 25’)

O mar seria imenso para nós dois, mas neste aquário não te cabe, querida.

Praça Walt Disney (dir. Sergio Oliveira e Renata Pinheiro, Brasil/PE, 2011, 21’)

Boa Viagem, Recife PE, 51111-260, Brasil.

Canoa quebrada (dir. Guilherme Martins, Brasil/SP, 2010, 13’)

Entre o apertado quarto de hotel e a igreja evangélica, uma visita surpresa feita a um parente desconhecido: o próprio pai.

MOSTRA BRASIL II – 63`

Uma primavera (dir. Gabriela Amaral Almeida, Brasil/SP, 2010, 15’)

No aniversário de 13 anos de Lara, sua mãe a leva para um piquenique no parque. Tudo vai bem até a menina desaparecer, deixando a mãe no mais completo desespero.

Irene (dir. Victor Nascimento e Patricia Galucci, Brasil/SP, 2011, 15’)

Irene é uma senhora que vive reclusa numa casa de campo. Quando sua neta decide aparecer inesperadamente para uma visita junto com sua amiga, a reclusão de Irene é perturbada e ela começa a reviver sentimentos que pareciam estar esquecidos.

Sala de Milagres (dir. Marília Hughes e Cláudio Marques, Brasil/BA, 2011, 13`)

Um dia e uma noite na romaria de Bom Jesus da Lapa.

Furico e Fiofó (dir. Fernando Miller, Brasil/SP, 2011, 8’)

Molecagens.

Media Training (dir. Eloar Guazzelli e Rodrigo Silveira, Brasil/SP, 2011, 12`)

Um aspirador de pó, grande lançamento mundial de uma multinacional, é usado em uma sessão de tortura em Abu Grahib e a foto do torturado cai na internet. A diretora de comunicação deve, no dia de Natal, reverter a situação.

MOSTRA BRASIL III – 72`

L (dir. Thais Fujinaga, Brasil/SP, 2011, 21’)

Teté odeia seus pés. Quando conhece Héctor, um estranho garoto chinês, decide mudar sua aparência.

Vó Maria (dir. Tomás Mancino von der Osten, Brasil/PR, 2011, 6`)

Memória em três tempos.

Meu Medo (dir. Murilo Hauser, Brasil/PR, 2010, 11’)

Independentemente de sua causa, o medo geralmente faz com que os sentidos da visão e da audição sejam instantaneamente aguçados. O ser amedrontado permanece imóvel e sem respirar como uma estátua, ou então se esconde como uma reação instintiva de escape à observação. O coração bate rápida e violentamente. A respiração acelera. As pupilas dilatam. Os olhos permanecem abertos.

Náufragos (dir. Gabriela Amaral Almeida e Matheus Rocha, Brasil/SP, 2010, 15’)

Odete tenta adivinhar onde o marido teria se escondido. Mas não há esconderijo possível.

As aventuras de Paulo Bruscky (dir. Gabriel Mascaro, Brasil/PE, 2010, 19’)

O artista Paulo Bruscky entra na plataforma de relacionamento virtual Second Life e conhece um ex-diretor de cinema, Gabriel Mascaro. Paulo encomenda a Gabriel um registro machinima em formato de documentário de suas aventuras no Second Life.

MOSTRA MINAS – 70`

Não há cadeiras (dir. Pedro di Lorenzo, Brasil/MG, 2011, 25’)

Em um universo pós-apocalíptico, um homem busca o que acredita ser seu santo graal: uma cadeira de rodas.

Cineastas do apocalipse (dir. Ayron Borsari, Brasil/MG, 2011, 12’)

Mais do que um olhar, Cineastas do Apocalipse é um passeio pela mente de homens que tentam transformar o esfacelamento humano num desafio audiovisual.

O céu no andar de baixo (dir. Leonardo Cata Preta, 2010, Brasil/ MG, 15`)

Desde os 12 anos de idade, Francisco faz fotografias de céu. Um dia, algo diferente aparece em uma de suas fotografias, mudando a sua rotina.

Dona Sônia Pediu uma Arma para seu Vizinho Alcides (dir. Gabriel Martins, Brasil/MG, 2011, 18`)

Dona Sônia quer vingança.

ANIMAÇÃO INTERNACIONAL – 58`

Daniel, une Vie en Bouteille/ Daniel, a Life in a Bottle (dir. Emmanuel Briand, Antoine Tardivier e Louis Tardivier, França, 2011, 13`)

Daniel está em coma. Ele refugiou-se em um sonho em que ele se dedica à sua paixão: os barcos bloqueados em garrafas. Mas logo as lembranças de sua esposa vêm perturbar a mecânica de seu sonho e interrogá-lo sobre seu próprio confinamento. Daniel vai acordar durante esta luta interna?

Piirongin Piiloissa/ Chest of Drawers (dir. Sanni Lahtinen, Finlândia, 2011, 7`)

O que há para uma cômoda fazer quando um pequeno convidado levado bagunça suas gavetas?

All Consuming Love: Man in a Cat (dir. Louis Hudson, Inglaterra, 2011, 9`)

Depois de se apaixonar por seu novo proprietário, um homem que vive dentro de um gato decide se apresentar. Mas eles estão sozinhos neste triângulo amoroso?

Feu Sacré/ On Fire (dir. Zoltan Horvath, Suíça, 2010, 9`)

On Fire é uma homenagem a um dos maiores atores de teatro e do cinema, Marlon Brando, um rebelde, um gênio, um homem que nunca soube o significado da palavra “compromisso” e influenciou profundamente a sua geração, atores, e tudo depois dele.

Crépuscule/ Crépuscule (dir. Éric Falardeau, Canadá, 2011, 20`)

Um grupo de criaturas parecidas com anjos vive em perfeita simbiose com o ambiente. Quando um homem e uma mulher entram em seu mundo chato e regulamentado, sua existência é abalada para sempre.

MALDITA - 58`

O Hóspede (dir. Ramon Porto Mota e Anacã Agra, Brasil/ PB, 2011, 17`)

Em uma pousada no interior da Paraíba, um estranho hóspede e um incidente misterioso deixam o proprietário inquieto e obcecado em descobrir quem é aquele homem e o que ele está fazendo ali.

Velho Mundo (dir. Armando Fonseca, Brasil/ SP, 2010, 13`)

Uma misteriosa substância é trazida da Europa para o Brasil. Acidentalmente contamina o encanamento do prédio onde mora o casal Laerte e Mônica. As desconhecidas propriedades da substância do Velho Mundo vem a tona quando o casal se encontra numa relação presa-predador.

Calma Monga, Calma! (dir. Petrônio de Lorena, Brasil/ RJ, 2011, 19`)

Psicopata misteriosa chama a atenção da polícia e do jornalismo investigativo através de ataques simiescos aos varões da sociedade recifense.

Pornografizme (dir. Leo Pyrata, Brasil/MG, 2011, 9`)

Sobre a política dos afetos em tempos de banda larga.

MOSTRA JUVENTUDE I - 12 anos – 65`

Sturmfrei/ Free Rein (dir. Sarah Winkenstette, Alemanha, 2010, 10`)

Anna e Tim se conhecem desde quando os dois conseguem se lembrar e já algum tempo já deixaram para trás o tempo que brincavam na areia, onde os dois se conheceram. Anna está na casa de Tim quase todo sábado a tarde, mas hoje é um dia diferente.

La Fille & le Chasseur/ The Girl & the Hunter (dir. Jadwiga Kowalska, Suíça, 2010, 5`)

Está chovendo. Uma pequena vila está com grandes problemas. As gotas de chuva na verdade são as lágrimas de uma jovem menina. E é da responsabilidade do caçador colocar as coisas em ordem…

Ik Bem Eeen Meijsje/ I am a Girl! (dir. Susan Koenen, Holanda, 2010, 15’)

Toda garota de treze anos sonha com aquele garoto bacana, mas difícil de se conseguir. E Joppe não é diferente, perguntando a sua amiga como chamar Brian para sair com ela. Mas como contar a Brian que ela nasceu um menino?

Julie, Agosto, Setembro (dir. Jarleo Barbosa, Brasil/DF, 2011, 8`)

Julie é uma suíça que acaba de chegar a Goiânia. Com seus relacionamentos ela tenta entender a cidade, até por fim se transformar num pedaço de Goiânia.

Eu Não Quero Voltar Sozinho (dir. Daniel Ribeiro, Brasil/SP, 2010, 17’)

A vida de Leonardo, um adolescente cego, muda completamente com a chegada de um novo aluno em sua escola. Ao mesmo tempo, ele tem que lidar com os ciúmes da amiga Giovana e entender os sentimentos despertados pelo novo amigo.

Imagine uma Menina com Cabelos de Brasil (dir. Alexandre Bersot, Brasil/SP, 2010, 10’)

O cabelo, a fronteira final. Entre caretas e escovas, as viagens de uma menina em busca de aceitação.

MOSTRA JUVENTUDE II – 14 anos – 69`

Hidegzuhan/ Cold Shower (dir. Orsi Nagypal, Hungria, 2010, 14`)

Durante uma noite quente de verão, Robert, um ingênuo rapaz de 17 anos e Feri, cigano, membro do grupo de teatro do ensino médio, são forçados a lidar com preconceitos que existem há mais tempo que eles mesmos.

César! (dir. Gustavo Suzuki, Brasil/SP, 2011, 15`)

Cegonha, um garoto nerd, elabora um mirabolante plano de vingança contra César, o colega playboy que o maltrata. Junto com seus amigos, ele parte para uma empreitada de vandalismo fadada ao fracasso.

Hitomi (dir. Manu De Smet, Bélgica, 2010, 20`)

Tom é um jovem homem que tem uma forte conexão com a cultura japonesa. Samurai, Jiu Jitsu, caligrafia; nem um dia passa sem isso. Quando uma jovem mulher asiática entra em sua vida ele vê esse conhecimento como a perfeita atração.

Ratão (dir. Santiago Dellape, Brasil/DF, 2010, 20’)

Goma é um garoto que ajuda Tio a vender CDs piratas na Feira do Paraguai, em Brasília. Enquanto Tio busca iluminação espiritual, Goma se envolve com a máfia japonesa que controla a Feira.

INFANTIL – livre – 57`

Naiá e a Lua (dir. Leandro Tadashi, Brasil/SP, 2010, 13’)

Goma é um garoto que ajuda Tio a vender CDs piratas na Feira do Paraguai, em Brasília. Enquanto Tio busca iluminação espiritual, Goma se envolve com a máfia japonesa que controla a Feira.

Marie (dir. Jutta Schünemann, Alemanha, 2011, 11’)

Era uma vez uma menina chamada Marie que vivia em uma pequena vila. Este filme volta-se para o passado. Aconteceu quando ela nasceu com um buraco em seu coração. A família de Marie toma conta dela muito bem. No seu aniversário de três anos ela ganha um presente muito especial: uma sombrinha para crianças, pequenina e vermelha, para Marie. Agora ela poderá sair na chuva? E que tal visitar o ganso que fica na vila, que ela viu antes com sua irmã? Ela vai tentar fazer isso no próximo dia de chuva…

O filho do vizinho (dir. Alex Vidigal, Brasil/DF, 2010, 7`)

Pela janela do seu quarto, Ronaldinho olha maravilhado as aventuras e peripécias de um garoto que é chamado de várias formas pela vizinhança, que fica enlouquecida com ele. Dos muitos nomes, Ronaldinho o chama de O Filho do Vizinho.

Kapitan Hu/ Captain Hu (dir. Basil Vogt, Suíça, 2011, 9`)

Depois de uma tempestade violenta o capitão Hu fica preso com seu navio nos Alpes. Um fazendeiro ajuda e cria novos usos para o equipamento do fundo do mar. No entanto, o capitão Hu desenha a linha até eles.

Kuka Kehtaa?/ Who Dares? (dir. Sanni Lahtinen, Finlândia, 2010, 4`)

As pessoas da cidade se encontram para honrar seu líder, mas um assobio sem vergonha atrapalha a devoção.

A Mula Teimosa e o Controle Remoto (dir. Helio Villela, Brasil/SP, 2010, 15’)

A estória de uma amizade num duelo sem palavras.

 

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